Morning Call - 26/11/2025 - Pré-Feriado AmericanoAgenda de Indicadores:
9:00 – BRA – IPCA-15
10:30 – USA – Pedidos por Seguro-Desemprego
10:30 – USA – Pedidos de Bens Duráveis
12:30 – USA – Estoques de Petróleo Bruto da EIA
14:30 – BRA – Fluxo Cambial Estrangeiros
15:00 – USA – Leilão de T-Note de 7 anos
16:00 – USA – Livro Bege
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLZ2025
Fiscal: O Senado aprovou por unanimidade o PLP que regulamenta a aposentadoria especial dos agentes comunitários de saúde e dos agentes de combate às endemias, com 57 votos favoráveis, nenhum contrário e duas abstenções. O projeto prevê aposentadoria integral e paridade com os servidores da ativa nos reajustes, além de permitir a concessão do benefício a partir de 52 anos para homens e 50 anos para mulheres, desde que cumpridos 20 anos na função — ou 15 anos na função mais 10 anos de contribuição em outro cargo.
A proposta, que agora segue para a Câmara, é classificada como uma pauta-bomba pelo impacto fiscal projetado. Estimativas apontam:
Previdência: custo de R$ 24,72 bilhões em dez anos;
Confederação Nacional de Municípios: impacto de R$ 103 bilhões para as prefeituras;
Projeções internas do governo indicam impacto acima de R$ 40 bilhões no período.
O Ministério da Fazenda ainda não divulgou número oficial, mas o secretário-executivo, Dario Durigan, já havia alertado que, em caso de aprovação, o governo seria “obrigado” a vetar o projeto e, se o veto fosse derrubado, poderia levar a discussão ao STF.
Estados Unidos
Os futuros das ações de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USATEC , ACTIVTRADES:USAIND e ACTIVTRADES:USARUS — avançam nesta quarta-feira, estendendo o movimento positivo da sessão anterior e em ritmo reduzido antes do feriado de Ação de Graças, que manterá os mercados americanos fechados amanhã e operando em meio expediente na sexta-feira.
O otimismo em Wall Street reflete a crescente convicção de que o Federal Reserve deverá cortar a taxa de juros em dezembro. Indicadores recentes reforçaram esse cenário: as vendas no varejo cresceram abaixo do previsto e a confiança do consumidor voltou a enfraquecer, sugerindo uma economia perdendo tração.
No mercado de juros, os contratos futuros de Fed Funds embutem uma probabilidade implícita de 80,7% para um corte de 25 pontos-base na reunião de 10 de dezembro.
No campo político, a Bloomberg informou ontem que Kevin Hassett, diretor do Conselho Econômico Nacional da Casa Branca, desponta como favorito para assumir a presidência do Fed. O mercado vê Hassett como um nome mais alinhado à visão do presidente Donald Trump, que defende um ambiente de juros estruturalmente mais baixos. Em linha com isso, o secretário do Tesouro, Scott Bessent, afirmou ontem que existe uma “chance muito boa” de Trump anunciar o novo presidente do Fed antes do Natal.
Europa
As ações europeias — ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — avançam nesta quarta-feira, amparadas pelo aumento das expectativas de cortes de juros nos EUA e por sinais de progresso nas negociações de paz na Ucrânia. Os investidores também permanecem atentos ao anúncio do novo orçamento do Reino Unido, previsto para hoje.
A ministra das Finanças britânica, Rachel Reeves, deve apresentar uma nova rodada de aumentos de impostos, em uma tentativa de reforçar a credibilidade fiscal do país em meio à deterioração das projeções econômicas.
Comentário de Matthew Ryan, da Ebury: “Alguns aumentos de impostos já estão amplamente precificados. O ponto central para os mercados agora é saber se essas medidas serão suficientes para garantir sustentabilidade fiscal sem comprometer ainda mais o crescimento econômico.”
No front geopolítico, o sentimento também melhorou após o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelenskiy, indicar disposição para avançar com uma estrutura de paz apoiada pelos Estados Unidos. Ainda assim, parte da incerteza persiste, já que Donald Trump retirou o prazo inicialmente estabelecido para a conclusão de um acordo, o que manteve algum suporte aos preços do petróleo e às ações do setor de defesa europeu.
Entre os destaques corporativos, as ações da Novo Nordisk subiram 1,1% depois que o Medicare dos EUA anunciou que os preços renegociados para 15 de seus medicamentos mais caros devem gerar uma economia de 36% em relação aos gastos anuais recentes.
Ásia/Pacífico
Os mercados asiáticos avançaram nesta quarta-feira, sustentados pelo aumento das expectativas de que o Federal Reserve possa cortar juros já no próximo mês. No acumulado do ano, as bolsas da região apresentam fortes ganhos, beneficiadas pelo crescimento econômico, pela flexibilização monetária e pelo renovado apetite global por risco — especialmente por empresas ligadas à inteligência artificial.
O destaque da sessão foi o Kospi TVC:KOSPI , da Coreia do Sul, que subiu 2,7% e acumula valorização superior a 65% em 2025. Apesar disso, o won sul-coreano figura entre as moedas de pior desempenho contra o dólar no ano, tendo tocado a mínima em mais de sete meses nesta semana. Em resposta à volatilidade, o ministro das Finanças prometeu medidas “rigorosas” para conter movimentos especulativos e comportamento de manada no câmbio. Na quinta-feira, o Banco da Coreia deve manter a taxa básica em 2,50%, diante da pressão no mercado imobiliário e da instabilidade da moeda.
No Japão, o Nikkei TVC:NI225 avançou 1,8%, apoiado por setores de utilidades públicas, imobiliário e financeiro. O SoftBank subiu 5,6%, liderando os ganhos. No câmbio, o iene manteve-se estável em ¥156 por dólar, enquanto no mercado de juros os rendimentos de curto prazo alcançaram níveis vistos pela última vez em 2008, refletindo apostas crescentes de que o Banco do Japão pode cortar juros já no próximo mês — especulação reforçada após a reunião da primeira-ministra Sanae Takaichi com o presidente do BoJ, Kazuo Ueda.
Na Nova Zelândia, o banco central reduziu a taxa básica em 25 pontos-base, para 2,25%, como esperado. Apesar do corte, o tom mais moderado do comunicado impulsionou o dólar neozelandês, que saltou 1,3% frente ao dólar americano.
Na China, os principais índices — Shanghai SSE:000001 , Shenzhen SZSE:399001 , China A50 FTSE:XIN9 e Hang Seng HSI:HSI — encerraram em alta moderada. O Grupo Alibaba recuou 1,27% após divulgar queda de 78% no Ebitda ajustado, puxada pelo segmento de comércio instantâneo, embora a receita total tenha superado as projeções.
Na Austrália, o ASX ASX:XJO subiu 0,8%, mesmo após o CPI de outubro ter acelerado acima do previsto, reacendendo a possibilidade de encerramento do ciclo de cortes de juros no país.
Além da Análise Técnica
Futuros sobem apesar da hesitação com a Nvidia
Os principais índices americanos seguem em alta na manhã desta quarta-feira. Os futuros do S&P 500 e do Nasdaq sobem 0.22% e 0.34%, respetivamente. Os investidores estão a atribuir uma maior probabilidade a um corte de juros da Fed já em dezembro, após várias intervenções de alguns membros do Fed, o que tem alimentado o apetite pelo risco. Em contrapartida, a Nvidia ontem caiu 2.59%, após a notícia de que a Meta poderá optar por chips da Google para os seus centros de dados. As reações voláteis do mercado aos desenvolvimentos recentes reforçam o nervosismo dos investidores em relação à sustentabilidade do rali nas tecnológicas e evidenciam a crescente dependência do desempenho dos índices americanos em relação à Nvidia.
Henrique Valente – Analista, ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
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Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
" (Tupy S.A.) TUPY3- O QUE ACONTECEU?"📊 Sobre a Tupy S.A.
Origem: A Tupy é uma empresa brasileira fundada em 1938, com sede em Joinville (SC).
Atuação global: É uma das maiores fundições de ferro do mundo, fornecendo componentes estruturais e motores para indústrias automotivas, máquinas agrícolas e equipamentos de construção.
Clientes importantes: Entre seus principais clientes estão gigantes como Ford, General Motors, Stellantis e John Deere.
