"SUZB3 AGUARDA 3T2025 JUNTO COM DÓLAR SAZONAL RUMO A 51,26"5 Verdades Surpreendentes que Descobri nos Relatórios de uma Gigante do Papel
Eu mergulhei nos densos relatórios trimestrais da Suzano, uma das maiores produtoras de celulose do mundo, esperando encontrar apenas números e jargões contábeis. Mas o que encontrei não foi um livro-razão chato. Foi um manual para ambição global, manobras financeiras de alto risco e uma silenciosa revolução tecnológica. Por trás dos balanços, existe uma história fascinante sobre como uma gigante industrial opera no século XXI. Aqui estão os cinco segredos que desenterrei dos números.
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1. A Máquina Financeira Invisível: Onde o Lucro Realmente Nasce
O primeiro segredo é que a demonstração de resultados da Suzano tem uma reviravolta digna de um thriller. Você pensa que o herói da história é a venda de celulose e papel, mas o verdadeiro fazedor de reis — ou de desastres — é a linha chamada "Resultado Financeiro".
Os números contam uma história dramática. No primeiro semestre de 2024, a Suzano registrou um prejuízo consolidado de R3,55bilhoes.
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2. A Maior Fábrica da Empresa está Viva (e Vale R$ 23 Bilhões)
Quando pensamos nos ativos mais valiosos de uma empresa industrial, imaginamos fábricas gigantescas de metal e concreto. Na Suzano, um dos ativos mais valiosos está vivo, cresce a cada dia e respira: suas florestas.
O balanço patrimonial de 30 de junho de 2025 revela o valor exato dos "Ativos Biológicos": **R23.221.979.000∗∗.Imagineumportf
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liofinanceirodemaisdeR 23 bilhões. Agora, imagine que, em vez de ações e títulos, ele é composto por milhões de árvores. A cada ano, este portfólio não apenas cresce em volume; seu "valor de mercado" nos livros oficiais da empresa é recalculado com base nos preços da madeira e nas previsões de crescimento. A Suzano não é apenas uma agricultora; ela é uma gestora de fundos para um ativo vivo e pulsante.
Conforme a Nota 13 do relatório, esse cálculo complexo utiliza premissas como o "Incremento Médio Anual (IMA)" das árvores, o preço de venda futuro do eucalipto e uma taxa de desconto. Isso significa que a empresa gerencia suas florestas não apenas como matéria-prima a ser colhida, mas como um ativo financeiro dinâmico.
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3. Jogando Monopólio Global: Uma Aposta de Bilhões no Papel Higiênico
Os relatórios também revelam uma ambição global impressionante. A Suzano não está satisfeita em ser apenas uma fornecedora de matéria-prima para outras empresas; ela quer estar na prateleira do seu supermercado.
A Nota 1.2.1 detalha uma aquisição estratégica massiva: a compra de 51% do negócio global de tissue (papéis sanitários, como papel higiênico e toalhas de papel) da gigante Kimberly-Clark. A escala da transação dá uma noção da ambição:
• Preço: US1,734bilh
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o(equivalenteaR 9,463 bilhões).
• Escopo: Inclui 22 fábricas em 14 países, abrangendo Américas, Europa, Ásia, África e Oceania.
Este é um movimento de poder estratégico para capturar toda a cadeia de valor — do chão da floresta à prateleira do supermercado. A empresa não se contenta mais em vender as balas (celulose); agora está fabricando os fuzis (bens de consumo) e lutando por território na guerra global do varejo.
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4. A Aposta Bilionária em Crescimento é Financiada por Dívida
Um olhar rápido para o passivo da Suzano pode assustar. A soma de "Empréstimos, financiamentos e debêntures" de curto e longo prazo atingiu aproximadamente R$ 91,6 bilhões em 30 de junho de 2025. No entanto, esse número não é um sinal de fraqueza, mas uma ferramenta estratégica para financiar um crescimento colossal.
Essa dívida não é para projetos abstratos; ela financia diretamente as ambições globais descritas no ponto anterior (a aquisição da Kimberly-Clark) e o crescimento orgânico massivo (como o "Projeto Cerrado"). Para dar sentido a esse número, analistas usam um indicador-chave: a relação Dívida Líquida / EBITDA Ajustado, que ficou em 3,1x (em dólar). Isso significa que a empresa levaria pouco mais de três anos de seus lucros operacionais atuais para quitar toda a sua dívida líquida, uma medida-chave de saúde financeira observada de perto pelos investidores.
