Ouro testa suportes com dólar a ganhar força
Os preços do ouro estão a cair no arranque da sessão europeia, com uma descida de cerca de 6% e a testar o suporte nos 5000 dólares. Depois de uma valorização de aproximadamente 80% nos últimos 12 meses, o metal precioso encontra-se sob pressão esta manhã. O dólar norte-americano fortaleceu-se face às restantes principais moedas, na sequência da notícia de que o Presidente Trump irá nomear Kevin Warsh como próximo Presidente da Reserva Federal, uma escolha vista pelos mercados como ortodoxa. O dólar está também a beneficiar de apoio adicional devido a notícias de que foi alcançado um acordo entre Democratas e Republicanos para evitar um encerramento dos serviços do governo dos EUA. Esta força do dólar está a criar ventos contrários para o ouro, tendo em conta a correlação inversa entre os preços dos dois ativos. A acrescentar pressão, os mercados acionistas registaram perdas nas últimas 24 horas, na sequência de preocupações com os resultados de algumas grandes empresas tecnológicas, levando os investidores a fechar posições em ativos como o ouro para satisfazer requisitos de margem noutros mercados. Ainda assim, num contexto de incerteza geopolítica e económica, e perante uma perspetiva de médio a longo prazo negativa para o dólar norte-americano, a atual correção é mais provável representar um ajuste do que uma mudança na tendência de fundo.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Geopolitica
Ouro Renova Máximos com Procura por Refúgio em Alta
Os preços do ouro subiram no início da negociação de quinta-feira, atingindo um máximo histórico pela nona sessão consecutiva. Os ganhos estão a ser impulsionados pelo aumento da procura por ativos de refúgio, bem como por expectativas cada vez mais dovish em relação à política monetária da Reserva Federal. A procura pelo metal tem sido em grande parte alimentada por tensões geopolíticas elevadas. A guerra na Ucrânia continua, enquanto na região do Golfo as tensões estão a aumentar, num contexto de maior presença militar dos EUA e de ameaças de um ataque em grande escala ao Irão. A procura por ativos de refúgio está ainda a ser reforçada pela incerteza económica gerada pelas tarifas e pelo seu impacto na atividade económica. Ao mesmo tempo, expectativas cada vez mais dovish relativamente à Reserva Federal, em conjunto com a tendência em curso de “sell America”, que tem vindo a ganhar força entre investidores globais que procuram reduzir a exposição a ativos norte-americanos, têm pressionado o dólar dos EUA, acrescentando mais vento às velas do ouro. Neste contexto, as perspetivas para os preços do ouro mantêm-se positivas, sendo possíveis novos ganhos.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
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Dólar recua para mínimos de vários anos
O dólar caiu de forma acentuada face às principais moedas, atingindo mínimos históricos frente ao franco suíço e níveis face ao euro não vistos desde 2021. Questionado sobre a fraqueza da moeda, Donald Trump desvalorizou o tema, sinalizando aos investidores que um dólar mais fraco poderá integrar a estratégia do executivo, por ser considerado favorável em termos comerciais para os EUA. Na Ásia, o foco esteve no iene, com o dólar a perder mais de 1,20% na sessão de terça-feira, num movimento iniciado na sexta-feira, após a reunião do Banco do Japão. Desde então, a moeda americana já acumula perdas superiores a 4%, reforçadas por rumores de “rate checks”, uma operação que normalmente antecede intervenções cambiais.