Exportações: Mais de 60% da receita da Tupy vem de exportações, principalmente para América do Norte e Europa.
💹 Sobre a ação TUPY3
Ticker: TUPY3 é negociada no segmento de ações ordinárias da B3 (Bolsa de Valores do Brasil).
Volatilidade: O papel costuma ter oscilações ligadas ao desempenho da indústria automotiva global e às variações cambiais, já que a empresa exporta bastante.
Dividendos: A Tupy tem histórico de distribuição de dividendos, o que atrai investidores de perfil mais conservador.
Sustentabilidade: A empresa investe em processos de economia circular, reaproveitando sucata metálica como matéria-prima.
*********O que aconteceu com as ações da TUPY3 ?
resposta: - interferência significativa do governo federal no conselho da Tupy S.A., especialmente nos últimos meses, marcada por disputas políticas e mudanças de comando.
🔎 Principais pontos sobre a interferência
Troca de CEO: A substituição do então CEO Fernando Rizzo por Rafael Lucchesi foi vista por acionistas como uma manobra política, já que Lucchesi foi indicado pelo BNDESPar, braço de investimentos do banco estatal.
Participação direta de ministros: Os ministros Carlos Lupi (Previdência) e Anielle Franco (Igualdade Racial) chegaram a ocupar assentos no conselho da empresa, com mandatos até agosto de 2025.
Controle acionário: O governo exerce forte influência porque BNDES e Previ juntos detêm 53% do capital da Tupy, o que lhes dá poder decisivo nas eleições do Conselho de Administração.
Reação de investidores: Fundos minoritários e gestores privados acusaram o governo de atuar como “controlador oculto” da companhia, gerando disputas societárias e questionamentos em instâncias regulatórias.
Risco estratégico: Analistas apontam que a interferência política pode colocar em risco o bom desempenho da empresa, que é líder mundial em blocos e cabeçotes de motor e tem forte presença internacional.
📌 Contexto
A Tupy, apesar de ser uma empresa privada e globalizada, tem capital pulverizado e depende de grandes acionistas institucionais. Como o governo controla parte relevante das ações via BNDES e Previ, sua influência no conselho é inevitável. Isso tem gerado tensão entre investidores privados, que defendem maior independência da gestão, e o governo, que busca alinhar a empresa a políticas industriais e sociais
Linha evolutiva mostrando a trajetória dos resultados da Tupy (TUPY3) desde o 1T22 até o 3T25. Assim você visualiza de forma clara os altos e baixos da companhia nesse período.
📈 Linha Evolutiva Tupy (1T22 → 3T25)
1T22 🚀 Receita R$ 2,36 bi | EBITDA R$ 314 mi | Lucro R$ 74 mi ➡️ Recorde histórico de EBITDA, virada para lucro após prejuízo em 1T21.
2T22 🔧 Receita R$ 2,53 bi | EBITDA R$ 345 mi | Lucro R$ 180 mi ➡️ Integração de Betim e Aveiro, maior lucro líquido da história até então.
3T22 🌾 Receita R$ 2,7 bi | EBITDA R$ 358 mi | Lucro R$ 192 mi ➡️ Forte demanda agrícola e aprovação da compra da MWM.
4T22 💰 Receita R$ 2,7 bi | EBITDA R$ 340 mi | Lucro R$ 176 mi ➡️ Consolidação da MWM e contratos futuros de R$ 650 mi/ano.
1T23 ⚙️ Receita R$ 2,8 bi | EBITDA R$ 330 mi | Lucro R$ 108 mi ➡️ MWM começa a impactar positivamente, mas margens pressionadas.
2T23 📉 Receita R$ 2,9 bi | EBITDA R$ 323 mi | Lucro R$ 122 mi ➡️ Margens caem com câmbio e queda de caminhões no Brasil.
3T23 🏆 Receita R$ 3,0 bi | EBITDA R$ 367 mi | Lucro R$ 150 mi ➡️ Recorde de EBITDA, mas lucro menor por custos cambiais.
4T23 💎 Receita R$ 2,9 bi | EBITDA R$ 310 mi | Lucro R$ 132 mi ➡️ Maior receita e lucro anual da história (R$ 11,4 bi / R$ 517 mi).
1T24 ⚖️ Receita R$ 2,6 bi | EBITDA R$ 308 mi | Lucro R$ 111 mi ➡️ Queda de receita, mas recorde de geração de caixa no trimestre.
2T24 🔋 Receita R$ 2,8 bi | EBITDA R$ 395 mi | Lucro R$ 18 mi ➡️ Recorde de EBITDA, mas lucro despenca por efeitos cambiais.
3T24 🌍 Receita R$ 2,8 bi | EBITDA R$ 338 mi | Lucro R$ 93 mi ➡️ Volumes fracos na Europa e EUA, reposição e energia sustentam parte do resultado.
4T24 🏭 Receita R$ 2,7 bi | EBITDA R$ 340 mi | Lucro R$ 82 mi ➡️ Impairment de R$ 250 mi afeta lucro, mas caixa recorde anual.
1T25 🌪️ Receita R$ 2,48 bi | EBITDA R$ 247 mi | Prejuízo R$ 12 mi ➡️ Queda de volumes e câmbio pressionam margens.
2T25 📉 Receita R$ 2,6 bi | EBITDA R$ 210 mi | Lucro R$ 18 mi ➡️ Margem EBITDA cai para 8%, resultado abaixo das expectativas.
3T25 ⚠️ Receita R$ 2,4 bi | EBITDA R$ 165 mi | Prejuízo R$ 40 mi ➡️ Cenário global adverso, forte retração externa e pressão cambial.
✨ Essa linha mostra bem a trajetória de crescimento até 2023, seguida de pressões em 2024 e 2025, com destaque para a diversificação em energia e reposição que ajudou a suavizar os impactos.
Azevedo & Travassos (AZEV3): Linha do Tempo, Resultados e Impact📌 Azevedo & Travassos (AZEV3): Linha do Tempo, Resultados e Impactos
🏗️ Essência da Empresa
A essência da Azevedo & Travassos sempre foi a construção civil e infraestrutura pesada.
Diversificou em momentos para óleo & gás e investimentos em concessões, mas o núcleo permanece em engenharia.
🕰️ Linha do Tempo de Resultados (1T24 a 3T25)
📌 1T24
Pipeline: R$7,7 bi
Backlog: R$680 mi
Receita Bruta: R$55,5 mi
Resultado Líquido: prejuízo de R$16,9 mi
Estratégia: retomada em óleo & gás e reorganização societária
📌 2T24
Pipeline: R$16,1 bi
Backlog: R$655 mi
Receita Bruta: R$46,5 mi
Resultado Líquido: prejuízo de R$77,1 mi (impacto da Phoenix O&G)
Destaque: aquisição do Polo Periquito e parceria com Petro-Victory
📌 3T24
Pipeline: R$16,9 bi
Backlog: R$682 mi
Receita Bruta: R$40,8 mi
Resultado Líquido: prejuízo de R$22,1 mi
Movimento: cisão da A&T Energia e incorporação da MKS e Aviva Ambiental
📌 4T24
Pipeline: R$28,3 bi
Backlog: R$745 mi
Receita Bruta: R$22,3 mi
Resultado Líquido: prejuízo de R$149,6 mi
Reorganização: criação da A&T Investimentos e foco em concessões (Rota Verde, saneamento)
📌 1T25
Pipeline: R$29,3 bi
Backlog: R$2,7 bi
Receita Bruta: R$56,6 mi
Resultado Líquido: prejuízo de R$13,5 mi
Destaque: contratos da Heftos com Petrobras e avanço da Rota Verde
📌 2T25
Pipeline: R$32,2 bi
Backlog: R$2,7 bi
Receita Bruta: R$87,9 mi
Resultado Líquido: lucro de R$61,3 mi (reversão histórica)
Destaque: execução acelerada da Rota Verde e expansão em rodovias
📌 3T25
Pipeline: R$50,5 bi
Backlog: R$3,5 bi
Receita Bruta: R$127,7 mi
Resultado Líquido: prejuízo de R$620,4 mi (impacto da MKS)
Ajustado: teria sido lucro de R$12,6 mi
Heftos: assinatura de mais de R$3 bi em novos contratos
📉 Múltiplos e Fundamentos
Melhoraram: margem bruta, giro de ativos, liquidez corrente.
