Análise Fundamentalista
Decisão de Juros do Federal Reserve (Fed)O Federal Reserve deverá manter a taxa básica de juros na faixa de 3,50% a 3,75%, patamar que, segundo a sinalização atual, deve ser preservado ao menos até junho, já sob o comando do sucessor de Jerome Powell. Nesta reunião, não haverá divulgação de novas projeções econômicas.
Os dados mais recentes, divulgados no início de dezembro, indicaram pouca alteração nas tendências do mercado de trabalho e da inflação, oferecendo sinais limitados para um eventual corte de juros no curto prazo. O crescimento do emprego segue moderado, enquanto a taxa de desemprego recuou para 4,4% em dezembro, em meio a um cenário de atividade econômica resiliente e consumo robusto.
No campo inflacionário, o Índice de Preços das Despesas de Consumo Pessoal (PCE) — métrica preferida do Fed — registrou alta anual de 2,8% em novembro, ligeiramente acima do esperado e ainda distante da meta de 2%, reforçando a postura cautelosa da autoridade monetária.
Na coletiva de imprensa pós-decisão, a expectativa é que Powell dê menos ênfase ao debate imediato sobre juros e concentre suas declarações nos eventos institucionais ocorridos entre as reuniões. Entre eles, destaca-se o recebimento de uma intimação do Departamento de Justiça dos EUA e a ameaça de abertura de investigação criminal contra o presidente do Fed, além da resposta de Powell em uma declaração em vídeo incomum, na qual classificou o episódio como parte de uma campanha de pressão do presidente Donald Trump por cortes de juros.
Na semana passada, a Suprema Corte dos Estados Unidos realizou uma audiência sobre a tentativa de Trump de destituir a diretora do Fed, Lisa Cook. Embora o tom dos ministros tenha reduzido as preocupações sobre riscos imediatos à independência do banco central — com a maioria demonstrando inclinação a manter Cook no cargo —, o episódio serviu como um lembrete do desejo declarado de Trump de ampliar sua influência sobre o Conselho de Governadores, além do ritmo normal de rotação de mandatos.
Atualmente, o nome indicado por Trump para suceder Powell ocuparia uma vaga de Stephen Miran, que substituiu Adriana Kugler em setembro e cujo mandato se encerra em 31 de janeiro. Caso não haja renúncia ou destituição adicional, a próxima vaga disponível seria justamente a de Powell, que, mesmo deixando a presidência, pode permanecer como governador do Fed por mais dois anos, o que poderia frustrar os planos de Trump.
Durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, Trump afirmou estar próximo de decidir quem indicará para a presidência do Fed, mas ponderou que “o problema é que eles mudam assim que assumem o cargo”, em referência à independência institucional dos presidentes do banco central.
Diante desse cenário — marcado por pressões políticas, incertezas institucionais e disputas jurídicas —, o debate estritamente técnico sobre a política monetária acaba ficando em segundo plano. A iminente decisão judicial envolvendo Lisa Cook, a possibilidade de Powell permanecer no Conselho e a futura confirmação pelo Senado do próximo presidente do Fed concentram grande parte da atenção dos mercados, reforçando o prêmio de risco institucional nos ativos americanos.
Decisão de Juros do Banco do Canadá (BoC)O Banco do Canadá (BoC) deve manter a taxa básica de juros inalterada em 2,25% nesta quarta-feira, mas economistas e mercados financeiros seguem divididos quanto à trajetória da política monetária ao longo de 2026, em meio ao aumento das incertezas econômicas e comerciais.
Desde dezembro, os mercados passaram a precificar a possibilidade de retomada do ciclo de alta, após uma longa pausa ao longo de 2025. Parte dos economistas, no entanto, contesta esse movimento, destacando o elevado grau de incerteza em torno das futuras renegociações do acordo de livre comércio Estados Unidos–México–Canadá (USMCA), fator que pode limitar a atuação do banco central.
Em outubro, após reduzir a taxa em 25 pontos-base, o BoC sinalizou que o juro básico já se encontrava em um nível apropriado, com a inflação ainda dentro da meta. Para cerca de 75% dos economistas consultados pela Reuters, o banco deve manter as taxas estáveis em 2026, embora uma parcela relevante projete algum grau de afrouxamento monetário ao longo do ano, seguido por eventual retomada de alta no último trimestre.
Em 2025, o BoC acumulou cortes de 100 pontos-base, levando os juros para o limite inferior da faixa neutra, na qual a política monetária não estimula nem restringe a atividade econômica. Ainda assim, alguns traders avaliam que, para que a política se torne efetivamente estimulativa, as taxas precisariam cair abaixo da banda neutra.
Segundo Doug Porter, economista-chefe do BMO Capital Markets, o ambiente de incerteza comercial elevada, combinado com a alta da taxa de desemprego, favorece um cenário em que o BoC seja levado a cortar juros para níveis abaixo do neutro, com o objetivo de reativar a economia.
Pesquisas recentes conduzidas pelo próprio Banco do Canadá indicam que o sentimento empresarial permanece moderado, em meio às tensões comerciais, enquanto os consumidores demonstram preocupação com o emprego e o endividamento. Ainda assim, os dados macroeconômicos mostram que o impacto das tarifas tem sido concentrado em setores específicos — como aço, alumínio, madeira e automotivo —, sem efeitos sistêmicos relevantes até o momento. A inflação segue relativamente estável, o crescimento econômico é modesto e a geração de empregos foi sólida entre setembro e novembro.
O Banco do Canadá anunciará sua decisão de política monetária em 29 de janeiro, às 10h45 (horário de Brasília). Na mesma ocasião, divulgará o Relatório Trimestral de Política Monetária (MPR), retomando a prática de apresentar projeções pontuais para crescimento e inflação. O relatório também deve trazer uma avaliação atualizada sobre os impactos do orçamento federal na dinâmica macroeconômica do país.
Dólar perdendo força no mundo! Devido todas as falas de D.Trump, sobre tarifas novas, Groenlândia, investidores estão realocando seu capital, estão fazendo uma rotação, dólar está perdendo muita força frente a maioria das moedas, quem está se beneficiando muito, são os países da américa latina e emergentes, Brasil até então é o queridinho do carry trade, investidor tem liquidez para entrar e sair.