A empresa utiliza um "hedge natural": como grande parte de sua receita de exportação é em dólar, ela contrai 76% de sua dívida também em moeda estrangeira. E é aqui que a história se conecta. A sofisticada máquina financeira descrita no primeiro ponto não serve apenas para gerar lucro; ela é uma ferramenta essencial para gerenciar os riscos associados a uma dívida tão grande e dolarizada, necessária para financiar esse crescimento audacioso.
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5. Muito Além do Papel: Investindo no Futuro dos Materiais
Talvez a descoberta mais surpreendente seja que a Suzano está silenciosamente se posicionando como uma empresa de tecnologia e biomateriais, investindo em áreas de ponta que vão muito além do papel tradicional.
A Nota 14 do relatório de 2025 revela um portfólio de investimentos em empresas inovadoras ao redor do mundo:
• Spinnova Plc (Finlândia): Pesquisa matérias-primas sustentáveis para a indústria têxtil.
• Woodspin Oy (Finlândia): Desenvolve fibras e fios têxteis à base de celulose.
• Ensyn Corporation (EUA): Pesquisa e desenvolve biocombustíveis.
• Bem Agro (Brasil): Cria soluções de software com inteligência artificial para o agronegócio.
Essa estratégia foi formalizada com a criação da Suzano Ventures, seu braço de corporate venture capital, munido de um fundo de US$ 70 milhões para investir na próxima geração de startups da bioeconomia, conforme anunciado no final de 2022. Esses movimentos mostram uma visão de futuro clara, posicionando a Suzano não apenas como uma produtora de commodities, mas como uma empresa de tecnologia que usa a bioeconomia para encontrar novas e revolucionárias aplicações para sua principal matéria-prima.
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Conclusão
Por trás dos balanços e dos números aparentemente frios de uma gigante como a Suzano, existe uma organização dinâmica, fazendo apostas audaciosas no mercado financeiro, na expansão global e na inovação de materiais. A análise de seus relatórios revela que a empresa é, ao mesmo tempo, uma potência industrial, uma sofisticada operadora financeira e uma investidora visionária em tecnologia.
Isso nos deixa com uma pergunta poderosa para refletir: será que o futuro dos materiais sustentáveis, de roupas a combustíveis, crescerá nas florestas de empresas como a Suzano?
Para o 3T2025 (Terceiro Trimestre de 2025), os documentos financeiros da Suzano (Informações Trimestrais de 30 de junho de 2025, aprovadas em 06 de agosto de 2025) apontam para vários eventos e tendências importantes a serem considerados:
1. Operações e Custos (Fatores Positivos na Produção)
Um ponto chave para o 3T2025 é o calendário de paradas programadas para manutenção nas fábricas de celulose. De acordo com o cronograma, diversas unidades importantes estão com "Sem parada" planejada para o 3T25. Isso inclui:
• Aracruz - Linha A.
• Imperatriz.
• Jacareí.
• Mucuri - Linha 2.
• Ribas do Rio Pardo.
• Veracel.
A ausência de paradas programadas nessas fábricas sugere que o trimestre poderá se beneficiar de um maior volume de produção e vendas de celulose.
Em relação aos custos, no 2T25 o Custo Caixa de Celulose (sem parada) foi de R$ 832/t, uma redução de 3% em relação ao 1T25, impulsionada pela redução de custos fixos, desvalorização do USD médio em relação ao BRL médio (o que afetou insumos importados como soda cáustica e gás natural), e melhor mix de fábricas (menor raio médio da madeira). Caso essas tendências continuem, isso pode gerar um ambiente operacional favorável em 3T25.
2. Investimentos e Fluxo de Caixa
O 3T2025 será marcado por transações de capital que impactarão o fluxo de caixa da Companhia:
• Revisão do Capex para 2025: A estimativa de investimento de capital para 2025 foi revisada de R$ 12,4 bilhões para R$ 13,3 bilhões.
• Permuta de Ativo Biológico (Madeira em Pé): Essa revisão se deve à assinatura de um contrato em 06 de agosto de 2025 (após o fechamento do 2T25) com a Eldorado Brasil Celulose S.A. para a permuta de 18 milhões de metros cúbicos de madeira em pé. A transação envolve um pagamento da Suzano à Eldorado de R$ 1,317 bilhão, sendo R$ 878 milhões a serem pagos em 2025 e R$ 439 milhões em 2026. O pagamento de R$ 878 milhões deve impactar o fluxo de caixa no segundo semestre de 2025 (portanto, começando no 3T25).
