Morning Call - 27/01/2026 - UnitedHealth caí 9% antes de balançoAgenda de Indicadores:
9:00 – BRA – IPCA-15 (Jan)
10:15 – USA – Variação Semanal de Empregos Privados ADP
11:00 – USA – Preços dos Imóveis S&P Global
12:00 – USA – Confiança do Consumidor do Conference Board
15:00 – USA – Leilão de T-Note de 5 anos
18:30 – USA – Estoques de Petróleo Bruto Semanal API
Agenda de Autoridades:
USA – Donald Trump realizará um "grande pronunciamento" em passagem pelo Estado de lowa
Agenda de Balanços:
7:55 – USA – UnitedHealth - UNH (8,3% de peso no Dow Jones)
13:45 – FRA – LVMH (10,2% de peso no CAC40 e 5,3% no Euro Stoxx 50)
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLG2026
IPCA-15: A mudança da bandeira tarifária para verde deve promover uma desaceleração marginal no IPCA-15 de janeiro, com alta estimada em 0,22% (ante 0,25% em dezembro). No entanto, o cenário de 12 meses aponta para alta de 4,52%, ante 4,41% do mês anterior, rompendo o teto da meta de inflação (4,5%).
Na decomposição do índice, as estimativas indicam aceleração das pressões em preços livres, que devem passar de 0,31% para 0,35%, com destaque para alimentação no domicílio, cuja variação salta de 0,10% para 0,49%, e para bens industriais, que saem de -0,05% para 0,45%, refletindo repasses de custos e normalização de preços.
Por outro lado, é esperada uma descompressão relevante em serviços, de 0,70% para 0,20%, além de queda nos preços administrados, que devem passar de 0,08% para -0,11%, impactados diretamente pela redução da tarifa de energia elétrica.
Estados Unidos
Os índices futuros de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — operam em alta nesta sessão, com exceção do Dow Jones ACTIVTRADES:USAIND , que é pressionado pelo forte recuo das ações da UnitedHealth, que caem mais de 9% no pré-mercado.
Os papéis da UnitedHealth apresentam elevada volatilidade após o governo dos EUA propor um aumento nos pagamentos às seguradoras do Medicare, medida que impacta diretamente o modelo de negócios da companhia. Às 7h55 (horário de Brasília), a empresa divulga seu resultado corporativo, evento que tende a ampliar a volatilidade do Dow Jones, índice no qual a UnitedHealth possui peso relevante de aproximadamente 8,2%.
No campo positivo, o setor de tecnologia lidera os ganhos, em antecipação à divulgação dos balanços de quatro das chamadas Sete Magníficas. O mercado mantém uma postura construtiva, com traders apostando que os resultados possam novamente superar as expectativas, sustentando o rali recente do setor.
Entre as commodities, ouro e prata seguem renovando máximas históricas. Segundo Christopher Louney, estrategista de commodities da RBC Capital Markets, “a natureza frenética da incerteza global, combinada com a fraqueza do dólar, tem sido o principal motor desta nova perna de alta do ouro”. Louney avalia que o movimento pode se estender até o início de setembro ou, alternativamente, até meados de dezembro. Com base nos padrões observados em 2025, o estrategista projeta que o ouro possa atingir US$ 7.100 por onça até o fim do ano, reforçando o metal precioso como um dos principais ativos de proteção em um ambiente de elevada incerteza macroeconômica e geopolítica.
Europa
As ações europeias — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — operam em alta nesta terça-feira, impulsionadas por uma sequência de notícias corporativas positivas, que ajudaram a aliviar as preocupações dos investidores com as recentes tensões comerciais globais.
O destaque do dia fica por conta da Puma, cujas ações dispararam 19%, atingindo o maior nível desde março do ano passado, após a empresa anunciar a venda de uma participação de 29% para a chinesa Anta Sports por US$ 1,8 bilhão. O mercado avalia que a operação deve fortalecer a presença da marca no altamente lucrativo mercado consumidor chinês.
No setor farmacêutico, a suíça Roche informou que um ensaio clínico de fase II de seu medicamento experimental para obesidade, o CT-388, administrado por injeção semanal, apresentou resultados positivos. As ações da companhia sobem quase 1% na sessão.
Em paralelo, o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, afirmou que a Índia e a União Europeia concluíram um acordo comercial histórico, que estava em negociação há vários anos, adicionando um viés construtivo ao sentimento nos mercados europeus.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: ACTIVTRADES:HKIND ACTIVTRADES:JP225 ACTIVTRADES:CHINAA50
As ações asiáticas subiram nesta terça-feira, com os traders demonstrando otimismo diante de uma série de balanços de grandes empresas americanas ao longo da semana. Ainda assim, a incerteza gerada pelas mais recentes medidas tarifárias do presidente dos EUA, Donald Trump, contra a Coreia do Sul impulsionou a busca por proteção, levando o ouro e a prata a novas altas.
Na noite de segunda-feira, Trump acusou o parlamento sul-coreano de “não cumprir” o acordo comercial com Washington e afirmou que elevaria as tarifas sobre as importações da quarta maior economia da Ásia para os Estados Unidos para 25%.
Apesar das novas ameaças, o índice sul-coreano Kospi TVC:KOSPI liderou os ganhos na região e registrou nova máxima histórica, encerrando o dia em alta de 2,7%. As ações de tecnologia puxaram o movimento, com Samsung e SK Hynix avançando 4,9% e 8,7%, respectivamente.
“O entusiasmo em torno da semana mais movimentada da temporada de resultados levou os traders a aumentar a exposição ao setor de tecnologia antes da divulgação dos balanços de quatro das sete maiores empresas do segmento”, afirmou Jose Torres, economista sênior da Interactive Brokers.
Na sexta-feira, a ministra da Indústria da Coreia do Sul, Kim Jung-kwan, deve visitar Washington, o que pode ajudar a aliviar as tensões comerciais e conceder algum tempo adicional para que o governo sul-coreano trabalhe na recomposição das relações bilaterais.
No Japão, o índice Nikkei TVC:NI225 avançou 0,9%, impulsionado por ações de tecnologia, como a Advantest, que saltou 5,9%. Em contrapartida, a recente valorização do iene voltou a pressionar empresas exportadoras, especialmente do setor automotivo.
Em outras praças da região, os índices chineses — Shenzhen SZSE:399001 , Hang Seng HSI:HSI , China A50 FTSE:XIN9 e Shanghai SSE:000001 — registraram altas modestas. Em Taiwan, o TWSE 50 FTSE:TW50 subiu 0,8%, apoiado principalmente pela valorização dos papéis da TSMC.
Na Austrália, com a volta do feriado, o ASX ASX:XJO avançou 0,9%, impulsionado pelos ganhos das mineradoras.
Ideias da comunidade
#AN031: Janeiro, 5 Choques Geopolíticos
Janeiro de 2026 não reserva um único evento "cisne negro", mas sim uma sequência de choques geopolíticos progressivamente desencadeados: energia na Europa, Oriente Médio/Irã, América Latina, Ucrânia e tensões renovadas entre EUA e Europa/Ártico, juntamente com um elemento paralelo na Ásia-Pacífico (Taiwan) que reacende o sentimento de apetite e aversão ao risco. O resultado, para o mercado cambial, é um mês em que o prêmio de risco oscila constantemente entre o dólar, moedas de refúgio e blocos relacionados a commodities.
1) Europa: Proibição permanente do gás russo (longo prazo, impacto imediato nos preços esperados)
Em 26 de janeiro, a UE aprovou definitivamente uma regulamentação para proibir as importações de gás russo até o final de 2027, incluindo GNL até o final de 2026 e gasodutos até 30 de setembro de 2027 (com possibilidades técnicas de adiamento em casos específicos).