DXY com grandes chances de romper fundo, pode dar muitas oportunidades, observar muito o EUR/USD, AUD/USD e NZD/USD.
EUR/USD: o euro se beneficia muito com o dólar fraco, podendo buscar a máxima de setembro de 2025.
AUD/USD: devido a força do mercado de trabalho na Austrália, superando expectativas, já se fala em aumento de juros no próximo mês, fortalecendo o dólar Australiano, assim com o dólar americano fraco, trás muita força ao par, que está testando topos de setembro de 2024
NZD/USD: Devido a sua exportação de commodities, se fortalece muito frente ao dólar fraco, acompanhando o AUD/USD, podendo ir testar resistência de julho de 2025
Morning Call - 27/01/2026 - UnitedHealth caí 9% antes de balançoAgenda de Indicadores:
9:00 – BRA – IPCA-15 (Jan)
10:15 – USA – Variação Semanal de Empregos Privados ADP
11:00 – USA – Preços dos Imóveis S&P Global
12:00 – USA – Confiança do Consumidor do Conference Board
15:00 – USA – Leilão de T-Note de 5 anos
18:30 – USA – Estoques de Petróleo Bruto Semanal API
Agenda de Autoridades:
USA – Donald Trump realizará um "grande pronunciamento" em passagem pelo Estado de lowa
Agenda de Balanços:
7:55 – USA – UnitedHealth - UNH (8,3% de peso no Dow Jones)
13:45 – FRA – LVMH (10,2% de peso no CAC40 e 5,3% no Euro Stoxx 50)
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLG2026
IPCA-15: A mudança da bandeira tarifária para verde deve promover uma desaceleração marginal no IPCA-15 de janeiro, com alta estimada em 0,22% (ante 0,25% em dezembro). No entanto, o cenário de 12 meses aponta para alta de 4,52%, ante 4,41% do mês anterior, rompendo o teto da meta de inflação (4,5%).
Na decomposição do índice, as estimativas indicam aceleração das pressões em preços livres, que devem passar de 0,31% para 0,35%, com destaque para alimentação no domicílio, cuja variação salta de 0,10% para 0,49%, e para bens industriais, que saem de -0,05% para 0,45%, refletindo repasses de custos e normalização de preços.
Por outro lado, é esperada uma descompressão relevante em serviços, de 0,70% para 0,20%, além de queda nos preços administrados, que devem passar de 0,08% para -0,11%, impactados diretamente pela redução da tarifa de energia elétrica.
Estados Unidos
Os índices futuros de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — operam em alta nesta sessão, com exceção do Dow Jones ACTIVTRADES:USAIND , que é pressionado pelo forte recuo das ações da UnitedHealth, que caem mais de 9% no pré-mercado.
Os papéis da UnitedHealth apresentam elevada volatilidade após o governo dos EUA propor um aumento nos pagamentos às seguradoras do Medicare, medida que impacta diretamente o modelo de negócios da companhia. Às 7h55 (horário de Brasília), a empresa divulga seu resultado corporativo, evento que tende a ampliar a volatilidade do Dow Jones, índice no qual a UnitedHealth possui peso relevante de aproximadamente 8,2%.
No campo positivo, o setor de tecnologia lidera os ganhos, em antecipação à divulgação dos balanços de quatro das chamadas Sete Magníficas. O mercado mantém uma postura construtiva, com traders apostando que os resultados possam novamente superar as expectativas, sustentando o rali recente do setor.
Entre as commodities, ouro e prata seguem renovando máximas históricas. Segundo Christopher Louney, estrategista de commodities da RBC Capital Markets, “a natureza frenética da incerteza global, combinada com a fraqueza do dólar, tem sido o principal motor desta nova perna de alta do ouro”. Louney avalia que o movimento pode se estender até o início de setembro ou, alternativamente, até meados de dezembro. Com base nos padrões observados em 2025, o estrategista projeta que o ouro possa atingir US$ 7.100 por onça até o fim do ano, reforçando o metal precioso como um dos principais ativos de proteção em um ambiente de elevada incerteza macroeconômica e geopolítica.
Europa
As ações europeias — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — operam em alta nesta terça-feira, impulsionadas por uma sequência de notícias corporativas positivas, que ajudaram a aliviar as preocupações dos investidores com as recentes tensões comerciais globais.
O destaque do dia fica por conta da Puma, cujas ações dispararam 19%, atingindo o maior nível desde março do ano passado, após a empresa anunciar a venda de uma participação de 29% para a chinesa Anta Sports por US$ 1,8 bilhão. O mercado avalia que a operação deve fortalecer a presença da marca no altamente lucrativo mercado consumidor chinês.
No setor farmacêutico, a suíça Roche informou que um ensaio clínico de fase II de seu medicamento experimental para obesidade, o CT-388, administrado por injeção semanal, apresentou resultados positivos. As ações da companhia sobem quase 1% na sessão.
Em paralelo, o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, afirmou que a Índia e a União Europeia concluíram um acordo comercial histórico, que estava em negociação há vários anos, adicionando um viés construtivo ao sentimento nos mercados europeus.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: ACTIVTRADES:HKIND ACTIVTRADES:JP225 ACTIVTRADES:CHINAA50
As ações asiáticas subiram nesta terça-feira, com os traders demonstrando otimismo diante de uma série de balanços de grandes empresas americanas ao longo da semana. Ainda assim, a incerteza gerada pelas mais recentes medidas tarifárias do presidente dos EUA, Donald Trump, contra a Coreia do Sul impulsionou a busca por proteção, levando o ouro e a prata a novas altas.
Na noite de segunda-feira, Trump acusou o parlamento sul-coreano de “não cumprir” o acordo comercial com Washington e afirmou que elevaria as tarifas sobre as importações da quarta maior economia da Ásia para os Estados Unidos para 25%.
Apesar das novas ameaças, o índice sul-coreano Kospi TVC:KOSPI liderou os ganhos na região e registrou nova máxima histórica, encerrando o dia em alta de 2,7%. As ações de tecnologia puxaram o movimento, com Samsung e SK Hynix avançando 4,9% e 8,7%, respectivamente.