Pioraram: margem líquida, EBIT, ROE, ROIC, EV/EBIT.
O negócio de óleo & gás comprometeu fortemente os resultados em 2024, mas o verdadeiro colapso veio com a MKS em 2025.
🕰️ Horizonte de Recuperação
Estimativa de 24 meses para depurar o estrago e estabilizar resultados.
Condições: execução do backlog, foco em infraestrutura, evitar novas aquisições problemáticas.
Possibilidade de voltar a lucros consistentes já em 2026 se o pipeline de R$50 bi for convertido em contratos rentáveis.
📌 Conclusão
Azevedo & Travassos viveu uma trajetória de forte expansão operacional, mas marcada por prejuízos extraordinários.
O setor de óleo & gás trouxe custos altos e comprometeu resultados em 2024.
A incorporação da MKS em 2025 foi o maior impacto negativo.
O futuro depende da capacidade de executar infraestrutura com margens saudáveis e consolidar concessões como a Rota Verde.
OTHERS/BTC movendo-se silenciosamente!Observamos que OTHERS(Altcoins) no par BTC vem se movendo de forma silenciosa para romper a cunha em 1M, isso traria uma movimentação para as altcoins em alta, podemos observar que os indicadores estão perfeitamente demonstrando que este movimento de baixa está terminando.
Um Gigante Médico Pode Virar História de Crescimento?A Medtronic entra em 2026 com forte momentum, e a valorização de 23% da ação reflete melhorias fundamentais, não entusiasmo especulativo. A empresa reportou resultados sólidos no 2º trimestre fiscal de 2026, com receita de cerca de US$ 9 bilhões (+6,6% A/A) e lucro ajustado por ação subindo 8% para US$ 1,36, superando tanto as projeções internas quanto as dos analistas. O destaque foi o segmento cardiovascular, com receita subindo 10,8% para cerca de US$ 3,4 bilhões — o crescimento mais forte em mais de uma década (fora do período pandêmico), sugerindo aceleração sustentável no core business.
A tecnologia de ablação por campo pulsado (PFA) emergiu como driver transformacional de crescimento: o sistema PulseSelect recebeu aprovação FDA como primeira plataforma PFA para fibrilação atrial. Isso impulsionou receita de Soluções de Ablação Cardíaca em 71% no trimestre, incluindo +128% nos EUA. Fora da cardiologia, o sistema cirúrgico robótico Hugo representa iniciativa estratégica para penetrar no mercado ainda subdesenvolvido de robótica cirúrgica, tendo sido submetido à FDA após ensaios urológicos bem-sucedidos com taxa de sucesso de 98,5%. Esses avanços posicionam a Medtronic em múltiplos segmentos de alto crescimento: neuromodulação, denervação renal e gestão de diabetes.
Do ponto de vista de investimento, a Medtronic oferece combinação atraente de qualidade, renda e potencial de crescimento. A empresa aumentou dividendos por 48 anos consecutivos (Dividend Aristocrat), com yield atual na faixa baixa de 3% — acima da média do S&P 500 — preservando capital para P&D e aquisições. A gestão demonstrou execução aprimorada, com elevações consistentes de guidance e alocação equilibrada de capital. Apesar de riscos em execução robótica, decisões estratégicas em diabetes e negociações com pagadores, a tese fundamental permanece intacta para investidores de longo prazo que buscam crescimento defensivo com fluxos de caixa crescentes e exposição às tendências estruturais de saúde (envelhecimento populacional e adoção de procedimentos minimamente invasivos).
Morning Call - 25/11/2025 - Dia de Indicadores EconômicosAgenda de Indicadores:
10:15 – USA – Variação Semanal de Empregos Privados ADP
10:30 – USA – IPP
10:30 – USA – Vendas no Varejo
12:00 – USA – Confiança do Consumidor CB
14:00 – USA – PIB do Fed de Atlanta
15:00 – USA – Leilão de T-Note de 5 anos
18:30 – USA – Estoques de Petróleo Bruto Semanal API
Agenda de Autoridades:
10:00 – BRA – Gabriel Galípolo, presidente do Bacen, participa de audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado Federal, em Brasília.
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLZ2025
Fiscal: O Senado pode votar a qualquer momento o projeto que concede aposentadoria especial a agentes de saúde, medida que pode gerar um impacto de até R$ 21 bilhões nas contas públicas. A proposta, vista como uma pauta-bomba pelo governo, surge em meio à reação do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, à indicação de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal.
Estados Unidos
Os futuros das ações de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USAIND e ACTIVTRADES:USARUS — operam em leve baixa nesta terça-feira, após o forte desempenho do Nasdaq ACTIVTRADES:USATEC na véspera, quando o índice saltou 2,7% impulsionado por Google, Broadcom, Palantir e Tesla. As expectativas de corte de juros pelo Fed também seguem no centro das atenções.
A Alphabet, controladora do Google NASDAQ:GOOGL , subiu mais de 6% ontem e se aproximou de uma avaliação de US$ 4 trilhões. Segundo reportagem do The Information, a Meta estaria negociando com o Google para utilizar seus chips de IA em data centers a partir de 2027 e para alugar capacidade já no próximo ano. A divulgação recente do Gemini 3, nova versão do modelo de IA da empresa e bem recebida pelos usuários, reforçou o otimismo, beneficiando todo o setor tecnológico.
No mercado de crédito, cresce a percepção de que o Fed está mais próximo de um novo corte de 25 pontos-base. Christopher Waller, do Fed, afirmou que os dados recentes mostram um mercado de trabalho suficientemente fraco para justificar mais flexibilização. Mary Daly, presidente do Fed de São Francisco, reforçou que prefere agir logo para evitar um enfraquecimento abrupto no emprego. As declarações seguem o tom de John Williams, do Fed de Nova York, que sugeriu na sexta-feira que um corte em dezembro é uma possibilidade real.
Na CME, as apostas de um corte de juros em dezembro saltaram para aproximadamente 81%, ante 42% há apenas uma semana. O Goldman Sachs projeta um corte este mês e mais dois em março e junho de 2026, o que levaria a taxa para a faixa de 3,00% a 3,25%.
Ao longo do dia, os traders acompanharão a divulgação de dados atrasados — vendas no varejo, inflação ao produtor, preços de imóveis e confiança do consumidor. No entanto, esses indicadores podem ter impacto limitado nas expectativas para a decisão do Fed no próximo mês, dado o atraso na coleta causado pelo shutdown.
Os mercados de ações e títulos dos EUA estarão fechados na quinta-feira devido ao feriado de Ação de Graças e funcionarão em horário reduzido na sexta-feira.
Europa
As ações europeias — ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — apresentam um desempenho fraco nesta terça-feira, em meio à cautela dos traders antes da divulgação dos dados econômicos dos Estados Unidos, apesar do avanço das apostas em cortes de juros na maior economia do mundo.
No front geopolítico, líderes da União Europeia se reuniram ontem para discutir o plano de paz de 28 pontos inicialmente formulado por autoridades americanas e russas, sem participação da Ucrânia ou de outros países europeus. Em resposta, Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, reforçou o apoio inequívoco a Kiev, afirmando que 'somente a Ucrânia pode decidir sobre suas forças armadas'. O setor de defesa europeu reage com alta nesta terça-feira, após acumular perdas superiores a 5% nos últimos dias.
No Reino Unido, os mercados seguem em compasso de espera pelo Orçamento de Outono, que será apresentado amanhã. A expectativa é de que o governo anuncie uma série de aumentos de impostos, elevando o nível de incerteza para os investidores.
Ásia/Pacífico
Os mercados asiáticos encerraram em alta nesta terça-feira, impulsionados pelo aumento das apostas em um corte de juros pelo Fed e pelo otimismo com o setor global de tecnologia.
Na China, os índices Shanghai SSE:000001 , Shenzhen SZSE:399001 , China A50 FTSE:XIN9 e Hang Seng HSI:HSI avançaram até 1,5%, após uma conversa telefônica considerada positiva entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e o presidente Xi Jinping. Trump deverá visitar Pequim em abril, a convite do governo chinês, movimento visto como um passo para distensionar a relação bilateral.