Henrique Valente – ActivTrades
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Preços do Ouro Voltam a Subir Após Forte Volatilidade
Os preços do ouro subiram no início da negociação de terça-feira, aproximando-se do nível dos 5.100 dólares e dos máximos históricos atingidos na sessão anterior. Depois da montanha-russa de segunda-feira, quando o metal precioso disparou para um nível recorde antes de devolver todos os ganhos e encerrar praticamente no mesmo ponto em que tinha começado, o ouro voltou a ganhar vantagem. As condições de base mantêm-se favoráveis, com tensões geopolíticas elevadas, incerteza económica e um dólar norte-americano mais fraco a funcionarem como fatores de suporte para o ouro. As negociações entre a Rússia e a Ucrânia parecem estar a estagnar, enquanto o risco de um ataque norte-americano em grande escala ao Irão continua em cima da mesa. Este contexto de turbulência geopolítica global está a reforçar o apelo do ouro enquanto ativo de refúgio. Ao mesmo tempo, a incerteza económica está a ser amplificada por renovadas ameaças tarifárias por parte dos EUA e pelo risco crescente de um encerramento parcial do governo norte-americano, depois de um grupo significativo de legisladores se ter comprometido a recusar apoio a medidas de financiamento associadas ao reforço em curso da aplicação das políticas de imigração. Entretanto, o dólar norte-americano mantém-se sob pressão, num contexto de expectativas mais dovish em relação à Reserva Federal, o que continua a dar suporte ao ouro, tendo em conta a relação inversa entre os dois ativos. Neste enquadramento, o caminho de menor resistência para os preços do ouro continua a apontar para cima, com os investidores atentos a eventuais sinais sobre a trajetória da política monetária da Fed que possam emergir da reunião do banco central agendada para quarta-feira e da conferência de imprensa de Jerome Powell.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
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Ouro renova máximos apesar de alívio geopolítico
Os preços do ouro atingiram um novo máximo histórico nas primeiras horas de negociação de sexta-feira, antes de recuarem para níveis ligeiramente acima dos 4.900 dólares. Apesar de algum alívio de curto prazo nas tensões geopolíticas, após o recuo do presidente dos EUA da iminência de uma guerra comercial com a Europa em torno da Gronelândia e de ter afastado a possibilidade de recorrer à força, o enquadramento geopolítico global continua turbulento e imprevisível. A guerra na Ucrânia, o risco de um ataque norte-americano de grande escala ao Irão e as fissuras cada vez mais visíveis na tradicional aliança ocidental continuam a reforçar o apelo do ouro como ativo de refúgio. Ao mesmo tempo, o dólar norte-americano mantém uma trajetória descendente face às restantes principais moedas, numa dinâmica que oferece apoio adicional ao metal precioso. As expectativas do mercado em relação à política monetária da Reserva Federal estão a tornar-se cada vez mais dovish, com a pressão política da Casa Branca a aparentar sobrepor-se aos dados económicos. Os números divulgados ontem mostraram que o crescimento do PIB no terceiro trimestre foi de 4,4%, acima das expectativas, enquanto a leitura mais recente da inflação subiu para 2,8%. Ainda assim, as expectativas de uma Fed mais dovish continuam a pesar sobre o dólar, dando novo impulso ao ouro e criando margem para novas subidas dos preços.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
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Ouro perto de máximos apesar do alívio geopolítico
Os preços do ouro recuaram nas primeiras horas de negociação de quinta-feira, mas mantiveram-se próximos dos máximos históricos alcançados na sessão anterior. Os investidores reagiram positivamente à presença de Donald Trump em Davos, onde afastou a utilização da força para obter controlo sobre a Gronelândia e retirou as ameaças de impor novas tarifas sobre a Europa. Esta mudança reavivou o apetite pelo risco, impulsionando os mercados acionistas e reduzindo a procura por ativos de refúgio, como o ouro. Ao mesmo tempo, a mudança de posição do presidente norte-americano também apoiou o dólar, à medida que a estratégia de “vender a América” perdeu força, criando um obstáculo adicional para o metal precioso. Ainda assim, as tensões entre os Estados Unidos e a Europa permanecem elevadas, com ambas as partes a aparentarem estar cada vez mais distantes. Esta rutura deverá continuar a gerar incerteza geopolítica, num contexto que se mantém altamente favorável ao ouro no médio e longo prazo. No curto prazo, os investidores continuarão atentos à evolução do cenário geopolítico e irão igualmente acompanhar a divulgação dos dados do PIB dos EUA relativos ao terceiro trimestre, bem como do índice PCE, a medida de inflação preferida da Reserva Federal. Estes indicadores poderão ajudar a moldar as expectativas em torno de eventuais cortes nas taxas de juro, influenciando o comportamento do dólar e, por extensão, os preços do ouro, tendo em conta a relação inversa entre os dois ativos.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