“O entusiasmo em torno da semana mais movimentada da temporada de resultados levou os traders a aumentar a exposição ao setor de tecnologia antes da divulgação dos balanços de quatro das sete maiores empresas do segmento”, afirmou Jose Torres, economista sênior da Interactive Brokers.
Na sexta-feira, a ministra da Indústria da Coreia do Sul, Kim Jung-kwan, deve visitar Washington, o que pode ajudar a aliviar as tensões comerciais e conceder algum tempo adicional para que o governo sul-coreano trabalhe na recomposição das relações bilaterais.
No Japão, o índice Nikkei TVC:NI225 avançou 0,9%, impulsionado por ações de tecnologia, como a Advantest, que saltou 5,9%. Em contrapartida, a recente valorização do iene voltou a pressionar empresas exportadoras, especialmente do setor automotivo.
Em outras praças da região, os índices chineses — Shenzhen SZSE:399001 , Hang Seng HSI:HSI , China A50 FTSE:XIN9 e Shanghai SSE:000001 — registraram altas modestas. Em Taiwan, o TWSE 50 FTSE:TW50 subiu 0,8%, apoiado principalmente pela valorização dos papéis da TSMC.
Na Austrália, com a volta do feriado, o ASX ASX:XJO avançou 0,9%, impulsionado pelos ganhos das mineradoras.
Preços do Ouro Voltam a Subir Após Forte Volatilidade
Os preços do ouro subiram no início da negociação de terça-feira, aproximando-se do nível dos 5.100 dólares e dos máximos históricos atingidos na sessão anterior. Depois da montanha-russa de segunda-feira, quando o metal precioso disparou para um nível recorde antes de devolver todos os ganhos e encerrar praticamente no mesmo ponto em que tinha começado, o ouro voltou a ganhar vantagem. As condições de base mantêm-se favoráveis, com tensões geopolíticas elevadas, incerteza económica e um dólar norte-americano mais fraco a funcionarem como fatores de suporte para o ouro. As negociações entre a Rússia e a Ucrânia parecem estar a estagnar, enquanto o risco de um ataque norte-americano em grande escala ao Irão continua em cima da mesa. Este contexto de turbulência geopolítica global está a reforçar o apelo do ouro enquanto ativo de refúgio. Ao mesmo tempo, a incerteza económica está a ser amplificada por renovadas ameaças tarifárias por parte dos EUA e pelo risco crescente de um encerramento parcial do governo norte-americano, depois de um grupo significativo de legisladores se ter comprometido a recusar apoio a medidas de financiamento associadas ao reforço em curso da aplicação das políticas de imigração. Entretanto, o dólar norte-americano mantém-se sob pressão, num contexto de expectativas mais dovish em relação à Reserva Federal, o que continua a dar suporte ao ouro, tendo em conta a relação inversa entre os dois ativos. Neste enquadramento, o caminho de menor resistência para os preços do ouro continua a apontar para cima, com os investidores atentos a eventuais sinais sobre a trajetória da política monetária da Fed que possam emergir da reunião do banco central agendada para quarta-feira e da conferência de imprensa de Jerome Powell.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Salesforce: Nova Empreiteira de Defesa dos EUA?A Salesforce atingiu um ponto de inflexão definitivo que transforma fundamentalmente a sua identidade corporativa. A empresa, historicamente conhecida como fornecedora de software comercial, garantiu um contrato massivo de 5,64 mil milhões de dólares com o Exército dos EUA, estendendo-se até 2035. Pela primeira vez, a gigante tecnológica posiciona-se como uma "empreiteira principal de defesa", abraçando a provocadora mudança de nome do Departamento de Defesa para "Departamento de Guerra" pela administração Trump. Este movimento não só estabiliza o fluxo de receitas da empresa com um acordo de longo prazo a preço fixo, como também a coloca no centro da competição geopolítica EUA-China.
O mercado respondeu com entusiasmo — os analistas aumentaram os preços-alvo para mais de 320 dólares por ação, e os investidores veem o contrato como uma garantia de fluxo de caixa semelhante a obrigações. As ações da empresa subiram para a faixa dos 257 dólares no início de 2026, refletindo a reavaliação de Wall Street da Salesforce como infraestrutura nacional crítica, em vez de um negócio SaaS volátil. No entanto, o pivô acarreta riscos significativos. Coloca em perigo as operações da Salesforce na China e levanta sérias questões sobre a soberania de dados na Europa, particularmente dado o CLOUD Act dos EUA. Com 20% das receitas provenientes da Europa, a Salesforce entra em conflito direto com as exigências de soberania digital de líderes como Macron e Scholz.
A dimensão tecnológica é igualmente convincente: a Salesforce está a investir agressivamente no Agentforce, a sua plataforma de agentes de IA autónomos, competindo diretamente com a Palantir pelo domínio no mercado de software governamental. A tecnologia promete uma automação radical da logística militar e da gestão de pessoal. O CEO Marc Benioff enfatizou a sua vantagem de preço, superando os concorrentes ao amortizar os custos de I&D através da sua enorme base comercial. No entanto, permanecem dúvidas: poderá esta mudança estratégica proporcionar retornos a longo prazo, ou a empresa ver-se-á presa em guerras comerciais e sanções que minam a rentabilidade futura?
XAUUSD – Brian | Análise Técnica H3O ouro quebrou oficialmente acima do nível de 5.000 pela primeira vez, confirmando uma grande mudança estrutural em prazos mais altos. O rompimento reforça a narrativa otimista mais ampla, com o preço agora negociando firmemente em modo de expansão, em vez de consolidação.
O movimento acima de 5.000 reflete uma demanda sustentada por investimentos de segurança em meio à elevada incerteza global. Enquanto a volatilidade de curto prazo permanece possível, o ambiente mais amplo continua favorecendo o ouro como um ativo defensivo, apoiando cenários de continuidade de alta.
Estrutura do Mercado e Contexto da Tendência (H3)
No prazo H3, o XAUUSD permanece bem contido dentro de um canal de preços em ascensão, com a estrutura definida por máximas mais altas e mínimas mais altas. O recente movimento impulsivo confirma a continuidade dentro da tendência dominante, em vez de um movimento terminal.