No Japão, o retorno após o feriado trouxe desempenho irregular entre as ações, resultando em um fechamento praticamente estável do Nikkei $TVC:NI225. Durante a madrugada, Trump também conversou por telefone com a primeira-ministra Sanae Takaichi, em tentativa de reduzir as tensões diplomáticas entre Japão e China. A relação entre os dois países se deteriorou depois que Takaichi afirmou, no início de novembro, que um ataque chinês a Taiwan poderia provocar uma resposta militar japonesa.
Na Coreia do Sul, o Kospi TVC:KOSPI subiu 0,3%, sustentado pelo desempenho das empresas de tecnologia. Já na Austrália, o ASX ASX:XJO registrou alta mais modesta, de 0,1%.
Fed mais dovish dá suporte ao ouro
Os preços do ouro tocaram um máximo de uma semana antes de devolverem os ganhos nas primeiras negociações de terça-feira. O potencial de valorização do metal precioso está a ser limitado por alguma força do dólar e por um tom geralmente positivo nos mercados acionistas, mas a correção desta manhã dificilmente deverá originar perdas significativas. Os recentes comentários dovish de responsáveis da Reserva Federal, juntamente com semanas de sinais contraditórios que colocaram as expectativas de um corte de juros em dezembro numa verdadeira montanha-russa, estão a alimentar a perceção de que a postura do banco central poderá estar a suavizar — uma dinâmica que é favorável ao ouro. Os traders irão aguardar confirmação através dos dados económicos dos EUA a divulgar ainda hoje, incluindo o PPI e as vendas a retalho de setembro, que poderão fornecer o impulso final para apostas mais significativas em cortes de juros no curto prazo. Num contexto de persistente incerteza económica, turbulência geopolítica e expectativas crescentes de uma Fed mais dovish, a queda de hoje deverá ser vista como uma oportunidade de comprar na baixa, com potencial para mais valorização do metal precioso.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Comentário Técnico Semanal 24/11/25Todo final de semana observo o fechamento de alguns ativos: Nasdaq, S&P , US10y , DX , IBOV, USDBRL e Commodities, para verificar que fato técnicos ocorreram e também para saber o que preciso observar na próxima semana.
Grande Abraço
Leo
*Não é recomendação de investimento.
Morning Call - 24/11/2025 - Corte de Juros do Fed?Agenda de Indicadores:
Japão – Feriado do Trabalho
8:00 – BRA – Confiança do Consumidor
8:25 – BRA – Boletim Focus
10:30 – USA – Índice de Atividade Nacional Fed Chicago
12:30 – USA – Índice de Atividade das Empresas Fed Dallas
15:00 – USA – Leilão de T-Note de 2 anos
Agenda de Autoridades:
12:00 – BRA – Gabriel Galípolo, presidente do Bacen, palestra no “Almoço Anual dos Dirigentes de Bancos 2025", promovido pela Febraban
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLZ2025
Fiscal: O Senado pode votar na terça-feira o projeto que concede aposentadoria especial a agentes de saúde, medida que pode gerar um impacto de até R$ 21 bilhões nas contas públicas. A proposta, vista como uma pauta-bomba pelo governo, surge em meio à reação do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, à indicação de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal.
Estados Unidos
Os futuros das ações de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USATEC , ACTIVTRADES:USAIND e ACTIVTRADES:USARUS — operam em leve alta nesta segunda-feira, refletindo o otimismo dos traders após os comentários do membro do Fed, John Williams, na sexta-feira. Williams afirmou que as taxas de juros podem começar a cair 'no curto prazo', o que ampliou as apostas de um corte já na reunião de dezembro.
Comentário de Jan Hatzius, Goldman Sachs: “Esperamos um novo corte de juros em dezembro, seguido por mais dois em março e junho de 2026, o que levaria a taxa para a faixa de 3% a 3,25%. Os riscos para o próximo ano apontam para cortes adicionais, já que os dados de inflação subjacente têm sido favoráveis e o mercado de trabalho mostra sinais de enfraquecimento.”
Na CME, as probabilidades de um corte de 25 pontos-base em dezembro subiram para cerca de 75%, ante 70% de quinta-feira.
Na sexta-feira, a BLS cancelou a divulgação do CPI de outubro. O próximo dado de inflação só será publicado em 18 de dezembro, após a reunião de dezembro do Fed. Nesta quarta-feira, os traders acompanharão a divulgação do PIB e do PCE pela BEA, que devem orientar as expectativas para a política monetária, antes do feriado de ação de graças no país.
Europa
As ações europeias — ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — avançam nesta segunda-feira, apoiadas pelo fortalecimento das apostas em cortes de juros nos Estados Unidos. O setor financeiro lidera os ganhos, enquanto os traders também monitoram o avanço das negociações para um novo plano de paz na Ucrânia.
Nas últimas atualizações, EUA e Ucrânia concordaram em ajustar a proposta de paz de 28 pontos, inicialmente vista como excessivamente favorável à Rússia. A revisão trouxe algum alívio aos mercados europeus, apesar de o setor de defesa registrar outra rodada de quedas expressivas.
No noticiário corporativo, as ações da Bayer figuram entre as maiores altas do dia, saltando cerca de 9% após a farmacêutica anunciar resultados positivos de um estudo envolvendo o seu anticoagulante.
No Reino Unido, o foco dos traders se volta para o orçamento anual que será apresentado na quarta-feira, em meio à incerteza sobre possíveis aumentos de impostos.
Ásia/Pacífico
O otimismo que tomou conta de Wall Street na sexta-feira se espalhou pelos mercados asiáticos na abertura desta segunda-feira, alimentado pela expectativa de um possível corte de juros pelo Federal Reserve em dezembro.
Na China, os índices Shanghai SSE:000001 e Shenzhen SZSE:399001 avançaram de forma moderada, enquanto o China A50 FTSE:XIN9 encerrou com leve baixa. Em Hong Kong, o Hang Seng HSI:HSI saltou quase 2%, impulsionado sobretudo pelos setores de tecnologia e saúde.
Na Coreia do Sul, o Kospi TVC:KOSPI recuou 0,2%, em meio à preocupação dos traders com a contínua desvalorização do won e com a forte dependência do mercado sul-coreano em relação ao setor de tecnologia.
Na Austrália, o índice ASX ASX:XJO subiu 1,3%, com a mineradora BHP anunciando que desistiu de perseguir uma fusão com a britânica Anglo American.
No Japão, a bolsa de Tóquio TVC:NI225 permaneceu fechada devido ao feriado do Dia do Trabalho.
Commodities
Os preços do ouro ACTIVTRADES:GOLD e da prata ACTIVTRADES:SILVER operam próximos da estabilidade nesta segunda-feira. As expectativas crescentes de um corte de juros pelo Federal Reserve no próximo mês são neutralizadas pela força do dólar, com o índice DXY mantendo-se acima dos 100 pontos. O cobre ACTIVTRADES:COPPERZ2025 , por sua vez, registra uma leve correção negativa.
No mercado de energia, o petróleo Brent ACTIVTRADES:BRENT e o WTI ACTIVTRADES:LCRUDE ampliam as perdas após caírem cerca de 3% na semana passada. O movimento reflete a percepção de que um eventual acordo de paz na Ucrânia pode resultar em flexibilização das sanções contra a Rússia, aumentando a oferta global da commodity.
WTI Pressiona em Baixa Perante Risco de Aumento da Oferta Global
Os preços do petróleo WTI caíram na abertura da sessão de segunda-feira, prolongando o ímpeto negativo da semana anterior. A descida do preço do crude reflete as expectativas de um crescimento mais lento da procura futura, numa altura em que a incerteza económica continua a limitar o optimismo. Ao mesmo tempo, o recente plano de paz proposto pelos Estados Unidos para a Ucrânia que, se implementado, poria fim às sanções impostas à Rússia que têm restringido as suas exportações de crude, está a influenciar o sentimento do mercado. Continua longe de estar garantido que o plano, na sua forma actual, seja aceite por Kiev e pelos seus aliados europeus. No entanto, a posição firme assumida pela administração norte-americana ao tentar fazer avançar a proposta está a ser interpretada pelos traders como um sinal de que o petróleo russo poderá regressar aos mercados mainstream. Este cenário aumentaria uma oferta global já abundante e criaria margem para novas quedas nos preços.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
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A tecnologia de raio-X pode mesmo disrupção uma indústria de 125A Nano-X Imaging está tentando reestruturar fundamentalmente a indústria de imagem médica através da convergência entre inovação em semicondutores e disrupção de modelo de negócios. A empresa comercializou uma fonte de raio-X de cátodo frio que substitui a tecnologia de emissão termiônica centenária — que desperdiça 99% da energia em calor — por emissão de campo a partir de milhões de nanocones de molibdênio operando em temperatura ambiente. Essa conquista, fabricada em sua fábrica de semicondutores na Coreia do Sul próxima ao cluster da SK Hynix, permite o sistema Nanox.ARC: um dispositivo compacto e digitalmente ágil de tomossíntese que elimina a necessidade de sistemas massivos de refrigeração e pórticos rotativos que definiram os tomógrafos tradicionais.