Por que isso importa para o mercado cambial (agora, não em 2027):
Preço cambial em expectativas: uma trajetória de menor dependência energética reduz o risco estrutural extremo na Europa, mas, no curto prazo, pode gerar um prêmio de volatilidade (precificação de gargalos, contratos, infraestrutura de GNL, choques climáticos/de consumo).
Se a energia voltar a ser um fator determinante da inflação, a cadeia será: energia → expectativas do IPC → taxas esperadas do BCE → EUR.
Implicações operacionais:
EUR: tende a reagir mais a surpresas nos preços da energia do que às próprias notícias. A verdadeira questão é "quanto custará substituir" e "com que estabilidade".
NOK/SEK: frequentemente se tornam proxies regionais quando o mercado recalibra o crescimento energético e europeu (foco em petróleo/gás e risco global).
2) Oriente Médio/Irã: "armada", sanções, petróleo e volatilidade do USD
Em poucos dias, o canal de posicionamento Irã → petróleo → inflação global → USD foi reacendido: novas sanções dos EUA contra entidades e embarcações ligadas ao transporte de petróleo iraniano e a retórica/mobilização militar impulsionaram o Brent e o WTI em cerca de 3% em uma sessão, reativando o prêmio de risco energético.
Mecanismo cambial chave:
Petróleo em alta → pressão inflacionária (global) em alta → taxas de juros reais esperadas em alta → rotação para USD ou fuga para ativos de refúgio (JPY/CHF) se as preocupações com o risco de eventos aumentarem.
Paralelamente, o Irã apresenta sinais de estresse financeiro (venda de ações e moeda sob pressão), um indicativo de que o mercado local está precificando um cenário de maior risco.
Quem tende a se movimentar mais:
O CAD (petróleo) geralmente se beneficia se a alta for ordenada e favorável ao crescimento.
JPY/CHF (portos seguros) se o mercado interpretar a escalada como um risco de choque repentino.
Moedas de mercados emergentes: sofrem se o consumo de energia se traduzir em maiores custos de importação e condições financeiras mais restritivas.
3) América Latina: Venezuela, "poder duro" e risco geopolítico nos fluxos de capital de mercados emergentes
O mês trouxe um elemento raro: um salto qualitativo na postura dos EUA na região, com a prisão/captura de Nicolás Maduro e um discurso que fala em conflito contra as redes de narcotráfico e pressão sobre ativos/rotas de energia. As consequências vão além da Venezuela: aumentam a probabilidade de o mercado aplicar um prêmio de risco mais amplo às moedas de mercados emergentes sensíveis à geopolítica e às sanções.
Câmbio: O que realmente observar
Não se trata apenas de "USD vs. VES" (não tradicionalmente negociáveis): trata-se da percepção de instabilidade regional e "imprevisibilidade política".
Efeito secundário: atenção aos canais de energia e fluxos de capital para USD e instrumentos líquidos quando a incerteza aumenta.
4) Ucrânia: inverno rigoroso, infraestrutura afetada e risco energético europeu "retornando"
Ataques ofensivos à infraestrutura e às redes elétricas (Kharkiv e outras áreas) estão tornando a questão da Ucrânia novamente "macro-relevante", justamente quando a Europa discute o fim definitivo de sua dependência energética de Moscou.
Para o mercado cambial:
Qualquer aumento no risco para a Europa (energia/segurança) tende a produzir:
EUR mais frágil durante picos de aversão ao risco, demanda por USD/CHF e, frequentemente, por JPY, e reprecificação do gás/petróleo, conforme o ponto (1).
5) EUA-Europa/Ártico: Groenlândia, OTAN e o risco de atrito transatlântico
As tensões sobre a Groenlândia e as relações transatlânticas estão se tornando uma nova camada geopolítica que o mercado não pode ignorar, especialmente porque impacta a defesa, a navegação no Ártico e a coesão política europeia.
Como isso se transforma em câmbio:
O risco de choques políticos (tarifas/retaliação/negociações tensas) aumenta. Em momentos de turbulência, o mercado tende a favorecer o ativo mais líquido e defensivo: frequentemente o dólar americano, com rápidas oscilações entre apetite por risco e aversão ao risco.
Análise de Ondas de Elliott do BTCAnálise de Ondas de Elliott do BTC
Olá amigos,
Estamos a assistir à formação de um padrão completo de Ondas de Elliott no gráfico do Bitcoin.
Uma onda corretiva está a formar-se na gama ABC, com a onda 5 de C a ser concluída.
Esta onda tem uma estrutura 5_3_5.
Esta queda pode continuar até à faixa dos 73.500 dólares, e depois o preço deverá subir.
Análise Detalhada, o preço está a caminhar para os 5.500 dólare?OURO: Análise Detalhada, o preço está a caminhar para os 5.500 dólares?
Após a valorização, estamos a observar um forte movimento de subida. A nossa análise anterior não se confirmou, mas esta aponta para duas áreas-chave onde o preço pode reverter. A primeira zona representa provavelmente um melhor ponto de entrada, dado que o mercado abrirá com um gap de alta e o preencherá antes de prosseguir. Uma meta de lucro de 5.500 dólares parece bastante promissora.
RAIZ4 Análise da AçãoRAIZ4 Análise da Ação
Os indicadores técnicos diários estão positivos.A ação está tentando romper para cima a resistência em 0,88. Acreditamos que, após um longo período de lateralização, esse nível possa ser superado. Com os indicadores também em território positivo, entendemos que as condições técnicas adequadas estão formadas. O único fator que a ação precisa é a entrada de suporte comprador. Atualmente, o preço está se movimentando acima da média móvel de 21 dias (0,82). Caso rompa a resistência e realize fechamentos diários acima desse nível, a média móvel de 50 dias será o primeiro alvo, localizada também na resistência de 0,94. Mantendo-se o cenário positivo no longo prazo, a média móvel de 200 dias (1,27) pode se tornar o melhor objetivo. Em um possível movimento negativo, o suporte em 0,79 é um nível importante a ser observado.
Resistências: 0,88 - 0,94 - 0,99
Suportes: 0,79
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O ouro está se consolidando em níveis elevados! Venda! Venda!
Em meio à crescente incerteza política global, o ouro está recuperando seu papel como um ativo de refúgio seguro. Preocupações comerciais, incertezas em relação à direção da política dos EUA e discussões sobre a independência da política monetária formam, em conjunto, a principal lógica que sustenta os preços do ouro. De uma perspectiva técnica, os preços do ouro ainda não mostraram sinais claros de atingir o pico, e quaisquer recuos provavelmente serão vistos como oportunidades de consolidação dentro da tendência. Enquanto a incerteza macroeconômica persistir, o valor de alocação do ouro permanecerá favorecido pelo mercado. No curto prazo, a atenção estará voltada para o impacto das declarações do Fed sobre o ritmo da volatilidade, enquanto a tendência de médio prazo permanece inclinada para um movimento ascendente volátil. Essa declaração é vista como um sinal que pode remodelar o cenário das relações econômicas e comerciais internacionais, aumentando diretamente a atratividade dos ativos de refúgio seguro. Além disso, as discussões sobre a independência da política do Fed também fornecem suporte adicional para os preços do ouro. O mercado está acompanhando de perto o próximo anúncio de Trump sobre seu indicado para a presidência do Fed. Anteriormente, Trump afirmou ter concluído as entrevistas com os candidatos. Se a futura postura política se inclinar para uma abordagem mais branda, isso poderá fortalecer as expectativas do mercado por novos cortes nas taxas de juros este ano, reduzindo assim o custo de oportunidade de manter ouro e beneficiando esse ativo que não rende juros. No âmbito dos dados macroeconômicos, os investidores estarão atentos aos dados de variação do emprego (ADP) e ao índice de confiança do consumidor, que serão divulgados na terça-feira, para avaliar a resiliência da economia americana e as perspectivas para a política monetária. O foco do mercado também estará voltado para a decisão sobre a taxa de juros do Federal Reserve (Fed) na quarta-feira. Atualmente, o mercado espera amplamente que o Fed mantenha a taxa de juros na faixa de 3,50% a 3,75%. No entanto, as declarações do presidente do Fed, Jerome Powell, na coletiva de imprensa após a reunião, serão um fator crucial para determinar as tendências de curto prazo do mercado. Um tom mais agressivo poderia impulsionar o dólar no curto prazo, pressionando o ouro cotado em dólares; inversamente, quaisquer sinais mais brandos poderiam continuar a impulsionar os preços do ouro para cima.