Observações estruturais chave do gráfico:
O preço está segurando acima da linha de tendência ascendente, que atuou como suporte dinâmico ao longo do avanço.
Um impulso limpo acima de 5.000 seguido por correções rasas sugere uma forte aceitação por parte dos compradores a preços mais altos.
A estrutura de Elliott mais ampla permanece construtiva, com o preço progredindo através de extensões de ondas mais altas, em vez de mostrar sinais de distribuição.
Zonas Técnicas Chave para Monitorar
Várias áreas técnicas importantes se destacam:
5.000 – zona de reteste da linha de tendência: Uma área potencial para o preço se estabilizar se um retrocesso técnico se desenvolver.
Zona de forte liquidez em torno de 4.787: Uma área de suporte mais profunda onde a liquidez do lado comprador está concentrada, alinhada com a estrutura anterior.
Zona FVG abaixo do preço atual: Representa negócios não concluídos caso a volatilidade aumente.
Zona de resistência superior / extensão próxima a 5.315 (Fibonacci 1.618): Uma área chave de reação de alta onde o preço pode pausar ou consolidar antes de uma nova expansão.
Enquanto o preço permanecer acima da linha de tendência e dos suportes de liquidez chave, a estrutura otimista permanece intacta.
Liquidez e Perspectiva Futura
O rompimento acima de 5.000 abre um novo regime de liquidez. Com resistência histórica limitada acima, o preço agora é impulsionado mais pela expansão da liquidez e momentum do que por zonas tradicionais de oferta.
Correções de curto prazo devem ser vistas no contexto de continuidade da tendência, em vez de reversão, a menos que haja uma quebra clara na estrutura. A aceitação acima de 5.000 fortaleceria ainda mais o caso para a continuidade da alta em direção a extensões de Fibonacci mais altas.
Tendência de Negociação
Tendência primária: Continuação otimista enquanto a estrutura se mantiver
Áreas de interesse chave:
Linha de tendência / zona de reteste de 5.000
Suporte de liquidez em 4.787
Resistência à extensão em 5.315
Prazo preferido para confirmação: H1–H4
Tendências fortes raramente se movem em linha reta. Paciência e alinhamento com a estrutura permanecem críticos nesta fase do mercado.
Consulte o gráfico anexo para uma visão detalhada da estrutura da tendência, zonas de liquidez e extensões de Fibonacci.
Siga o canal TradingView para obter acesso antecipado a atualizações estruturais e participar da discussão.
Ouro ultrapassa os 5000, estabiliza em 4H, prata sobe verticalmeO ouro subiu cerca de 17% no acumulado do ano, à medida que a confiança no dólar americano diminui.
Hoje, o ouro à vista subiu cerca de 0,9%, para cerca de US$ 5.030, após ter ultrapassado brevemente os US$ 5.100 anteriormente. Ele também ultrapassou os US$ 5.000 pela primeira vez durante as negociações na Ásia-Pacífico, mas o impulso parece estar diminuindo no gráfico de 4 horas. No entanto, o Goldman Sachs elevou sua meta para o ouro em dezembro de 2026 para US$ 5.400 por onça.
A prata se moveu ainda mais rapidamente. A relação entre ouro e prata caiu abaixo de 50 pela primeira vez desde março de 2012. Em termos simples, a prata está sendo negociada agora em seu nível mais forte em relação ao ouro em quase 14 anos.
Se o ouro se mantiver perto de US$ 5.100 e a relação reverter para sua média de longo prazo em torno de 70, a prata precisará cair para cerca de US$ 72 para voltar a essa relação histórica.
ALTSEASON 2026 - 2027 (Institucional)#TOTAL3ESBTC 1M - Análise Institucional
update de análise profissional
O índice TOTAL3ESBTC, que representa a relação entre a capitalização total do mercado de altcoins (excluindo BTC, ETH e stablecoins) precificado em Bitcoin, que está atualmente em torno de $0.3117, consolidado em uma fase de compressão após anos de tendência de baixa, com a linha de tendência principal de baixa (LTB) intacta desde setembro de 2021.
O gráfico mensal revela uma consolidação cada vez mais apertada em um range entre suportes chave em 0.25-0.30 e resistências diagonais descendentes, sugerindo uma iminente expansão de volatilidade.
Padrão clássico em ciclos de mercado onde rotações setoriais se preparam para ocorrer, impulsionado pela busca por outperform de altcoins em relação ao BTC para uma verdadeira altseason.
Essa estrutura técnica reflete uma perda prolongada de momentum para altcoins nos últimos 5 anos, com rejeições repetidas na linha de tendência descendente principal, sem rompimento significativo desde o pico de 2021. A "altseason" mais recente, no final de 2024, foi modesta, caracterizada por um pump rejeitado na LTB, sem a magnitude observada em 2017 e 2021.
Do ponto de vista institucional, essa análise sugere alta probabilidade de um movimento de rompimento em breve, mas o momento é a grande questão, conforme isso temos expansão de ETF's além de BTC, ETH, Solana e XRP junto a ações tokenizadas em RWA trazendo uma estimativa de trilhões para o mercado crypto. Desenhei três cenários potenciais:
Cenário A: Rompimento de alta imediato acima da LTB que atua como resistência descendente, impulsionando uma altseason rápida e direta ainda em 2026.
Cenário B: Queda para o suporte intermediário em torno de 0.25, seguida de um bounce e reversão bullish entre o meio desse ano e início de 2027.
Cenário C: Queda mais forte até o suporte final em níveis históricos baixos (próximo a 0.18 - 0.20), antes de encontrar fundo e iniciar alta já em 2027.
Se você está posicionado em altcoins agora, está acreditando no Cenário A; caso contrário, há risco de ver sua carteira no red até a confirmação em B ou C.
Pessoalmente, estou me posicionando para B ou C, (Fazendo DCA). Considerando o estágio do ciclo do BTC (com chance razoável de topo já formado) e o ambiente macro de aversão a risco, com a taxa de fundos federais nos EUA em torno de 3.64% (ainda elevada em contexto histórico recente, conforme dados do FED) e o ISM PMI Manufacturing em 47.9 para dezembro de 2025 (abaixo de 50, sinalizando contração e território negativo, conforme relatórios do Trading Economics e Investing).