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Ouro Atinge Novo Máximo com Escalada das Tensões EUA–Europa
O preço do ouro subiu para um novo máximo histórico nas primeiras horas da negociação de quarta-feira, refletindo níveis elevados de procura por ativos de refúgio e o enfraquecimento do dólar norte-americano. Os investidores estão cada vez mais preocupados com a possibilidade de uma guerra comercial entre os Estados Unidos e a Europa, na sequência de uma postura mais agressiva de Washington relativamente ao controlo da Gronelândia e das tentativas europeias de fazer frente a essa posição. Esta dinâmica resultou, até agora, numa escalada de retórica hostil de ambos os lados, interpretada pelos traders como um sinal de que a situação poderá deteriorar-se. Tal tem alimentado uma maior procura por ouro, o ativo de refúgio por excelência, ao mesmo tempo que reaviva a chamada estratégia de “vender a América”, pressionando o dólar em baixa. As atenções centram-se agora em Davos, onde o Presidente dos Estados Unidos deverá esta tarde proferir um discurso e reunir-se com líderes europeus. Estes encontros poderão marcar o início de uma solução ou conduzir a um agravamento das relações, dependendo da forma como os acontecimentos se desenrolarem. Para já, o caminho de menor resistência para o ouro continua a apontar para cima, sustentado pela persistente turbulência geopolítica, pelos receios de uma guerra comercial transatlântica e por um dólar mais fraco. Estes fatores continuam a reforçar o apelo do metal precioso como ativo de refúgio, com a correlação inversa entre o ouro e o dólar a fornecer apoio adicional.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
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Tensões Geopolíticas Impulsionam Ouro para Máximos Históricos
Os preços do ouro subiram no início da negociação de terça-feira, prolongando os ganhos da sessão anterior e atingindo um novo máximo histórico acima dos 4.700 dólares. As tensões entre os EUA e a Europa estão a intensificar-se na sequência das exigências de Washington relativamente à Gronelândia e da reação firme da Europa, que desencadeou o anúncio de novas tarifas norte-americanas sobre importações provenientes de oito países europeus e levantou a perspetiva de medidas de retaliação por parte de Bruxelas. Neste contexto, o apetite pelo risco deteriorou-se, penalizando os mercados acionistas globais, incluindo nos EUA, com os futuros do Nasdaq e do S&P 500 a registarem quedas. Em contrapartida, os ativos de refúgio estão a beneficiar de uma forte procura, sustentando os preços do ouro em níveis recorde. Ao mesmo tempo, o dólar norte-americano está a enfraquecer, com o índice que mede o seu desempenho face às principais moedas a cair mais de meio ponto percentual. Este enquadramento é favorável ao ouro, tendo em conta a relação inversa entre os dois ativos. Com a incerteza a dominar o sentimento dos investidores e o dólar sob pressão, poderá haver margem para novas subidas no preço do ouro.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
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Escalada na Gronelândia Pesa nos Índices
O S&P 500 está a negociar em baixa esta manhã, com uma queda superior a 1%, após os desenvolvimentos do fim de semana em torno da Gronelândia, que voltaram a colocar a política comercial e a geopolítica no centro da atenção dos investidores. Donald Trump reiterou as suas ambições em relação à região autónoma da Dinamarca, anunciando que pretende impor tarifas de 10% a vários aliados europeus caso não apoiem o seu plano para adquirir o território. A União Europeia reagiu com fortes críticas à pressão diplomática dos EUA e está a avaliar possíveis retaliações, aumentando o risco de uma nova escalada comercial. Este é o segundo grande evento de risco de janeiro, após a escalada de tensões no Irão, e a reação dos investidores a este desenvolvimento será reveladora do caminho que os ativos de risco pretendem tomar no primeiro trimestre.