Acredito que o mercado de curto prazo já começou a atingir seu pico, mas tanto os compradores quanto os vendedores estarão muito ativos, tornando a gestão de risco particularmente importante. Como mencionado ontem, a rápida alta impulsionada pelas notícias será inevitavelmente seguida por uma queda significativa, e uma queda em um único dia pode muito bem romper novamente o recorde de US$ 300 do ano passado; portanto, todos devem prestar muita atenção ao ponto de inflexão crucial entre as tendências de alta e baixa.
O ímpeto de alta não pode parar; uma vez que pare, os ursos contra-atacarão.
Atualmente, os touros têm uma certa oportunidade de realizar lucros. O MACD de 4 horas mostrou falta de volume e uma divergência inicial de topo, com o gráfico de 1 hora de ontem completando uma correção para baixo. O gráfico de 4 horas está mostrando uma recuperação após uma queda; uma vez que a queda se rompa, poderá haver uma queda significativa, potencialmente até mesmo rompendo US$ 4990. Considerando o nível de suporte de baixa intradiário, o nível chave está em torno de 5110. Uma quebra abaixo de 4990 provavelmente desencadearia uma aceleração adicional. Manter-se acima de 4990 pode permitir um período temporário de ampliação. De forma geral, a perspectiva para hoje é de baixa, a menos que a sessão europeia ultrapasse os US$ 5.110. No entanto, um movimento de alta significativo é improvável; uma tendência de baixa em um mercado de ampla faixa é mais provável, portanto, fique atento a um possível ataque de baixa.
Em resumo, a estratégia de negociação de curto prazo recomendada para o ouro hoje é principalmente a venda a descoberto. Os principais níveis de resistência a serem observados são 5.100-5.110 e os principais níveis de suporte são 4.990-5.000. Por favor, acompanhe os sinais de negociação atentamente.
Decisão de Juros do Banco do Canadá (BoC)O Banco do Canadá (BoC) deve manter a taxa básica de juros inalterada em 2,25% nesta quarta-feira, mas economistas e mercados financeiros seguem divididos quanto à trajetória da política monetária ao longo de 2026, em meio ao aumento das incertezas econômicas e comerciais.
Desde dezembro, os mercados passaram a precificar a possibilidade de retomada do ciclo de alta, após uma longa pausa ao longo de 2025. Parte dos economistas, no entanto, contesta esse movimento, destacando o elevado grau de incerteza em torno das futuras renegociações do acordo de livre comércio Estados Unidos–México–Canadá (USMCA), fator que pode limitar a atuação do banco central.
Em outubro, após reduzir a taxa em 25 pontos-base, o BoC sinalizou que o juro básico já se encontrava em um nível apropriado, com a inflação ainda dentro da meta. Para cerca de 75% dos economistas consultados pela Reuters, o banco deve manter as taxas estáveis em 2026, embora uma parcela relevante projete algum grau de afrouxamento monetário ao longo do ano, seguido por eventual retomada de alta no último trimestre.
Em 2025, o BoC acumulou cortes de 100 pontos-base, levando os juros para o limite inferior da faixa neutra, na qual a política monetária não estimula nem restringe a atividade econômica. Ainda assim, alguns traders avaliam que, para que a política se torne efetivamente estimulativa, as taxas precisariam cair abaixo da banda neutra.
Segundo Doug Porter, economista-chefe do BMO Capital Markets, o ambiente de incerteza comercial elevada, combinado com a alta da taxa de desemprego, favorece um cenário em que o BoC seja levado a cortar juros para níveis abaixo do neutro, com o objetivo de reativar a economia.
Pesquisas recentes conduzidas pelo próprio Banco do Canadá indicam que o sentimento empresarial permanece moderado, em meio às tensões comerciais, enquanto os consumidores demonstram preocupação com o emprego e o endividamento. Ainda assim, os dados macroeconômicos mostram que o impacto das tarifas tem sido concentrado em setores específicos — como aço, alumínio, madeira e automotivo —, sem efeitos sistêmicos relevantes até o momento. A inflação segue relativamente estável, o crescimento econômico é modesto e a geração de empregos foi sólida entre setembro e novembro.
O Banco do Canadá anunciará sua decisão de política monetária em 29 de janeiro, às 10h45 (horário de Brasília). Na mesma ocasião, divulgará o Relatório Trimestral de Política Monetária (MPR), retomando a prática de apresentar projeções pontuais para crescimento e inflação. O relatório também deve trazer uma avaliação atualizada sobre os impactos do orçamento federal na dinâmica macroeconômica do país.
XAU/USD - ATINGINDO ALVO DE 1,618 FIBO MENSALXAU/USD - Acaba de atingir alvo 1,618 FIBO MENSAL e fez quebra de estrutura de 1hora
Ao atingir o alvo de 1,618 da projeção mensal o ouro rejeitou as compras, fazendo uma quebra de estrutura em h1, como não existe referências no gráfico e estamos em ATH, acabo de abrir um short venda a mercado aguardando uma correção mais profunda em busca de liquidez do lado vendedor.
#1- Últimas Pernas e Pivôs| WIN 5M| Gain 0x0 LossEssa ideia mostra a minha opinião sobre o ativo, é um estudo para debate e não deve ser usado como entrada.
No gráfico de 5 minutos do WIN, rompeu um pivô de baixa indicando a busca do(s) alvo(s) da projeção de Fibonacci, poderá acontecer uma retração antes que chegue ao primeiro alvo, isso poderá gerar um trade com retorno/risco mais favorável.
O stop só ocorrerá no rompimento do topo principal, caso deixe somente pavio e não rompimento, o stop não será acionado.
Teoria e trajetória harmónica do BitcoinTeoria e trajetória harmónica do Bitcoin
Há muita coisa a acontecer no gráfico, por enquanto esta é a minha teoria. Neste momento, vejo um padrão anti-Gartley no gráfico. Podemos cair até à área B e depois recuperar. Esta recuperação pode levar-nos até meados dos 90.000 dólares, o que fecharia o pequeno gap da CME entre os 92.940 e os 93.045 dólares, formando um padrão ombro-cabeça-ombro, sendo B a linha do pescoço.
Como disse acima, esta é apenas a minha teoria por enquanto. Também podemos continuar a cair até ao ponto D da harmónica, mas nada sobe e desce em linha reta.
XAUUSD – Elliott 1-5 completo + gap/íman de FibonacciXAUUSD – Elliott 1-5 completo + gap/íman de Fibonacci
O ouro parece ter completado um avanço impulsivo de Elliott 1-5, com o preço agora estagnado perto do topo após a onda (5). Após um forte impulso, uma fase corretiva (ABC) torna-se mais provável.