Eu acho que precisamos ver:
1. Um ambiente totalmente de risco (taxa de fundos do FED caindo), talvez isso aconteça até o final de 2026.
2. E também o "Ciclo de Negócios" (PMI do ISM) atuando bem na zona positiva (atualmente é negativa e próxima a neutro)
Essa análise em #TOTAL3ESBTC indica preparação para uma altseason, mas o timing depende de melhorias macro. Oque indico que vou fazer é monitorar cortes do Fed e PMI para confirmação institucional.
CRYPTOCAP:TOTAL3ESBTC CRYPTO:BTCUSD
Não é uma recomendação de investimento.
Morning Call - 26/01/2026 - Ouro e Prata em Novas MáximasAgenda de Indicadores:
8:25 – BRA – Boletim Focus
13:30 – USA – Pedidos de Bens Duráveis
14:00 – USA – PIB Agora do Fed de Atlanta
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLG2026
Congresso volta do recesso no dia 2 de fevereiro
Entre as possíveis pautas do primeiro semestre, estão o acordo Mercosul/UE, a PEC da Segurança, o PL AntiFacção, a regulamentação do trabalho por aplicativo, a regulamentação da Inteligência Artificial e a MP do Gás do Povo.
Congresso Nacional
O Congresso Nacional retoma oficialmente seus trabalhos no dia 2 de fevereiro, após o recesso parlamentar, com uma agenda carregada de temas estruturais e de elevado impacto político, econômico e regulatório no primeiro semestre.
Entre as principais pautas em discussão estão o acordo Mercosul–União Europeia, que pode avançar no Legislativo após anos de impasse, além da PEC da Segurança, tema que a oposição pode explorar nas eleições deste ano.
Também ganham destaque o PL AntiFacção, que endurece regras contra organizações criminosas, e a regulamentação do trabalho por aplicativo, tema sensível tanto do ponto de vista social quanto econômico, com potencial impacto sobre o mercado de trabalho e empresas de tecnologia.
No campo da inovação, o Congresso deve avançar na regulamentação da Inteligência Artificial, buscando equilibrar estímulo ao desenvolvimento tecnológico com segurança jurídica e proteção de dados. Já na área de energia, a MP do Gás do Povo entra no radar, com foco na ampliação do acesso ao gás natural e redução de custos para consumidores.
Estados Unidos
Os índices futuros de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USATEC , ACTIVTRADES:USARUS e ACTIVTRADES:USAIND — operam próximos da estabilidade neste início de semana, enquanto o índice de volatilidade VIX $ACTIVTRADES:USAVIX registra alta moderada, refletindo a postura mais defensiva dos traders.
A cautela predomina antes da divulgação dos resultados de mais de 90 empresas do S&P 500, incluindo Apple, Meta, Microsoft e Tesla, um conjunto de balanços que pode redefinir o tom dos mercados nos próximos dias. Até o momento, a temporada de lucros segue robusta: 76% das companhias que já reportaram superaram as estimativas, sustentando o pano de fundo positivo para os ativos de risco.
Além dos resultados corporativos, os traders também voltam suas atenções ao Federal Reserve, que anuncia sua primeira decisão de política monetária do ano na quarta-feira. Embora seja amplamente esperado que o Fed mantenha a taxa básica inalterada, o foco de Wall Street estará nas sinalizações sobre o timing dos cortes de juros, especialmente diante da recente deterioração das condições financeiras globais.
No mercado de commodities, o movimento de busca por proteção se intensificou. O ouro à vista renovou máximas históricas, ultrapassando US$ 5.000 por onça, enquanto a prata rompeu com força a marca de US$ 100 por onça. O movimento ocorre em meio ao aumento das incertezas geopolíticas e é reforçado pela fraqueza do dólar americano. O índice do dólar (DXY) recua 0,4% nesta sessão, ampliando a forte queda observada na sexta-feira.
Canadá e China
O presidente dos EUA, Donald Trump, voltou a elevar o tom no fim de semana ao usar suas redes sociais para pressionar o governo canadense a recuar nas negociações de um acordo comercial com a China. O entendimento em discussão prevê a redução de tarifas canadenses sobre veículos elétricos chineses, em troca de menores impostos de importação por parte de Pequim sobre produtos agrícolas do Canadá, como a carne bovina.
Trump classificou o acordo como “um desastre” e fez uma ameaça direta de retaliação comercial. “A China vai devorar o Canadá vivo. Se o Canadá fechar um acordo com a China, será imediatamente atingido por uma tarifa de 100% sobre todos os bens e produtos canadenses que entrarem nos Estados Unidos”, afirmou.
Trump acrescentou que o país vizinho não poderá servir como plataforma para o escoamento de produtos chineses ao mercado americano. “Se ele acha que vai transformar o Canadá em um ‘porto de desembarque’ para a China enviar mercadorias aos Estados Unidos, está redondamente enganado”, disse o presidente.
Geopolítica: Rússia e Ucrânia
No fim de semana, foram concluídas mais uma rodada de negociações envolvendo representantes da Ucrânia, da Rússia e dos Estados Unidos, descritas pelo presidente ucraniano Volodymyr Zelensky como “discussões construtivas sobre possíveis parâmetros” para o encerramento da guerra.
Zelensky afirmou que o documento referente às garantias de segurança dos Estados Unidos para Kiev está “100% pronto”, um avanço relevante no eixo diplomático que busca dar sustentação a um eventual acordo de cessar-fogo ou paz duradoura.
Apesar do progresso, pontos centrais seguem sem consenso, especialmente as questões territoriais. A Rússia insiste em anexar as regiões do leste da Ucrânia, embora ainda não as controle integralmente — um dos principais entraves para qualquer acordo definitivo.
As delegações devem retornar aos Emirados Árabes Unidos para uma nova rodada de negociações no dia 1º de fevereiro.
Europa
As ações europeias — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — apresentam desempenho fraco nesta segunda-feira, com os traders mantendo uma postura defensiva após a forte volatilidade observada na semana passada.
O mercado opera em compasso de espera por importantes divulgações de resultados corporativos e, sobretudo, pela decisão de política monetária do Federal Reserve dos Estados Unidos, que pode redefinir o apetite global por risco nos próximos dias.