Henrique Valente – ActivTrades
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Ouro Consolida Acima dos $4.200 Antes da Reunião do FOMC
Os preços do ouro subiram ligeiramente nas primeiras negociações de terça-feira e estão atualmente a manter-se acima dos 4.200 dólares. O metal precioso tem permanecido dentro de uma faixa estreita ao longo da última semana, à medida que os compradores de ouro aguardam a conclusão da reunião do FOMC de amanhã e a decisão sobre as taxas de juro antes de efetuarem novas operações. Um corte de 25 pontos base é considerado praticamente certo e já está refletido nos mercados financeiros. No entanto, o verdadeiro foco dos traders será a declaração de política monetária e os comentários do presidente da Reserva Federal após a reunião, que poderão fornecer pistas sobre o futuro rumo da política monetária do banco central. Um cenário dovish, no qual Powell confirme, na prática, novos cortes nas taxas em 2026, deverá enfraquecer o dólar norte-americano e apoiar os preços do ouro, devido à correlação inversa entre ambos os ativos, com o nível dos 4.300 dólares a surgir como potencial alvo de curto prazo. Por outro lado, e é precisamente por isso que os traders têm aguardado pacientemente por esta reunião, uma posição mais hawkish seria mais surpreendente e poderia ter um impacto de mercado mais forte. Nesse cenário, os ganhos do dólar poderão ser significativos e o preço do metal precioso poderá cair e testar o suporte dos 4.100 dólares.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
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Ouro acima de $4.200 à espera da decisão da Fed
Os preços do ouro subiram ligeiramente nas negociações de segunda-feira de manhã, recuperando terreno acima do nível dos 4.200 dólares, mas o metal precioso permanece dentro de um intervalo estreita onde tem estado ao longo das últimas sessões. Apesar das condições favoráveis, incluindo o aumento das expectativas de uma Reserva Federal mais dovish e a persistência da instabilidade geopolítica, os investidores que habitualmente apostam no ouro aguardam pacientemente pela reunião da Fed desta semana e pela decisão sobre as taxas antes de retomarem as compras. Com um corte de 25 pontos base amplamente esperado e já incorporado nos preços, o foco na quarta-feira irá centrar-se na conferência de imprensa após a decisão e nos comentários do presidente da Fed, Jerome Powell. Estes deverão moldar o sentimento dos investidores relativamente ao futuro percurso das taxas de juro do banco central, influenciando o desempenho do dólar americano e, devido à correlação inversa entre ambos os ativos, também o do ouro. Caso o presidente da Reserva Federal sinalize novas reduções dos custos de financiamento em 2026, haverá margem para uma maior fraqueza do dólar, sendo provável que os preços do ouro evoluam na direção oposta.