Confluência para um recuo:
Exaustão da onda (5) após uma sequência 1-5 limpa
RSI atingiu o topo
Gap/desequilíbrio abaixo, atuando como um íman para reversão à média
Zonas de retração de Fibonacci alinhadas com a procura anterior (área chave para observar uma reação)
Enquanto o preço não conseguir recuperar/manter-se acima do topo recente, as probabilidades favorecem um recuo para a área de Fibonacci/gap antes do próximo movimento importante.
Boa relação risco-retorno
EUR/JPY (1h) – Retomada de Correção do Movimento de BaixaApós forte desvalorização do EASYMARKETS:EURJPY o par fez um candle de reversão tipo martelo na região de 181.756–182.000. Desde então vem retomando de forma estruturada.
Tendência de médio prazo ainda baixista (preço abaixo da linha descendente principal desde os HH de ~186.574).
Estrutura de curto prazo mudou: Higher Low + Higher High no último swing = Higher Timeframe bearish trend ainda ativa, mas Lower Timeframe bullish shift (CHoCH altista já ocorreu na zona 182.000–182.300).
Pullback saudável até 182.893–183.100 (23.6%–24%)
Depois retomada em direção a 183.60 (38.2%) e possivelmente 184.16 (50%)
Esse movimento seria o primeiro impulso corretivo forte dentro da estrutura maior de baixa
Cenário otimista (bullish flip curto prazo – 20–25%)
Rompimento direto acima de 184.00 com volume forte
Alvos seguintes: 184.73 → 185.54 → 186.00–186.57
Só seria considerado mudança de tendência maior se fechar acima de 185.54 (78.6%) por vários candles
Cenário defensivo / bearish continuation (15–20%)
Rejeição forte em 183.00–183.60
Volta a testar 182.00 → perda de 181.756 = continuação da perna baixista em direção a 180.50–179.80
Resumo rápido para hoje
Viés curto prazo (próximas 12–24h): Altista / corretivo
Primeiro alvo lógico: 183.00–183.60
Zona crítica de decisão: 182.893–183.100
Invalidation bearish: perda firme de 181.756
Risco/retorno atual: bom para compra na retração (182.80–183.00) mirando 183.60–184.00 com stop abaixo de 181.90
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Alerta de Negociação: Alta do Ouro Pode Continuar.
Essa valorização recorde do ouro é impulsionada por múltiplos fatores: compras de ouro por bancos centrais e fluxos de investidores para ETFs de ouro como proteção contra riscos de política global e incertezas macroeconômicas.
Além disso, as expectativas do mercado de um corte na taxa de juros dos EUA em 2026 impulsionaram ainda mais os preços do ouro.
Enquanto isso, os dados de inflação do PCE (o indicador de inflação preferido do Fed) mostraram que os números de novembro ficaram em grande parte em linha com as expectativas, reforçando ainda mais as expectativas do mercado de que o Federal Reserve dos EUA manterá as taxas de juros na próxima semana. O mercado espera amplamente que o Fed mantenha as taxas inalteradas em sua reunião de 27 e 28 de janeiro, mas ainda considera a possibilidade de dois novos cortes de juros no segundo semestre de 2026, aumentando assim a atratividade do ouro como um ativo que não gera juros.
O ouro é cada vez mais visto como uma ferramenta para se proteger da "imprevisibilidade" do presidente Trump. Ele destacou que, embora muitos investidores vissem o ouro como uma proteção contra o risco de uma guerra tarifária entre os EUA e a UE devido à pressão de Trump para adquirir a Groenlândia, mesmo após o fim da ameaça tarifária, os ganhos do ouro não se reverteram.
Olhando para o futuro, espera-se que o mercado de alta do ouro continue, mas os riscos de queda permanecem. O Goldman Sachs elevou sua previsão para o preço do ouro para US$ 5.400, com base na premissa de que o setor privado não venderá suas reservas e que os bancos centrais continuarão comprando ouro. O ouro já subiu quase 15% em relação aos níveis do início de 2026, ampliando o ganho de 64% do ano passado. No entanto, se os riscos da política monetária global diminuírem acentuadamente, levando ao desfazimento de posições de hedge, os preços do ouro podem recuar. As incertezas geopolíticas continuam sendo cruciais: a imprevisibilidade de Trump alarmou a UE e, embora as relações transatlânticas tenham se amenizado temporariamente, a confiança a longo prazo foi prejudicada, podendo desencadear mais volatilidade.
No geral, os investidores devem se concentrar na reunião do Federal Reserve, nos dados econômicos e no progresso das operações no Ártico. O papel do ouro na tendência de desdolarização está cada vez mais proeminente, servindo como um escudo contra a incerteza. Nesta era de turbulências geopolíticas, o ouro não é apenas um investimento, mas também uma âncora de estabilidade global. O mercado de ouro em 2026 continuará seu lendário supermercado de alta, impulsionado por uma confluência de múltiplos fatores.
A reunião do FOMC da próxima semana é o evento central que influencia a movimentação de curto prazo do preço do ouro. Se o Federal Reserve adotar uma postura agressiva, enfatizando a manutenção de altas taxas de juros até o segundo trimestre de 2026, isso poderá reverter temporariamente as expectativas do mercado em relação aos cortes nas taxas, levando a flutuações significativas nos preços do ouro. Por outro lado, se o Fed emitir sinais moderados, confirmando um ciclo de cortes de juros iminente, isso dará um forte impulso para que os preços do ouro ultrapassem os US$ 5.000.
As principais instituições geralmente acreditam que a volatilidade no mercado de ouro aumentará significativamente em 2026, mas a lógica estrutural de alta permanece sólida. Os principais fatores que impulsionam a alta, como a demanda por proteção contra a inflação, a crescente pressão da dívida global e a aceleração da desdolarização, permanecem inalterados, e essas lógicas de longo prazo continuarão a sustentar a tendência de alta nos preços do ouro.
O gráfico semanal fechou com uma grande vela de alta, indicando a continuidade de uma forte tendência. Espera-se um impulso de alta na próxima segunda-feira, com foco em compras em quedas. No entanto, recomenda-se cautela em relação à resistência próxima ao nível de US$ 5.000; a busca por preços mais altos deve ser feita com cautela. A principal resistência está em torno de US$ 5.050; se esse nível não for rompido, uma pequena posição vendida pode ser considerada. Se o preço se mantiver acima desse nível, poderá subir mais de US$ 50, visando a faixa de US$ 5.100 a US$ 5.200 e até mesmo a área de US$ 5.300. O primeiro nível de suporte a ser observado é US$ 4.900, com forte suporte em US$ 4.808; ambos são boas referências para posições compradas.
Na sexta-feira, o gráfico diário mostrou uma tendência geral de alta com flutuações. O preço rompeu e renovou sua máxima para 4990 durante a sessão americana, fechando com um longo candle de baixa de alta. O suporte diário subiu para cerca de 4936, enquanto o suporte horário está na mínima da noite anterior, em 4958, que pode ser usada como linha divisória entre o sentimento de alta e de baixa para o dia; um toque nesse nível pode representar uma oportunidade de compra. Se o mercado tiver um desempenho forte, espera-se que negocie acima de 4970-4980, visando uma quebra acima de 5000 e um teste da área de 5020-5050. Somente uma quebra decisiva abaixo de 4900 provavelmente desencadearia uma correção profunda; caso contrário, a forte tendência de alta continuará.
Estratégia de Negociação:
Na segunda-feira, considere comprar perto de 4958. Se a tendência for forte, considere comprar na área de 4970-4980, visando uma quebra acima do nível de 5000. Considere uma pequena posição vendida perto de 5050.
O ouro está prestes a romper a barreira dos 5.000 dólares.
Índice do Dólar Americano:
Esta semana terminou com uma descida significativa, sendo esperadas novas mínimas na próxima semana. O suporte inicial é de cerca de 96,6, com um forte suporte na mínima anterior de 95,8. O gráfico diário mostra uma grande vela de baixa na sexta-feira; o foco de segunda-feira está na faixa de negociação entre 97,7 e 96,6.