A estratégia comercial centra-se no “Medical Screening as a Service” (MSaaS), transformando imagem de despesa de capital em despesa operacional — especialmente vantajoso no atual ambiente de juros altos, onde hospitais enfrentam restrições orçamentárias de capital. Parcerias estratégicas dão acesso imediato ao mercado: acordo com a 3DR Labs conecta a Nano-X a mais de 1.800 hospitais americanos, integrando algoritmos de IA aprovados pela FDA diretamente nos fluxos de radiologia existentes; implantações internacionais incluem México (630 unidades com a SPI Medical), Coreia do Sul e Vietnã (2.500 sistemas apoiados pela SK Telecom) e sites de referência na França. A administração emitiu guidance ambicioso de US$ 35 milhões em receita para 2026 (crescimento de ~900% em relação a 2025), rumo a US$ 72,6 milhões projetados até 2028.
A tese de investimento repousa na validação tecnológica (aprovação FDA 510(k), fábrica de semicondutores operacional), resiliência geopolítica (cadeia de suprimentos desvinculada da instabilidade no Oriente Médio) e alinhamento macroeconômico (modelo OpEx favorecido em restrição de capital). Contudo, riscos de execução permanecem altos: queima de caixa significativa (US$ 30,4 milhões de fluxo de caixa operacional negativo), necessidade contínua de captação (oferta recente de US$ 15 milhões) e incerteza de adoção. Sentimento dos analistas é bullish, com preço-alvo médio de US$ 7,75 (+120% de upside); projeções mais agressivas chegam a US$ 23, condicionadas ao sucesso na implantação em escala do modelo de receita recorrente que desafia fundamentalmente o paradigma tradicional de vendas de equipamentos das gigantes GE, Siemens e Philips.
BTC/USDT TEMOS UM FUNDO ?Tudo bem pessoal ? Possível fundo para comprar BTC.
Segue uma nova análise dentro do conceito SMC com minha visão sobre os players institucionais dentro do atual cenário.
Podemos notar que os vendedores tomaram definitivamente conta do BTC, mas é sempre a mesma coisa, consumiu liquidez externa precisamos voltar a liquidez interna e na falta desta liquidez interna ela precisa ser gerada.
É notável que temos o fluxo fractal de H1 comprado com (iCHoCH +iBos) assim sendo temos um orderflow instaurado do lado comprador, isso se deu após o show de liquidação da sexta-feira 21/11/2025 contudo ainda temos a estrutura SWING H1 vendida... então é cedo para pensar em alguma reversão de tendência mas como o fluxo esta comprado no fractal de 1 hora vamos a favor do fluxo comprador neste momento.
Os times frames das estruturas fractais estão de seguinte forma:
Semanal - Tendência de baixa (zona de desconto)
Diário - Tendência de baixa (zona de desconto)
4 horas - Tendência de baixa (zona de desconto)
1 hora - Tendência de alta (zona de desconto)
15 minutos - Tendência de alta (mitigando zona oferta vendedora)
5 minutos -Tendência de alta (mitigando zona oferta vendedora)
1 minuto - Tendência de alta (mitigando zona de oferta vendedora)
Pontos a favor do trade temos:
1- Compra a favor dos fractal 1 hora;
2- Compra na região de desconto da estrutura swing h1;
3- Order flow comprador instaurado e respeitando estruturação do preço em time frame de 1 hora;
3- Estrutura Swing com pouca liquidez interna;
4- Dreno de liquidez semanal atingido;
5- IRL mensal varrida;
6- Nenhuma liquidez interna significante foi consumida após a virada da estrutura de Swing H1 para baixo;
7- Últimas pernadas de venda estão lisas, sem liquidez interna.
8- Preço em zona de desconto da estrutura mensal
Pontos contra o trade temos:
1- Estrutura Swing de 1 hora de vendida;
2-Order flow ainda tem áreas não mitigadas com pavio das velas em aberto;
3- Fechamento da semana restando poucas horas;
4- Volume baixo de negociações, muitos traders de varejo e poucos institucionais;
5- Pavio não mitigado da última vela de 1 hora que formou o fundo, o preço pode voltar lá porque é a zona extrema de compra.
“VVEO3: Viveo em queda, mas com potencial de recuperação"“VVEO3: Viveo em queda, mas com potencial de recuperação no setor de saúde”
A análise gráfica de curto prazo da VVEO3 (Viveo / CM Hospitalar S.A.) mostra um cenário de alta volatilidade, com o papel oscilando entre R$ 1,46 e R$ 1,59 nos últimos pregões. O ativo apresenta sinais mistos: tendência de baixa no médio prazo, mas com possibilidade de repiques técnicos no curto prazo.
📊 Principais pontos da análise gráfica de curto prazo
Suportes e resistências:
Suporte imediato: em torno de R$ 1,46, região testada recentemente.
Resistência próxima: entre R$ 1,59 e R$ 1,62, faixa que precisa ser rompida para indicar força compradora.
Candlesticks: O gráfico mostra padrões de reversão de curto prazo, como martelos e dojis, que sugerem indecisão do mercado.
Médias móveis:
A EMA 9 (curto prazo) acompanha de perto o preço, indicando movimentos rápidos.
A SMA 200 (longo prazo) está acima do preço, reforçando a tendência de baixa predominante.
Performance recente:
Último pregão: queda de −4,49%, fechando a R$ 1,49.
5 dias: leve alta de +3,50%, mostrando recuperação pontual.
1 mês: valorização expressiva de +48%, sinalizando força compradora no curtíssimo prazo.
Volume: O volume negociado tem sido elevado, o que reforça a relevância dos movimentos recentes e pode indicar especulação de curto prazo.
📊 Aqui estão alguns fatos interessantes relacionados ao que aparece na página que você está vendo no TradingView (ações da CM Hospitalar SA - VVEO3 e o gráfico do Bitcoin em USD):
Sobre a ação VVEO3 (CM Hospitalar SA)
🏥 Setor de saúde: A CM Hospitalar atua no fornecimento de produtos hospitalares e médicos, um setor considerado defensivo, pois tende a manter demanda mesmo em períodos de crise econômica.
📉 Queda recente: O papel estava cotado a R$ 1,47, com uma baixa de −4,55% no dia. Esse tipo de variação pode estar ligado a resultados trimestrais, notícias do setor ou movimentos especulativos.
📈 Volume negociado: O volume registrado foi de 706,6 mil ações, o que mostra uma liquidez razoável para uma small cap brasileira.
A ação VVEO3 (CM Hospitalar S.A.) está cotada em torno de R$ 1,47, com queda de aproximadamente −4,55% no último pregão. Nos últimos 12 meses, acumula uma desvalorização de cerca de −19%, mas no mês atual apresenta alta de quase 15%.
📊 Fatos interessantes sobre VVEO3
Setor e atuação: A CM Hospitalar (também conhecida como Viveo) é uma distribuidora de produtos médicos e hospitalares, fundada em 1996 e sediada em Ribeirão Preto.
Liquidez: A ação tem uma liquidez média diária próxima de R$ 1,95 milhões, o que garante certa facilidade de negociação, embora seja considerada uma small cap.
Volatilidade: A volatilidade histórica da VVEO3 é de 10,23, relativamente alta para o setor de saúde, indicando oscilações significativas.
Desempenho recente:
52 semanas: mínima de R$ 0,83 e máxima de R$ 2,21.