A cautela reflete ainda os desdobramentos da turbulência recente provocada pelas ameaças de tarifas do presidente Donald Trump relacionadas à Groenlândia. Embora a retórica tenha sido suavizada e as ameaças retiradas, os investidores seguem avaliando as implicações estruturais para o comércio global, diante do receio de que tarifas passem a ser utilizadas de forma recorrente como instrumento de barganha geopolítica.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: ACTIVTRADES:HKIND ACTIVTRADES:JP225 ACTIVTRADES:CHINAA50
Os mercados da Ásia-Pacífico iniciaram a semana sem direção única, enquanto que os traders aguardam a decisão de juros do FOMC na quarta-feira e os resultados corporativos das big techs americanas, dois catalisadores centrais para o sentimento global de risco.
O principal foco de risco na região asiática vem do Japão, onde o índice Nikkei TVC:NI225 liderou as perdas, pressionado pela forte valorização do iene e pelas crescentes preocupações com possíveis intervenções cambiais, o que afastou ainda mais o fluxo comprador do mercado acionário.
O iene chegou a ser negociado a 153,8 por dólar, o nível mais forte em mais de três meses, após sinais de intervenção na sexta-feira impulsionarem a moeda japonesa. No mesmo dia, segundo a Reuters, o Federal Reserve de Nova York realizou as chamadas “verificações de taxas” no par dólar-iene naquele dia — um procedimento técnico frequentemente interpretado como sinal preliminar de intervenção, possivelmente coordenada entre autoridades americanas e japonesas.
O Nikkei encerrou o pregão em queda de 1,8%, com 193 dos seus 225 componentes em baixa, 31 em alta e um estável. Um iene mais forte impacta diretamente os resultados das grandes exportadoras japonesas, ao reduzir o valor em ienes da receita gerada no exterior.
Entre os setores mais afetados, o automotivo liderou as perdas: Toyota, Honda e Nissan recuaram mais de 4% cada. O maior impacto individual veio do SoftBank Group, que caiu 4,9%, retirando cerca de 164 pontos do índice. Na ponta oposta, a varejista Nitori, beneficiada por um iene forte devido ao perfil importador, avançou 4,8%.
Segundo Maki Sawada, estrategista da Nomura Securities: “O risco de intervenção permanece e a perspectiva é incerta. Tanto para moedas quanto para ações, é difícil para os investidores assumirem posições neste cenário.”
Na China, os mercados fecharam de forma mista, com Shanghai SSE:000001 e Shenzhen SZSE:399001 em baixa, enquanto China A50 FTSE:XIN9 e Hang Seng HSI:HSI avançaram. O desempenho setorial foi positivo para o financeiro e empresas ligadas a commodities metálicas e energia, enquanto parte do setor de tecnologia operou sob pressão.
Na Coreia do Sul, o Kospi TVC:KOSPI recuou após atingir máxima histórica na sessão anterior. Em Taiwan, o TWSE 50 FTSE:TW50 subiu 0,7%, mesmo com a queda das ações da TSMC.
Na Austrália, os mercados permaneceram fechados devido a feriado nacional.
Poderá a Soberana da Cirurgia Sobreviver ao Próprio Sucesso?A Intuitive Surgical encontra-se num paradoxal cruzamento no início de 2026. Apesar de apresentar resultados impressionantes no quarto trimestre de 2025, com 2,87 mil milhões de dólares em receitas e um crescimento homólogo de 18,8%, a líder indiscutível na cirurgia assistida por robótica enfrenta pressões sem precedentes em múltiplas frentes. O lançamento bem-sucedido do sistema da Vinci 5, com tecnologia inovadora de feedback de força e aprovação da FDA para procedimentos cardíacos, posiciona a empresa para capturar novos mercados. No entanto, este triunfo tecnológico coincide com um "abismo de patentes", dado que propriedade intelectual crítica expirou em janeiro de 2026, abrindo a porta para que concorrentes repliquem funcionalidades centrais que anteriormente definiam o fosso competitivo da Intuitive.
A fortaleza da empresa está sitiada por ângulos inesperados. O litígio antitrust da Restore Robotics, reforçado pela autorização da FDA para instrumentos remanufaturados de terceiros, ameaça comoditizar a componente de alta margem do modelo de negócio "razor-and-blade" da Intuitive — instrumentos e acessórios que representam mais de 50% da receita. Entretanto, a guerra geopolítica transformou a gestão da cadeia de abastecimento numa estratégia existencial: a China controla 90% da capacidade de refinação de elementos de terras raras críticos para os motores dos robôs, com restrições de exportação suspensas apenas até novembro de 2026. Tarifas que atingem 145% em componentes essenciais comprimem as margens, apesar das orientações da gestão que mantêm margens de lucro bruto de 67-68% através de uma engenharia de custos agressiva.
O cenário macroeconómico agrava estes desafios. As projeções da Intuitive para 2026 apontam para uma desaceleração do crescimento de procedimentos para 13-15%, uma inevitabilidade matemática à medida que a empresa enfrenta a saturação nos mercados principais dos EUA e tem de extrair crescimento de fontes mais difíceis: expansão internacional com taxas de reembolso mais baixas, novas indicações complexas como a cirurgia cardíaca e centros de cirurgia ambulatória sensíveis ao preço. O modelo de receita recorrente da empresa, com 81% do rendimento proveniente da base instalada de mais de 9.000 sistemas, proporciona resiliência, mas os hospitais que enfrentam inflação salarial e restrições de capital escrutinam cada compra de um robô de 2 milhões de dólares com uma intensidade sem precedentes.
A Intuitive permanece soberana no bloco operatório, mas 2026 revela que manter a hegemonia requer mestria para além da inovação cirúrgica. A empresa deve, simultaneamente, fortificar-se contra interrupções na cadeia de abastecimento, defender o seu modelo económico em tribunal, penetrar em novas fronteiras clínicas sem tecnologia hática total (a autorização cardíaca restringe notavelmente o feedback de força em corações batendo) e navegar pelas vulnerabilidades de cibersegurança à medida que os sistemas se integram nas redes hospitalares. O "Bisturi Soberano" continua afiado, mas a mão que o empunha deve agora ser tão hábil na estratégia geopolítica, defesa jurídica e segurança digital quanto é no avanço das fronteiras da cirurgia minimamente invasiva.