Ouro:
O gráfico semanal mostra uma grande vela de alta, com um ganho semanal de mais de 360 dólares, dando continuidade à sua forte tendência. Espera-se um impulso de alta na segunda-feira, com foco nas compras em quedas. No entanto, recomenda-se precaução em relação à resistência próxima do nível de 5.000 dólares; a procura de preços mais elevados deve ser feita com cautela. O principal nível de resistência é de cerca de 5.050. Se não conseguir romper este nível, poderá ser tentada uma pequena posição curta. Se o preço se mantiver acima deste nível, espera-se que continue a subir mais de 50 dólares, visando a área de 5.100-5.200 ou mesmo 5.300. O primeiro nível de suporte a observar é o 4900, com um forte suporte no 4808. Ambos são boas referências para posições longas.
O gráfico diário mostra uma tendência geral de alta na sexta-feira, rompendo e atingindo um novo máximo de 4990, fechando com um longo candle de baixa de alta. O nível de suporte diário subiu para cerca de 4936, enquanto o nível de suporte horário está no mínimo de recuo de 4958. Este nível pode ser utilizado como a linha divisória intradiária entre as tendências de alta e baixa; um movimento até este nível pode indicar uma oportunidade de compra. Um toque neste nível pode também representar uma oportunidade de compra. Se o mercado tiver um desempenho forte, espera-se que negoceie acima de 4970-4980, com o objetivo de romper os 5000 e testar a área de 5020-5050. Os preços do ouro só sofrerão uma correção acentuada se romperem abaixo dos 4900; caso contrário, continuarão a sua forte tendência de subida.
Estratégia de negociação:
Na segunda-feira, considere abrir ordens de compra em torno de 4945-4955, com stop-loss em 4935. Se a tendência for forte, considere abrir uma posição de compra na área de 4970-4980, visando uma quebra acima do nível de 5000. Uma pequena posição de venda pode ser considerada perto de 5050.
XAUUSDO ouro sofreu uma subida rápida e impulsiva nas últimas semanas, atingindo o nível psicológico dos 5.000 dólares. Embora este movimento evidencie um forte ímpeto de alta, comprar a estes níveis acarreta um risco elevado.
Do ponto de vista técnico, a tendência geral mantém-se de alta, com o preço ainda a ser negociado dentro de um canal ascendente bem definido. No entanto, à medida que o preço se aproxima do limite superior do canal, um movimento corretivo (retração) torna-se cada vez mais provável.
Cenário provável:
Após esta forte subida, espera-se que o preço corrija em direção à principal zona de suporte. Esta área pode oferecer uma oportunidade de compra de baixo risco mais favorável, em linha com a tendência dominante. Uma reação de alta a partir deste suporte pode abrir caminho para novos máximos históricos.
No curto prazo, a reunião do FOMC desta semana poderá ter um impacto significativo na ação do preço do ouro e poderá aumentar a volatilidade.
A tendência de alta mantém-se intacta, mas não é recomendável comprar em massa nos níveis atuais. Aguardar uma retração e a confirmação em torno dos níveis de suporte seria a estratégia mais inteligente.
Morning Call - 26/01/2026 - Ouro e Prata em Novas MáximasAgenda de Indicadores:
8:25 – BRA – Boletim Focus
13:30 – USA – Pedidos de Bens Duráveis
14:00 – USA – PIB Agora do Fed de Atlanta
Brasil
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Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLG2026
Congresso volta do recesso no dia 2 de fevereiro
Entre as possíveis pautas do primeiro semestre, estão o acordo Mercosul/UE, a PEC da Segurança, o PL AntiFacção, a regulamentação do trabalho por aplicativo, a regulamentação da Inteligência Artificial e a MP do Gás do Povo.
Congresso Nacional
O Congresso Nacional retoma oficialmente seus trabalhos no dia 2 de fevereiro, após o recesso parlamentar, com uma agenda carregada de temas estruturais e de elevado impacto político, econômico e regulatório no primeiro semestre.
Entre as principais pautas em discussão estão o acordo Mercosul–União Europeia, que pode avançar no Legislativo após anos de impasse, além da PEC da Segurança, tema que a oposição pode explorar nas eleições deste ano.
Também ganham destaque o PL AntiFacção, que endurece regras contra organizações criminosas, e a regulamentação do trabalho por aplicativo, tema sensível tanto do ponto de vista social quanto econômico, com potencial impacto sobre o mercado de trabalho e empresas de tecnologia.
No campo da inovação, o Congresso deve avançar na regulamentação da Inteligência Artificial, buscando equilibrar estímulo ao desenvolvimento tecnológico com segurança jurídica e proteção de dados. Já na área de energia, a MP do Gás do Povo entra no radar, com foco na ampliação do acesso ao gás natural e redução de custos para consumidores.
Estados Unidos
Os índices futuros de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USATEC , ACTIVTRADES:USARUS e ACTIVTRADES:USAIND — operam próximos da estabilidade neste início de semana, enquanto o índice de volatilidade VIX $ACTIVTRADES:USAVIX registra alta moderada, refletindo a postura mais defensiva dos traders.
A cautela predomina antes da divulgação dos resultados de mais de 90 empresas do S&P 500, incluindo Apple, Meta, Microsoft e Tesla, um conjunto de balanços que pode redefinir o tom dos mercados nos próximos dias. Até o momento, a temporada de lucros segue robusta: 76% das companhias que já reportaram superaram as estimativas, sustentando o pano de fundo positivo para os ativos de risco.
Além dos resultados corporativos, os traders também voltam suas atenções ao Federal Reserve, que anuncia sua primeira decisão de política monetária do ano na quarta-feira. Embora seja amplamente esperado que o Fed mantenha a taxa básica inalterada, o foco de Wall Street estará nas sinalizações sobre o timing dos cortes de juros, especialmente diante da recente deterioração das condições financeiras globais.
No mercado de commodities, o movimento de busca por proteção se intensificou. O ouro à vista renovou máximas históricas, ultrapassando US$ 5.000 por onça, enquanto a prata rompeu com força a marca de US$ 100 por onça. O movimento ocorre em meio ao aumento das incertezas geopolíticas e é reforçado pela fraqueza do dólar americano. O índice do dólar (DXY) recua 0,4% nesta sessão, ampliando a forte queda observada na sexta-feira.
Canadá e China
O presidente dos EUA, Donald Trump, voltou a elevar o tom no fim de semana ao usar suas redes sociais para pressionar o governo canadense a recuar nas negociações de um acordo comercial com a China. O entendimento em discussão prevê a redução de tarifas canadenses sobre veículos elétricos chineses, em troca de menores impostos de importação por parte de Pequim sobre produtos agrícolas do Canadá, como a carne bovina.
Trump classificou o acordo como “um desastre” e fez uma ameaça direta de retaliação comercial. “A China vai devorar o Canadá vivo. Se o Canadá fechar um acordo com a China, será imediatamente atingido por uma tarifa de 100% sobre todos os bens e produtos canadenses que entrarem nos Estados Unidos”, afirmou.
Trump acrescentou que o país vizinho não poderá servir como plataforma para o escoamento de produtos chineses ao mercado americano. “Se ele acha que vai transformar o Canadá em um ‘porto de desembarque’ para a China enviar mercadorias aos Estados Unidos, está redondamente enganado”, disse o presidente.
Geopolítica: Rússia e Ucrânia
No fim de semana, foram concluídas mais uma rodada de negociações envolvendo representantes da Ucrânia, da Rússia e dos Estados Unidos, descritas pelo presidente ucraniano Volodymyr Zelensky como “discussões construtivas sobre possíveis parâmetros” para o encerramento da guerra.