Ricardo Evangelista - ActivTrades
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Dólar Recupera de Mínimos na Abertura da Sessão Europeia
O índice do dólar norte-americano recuperou esta manhã de mínimos de mais de três anos, no arranque da sessão europeia. O índice, que mede o desempenho do dólar face a um cabaz de moedas principais, registou uma queda de aproximadamente 11% desde o início do ano. Esta tendência reflete o esmorecimento do chamado “Excecionalismo Americano” — uma expressão usada nos últimos anos para descrever uma dinâmica de mercado global em que os ativos dos EUA se destacavam como os grandes vencedores, aparentemente imunes aos ventos contrários enfrentados noutras geografias. Neste contexto, a aprovação ontem da “Big Beautiful Bill” pelo Senado norte-americano poderá ser mais um passo para agravar os desequilíbrios fiscais da maior economia do mundo e contribuir para um maior afastamento dos investidores em relação aos ativos dos EUA. Ao mesmo tempo, as expectativas de cortes nas taxas de juro por parte da Reserva Federal a curto prazo continuam a penalizar o dólar, aumentando a pressão descendente sobre a moeda.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
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U
Índice do Dólar Afunda com Receios Sobre a Independência da Fed
O índice do dólar caiu para o nível mais baixo dos últimos três anos nas primeiras horas da sessão de quinta-feira. Este índice, que mede o desempenho da moeda norte-americana face a um cabaz de seis principais divisas, acumula uma perda superior a 10% desde o início do ano — reflexo do enfraquecimento da principal moeda de reserva mundial face aos seus pares. A mais recente queda ocorreu após o testemunho de Jerome Powell perante o Congresso dos EUA, durante o qual o presidente da Reserva Federal afastou a hipótese de um corte nas taxas já em julho. No entanto, reconheceu que o impacto inflacionista das tarifas impostas pela administração norte-americana poderá ser de curta duração — comentário que aumentou as apostas dos mercados num eventual corte de juros ainda durante o verão. Em paralelo, cresce a especulação em torno do desagrado de Donald Trump relativamente a Powell e da possibilidade de o substituir por alguém cujas posições sobre política monetária estejam mais alinhadas com as do Presidente. Um cenário deste tipo comprometeria a credibilidade do banco central, levantando dúvidas sobre a sua independência — uma dinâmica que poderá provocar nova desvalorização do dólar, à medida que os mercados ajustam expectativas a uma Fed mais “submissa” e dovish, e a um enfraquecimento da confiança institucional.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
U
WTI Recupera Ligeiramente, mas Ainda Perto das Mínimas Recentes
Os preços do petróleo WTI registaram uma ligeira recuperação nas primeiras horas da sessão de quarta-feira, mantendo-se, no entanto, próximos dos mínimos de várias semanas atingidos na sessão anterior. O preço do barril caiu mais de 15% face ao máximo de 78 dólares registado na segunda-feira, à medida que os receios em torno da oferta se foram dissipando, impulsionados pela crescente esperança de um fim ao confronto armado entre Israel e o Irão. Durante mais de uma semana, os preços do crude subiram devido à incorporação de um prémio de risco, motivado pelo receio de que o Irão encerrasse o Estreito de Ormuz — uma passagem estratégica por onde circula cerca de 25% do transporte marítimo mundial de petróleo. Com esse cenário a parecer cada vez mais improvável, os mercados respiraram de alívio, levando os preços a recuar para um valor ligeiramente acima dos 65 dólares — praticamente o mesmo nível registado antes do ataque de Israel ao Irão, a 13 de junho. Com os receios relativos à oferta a esmorecerem, os operadores voltam agora a focar-se na conjuntura económica global, procurando antecipar os níveis de procura futura. O impacto das tarifas na inflação e no crescimento económico mundial permanece incerto, o que dificulta a previsão da procura. Neste contexto, o testemunho de Jerome Powell, presidente da Reserva Federal, perante o Congresso dos EUA, deixou a impressão de que o banco central norte-americano não deverá cortar as taxas de juro em julho. Esta perceção penalizou as expectativas de procura e, consequentemente, pressionou em baixa o preço do barril.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
L