XAUUSD (H2) – Plano Semanal de Risco LiamXAUUSD (H2) – Plano de Risco Semanal do Liam
Rali em estágio final em meio ao risco macro | Venda a prêmio, compre liquidez apenas
Resumo rápido
O ouro continua a subir, impulsionado pelo aumento do risco geopolítico e macroeconômico:
🇺🇸🇮🇷 As tensões entre os EUA e o Irã permanecem elevadas
🏦 FOMC: ~99% de chance de o Fed manter as taxas, com uma alta probabilidade de orientação agressiva de Powell
🇺🇸 Risco de paralisação do governo dos EUA no final desta semana
Este é um ambiente clássico para spikes de notícias e captação de liquidez.
O preço agora está sendo negociado em níveis de prêmio, então a vantagem passa a ser a negociação reativa, não a busca por força.
Contexto macro (favorável, mas perigoso de perseguir)
O estresse geopolítico mantém a demanda por ativos de proteção viva.
Uma mensagem hawkish do Fed pode acionar reações agudas no USD/juros, mesmo que as taxas se mantenham inalteradas.
As manchetes sobre a paralisação do governo frequentemente produzem movimentos rápidos, não tendências limpas.
➡️ Conclusão: a volatilidade aumentará, mas a direção será decidida em níveis de liquidez — não pelas notícias em si.
Visão técnica (H2 – com base no gráfico)
O ouro está em uma estrutura fortemente bullish, mas o preço entrou em uma expansão em estágio avançado após múltiplas pernas impulsivas.
Níveis chave do gráfico:
✅ Zona de VENDAS principal (prêmio / exaustão): 5155 – 5234
✅ Área de alta impulsiva atual: ~5060
✅ Liquidez do lado comprador (já construída): 4700 – 4800
✅ Liquidez do lado vendedor / zona de valor: 4550 – 4600
A estrutura sugere um caminho de alta probabilidade:
empurrar para cima para limpar a liquidez do lado comprador → rodar para baixo na liquidez do lado vendedor.
Cenários de negociação (estilo Liam: negociar o nível)
1️⃣ Cenários de VENDA (prioridade – distribuição a prêmio)
A. VENDER na extensão de prêmio (ideia primária)
✅ Zona de Venda: 5155 – 5234
Condição: rejeição / perda de momento no M15–H1
SL: acima da alta
TP1: 5000
TP2: 4800
TP3: 4600 (liquidez do lado vendedor)
Lógica: Esta zona representa compradores tardios e entradas de FOMO. Área ideal para distribuição e rotação média, especialmente durante manchetes macroeconômicas.
B. VENDER continuidade falhada
✅ Se o preço disparar acima de 5060, mas não conseguir se manter (falso rompimento):
Vender na quebra de TF menor
TP: 4800 → 4600
Lógica: Spikes impulsionados por manchetes frequentemente falham após a liquidez ser capturada.
2️⃣ Cenário de COMPRA (secundário – valor apenas)
COMPRAR apenas na liquidez do lado vendedor
✅ Zona de Compra: 4550 – 4600
Condição: varredura de liquidez + forte reação bullish
TP: 4800 → 5000+
Lógica: Esta é a primeira área onde compradores de longo prazo recuperam vantagem de R:R. Sem interesse em comprar acima do valor.
Notas chave para a semana
Espere falsos rompimentos em torno do FOMC.
Reduza o tamanho durante o discurso de Powell.
Evite entradas na média entre 4800–5000.
A paciência compensa mais do que a previsão.
Qual é a sua tendência esta semana:
vender a zona de prêmio de 5155–5234, ou esperar uma pullback mais profunda na liquidez de 4600 antes de reavaliar?
— Liam
XAUUSD – H1 Perspectiva: Novo ATHXAUUSD – Perspectiva H1: Novo ATH, Agora Observe a Estrutura de Retração | Lana ✨
O ouro atingiu novas máximas históricas e agora está sendo negociado perto da área psicológica de $5,100. Após seis sessões consecutivas de alta, a tendência ainda é forte — mas, a esses níveis, o mercado frequentemente precisa de uma retração controlada para reequilibrar a liquidez antes da próxima expansão.
📌 Resumo Rápido
Tendência: Altista (forte momentum, novo ATH)
Prazo: H1
Foco: Não perseguir máximas → esperar pela retração na estrutura
Ideia-chave: Retração → manter suporte → continuação em direção à oferta superior
📈 Estrutura do Mercado & Ação do Preço
O preço está se movendo dentro de uma perna de expansão altista, e a área atual é uma zona “estendida” típica onde a volatilidade pode aumentar.
Uma retração em direção ao primeiro suporte estrutural limpo é saudável e frequentemente necessária após uma forte alta.
Enquanto o preço se mantiver acima dos suportes chave, a tendência permanece de continuação, não de reversão.
🔍 Zonas Chave do Gráfico
1) Oferta Superior / Área de Realização de Lucros
5100–5130 (aprox.)
Esta é a área onde o preço provavelmente enfrentará pressão de venda / realização de lucros, especialmente após uma alta vertical.
2) Suporte Primário (Zona de Compra na Retração)
5000–5020
Esta é a área mais importante de “reteste da estrutura” no gráfico — uma zona lógica para o preço reequilibrar antes da continuação.
3) Zona de Valor Mais Profundo (Se a Retração Se Estender)
4750–4800 (conjunto de valores de Fibonacci no gráfico)
Se o mercado retrair mais, esta se torna a zona de valor mais atraente para observar reações mais fortes.
4) Zona de Demanda Principal (Suporte Extremo)
4590–4630 (área de demanda roxa inferior)
Esta é uma zona base mais profunda se o mercado mudar para uma correção maior.
🎯 Cenários de Trading (Baseados em Estrutura)
✅ Cenário A (Primário): Comprar na Retração na Estrutura
Entrada de Compra: 5005 – 5015
SL: 4995 – 5000 (8–10 pontos abaixo da entrada)
Alvos de TP (escale para fora):
TP1: 5065 – 5075 (reteste da recente máxima)
TP2: 5100 (marco psicológico)
TP3: 5125 – 5135 (oferta superior / zona de extensão)
TP4: 5150+ (se a quebra se aceitar)
Ideia: Deixe o preço voltar ao suporte, confirmar, e então siga a tendência — não perca a oportunidade.