Zelensky afirmou que o documento referente às garantias de segurança dos Estados Unidos para Kiev está “100% pronto”, um avanço relevante no eixo diplomático que busca dar sustentação a um eventual acordo de cessar-fogo ou paz duradoura.
Apesar do progresso, pontos centrais seguem sem consenso, especialmente as questões territoriais. A Rússia insiste em anexar as regiões do leste da Ucrânia, embora ainda não as controle integralmente — um dos principais entraves para qualquer acordo definitivo.
As delegações devem retornar aos Emirados Árabes Unidos para uma nova rodada de negociações no dia 1º de fevereiro.
Europa
As ações europeias — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — apresentam desempenho fraco nesta segunda-feira, com os traders mantendo uma postura defensiva após a forte volatilidade observada na semana passada.
O mercado opera em compasso de espera por importantes divulgações de resultados corporativos e, sobretudo, pela decisão de política monetária do Federal Reserve dos Estados Unidos, que pode redefinir o apetite global por risco nos próximos dias.
A cautela reflete ainda os desdobramentos da turbulência recente provocada pelas ameaças de tarifas do presidente Donald Trump relacionadas à Groenlândia. Embora a retórica tenha sido suavizada e as ameaças retiradas, os investidores seguem avaliando as implicações estruturais para o comércio global, diante do receio de que tarifas passem a ser utilizadas de forma recorrente como instrumento de barganha geopolítica.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: ACTIVTRADES:HKIND ACTIVTRADES:JP225 ACTIVTRADES:CHINAA50
Os mercados da Ásia-Pacífico iniciaram a semana sem direção única, enquanto que os traders aguardam a decisão de juros do FOMC na quarta-feira e os resultados corporativos das big techs americanas, dois catalisadores centrais para o sentimento global de risco.
O principal foco de risco na região asiática vem do Japão, onde o índice Nikkei TVC:NI225 liderou as perdas, pressionado pela forte valorização do iene e pelas crescentes preocupações com possíveis intervenções cambiais, o que afastou ainda mais o fluxo comprador do mercado acionário.
O iene chegou a ser negociado a 153,8 por dólar, o nível mais forte em mais de três meses, após sinais de intervenção na sexta-feira impulsionarem a moeda japonesa. No mesmo dia, segundo a Reuters, o Federal Reserve de Nova York realizou as chamadas “verificações de taxas” no par dólar-iene naquele dia — um procedimento técnico frequentemente interpretado como sinal preliminar de intervenção, possivelmente coordenada entre autoridades americanas e japonesas.
O Nikkei encerrou o pregão em queda de 1,8%, com 193 dos seus 225 componentes em baixa, 31 em alta e um estável. Um iene mais forte impacta diretamente os resultados das grandes exportadoras japonesas, ao reduzir o valor em ienes da receita gerada no exterior.
Entre os setores mais afetados, o automotivo liderou as perdas: Toyota, Honda e Nissan recuaram mais de 4% cada. O maior impacto individual veio do SoftBank Group, que caiu 4,9%, retirando cerca de 164 pontos do índice. Na ponta oposta, a varejista Nitori, beneficiada por um iene forte devido ao perfil importador, avançou 4,8%.
Segundo Maki Sawada, estrategista da Nomura Securities: “O risco de intervenção permanece e a perspectiva é incerta. Tanto para moedas quanto para ações, é difícil para os investidores assumirem posições neste cenário.”
Na China, os mercados fecharam de forma mista, com Shanghai SSE:000001 e Shenzhen SZSE:399001 em baixa, enquanto China A50 FTSE:XIN9 e Hang Seng HSI:HSI avançaram. O desempenho setorial foi positivo para o financeiro e empresas ligadas a commodities metálicas e energia, enquanto parte do setor de tecnologia operou sob pressão.
Na Coreia do Sul, o Kospi TVC:KOSPI recuou após atingir máxima histórica na sessão anterior. Em Taiwan, o TWSE 50 FTSE:TW50 subiu 0,7%, mesmo com a queda das ações da TSMC.
Na Austrália, os mercados permaneceram fechados devido a feriado nacional.
Morning Call - 28/01/2026 - ASML ajuda setor de tecnologia globaAgenda de Indicadores:
9:00 – USA – Dados sobre o Mercado Hipotecário
11:45 – CAD – Decisão de Taxa de Juros BoC
12:30 – USA – Estoques de Petróleo Bruto da EIA
14:30 – BRA – Fluxo Cambial Estrangeiros
16:00 – USA – Decisão de Taxa de Juros do Fed
18:30 – BRA – Decisão de Taxa de Juros Selic
Agenda de Autoridades:
12:30 – CAD – Coletiva de Imprensa com o presidente do BoC, Tiff Macklem
16:30 – USA – Coletiva de Imprensa com o presidente do Fed, Jerome Powell
Agenda de Balanços:
3:00 – HOL – ASML (10,1% de peso no Euro Stoxx 50)
18:05 – USA – Microsoft (8,7% de peso no Nasdaq, 7,4% no S&P500 e 7,7% no Dow Jones)
18:05 – USA – Meta (4,5% de peso no Nasdaq e 2,4% no S&P500)
18:07 – USA – Tesla (3% de peso no Nasdaq e 1,4% no S&P500)
Brasil
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Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLG2026
Estados Unidos
Os índices futuros de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USAIND , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — operam em alta nesta sessão, enquanto que o índice de volatilidade VIX $ACTIVTRADES:USAVIX registra queda antes da decisão de juros do FOMC e balanços de Big Techs americanas.
China autoriza grandes empresas a comprar chips H200 da Nvidia
A China sinalizou uma mudança relevante de postura ao autorizar que três de suas maiores empresas de tecnologia — ByteDance, Alibaba e Tencent — adquiram os chips de inteligência artificial H200 da Nvidia, o segundo processador de IA mais poderoso da companhia americana atualmente disponível para exportação ao país.
Segundo fontes, as três empresas receberam aval para comprar, em conjunto, mais de 400 mil unidades do H200, enquanto outras companhias chinesas já aguardam aprovações adicionais. A decisão reflete o esforço de Pequim para equilibrar a necessidade imediata de capacidade computacional em IA com sua estratégia de estimular o desenvolvimento doméstico de semicondutores, em um contexto de restrições tecnológicas impostas pelos Estados Unidos.
Apesar do sinal positivo, o avanço ainda é limitado e altamente condicionado. As autorizações estão sendo concedidas sob critérios rigorosos, cujos detalhes finais ainda estão sendo definidos pelas autoridades chinesas. Uma das fontes destacou que as licenças são bastante restritivas, o que explica o fato de que, até o momento, as aprovações não estão sendo convertidas em pedidos firmes de compra.
Do ponto de vista estratégico, a liberação do H200 — mas não do H100 ou de chips mais avançados — indica que Pequim busca ganhar fôlego no curto prazo para aplicações críticas de IA, sem abrir mão do objetivo de reduzir sua dependência tecnológica no médio e longo prazo. Para a Nvidia, o movimento representa uma oportunidade relevante de volume, ainda que cercada por incertezas regulatórias, riscos de execução e potencial reversão política.
Europa
As ações europeias — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — operam majoritariamente em baixa nesta quarta-feira, enquanto traders regionais monitoram os principais relatórios de lucros de empresas da região.
LVMH derruba ações do setor de luxo após resultados decepcionantes
As ações da LVMH recuam cerca de 7% na bolsa de Paris, após a divulgação dos resultados do quarto trimestre que ficaram abaixo das expectativas do mercado, principalmente devido à compressão de margens e a um tom mais cauteloso da companhia quanto aos sinais iniciais de recuperação da demanda global.