Petróleo Recua na Abertura da Sessão Europeia
Os preços do petróleo WTI recuaram com a abertura da sessão europeia desta quarta-feira, corrigindo parte dos ganhos registados na véspera, quando atingiram máximos de várias semanas. A queda deveu-se à reação dos investidores a um anúncio da administração norte-americana, que indicou um prazo de duas semanas para tomar uma decisão sobre uma eventual intervenção dos Estados Unidos no conflito em curso entre Israel e o Irão. Este adiamento por parte da Casa Branca faz lembrar episódios anteriores durante a presidência de Donald Trump, em que as pressões dos mercados influenciaram decisões de política tarifária — fenómeno que alguns apelidaram de “TACO”. Uma intervenção militar direta dos EUA neste conflito teria consequências geopolíticas imprevisíveis e poderia perturbar gravemente o fornecimento de petróleo a partir do Golfo Pérsico. Um cenário desse tipo provocaria, muito provavelmente, uma fuga acentuada de ativos de risco, levando a quedas nos mercados acionistas e podendo impulsionar o preço do petróleo para níveis acima dos 100 dólares por barril. Apesar da subida superior a 20% nos preços do WTI desde o início de junho, os mercados ainda não incorporaram totalmente o risco de uma intervenção americana ou de uma guerra regional alargada. Neste contexto, espera-se volatilidade no mercado petrolífero, à medida que os investidores acompanham de perto os acontecimentos — em especial quaisquer sinais provenientes de Washington sobre a posição da administração relativamente a uma eventual ação militar.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
L
Preços do Petróleo WTI Aliviam após Fortes Ganhos
Após uma valorização superior a 6% na sessão anterior, os preços do petróleo WTI recuaram ligeiramente nas primeiras horas da sessão de quarta-feira, fixando-se um pouco acima dos 74 dólares por barril. As atenções do mercado continuam centradas no conflito em curso entre Israel e o Irão, que poderá vir a comprometer o fornecimento de petróleo a partir do Golfo Pérsico. Este risco para a oferta tem sido um dos principais impulsionadores da recente subida dos preços — uma dinâmica que poderá agravar-se em caso de nova escalada, especialmente se as exportações de petróleo e gás através do Estreito de Ormuz forem interrompidas. Ainda assim, tendo em conta a gravidade do conflito, a reação dos mercados tem sido, até agora, relativamente contida. Uma possível explicação reside nas previsões de abrandamento da economia global, que estão a pesar sobre as expectativas de procura por petróleo. Outro fator em destaque é a política monetária dos Estados Unidos. A decisão de hoje sobre as taxas de juro por parte da Reserva Federal, bem como a intervenção pública de Jerome Powell que se seguirá, deverão ser acompanhadas de perto pelos operadores de petróleo. Caso o banco central adote um tom mais cauteloso e dovish face aos recentes desenvolvimentos geopolíticos — sinalizando maior predisposição para cortar juros — tal poderá impulsionar as expectativas de crescimento, melhorar as perspetivas para a procura de petróleo e oferecer suporte adicional aos preços.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
L
Petróleo Sobe com Agravamento do Conflito no Médio Oriente
Os preços do petróleo WTI subiram nas primeiras horas da sessão de terça-feira, mantendo-se acima dos 70 dólares por barril no arranque dos mercados europeus. A valorização reflete o aumento das tensões geopolíticas, após uma nova escalada no conflito entre Israel e o Irão, com os ataques israelitas a intensificarem-se e a visarem edifícios públicos em Teerão. Relatos recentes apontam para uma possível abertura das autoridades iranianas à negociação de um cessar-fogo, alimentando esperanças de uma desescalada. Tal cenário ajudaria a dissipar os receios do mercado relativamente à possibilidade mais grave: o encerramento do Estreito de Ormuz, que comprometeria a circulação de mercadorias, incluindo petróleo, a partir do Golfo Pérsico. Apesar de a reação dos investidores continuar, para já, contida, os ganhos registados hoje nos preços do crude evidenciam um clima de incerteza. O desenrolar da situação pode provocar perturbações significativas não só no comércio global de petróleo, mas também no equilíbrio geopolítico mundial. Em caso de nova escalada, o preço do barril poderá registar aumentos bastante mais acentuados.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