Ano atual (YTD): queda acumulada de −26,37%.
1 ano: desvalorização de −23,71%.
Resultados financeiros:
Receita anual: R$ 11,58 bilhões.
Lucro líquido: −R$ 1,42 bilhões, mostrando prejuízo significativo.
EPS (lucro por ação): −3,155 BRL, reforçando a dificuldade operacional.
Dividendos: Atualmente, a empresa não distribui dividendos aos acionistas.
Participação no Ibovespa: praticamente nula (0,000%), o que mostra que não é uma ação de grande relevância no índice.
A VVEO3 tem enfrentado desafios financeiros, refletidos no prejuízo líquido e na queda acumulada nos últimos anos. Apesar disso, o setor hospitalar é considerado defensivo, o que pode atrair investidores de longo prazo que acreditam em recuperação. O movimento positivo no mês atual (+14,93%) pode indicar uma reação pontual ou início de uma correção.
🏥 Linha do tempo da VVEO3 (CM Hospitalar / Viveo)
1996 – Fundação: Criada em Ribeirão Preto pela família Mafra, inicialmente como distribuidora de produtos hospitalares.
2000–2010 – Expansão: A empresa cresceu com aquisições de pequenas distribuidoras regionais, ampliando sua presença nacional.
2010s – Entrada da família Bueno: A família Bueno, fundadora da Amil, passou a integrar o controle da companhia, fortalecendo a governança e a estratégia de expansão.
2021 – IPO na B3: A Viveo abriu capital na bolsa de valores brasileira (B3), sob o ticker VVEO3, captando recursos para acelerar aquisições e ampliar sua atuação.
2021–2023 – Consolidação: A empresa realizou diversas aquisições de distribuidoras e fabricantes de insumos médicos, tornando-se uma plataforma integrada de saúde, com atuação em logística, distribuição e produção.
2024–2025 – Desafios financeiros: Apesar da expansão, a companhia registrou prejuízos significativos, refletidos em resultados negativos e queda acumulada das ações.
BTC COMPRAREMOS EM OUTUBRO DE 2026 A USD 28.392 Seria esperar de mais, que a mesma queda que ocorreu entre novembro de 2021 a novembro de 2022, viesse a ocorrem agora, entre outubro de 2025 a outubro de 2026, entre 21/22 a queda foi de 77% tirando do patamar dos 68k para 15k, uma queda da mesma magnitude, traria o btc para a casa dos 28.392usd
Bitcoin 66.000 USDBitcoin aproxima-se de zona estrutural de fundo após correção prolongada
O gráfico revela uma correção acentuada que empurrou o BTC para uma área de suporte de elevada relevância histórica, situada entre 66.000 e 68.000 USD. Esta zona coincide simultaneamente com:
Bloco de ordem institucional (Demand Zone) gerado antes da última expansão parabólica;
Resistência anterior transformada em suporte, validada múltiplas vezes durante 2024;
Acumulação horizontal prolongada, onde se observa forte absorção de oferta no passado.
A estrutura desenhada sugere a possibilidade de um sweep de liquidez abaixo da zona dos 68k — movimento muitas vezes necessário para eliminar posições alavancadas antes de uma inversão macro.
A partir daí, o cenário técnico apresentado aponta para a formação de um fundo cíclico, com o preço a projetar um padrão de recuperação em escalada, primeiro para a região dos 80.000–88.000 USD, e posteriormente para a continuação da tendência primária até níveis superiores aos 110.000–120.000 USD.
Dado o contexto técnico, considero provável que esta zona dos ~66.000 USD venha a funcionar como o fundo local (ou mesmo o fundo macro) deste ciclo de correção, apoiado no confluência de liquidez, estrutura e comportamento institucional visível no gráfico.
Bitcoin aproxima-se de zona chave que poderá marcar o fundo da atual correção.
O preço desce em direção ao intervalo 66.000–68.000 USD, confluência crítica entre suporte estrutural, bloco de ordem institucional e liquidez acumulada de ciclos anteriores. Esta área foi base de impulsos significativos no passado e mantém evidência clara de defesa por parte de compradores de longo prazo.
O cenário técnico sugere que uma eventual limpeza de liquidez abaixo dos 68k poderá desencadear a inversão macro, com projeções iniciais para 80.000–88.000 USD e continuação da tendência para níveis superiores aos 110.000 USD.
Acredito que esta zona representa o provável fundo do BTC nesta fase do ciclo.
Índice S&P 500-A PERGUNTA É: vai continuar caindo?Resposta direta: Apesar da queda recente do S&P 500, a maioria das previsões de grandes bancos e analistas aponta para uma tendência de alta em 2026, com metas entre 7.700 e 7.800 pontos, sugerindo que a correção atual pode ser temporária.
🔎 Situação atual
O índice fechou em 6.538 pontos, queda de −1,56% no último pregão.
Foi o 4º dia consecutivo de perdas, pressionado por preocupações com valuations e resultados corporativos.
A volatilidade aumentou, refletindo cautela dos investidores antes de balanços importantes (como Nvidia e Walmart).
📊 Projeções de mercado
UBS: espera que o S&P 500 chegue a 7.700 pontos em 2026, apoiado por crescimento de lucros e impacto da inteligência artificial.
Morgan Stanley: elevou sua meta para 7.800 pontos em 12 meses, indicando início de um novo ciclo de alta após três anos de recessão cíclica.
Traders Union: prevê oscilações de curto prazo, mas com recuperação gradual ao longo de 2026, chegando perto de **7.800 pontos em novembro do próximo ano.
⚖️ Interpretação
Curto prazo: o índice pode continuar pressionado por resultados corporativos e ajustes de valuations, mantendo risco de novas quedas.
Médio e longo prazo: projeções de bancos e casas de análise sugerem retomada da alta, sustentada por lucros fortes e expansão em setores como tecnologia e saúde.
Indicadores técnicos: se o SPX permanecer abaixo da SMA 200, o viés de baixa continua; mas cruzamentos positivos da EMA 9 podem sinalizar retomada.
👉 Em resumo: há risco de queda no curto prazo, mas o consenso dos analistas é que o S&P 500 deve retomar a tendência de alta em 2026, com metas próximas de 7.700–7.800 pontos.
📊 Desempenho real do SPX
Valor atual: 6.538 pontos, queda de −1,56% no último pregão.
Nos últimos meses:
1 mês: −2,94%
3 meses: +3,85%
6 meses: +11,81%
12 meses: +12,25%
🏦 Previsões dos bancos e analistas
UBS: prevê 6.600 pontos até o final de 2025, com alta moderada, mas alerta para volatilidade.
Morgan Stanley: mais otimista, projeta 7.800 pontos em 12 meses, indicando início de um novo ciclo de alta.
Traders Union: prevê recuperação gradual em 2026, chegando a 7.782 pontos em novembro de 2026.
⚖️ Comparação
Curto prazo (2025):
O SPX está em torno de 6.500–6.600 pontos, alinhado com a projeção mais conservadora do UBS.
A queda recente mostra que o mercado ainda enfrenta correções e volatilidade.
Médio prazo (2026):
As previsões de Morgan Stanley e Traders Union são mais otimistas, apontando para 7.700–7.800 pontos.
Isso representa uma alta de cerca de +18% a +20% em relação ao nível atual.
6.500 📉 SPX atual
6.600 🏦 UBS (2025)
7.700 🚀 Morgan Stanley (12 meses)
7.782 📈 Traders Union (2026)
📌 Conclusão
Alinhamento atual: o desempenho real está próximo da projeção do UBS (mais conservadora).
Expectativa futura: se o mercado retomar força, pode se aproximar das metas mais otimistas de Morgan Stanley e Traders Union.
Em resumo: curto prazo ainda pressionado, mas longo prazo com consenso de alta.
Morning Call - 21/11/2025 - Realização ou Queda Forte?Agenda de Indicadores:
USA – Vencimento Mensal de Opções sobre Ações e Índices
10:30 – USA – Rendimento Real
11:45 – USA – PMIs da S&P Global (Prévia)
12:00 – USA – Uni. Michigan: Expectativa de Inflação de 1 e 5 anos
12:00 – USA – Uni. Michigan: Confiança do Consumidor
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLZ2025
Estados Unidos
Os futuros das ações de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USATEC , ACTIVTRADES:USAIND e ACTIVTRADES:USARUS — estendem a forte correção registrada na véspera. O relatório de empregos dos EUA frustrou expectativas ao não oferecer sinais claros sobre a trajetória de curto prazo da política monetária, levando traders a reduzirem exposição a risco, mesmo após os números sólidos da Nvidia.