Como maior conglomerado de luxo do mundo — com marcas que vão de Louis Vuitton e Dior a Tiffany e Moët & Chandon — a LVMH é amplamente vista como um termômetro do setor. A reação negativa aos seus números contaminou todo o segmento, pressionando as ações de concorrentes como Kering, Moncler e Hermès, que caíram entre 2% e 5% na sessão.
Apesar de a empresa ter informado que as vendas no mercado chinês cresceram no trimestre, o desempenho foi considerado menos animador do que o esperado, especialmente após comentários mais otimistas sobre a China feitos recentemente por rivais como Richemont e Burberry. A comparação direta elevou o grau de frustração dos investidores, que buscavam sinais mais claros de inflexão na demanda asiática.
Outro ponto de atenção destacado por analistas foi a queda acentuada na receita da divisão de vinhos e destilados, que inclui marcas como Hennessy e Moët. Embora essa unidade represente uma parcela relativamente pequena das vendas totais do grupo, sua fraqueza levantou preocupações sobre a demanda discricionária em segmentos mais sensíveis ao ciclo econômico.
Em coletiva de imprensa após a divulgação dos resultados, o CEO Bernard Arnault afirmou que a LVMH seguirá adotando uma postura conservadora em relação a custos ao longo de 2026, citando as tensões geopolíticas persistentes e a incerteza macroeconômica global como fatores que exigem prudência.
ASML supera expectativas de encomendas e anuncia corte de pessoal
A ASML, maior empresa da Europa em valor de mercado e principal fornecedora global de equipamentos para a indústria de semicondutores, superou as expectativas do mercado em todos os principais indicadores do balanço do quarto trimestre, reforçando a leitura construtiva para o ciclo de investimentos ligado à inteligência artificial.
O principal destaque foi o volume de encomendas líquidas (backlog) — vendas já contratadas, mas ainda não reconhecidas como receita. No quarto trimestre, as encomendas somaram € 13,2 bilhões, um salto expressivo em relação aos € 5,4 bilhões registrados no trimestre anterior e bem acima da projeção dos analistas, que estimavam cerca de € 6,32 bilhões.
Em comunicado, o CEO da ASML, Christophe Fouquet, afirmou que: “Nos últimos meses, muitos de nossos clientes compartilharam uma avaliação significativamente mais positiva do cenário de médio prazo, baseada principalmente em expectativas mais robustas quanto à sustentabilidade da demanda relacionada à inteligência artificial.”
Ainda impulsionada pelo ciclo de IA, a companhia revisou para cima suas projeções financeiras, especialmente para o médio prazo. Para 2026, a ASML agora estima receita entre € 34 bilhões e € 39 bilhões, acima da expectativa média do mercado, que girava em torno de € 35 bilhões. Anteriormente, a empresa projetava vendas de € 32,7 bilhões para 2025, o que reforça a aceleração do crescimento esperado.
No horizonte de longo prazo, a ASML manteve um tom bastante otimista, projetando que a receita anual alcance entre € 44 bilhões e € 60 bilhões até 2030, com margem bruta entre 56% e 60%, níveis elevados que refletem seu forte poder de precificação e posição dominante na cadeia global de semicondutores.
No campo operacional, a empresa também anunciou medidas voltadas à eficiência e racionalização de custos. A ASML informou que irá demitir cerca de 1.700 funcionários, o equivalente a 3,8% de sua força de trabalho global. Os cortes devem se concentrar principalmente na Holanda e nos Estados Unidos, com foco relevante em cargos de liderança.
O resultado sólido da ASML teve efeito positivo em cadeia sobre o setor de tecnologia global, impulsionando ações de empresas diretamente ligadas ao ecossistema de semicondutores e IA, como TSMC, Samsung Electronics, SK Hynix, Advantest, além das americanas Nvidia, Broadcom, AMD e Intel.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: ACTIVTRADES:HKIND ACTIVTRADES:JP225 ACTIVTRADES:CHINAA50
As ações asiáticas subiram nesta quarta-feira, acompanhando os ganhos de Wall Street na sessão anterior, quando o Nasdaq ficou muito próximo de registrar uma nova máxima histórica.
Liderando os avanços na região, o Hang Seng HSI:HSI saltou 2,5%, impulsionado principalmente pelos setores financeiro, de minerais energéticos e de tecnologia. Outros índices chineses — Shenzhen SZSE:399001 , China A50 FTSE:XIN9 e Shanghai SSE:000001 — registraram ganhos mais modestos.
Na Coreia do Sul, o índice Kospi TVC:KOSPI atingiu um novo recorde histórico, após o presidente dos EUA, Donald Trump, adotar um tom mais conciliatório em relação às ameaças tarifárias contra Seul.
“Vamos resolver algo com a Coreia do Sul”, afirmou Trump.
No Japão, o índice Nikkei TVC:NI225 encerrou a sessão praticamente estável, com os traders permanecendo atentos às oscilações do câmbio. Em Taiwan, o TWSE 50 FTSE:TW50 avançou 1,2%, sustentado principalmente pela valorização dos papéis da TSMC.
Na Austrália, o ASX ASX:XJO recuou 0,1%, com os ganhos do setor de mineração sendo compensados por perdas nos demais segmentos do mercado.
XAUUSD – Brian | Perspectiva Técnica M45— Compradores Ainda em Controle Acima de 5.200
O ouro continua a negociar firmemente acima da marca de 5.000, com a ação do preço confirmando uma forte aceitação bullish em níveis mais altos. No timeframe M45, o mercado permanece em uma fase de expansão, apoiado por um volume de compra agressivo e áreas de valor bem defendidas.
As condições atuais sugerem que os compradores ainda estão no controle, com as correções sendo absorvidas em vez de serem vendidas. Esse comportamento tipicamente caracteriza um ambiente de tendência forte em vez de uma fase de distribuição.
Contexto Macro (Breve Visão Geral)
De uma perspectiva fundamental, a posição institucional permanece estável, sem sinais de desmonte defensivo apesar do ouro negociar em máximas históricas. Ao mesmo tempo, o mercado permanece sensível a eventos macroeconômicos futuros, que podem introduzir volatilidade de curto prazo, mas até agora não alteraram o viés bullish mais amplo.
Enquanto a incerteza persistir e o apetite ao risco oscilar, o ouro continua a se beneficiar de seu papel como uma proteção estratégica.
Estrutura do Mercado & Contexto de Volume (M45)
A estrutura atual no M45 permanece construtiva:
O preço está sustentado acima da linha de tendência ascendente.
O volume de compra permanece elevado, indicando forte demanda e menor disposição para vender.
As correções continuam a se desenvolver de maneira corretiva em vez de quedas impulsivas.
Em tendências fortes, alto volume combinado com retrações superficiais frequentemente sinaliza continuidade em vez de exaustão.
Zonas Técnicas Chave para Observar
Com base na estrutura do gráfico e no perfil de volume, várias zonas se destacam:
Zona de Reação Ascendente
5.385: Uma área de resistência majoritária e extensão onde o preço pode pausar, consolidar ou reagir antes de decidir a próxima perna direcional.
Suporte de Valor Primário
POC + VAH: 5.243 – 5.347
Esta é a zona mais crítica para a continuidade. A aceitação e a manutenção dentro deste intervalo reforçariam a estrutura bullish.
Suporte Secundário
VAL: 5.163 – 5.168
Uma correção mais profunda nesta zona ainda seria considerada corretiva enquanto o preço estabilizar e recuperar valor.
Suporte Estrutural Mais Profundo
POC: 5.086 – 5.091
Esse nível representa um valor mais amplo e provavelmente só entrará em jogo durante uma volatilidade acentuada.