Ouro Sobe na Ásia, mas Recua com Apetite pelo Risco
O preço do ouro subiu no arranque da sessão asiática desta segunda-feira, atingindo um máximo de várias semanas acima dos 3.450 dólares, antes de inverter a tendência e cair para níveis abaixo do fecho de sexta-feira. Os ganhos iniciais foram impulsionados pelo aumento da procura por ativos de refúgio, na sequência do agravamento das tensões geopolíticas, com Israel e o Irão a trocarem vagas de ataques com mísseis. No entanto, apesar da gravidade da escalada entre os dois rivais regionais, a reação dos mercados foi relativamente contida. Os futuros acionistas registaram ganhos nas primeiras horas da sessão asiática, com o apetite pelo risco a regressar rapidamente e a anular os ganhos iniciais do ouro. Neste contexto, a atenção dos investidores continuará centrada nas negociações comerciais em curso, que permanecem como fator determinante para as perspetivas da economia global. Em paralelo, os mercados estarão também atentos à reunião da Reserva Federal agendada para esta semana e à decisão sobre as taxas de juro. Embora seja amplamente esperado que os juros se mantenham inalterados, os investidores seguirão com atenção a declaração pós-reunião e a conferência de imprensa, em busca de pistas sobre a orientação da política monetária no curto prazo. Qualquer alteração nas expectativas — que atualmente apontam para um corte de 25 pontos base em setembro, seguido de uma nova descida antes do final do ano — poderá influenciar o desempenho do dólar norte-americano e, por consequência, afetar o preço do ouro, dada a correlação inversa entre os dois ativos.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
Petróleo em Alta com Escalada das Tensões no Médio Oriente
Os preços do petróleo WTI dispararam nas primeiras horas da sessão de sexta-feira, atingindo os níveis mais altos desde janeiro, antes de cederem parte dos ganhos e estabilizarem acima dos 72 dólares por barril. A forte subida do crude surge na sequência dos ataques surpresa de Israel a instalações nucleares iranianas e do assassinato de figuras militares e científicas de topo do Irão. Teerão respondeu com o lançamento de drones de ataque, num claro agravamento das tensões que há muito se vinham acumulando entre os dois países. Esta escalada poderá evoluir para uma guerra em grande escala, com consequências imprevisíveis para a região do Golfo. Trata-se de um cenário que preocupa particularmente os operadores do mercado petrolífero. Um conflito no Golfo poderá perturbar o tráfego numa das principais rotas marítimas do mundo e interromper o fornecimento de petróleo proveniente de uma região responsável por cerca de um quarto da produção global. Neste contexto tenso, é provável que os participantes do mercado permaneçam extremamente atentos, com uma elevada volatilidade e potencial para novas subidas de preços nos próximos dias.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
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Ouro Sobe Impulsionado pelo Conflito no Médio Oriente
Os preços do ouro subiram para máximos de várias semanas nas primeiras horas da sessão de sexta-feira, antes de estabilizarem acima do nível dos 3.400 dólares. A valorização do metal precioso ocorreu na sequência da reação dos investidores aos desenvolvimentos no Médio Oriente, onde Israel lançou aquilo que descreveu como ataques preventivos contra o Irão, incluindo o assassinato de figuras militares e científicas de topo. Teerão retaliou com o lançamento de drones de ataque, num agravamento significativo das tensões geopolíticas. Este ambiente de risco elevado desencadeou uma fuga para ativos considerados seguros nos mercados financeiros, impulsionando a procura por refúgios como o ouro. No entanto, o potencial de valorização adicional do metal precioso está, para já, limitado pela recuperação do dólar norte-americano. A divisa norte-americana também beneficiou da queda no apetite pelo risco, recuperando dos níveis mais baixos desde 2022. Sendo ambos ativos de refúgio, o aumento da procura pelo dólar tem limitado os ganhos do ouro, devido à correlação inversa entre os dois.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
Ouro Estável Antes dos Dados do Emprego nos EUA