• Projeto Cerrado (Ribas do Rio Pardo): O desembolso total do capital expenditure (Capex) do Projeto Cerrado está praticamente concluído (98% desembolsado até 2T25), restando apenas R$ 0,4 bilhão a ser pago ainda em 2025.
• Geração de Caixa de Hedge: O ajuste caixa estimado para as operações de Zero Cost Collar (ZCC) no 3T25 é de R$ 2 milhões (considerando a taxa de fechamento do 2T25 de R$ 5,46/US$), com vencimentos distribuídos.
3. Riscos e Mercado
É importante monitorar os impactos de mercado e regulatórios que começam a vigorar ou se manifestar no terceiro trimestre:
• Tarifas de Exportação para os EUA (Papel): A partir de agosto de 2025 (início do 3T25), o governo dos Estados Unidos comunicou a aplicação de uma tarifa de 50% sobre determinados produtos do portfólio de papel importados do Brasil. As exportações de celulose permanecem isentas.
◦ Apesar disso, a Companhia possui exposição comercial limitada ao mercado norte-americano no segmento de papel, e as análises iniciais não identificaram impactos relevantes no desempenho financeiro ou geração de caixa.
• Preços da Celulose: O segundo trimestre de 2025 já havia registrado uma pressão sobre os preços da celulose, com quedas importantes na China (aproximando-se de US$ 500/t) devido a incertezas de mercado (como o "Liberation Day"). Embora o preço médio líquido da Suzano no 2T25 se manteve estável devido a ajustes anteriores, essa pressão e a hesitação dos compradores podem ter um efeito residual no início do 3T25.
Em resumo, para o 3T2025, o planejamento deve focar na alta capacidade operacional esperada (devido à ausência de grandes paradas) e nos impactos financeiros da permuta de madeira (aumento do Capex e desembolso de R$ 878 milhões), enquanto se monitoram as condições de preço no mercado de celulose e os efeitos reais das novas tarifas dos EUA no segmento de papel.
Pode-se pensar no 3T2025 como um motor de produção operando a toda velocidade (sem paradas), mas que precisa gerenciar um alto custo de combustível (o desembolso pela madeira de Eldorado) enquanto navega por águas de preço de mercado incerto.
Celulose
SUZB3: A Virada da Baixa!SUZB3: 53,21 (+0,36%)
O ativo está atualmente dentro de uma estrutura de baixa bem consolidada. Após ter feito seu fundo em 49,26, agora o ativo conseguiu se posicionar na base desta estrutura. No curto prazo, observamos uma tendência de alta. Temos um pullback de alta nesta microestrutura, que projeta a formação de um pivô de alta em 54,28.
SUZB3 em Alerta: Pivô de Baixa Acionado e Alvo em R$ 52,00Análise da Ação SURB3: Estrutura Baixista e Possível Formação de Fundo
A ação da SURB3 apresentou um aumento de 0,21%, atingindo o valor de 53,52. No entanto, a análise técnica revela um cenário predominantemente baixista.
Indicadores Técnicos Apontam para Tendência de Baixa
As Médias Móveis Simples (MMS) de 9 e 21 períodos indicam uma tendência de baixa, com ambas as médias apontando para baixo. Além disso, a MMS de 200 períodos foi perfurada, reforçando o movimento de baixa.
Pivô de Baixa e Possível Alvo em R$ 52,00
A estrutura baixista da ação é evidente, com a formação de um pivô de baixa pequeno e o acionamento do gatilho. O alvo potencial para esse movimento é de R$ 52,00.
Indecisão e Necessidade de Aguardar Confirmação
Apesar da tendência de baixa, o gráfico diário da ação apresentou um Doji, um padrão que indica indecisão no mercado. Esse padrão sugere que pode haver uma pausa no movimento de baixa.
Aguardar Confirmação da Formação de Fundo
Diante desse cenário, é crucial aguardar um pouco mais para observar se a ação formará um padrão de reversão, indicando a formação de um fundo. Por enquanto, a tendência predominante é de baixa.
"#SUZANO-#SUZB3-DIVIDE OPINIÕES""#SUZANO-#SUZB3-DIVIDE OPINIÕES"- O mercado neste momento ficou dividido em abraçar uma visão pessimista de casa de análise gringa, e buscou defesa na região de 50,30. Pois na perda deste nível de preço pode buscar a região de 47,00 reais.
Pelo lado da alta só muda o momento de curto prazo se vencer a região de 53,00 reais.
Mas os próximos movimentos serão importantes para estabelecer para qual lado o movimento terá mais força.