Expectativas Futuras & Viés
Viés primário: Continuidade bullish enquanto o preço se mantiver acima das zonas de valor.
Correções são atualmente vistas como oportunidades de re-acumulação em vez de reversão de tendência.
Volatilidade de curto prazo é esperada, mas a estrutura permanece o ponto de referência chave em vez de velas individuais.
Tendências fortes raramente se movem em linhas retas. A capacidade do ouro de manter valor durante pausas continua a apoiar o caso para mais alta.
Consulte o gráfico acompanhante para uma visão detalhada das áreas de valor, estrutura de tendência e caminhos projetados.
Siga o canal TradingView para obter atualizações de estrutura antecipadas e participar da discussão sobre níveis de mercado chave.
XAUUSD – Perspectiva Técnica M45XAUUSD – Perspectiva Técnica M45: Forte Momento, Agora Observe as Reações de Liquidez | Lana ✨
O ouro subiu acima de $5.250, estendendo sua corrida de alta com forte momento. A ação do preço continua construtiva, mas à medida que o mercado avança para o território premium, as reações de liquidez tornam-se mais importantes do que o momento bruto.
📈 Estrutura de Mercado & Ação de Preço
O ouro continua a negociar dentro de um canal ascendente bem definido, confirmando uma sólida estrutura de alta.
Múltiplos pontos de BOS (Quebra de Estrutura) no gráfico destacam o controle persistente dos compradores.
A recente perna para cima foi agressiva, indicando compras impulsionadas por momento, mas também aumentando a probabilidade de reações de curto prazo.
Nos níveis atuais, o mercado está estendido acima do valor, o que muitas vezes precede tanto a consolidação quanto um retrocesso controlado.
🔍 Zonas Técnicas Chave no M45
Zona Superior de Oferta / Reação: 5280 – 5310
Esta área representa uma zona premium onde o preço pode enfrentar realização de lucros ou varreduras de liquidez antes de escolher a direção.
Suporte Imediato (Meio do Canal / Zona de Reteste): 5200 – 5220
Uma área chave onde o preço poderia recuar e tentar manter a estrutura.
Zona de Liquidez Forte do Lado Vendedor: perto de 5050
Marcada claramente no gráfico, este é um nível mais profundo onde a liquidez está se acumulando e onde reações de compra mais fortes poderiam surgir caso o retrocesso se estenda.
Enquanto o preço permanecer dentro do canal, a tendência de alta mais ampla permanece intacta.
🎯 Cenários de Negociação
Cenário 1 – Extensão com Cautela:
Se o preço continuar subindo para a zona de 5280–5310, espere maior volatilidade e potencial rejeição de curto prazo. Esta área é mais adequada para gerenciamento de risco e observação, não para perseguição agressiva.
Cenário 2 – Retrocesso Saudável (Preferido):
Um retrocesso em direção a 5200–5220 permitiria que o preço reequilibrasse a liquidez enquanto mantém a estrutura. Manter esta zona apoia a continuidade dentro do canal.
Cenário 3 – Varredura de Liquidez Mais Profunda:
Se a volatilidade se expandir, um movimento em direção à zona de liquidez do lado vendedor em ~5050 poderia ocorrer antes de uma perna mais forte de continuação se desenvolver.
🌍 Contexto de Mercado (Breve)
O movimento acentuado do ouro acima de $5.250 reflete a demanda contínua por ativos de refúgio seguro em meio à incerteza macroeconômica e geopolítica persistente. Os fortes ganhos diários reforçam o sentimento de alta, mas esses movimentos verticais tendem a atrair realização de lucros de curto prazo, tornando a estrutura e os níveis de liquidez críticos.
🧠 Visão de Lana
A tendência é de alta, mas nem todo movimento de alta é uma compra. Em níveis estendidos, Lana se concentra em como o preço reage nas zonas de liquidez, não em perseguir momento.
✨ Respeite a estrutura, mantenha a paciência perto dos extremos e deixe o mercado vir até seus níveis.
XAUUSD (H2) – Plano Liam (28 Jan)XAUUSD (H2) – Plano Liam (28 de Jan)
Novo ATH, forte fluxo de porto seguro | Siga a tendência, compre apenas pullbacks de FVG
Resumo rápido
O ouro continua a registrar novos máximos históricos enquanto o capital global se rota para ativos de porto seguro em meio à persistente incerteza econômica e geopolítica ligada às recentes decisões de política dos EUA. Um suporte adicional vem de preocupações sobre a independência do Fed e expectativas de taxas de juros mais baixas nos EUA, mantendo os rendimentos reais limitados.
Apesar do cenário de alta, o preço agora está estendido acima do equilíbrio. A vantagem não está em perseguir a força, mas em esperar por pullbacks em zonas de desequilíbrio e liquidez.
➡️ A tendência permanece de alta, a execução permanece paciente.
Contexto macro (por que o ouro continua a receber compras, mas é volátil)
A incerteza geopolítica contínua mantém a demanda estrutural por ouro intacta.
As expectativas de cortes de taxa e dúvidas sobre a autonomia do Fed enfraquecem o apelo de longo prazo do USD.
O USD está tentando um bounce técnico, mas isso não alterou o interesse subjacente do ouro.
➡️ Conclusão: o macro suporta preços mais altos, mas os movimentos de curto prazo provavelmente vão rodar para reequilibrar ineficiências.
Visão técnica (H2 – com base no gráfico)
O preço está em uma clara tendência de alta após múltiplos BOS de alta, seguindo uma estrutura ascendente e expandindo para o premium.
Níveis chave do gráfico:
✅ Extensão maior / alvo de venda: 5280 – 5320 (expansão de 2.618 fib)
✅ FVG / zona de compra de continuação: 5155 – 5170
✅ Suporte da estrutura: 5000 – 5050
✅ Invalidação da tendência (mais profundo): abaixo de 4950
A ação atual do preço sugere um caminho provável de empurrão → pullback → continuação, ao invés de uma expansão em linha reta.
Cenários de trading (estilo Liam: negocie o nível)
1️⃣ Cenários de COMPRA (prioridade – continuação da tendência)
A. COMPRAR o pullback de FVG (configuração mais limpa)
✅ Zona de compra: 5155 – 5170
Condição: o preço toca o FVG e mostra reação de alta (recuperação / HL / deslocamento no M15–H1)
SL (guia): abaixo de 5125 ou abaixo do mínimo de reação
TP1: máximo recente
TP2: 5280
TP3: 5320+ se o impulso se expandir
Lógica: Este FVG se alinha com a liquidez de compra anterior e estrutura — uma zona de continuação de alta probabilidade.
B. COMPRAR suporte estrutural mais profundo (somente se a volatilidade aumentar)
✅ Zona de compra: 5000 – 5050
Condição: sweep de liquidez + forte rejeição
TP: 5170 → 5280
Lógica: Este é valor dentro da tendência. Sem interesse em compras acima do premium se este nível quebrar.
2️⃣ Cenários de VENDA (secundário – reação apenas)
VENDER na extensão (scalp / tático apenas)
✅ Zona de venda: 5280 – 5320
Condição: clara rejeição / falha em manter os máximos em TF mais baixo
TP: 5200 → 5170
Lógica: As zonas de extensão são para realização de lucros e rotação média de curto prazo, não para chamadas de reversão de tendência.
Notas chave
Novos ATHs convidam FOMO — não seja essa liquidez.
As melhores negociações vêm após pullbacks, não durante velas de impulso.
Reduza o tamanho em torno de manchetes do Fed.
Qual é o seu plano:
comprar o pullback de FVG de 5155–5170, ou esperar um estiramento em 5280–5320 para fading da reação?
— Liam






