O preço do ouro mante-se estável com a abertura dos mercados europeus, negociando ligeiramente abaixo dos máximos de várias semanas atingidos no início da semana. Este comportamento reflete uma postura cautelosa por parte dos investidores, que já estão focados na divulgação dos dados do emprego nos EUA (non-farm payrolls) referente ao mês de maio, marcada para esta sexta-feira. O metal precioso continua a beneficiar de suporte, impulsionado pela incerteza em torno da política tarifária norte-americana, por uma perspectiva económica global pouco animadora e por tensões geopolíticas persistentes — fatores que reforçam o apelo do ouro como ativo-refúgio. Neste contexto, os dados de emprego nos EUA a divulgar amanhã poderão ser determinantes para moldar as expectativas em relação à próxima decisão da Reserva Federal. Com sinais de arrefecimento no mercado laboral norte-americano, cresce a convicção entre os investidores de que o banco central poderá iniciar cortes nas taxas de juro antes do final do verão, sendo provável que se siga pelo menos mais um corte até ao final do ano. Este cenário deverá exercer pressão sobre o dólar norte-americano e, devido à correlação inversa entre ambas as classes de ativos, proporcionar apoio adicional aos preços do ouro.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
Ouro Acima dos $3.350 em Clima de Incerteza
Os preços do ouro tocaram máximos de várias semanas antes de recuar, durante as negociações da manhã de terça-feira, mantendo-se atualmente ligeiramente acima do nível dos $3.350. Sinais de fadiga começam a surgir nos mercados financeiros, após um primeiro semestre marcado por elevada volatilidade. Os fatores subjacentes a esta instabilidade mantêm-se praticamente inalterados — incerteza contínua em torno das tarifas globais, tensões geopolíticas elevadas, perspectivas económicas pouco animadoras e crescentes preocupações fiscais nos Estados Unidos. Neste cenário, é expectável que o ouro continue a encontrar suporte acima do patamar dos $3.300. No entanto, o potencial de valorização poderá estar limitado, a curto prazo, por um renovado apetite pelo risco, à medida que os mercados ponderam a possibilidade de que as ameaças tarifárias mais extremas da administração Trump não se concretizem totalmente. Outro fator determinante na trajetória do ouro é o comportamento do dólar norte-americano, que continua intimamente ligado às expectativas sobre o rumo da política monetária da Reserva Federal. O consenso atual entre os investidores aponta para dois cortes de 25 pontos base nas taxas de juro até ao final do ano. Ainda assim, é pouco provável que haja maior clareza antes do verão, altura em que o impacto económico da incerteza atual poderá começar a refletir-se em menor crescimento e maior inflação. Caso este cenário se confirme, poderá verificar-se um regresso à volatilidade nos mercados durante a segunda metade do ano — um contexto que tenderia a favorecer novas subidas no preço do ouro.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
Ouro Cai Abaixo dos $3.300 com Foco na Inflação nos EUA
O preço do ouro caiu abaixo do nível dos $3.300 nas primeiras horas de negociação desta sexta-feira, devolvendo grande parte dos ganhos registados na sessão anterior. As perdas são, em grande parte, atribuídas ao fortalecimento do dólar norte-americano durante a madrugada, embora esse movimento pareça ter perdido força com os mercados à espera da divulgação dos dados do índice PCE — a medida de inflação preferida da Reserva Federal dos EUA. A ata mais recente do FOMC confirmou que a Fed continua a adoptar uma abordagem dependente dos dados, o que significa que os números da inflação divulgados hoje poderão influenciar as expectativas quanto ao momento e à magnitude dos próximos cortes nas taxas de juro. Esta conjuntura poderá ter impacto no dólar e, devido à correlação inversa entre os dois ativos, também poderá afetar o preço do ouro. No entanto, a pressão descendente sobre o metal precioso permanece limitada devido à incerteza persistente em torno das tarifas comerciais, ao agravamento das tensões geopolíticas e às crescentes preocupações com a conjuntura económica global. A juntar a estes fatores, os riscos orçamentais associados à proposta de cortes fiscais apresentada pela administração norte-americana estão a alimentar a cautela dos investidores. Num contexto marcado por tantas incertezas, a posição do ouro como ativo refúgio deverá continuar a proporcionar suporte em torno do patamar dos $3.300.
Ricardo Evangelista – ActivTrades






