RANI3 - UM QUADRO MUITÍSSIMO PROMISSOR! O gráfico Diário de RANI3 evidencia um Key Level monstruoso que segurou o preço na casa dos R$6.00.
Trabalhando acima dessa região dá pra ficar mais otimista, ainda mais se o preço mantiver-se acima da estrutura de alta,
como vem feito desde o fundo do crash da pandemia.
Eu estou gostando do quadro de RANI. O problema em comprar agora é ainda não haver um pivô de alta claro.
O preço simplesmente fechou um gap e está realizando uma falha de fundo (das grandes...) (lembrem de SUZB3).
Somente após o rompimento da faixa dos R$7.60 é que estaria ativado um pivô de alta por excelência.
Compras agora seriam para arriscar na antecipação.
Porém acredito que se o preço trabalhar acima da casa dos R$7.60, ele possa buscar rapidamente o topo histórico
por volta de R$9.70 - isso seria cerca de +30% - uma bela pernada.
O papel não possui a melhor liquidez do mundo mas o preço dos lotes é bem acessível e o case apresenta um belíssimo upside.
É uma das que estou monitorando com bastante carinho, atualizo aqui se/quando eu fizer entrada
KLBN11 EM REGIÃO DE INFLEXÃO MUITO RELEVANTE DO GRÁFICO SEMANAL.O semanal de KLBN11 não demonstra pivô de alta e também tem o preço trabalhando abaixo de LTB,
o que elimina viés comprador pelo menos por enquanto.
Porém pra quem gosta do papel, vale a pena monitorar totalmente pelo fato do preço estar testando um Key Level muito importante,
realizando o fenômeno "Teste de Fundo" inclusive.
No gráfico diário é possível ver a formação de dois fundos, porém não de um fundo duplo (pelo menos por enquanto)
Para ativar o fundo duplo (romper neckline) e gerar um viés mais positivo, é necessário que o preço rompa a região de R$24.50,
feito isso, acredito que o preço pode buscar rapidamente a região de 27.50 (isso seria cerca de +13%).
SUZB3 JÁ FEZ PIVÔ DE ALTA, PORÉM PREÇO AINDA ESTÁ ABAIXO DA LTB.Após uma grande sequência de topos e fundos descendentes, SUZB3 fez uma falha de fundo GIGANTESCA que praticamente entregou o pivô de alta.
Nos timeframes mais curtos como H2 e H4, é possível identificar com exatidão o preço fazendo falha de fundo seguida de fundo triplo antes do rallyzinho de 17%
2 Fatores Positivos:
a) Compradores "conquistaram" um KEY LEVEL muitíssimo relevante. Aparentemente o pullback nele será inevitável. Resta monitorar se o preço tem capacidade de manter-se acima da região.
b) Preço acabara de fazer pivô de alta com direito a pullback na cabeça do pivô rompido. Fundos estão ascendentes no gráfico Diário.
1 Fator Negativo bem relevante, fator que irá manter a análise neutra inclusive.
a) Preço trabalha abaixo da LTB do prazo maior. No meu ponto de vista, os ativos da B3 são campeões em fazer pivô de alta seguido de dump até a região da falha de fundo deste mesmo pivô.
RANI3 no topo do canal?RANI3 reportou lucro recorde no 1T2021 e tem alvo agora em R$9,00;
O topo do canal e, historicamente, no ativo é nos R$12,00 ou R$13,00: o volume favorece;
Quem está comprado: segure. Quem está de fora: tem que haver uma correção saudável para entrar;
Esse é um estudo pessoal, não posso recomendar a compra ou a venda de ativos, mas serve de apoio para a aprendizagem da análise técnica.
RANI3 9.4 no diárioIRANI ainda não rompeu a bandeira de alta;
Agora em um setup 9.4 de Larry Willians de compra desafia o rompimento da bandeira e a continuidade de alta: isso se superar os R$6,39;
Esse é um estudo muito pessoal de uma empresa com ótimos fundamentos: use o devido gerenciamento de risco em seus trades, certinho?
Suzano na espera da vitória do Bolsonaro para desabarPela correlação de mercado o situação de Suzano me remete a ideias de que está num ponto crítico para corrigir bem forte. Entendo que o estopim para isso seria a vitória do Bolsonaro que por outro lado vai foguetão ativos como Banco do Brasil, Petrobras.
Fiz um círculo na zona atual cujo multiplicador acima de 5x nos remete naquele ponto de fundo destacado em 24,30.
Se o Haddad ganhar aí especulo que vão tirar $ de outros ativos para hedge na Suzano e demais ativos do setor.