A sessão de ontem foi marcada por intensa volatilidade. Wall Street abriu em rali, impulsionada pelo balanço da Nvidia e pelos dados de emprego. Mas o entusiasmo evaporou rapidamente: a Nvidia virou de +5% para -3%, arrastando o setor de semicondutores e desencadeando um forte movimento de risk-off. O Nasdaq fechou em -2% após ter subido 2,6% na máxima, enquanto o VIX disparou acima de 27 pontos, refletindo a escalada na demanda por proteção.
O vencimento de opções também contribuiu para a turbulência. Hoje expiram cerca de US$ 3,1 trilhões em opções — incluindo US$ 1,7 trilhão em contratos ligados ao S&P 500 e US$ 725 bilhões em opções de ações individuais — o que tende a amplificar movimentos de curto prazo.
Nos EUA, o relatório de empregos mostrou a criação de 119 mil vagas em setembro, acima do esperado. Porém, a taxa de desemprego subiu para 4,3% e os dados anteriores foram revisados para baixo, deixando um quadro misto para o Federal Reserve, que decidirá a taxa de juros no próximo mês. O próximo Payroll será divulgado apenas em 16 de dezembro, após a reunião do Fed marcada para 10/12. Na CME, as apostas voltaram a apontar 67% de probabilidade de corte, após terem recuado para 58% ontem.
No campo discursivo, membros do Fed reforçaram o tom cauteloso. Beth Hammack, presidente do Fed de Cleveland, alertou que cortes adicionais agora poderiam gerar riscos relevantes para a economia. Já a governadora Lisa Cook afirmou ver possibilidade de quedas acentuadas nos preços dos ativos, caso as condições financeiras afrouxem antes da hora.
Europa
Os principais índices de ações à vista da Europa operam em baixa de até 1,5%, enquanto os futuros exibem movimentos mistos devido às diferenças nos horários de negociação — ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:ITA40 e $ACTIVTRADES:SWI20.
Nos mercados globais, o sentimento segue pressionado pelas preocupações com as avaliações elevadas das empresas de tecnologia e pelo temor de um Federal Reserve mais firme, fatores que mantêm os investidores avessos ao risco. Além disso, as ações do setor de defesa europeu recuam após sinais de possível avanço diplomático para encerrar a guerra entre Rússia e Ucrânia.
Os traders também monitoram atentamente os desdobramentos de um novo plano discutido pelos EUA para encerrar o conflito, que incluiria a redução das forças armadas da Ucrânia e concessões territoriais significativas. O índice europeu de defesa recua cerca de 3%, estendendo o movimento iniciado em outubro.
O índice EuroStoxx 50 ACTIVTRADES:EURO50 caminha para uma queda semanal próxima de 3%, o pior desempenho desde o anúncio das tarifas americanas no início de abril.
Ásia/Pacífico
A onda de cautela que tomou conta de Wall Street na quinta-feira se espalhou para os mercados asiáticos nesta sexta, depois de o tão esperado relatório de empregos dos EUA falhar em oferecer sinais claros sobre o rumo da política monetária no curto prazo. Mesmo após os resultados robustos da Nvidia, traders seguiram reduzindo exposição a ativos de risco.
O clima negativo foi mais intenso na Coreia do Sul, onde o Kospi TVC:KOSPI desabou 3,8%. Em Taiwan, o índice TWSE FTSE:TW50 recuou 3,4%, enquanto o ASX ASX:XJO australiano caiu 1,6%. A China acompanhou o mau humor regional, com Shanghai SSE:000001 , Shenzhen SZSE:399001 , China A50 FTSE:XIN9 e Hang Seng HSI:HSI acumulando quedas próximas de 2,4%. No Japão, o Nikkei TVC:NI225 caiu 2,4%, mesmo após o anúncio de um pacote fiscal maciço pelo governo.
Japão anuncia pacote de estímulos:
O grande destaque da madrugada foi a aprovação de um pacote de estímulos de US$ 135 bilhões, a primeira grande iniciativa econômica da primeira-ministra Sanae Takaichi. As preocupações com a crescente expansão fiscal têm pressionado o iene japonês, que opera na mínima histórica frente ao euro e no menor nível em 10 meses contra o dólar. Esse movimento mantém viva a possibilidade de uma nova intervenção no câmbio.
Houve, porém, algum alívio no mercado de câmbio e renda fixa, após Takaichi afirmar que a emissão total de títulos do governo (JGBs) será menor que a do ano passado, o que ajudou a derrubar os rendimentos em toda a curva.
Ao mesmo tempo, indicadores mantêm a pressão sobre o Banco do Japão. A inflação ao consumidor subiu 3% em outubro na comparação anual, reforçando as apostas de que o BoJ pode elevar os juros já em janeiro. O governador Kazuo Ueda disse que a instituição discutirá “a viabilidade e o momento” de um aperto monetário nas próximas reuniões.
Comentário de Min Joo Kang do ING: "Se o iene japonês permanecer fraco e os dados futuros confirmarem tanto a recuperação econômica quanto o aumento da inflação, acreditamos que o Banco do Japão agirá, baseando sua decisão em dados e mantendo a independência da influência política."
"DXY em 100 e Real em queda""Real em ajuste pós-feriado e DXY firme nos 100 pontos: sinais de dólar mais forte no Brasil"
O DXY mantém-se próximo dos 100 pontos, sinalizando força relativa do dólar frente às principais moedas globais. O Real Brasileiro, por sua vez, está em torno de 0,19 USD/BRL, após valorização de cerca de 9% no último ano, mas mostra sinais de fraqueza no curto prazo. Essa combinação sugere que o dólar pode ganhar tração no Brasil nos próximos pregões, especialmente após o feriado e diante da expectativa de ajustes externos e internos.
🌍 Panorama Internacional
DXY em 100 pontos: O índice dólar está em uma zona de suporte histórico. Relatórios recentes indicam que o Fed mantém cautela sobre cortes de juros, o que sustenta o dólar.
Dados dos EUA: O mercado de trabalho mostrou criação de empregos acima do esperado, mas com aumento da taxa de desemprego. Isso gera incerteza sobre a política monetária, mas reduz a probabilidade de cortes agressivos.
Fluxo global: A busca por ativos de segurança mantém o dólar como porto seguro, reforçando sua posição frente a moedas emergentes.
🇧🇷 Contexto Brasileiro
Cotação atual: O real está em 0,19 USD, equivalente a cerca de R$ 5,30 por dólar.
Valorização anual: Apesar da alta de 9% no último ano, o real perdeu força recentemente, refletindo ajustes pós-feriado e expectativas sobre política fiscal e monetária.
Banco Central: A Selic permanece em patamar elevado (15%), mas há dúvidas sobre quando os cortes começarão. Isso gera volatilidade e pressiona o câmbio.
🔎 Implicações
Curto prazo: A combinação de DXY firme e real enfraquecido sugere tendência de alta do dólar no Brasil.
Médio prazo: Se o Fed mantiver juros elevados e o Brasil sinalizar cortes futuros, o diferencial de taxas pode reduzir a atratividade do real, ampliando a pressão cambial.
Volatilidade: Notícias sobre commodities e política fiscal brasileira podem suavizar ou intensificar os movimentos.
💡 Em resumo: o dólar global mostra resiliência, e o real enfrenta ajustes internos. A tendência imediata é de dólar mais forte no Brasil, mas o cenário dependerá da política monetária dos EUA e da condução fiscal doméstica.
📅 Linha do Tempo – Eventos e Impactos no BRL/USD
Semana 1 – Pós-feriado no Brasil
Ajustes de fluxo cambial e retomada de operações.
Tendência inicial de pressão no real, com dólar mais firme.
Semana 2 – Dados de inflação nos EUA (CPI/PPI)
Se vierem acima do esperado → reforçam dólar forte (DXY sobe).
Se abaixo → aumentam apostas em cortes de juros, favorecendo moedas emergentes como o real.
Semana 3 – Reunião do Comitê de Política Monetária (Copom – Brasil)
Expectativa sobre manutenção ou cortes da Selic.
Cortes acelerados → reduzem atratividade do real, pressionando BRL/USD.
Manutenção → fortalece o real, limitando alta do dólar.
Semana 4 – Reunião do Federal Reserve (FOMC – EUA)
Decisão sobre juros americanos.
Postura hawkish → dólar global se fortalece, BRL/USD tende a subir.
Postura dovish → real pode ganhar espaço, dólar perde força.
Semana 5 – Dados de emprego nos EUA (Payroll)
Mercado de trabalho aquecido → reforça dólar.
Sinais de desaceleração → favorecem moedas emergentes.
🔎 Conclusão
O curto prazo favorece o dólar, com DXY em 100 pontos e real pressionado pós-feriado. O médio prazo dependerá do equilíbrio entre:
Política monetária do Fed (juros EUA)
Política monetária do Copom (Selic Brasil)
Dados econômicos (inflação e emprego)
💡 Em resumo: cada semana traz gatilhos que podem inverter ou reforçar a tendência.
Velas Envolventes: A Mudança de PoderEste artigo não é relevante para o público residente em Portugal ou no Brasil.
Se há um padrão de velas que representa uma mudança imediata no equilíbrio entre compradores e vendedores, é a vela envolvente.
Hoje, aprofundaremos algumas das nuances chave deste padrão e explicaremos como o contexto e a confirmação são elementos essenciais para que este padrão seja uma ferramenta útil no seu kit de trading.
Compreensão do Padrão Envolvente
O padrão de vela envolvente ocorre quando uma única vela envolve completamente o corpo da vela anterior. Em uma envolvente de alta (bullish engulfing), uma vela de alta grande cobre completamente a vela de baixa anterior menor, enquanto em uma envolvente de baixa (bearish engulfing), uma vela de baixa grande envolve a vela de alta anterior.
No espaço de uma única vela, o mercado apagou completamente a ação do preço da vela anterior e, às vezes, a ação do preço de múltiplas velas anteriores. Essa mudança repentina no momentum é a razão pela qual é frequentemente conhecido como o "padrão de mudança de poder": quando identificado corretamente, pode representar um ponto de inflexão chave.
Envolvente de Alta: Uma envolvente de alta sugere que, após um período de vendas, a pressão de compra assumiu o controle, superando os pessimistas em um único movimento forte. Isso pode indicar uma possível reversão, de uma tendência de baixa para uma de alta.
Envolvente de Baixa: Uma envolvente de baixa indica que, após um período de compras, a pressão de venda oprimiu os otimistas. Isso pode sinalizar uma mudança de uma tendência de alta para uma de baixa.
Exemplo: Gráfico de Velas Diário da Nvidia
Neste exemplo, vemos velas envolventes de alta e de baixa se formando nos parâmetros de um intervalo que se formou no gráfico de velas diário da Nvidia.
O desempenho passado não é um indicador confiável de resultados futuros.
A Importância da Localização e do Contexto
Assim como qualquer padrão gráfico, a vela Envolvente é mais eficaz quando ocorre no contexto adequado. Sua localização é crucial para sua confiabilidade. Negociar o padrão dentro de um intervalo ou zona de consolidação pode ser enganoso, pois pode não haver uma tendência predominante clara que o padrão deva reverter.
Para que uma envolvente de alta seja significativa, idealmente ela deve aparecer perto de um nível de suporte chave, onde é provável que os compradores intervenham. Pelo contrário, uma envolvente de baixa é mais confiável quando aparece perto de um nível de resistência chave, onde a pressão de venda pode estar prestes a assumir o controle.
Em resumo, a localização é tudo. Um padrão envolvente em um nível de suporte ou resistência tem mais peso do que um formado no meio de um intervalo ou sem uma direção clara do mercado.
Exemplo: Gráfico de Velas Diário do USD/CAD
Neste exemplo, vemos pequenas velas envolventes de baixa se formando dentro de um intervalo de consolidação. Estes não são sinais significativos, pois a localização e o contexto não são ideais. Em seguida, vemos uma grande vela envolvente se formar no parâmetro da resistência, criando um claro sinal de baixa.
O desempenho passado não é um indicador confiável de resultados futuros.
Confirmação: A Próxima Vela é a Chave
Um elemento importante a ser observado com a vela envolvente é a confirmação. A próxima vela após a envolvente deve ser negociada na direção da vela envolvente.
Para uma envolvente de alta, a próxima vela idealmente deve fechar acima da máxima da vela envolvente. Isso confirma que é provável que o momentum de compra continue.
Para uma envolvente de baixa, a próxima vela idealmente deve fechar abaixo da mínima da vela envolvente. Isso sugere que é provável que a pressão de venda persista.
Sem esta confirmação, o padrão pode ser menos confiável e o movimento inicial pode não se sustentar. A vela seguinte ajuda a validar se a mudança de momentum é real ou apenas uma flutuação de curto prazo.
Colocação do Stop
A colocação do stop é um aspecto crucial do trading do padrão envolvente. Os stops geralmente devem ser posicionados logo além da máxima ou mínima da vela envolvente, dependendo da direção da operação.
Para uma envolvente de alta, coloque o stop abaixo da mínima da vela envolvente para permitir algum movimento sem ser stopado prematuramente.
Para uma envolvente de baixa, coloque o stop acima da máxima da vela envolvente para se proteger contra qualquer possível reversão ou falsa ruptura.
Colocar os stops nessas localizações ajuda a gerenciar o risco, ao mesmo tempo que dá espaço suficiente para a operação se desenvolver, sem expor a posição a perdas desnecessárias.
O Padrão Envolvente em Múltiplos Timeframes
Uma das vantagens da vela envolvente é a sua versatilidade. Ela pode ser usada de forma eficaz em qualquer timeframe, desde gráficos intradiários de curto prazo até gráficos diários ou semanais de longo prazo.
Em timeframes mais curtos, o padrão envolvente pode atuar como um sinal para operações intradiárias, indicando uma mudança rápida no momentum.
Em timeframes mais longos, o padrão pode sinalizar uma mudança de tendência maior e mais sustentada, sugerindo um movimento de mais longo prazo no mercado.
Independentemente do timeframe, a vela envolvente continua sendo um padrão importante porque destaca uma mudança significativa no sentimento do mercado, seja em escala micro ou macro.
Considerações Finais
A vela envolvente é um padrão eficaz para identificar uma mudança no momentum do mercado, seja de alta para baixa ou vice-versa. No entanto, sua eficácia é fortemente influenciada pela localização e confirmação. Quando o padrão se forma em um nível chave de suporte ou resistência e é seguido pela confirmação da próxima vela, ele pode oferecer insights valiosos sobre para onde o mercado pode estar se dirigindo. Ao combinar esses elementos com uma boa colocação do stop, os traders podem gerenciar melhor o risco e aumentar a confiabilidade dos sinais que este padrão fornece.
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Aumento do apetite pelo risco pressiona preços do ouro
Os preços do ouro recuaram ligeiramente nas negociações de quinta-feira de manhã, enfrentando uma forte resistência em torno do nível dos $4.100. Uma recuperação do apetite pelo risco nos mercados acionistas está a penalizar o metal de refúgio. Outro fator que pesa sobre o ouro é o fortalecimento do dólar norte-americano. Vários responsáveis do FOMC têm-se mostrado pouco entusiasmados com a possibilidade de cortar as taxas de juro em dezembro, apontando riscos inflacionistas persistentes — o que reduziu as apostas numa decisão dessa natureza na última reunião de política monetária do ano. Neste contexto, os investidores estarão muito atentos à divulgação, ainda hoje, dos dados adiados relativos às Folhas de Pagamento Não Agrícolas (Non-Farm Payrolls) de setembro. Embora os números digam respeito ao final do verão, continuam a ser relevantes, pois fornecem o retrato mais recente do mercado laboral, substituindo os últimos que estavam disponíveis, relativos a agosto, refletindo o período em que a Fed de Jerome Powell começou a adotar uma posição mais dovish. Uma leitura forte reduziria ainda mais as expectativas de um corte de taxas em dezembro, fortalecendo o dólar e pressionando os preços do ouro, enquanto um número fraco teria provavelmente o efeito oposto.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
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