✅ Cenário B (Alternativo): Retração Mais Profunda em Valor
Se o preço não conseguir se manter entre 5000–5020 e cair mais:
Entrada de Compra: 4760 – 4790
SL: 4750 – 4755
Alvos de TP:
TP1: 4900
TP2: 5000
TP3: 5100
TP4: 5125 – 5135
🌍 Contexto Macro (Breve & Relevante)
O momentum altista do ouro está sendo sustentado por:
Fluxos de porto seguro em meio a incertezas geopolíticas e comerciais em andamento
Expectativas de mais afrouxamento do Fed
Continuação das compras dos bancos centrais
Fortes entradas em ETFs
Esse cenário ajuda a explicar por que as retrações são mais propensas a ser realizações de lucros e posicionamentos, não uma mudança estrutural de tendência.
✨ Visão de Lana
O ouro é altista — mas os melhores trades geralmente vêm da paciência, não da empolgação. Em níveis de ATH, Lana prefere comprar retrações na estrutura, escalando para alvos e deixando o mercado fazer o trabalho.
XAUUSD – Brian | Análise Técnica H3O ouro continua a negociar dentro de uma estrutura de alta bem definida no timeframe H3, apoiado por um forte momento técnico. A ação do preço permanece ordenada, com avanços impulsivos seguidos por correções controladas — uma característica de um mercado tendencial saudável.
De um ponto de vista macro, a incerteza geopolítica permanece elevada após os comentários recentes do presidente Trump sobre o aumento do controle dos EUA sobre áreas militares estratégicas na Groenlândia. Embora não implique ocupação direta, o desenvolvimento acrescenta sensibilidade ao risco mais amplo e continua a apoiar o papel do ouro como um ativo defensivo.
Estrutura do Mercado & Contexto Técnico (H3)
No gráfico H3, o XAUUSD permanece firmemente acima de sua linha de tendência ascendente, com a estrutura do mercado definida por máximas mais altas e mínimas mais altas. Uma quebra anterior de estrutura (BOS) confirmou a continuidade de alta e abriu a porta para uma nova expansão.
Áreas técnicas chave destacadas no gráfico:
Uma forte perna impulsiva seguida por correções, consistente com a continuidade da tendência.
Expansão de Fibonacci com a extensão 2.618 perto da zona 5005, atuando como uma área de reação importante.
Uma zona de pullback de liquidez em torno de 4825, alinhada com o suporte da linha de tendência e adequada para cenários de continuidade.
Uma POC / área de valor mais baixa atuando como suporte mais profundo se a volatilidade aumentar.
Enquanto o preço se mantiver acima dessas zonas de demanda, a estrutura de alta mais ampla permanecerá intacta.
Liquidez & Expectativas Futuras
A liquidez ascendente permanece disponível acima das máximas recentes, enquanto os pullbacks de curto prazo provavelmente são impulsionados pela realização de lucros, em vez de fraqueza estrutural. A área de 5000–5005 representa uma zona de decisão chave onde o preço pode pausar ou consolidar antes do próximo movimento direcional.
Tendência de Negociação
Tendência primária: Continuação de alta enquanto a estrutura se mantiver
Zonas chave para monitorar:
4825 – pullback de liquidez / continuidade da tendência
5000–5005 – extensão e zona de reação principais
Timeframe preferido: H1–H4
O gerenciamento de risco permanece essencial, particularmente em um mercado sensível a fluxos de notícias súbitos.
Consulte o gráfico anexo para uma visão detalhada da estrutura de mercado, zonas de liquidez e extensões de Fibonacci.
Siga o canal TradingView para receber atualizações antecipadas e participe da discussão sobre estrutura de mercado e ação do preço.
XAUUSD – H1: Tendência ForteXAUUSD – Perspectiva Técnica H1: Risco de Extensão Próximo às Máximas à Medida que a Tensão Geopolítica Aumenta | Lana ✨
O Ouro continua a operar em uma estrutura bullish forte, com o preço subindo ao longo de uma linha de tendência ascendente. No entanto, à medida que o mercado se aproxima das zonas de resistência superiores, a ação do preço sugere que a alta pode estar entrando em uma fase mais sensível, onde o risco de extensão e a volatilidade aumentam.
📈 Estrutura de Mercado & Ação de Preço
A tendência de curto prazo permanece bullish, com o preço respeitando a linha de tendência crescente.
A ação recente do preço mostra um forte impulso de compra, seguido por correções rasas — um sinal de demanda agressiva.
No entanto, o preço agora está sendo negociado próximo ao limite superior do canal de tendência, onde a continuidade ascendente frequentemente se torna menos eficiente e mais reativa.
A estrutura atual favorece a continuidade, mas o risco aumenta à medida que o preço se afasta mais do valor.
🔍 Zonas Técnicas Chaves no H1
Zona de resistência / reação imediata: 4987 – 5000
Esta área representa um teto de curto prazo onde o preço pode hesitar ou formar uma consolidação temporária.
Zona de venda (área de extensão): 5053 – 5070
Uma zona premium onde a alta se torna cada vez mais estendida e a realização de lucro ou reações corretivas são mais prováveis.
Principais zonas de suporte & valor abaixo:
4663 – 4629 (aceitação anterior + suporte estrutural)
4595 – 4570 (área de valor mais profunda alinhada com a retração de Fibonacci)
Essas zonas inferiores permanecem pontos de referência importantes se o preço transitar de extensão para correção.
🎯 Cenários de Negociação
Cenário principal (continuação bullish):
Se o preço consolidar acima de 4987 e aceitar níveis mais altos, o mercado pode se estender para a zona de 5053–5070. Qualquer movimento nessa área deve ser monitorado de perto para sinais de exaustão em vez de perseguições tardias de rompimento.
Cenário alternativo (pullback na estrutura):
A falha em manter-se acima de 4987–5000 pode desencadear um movimento corretivo de volta para 4663–4629, onde os compradores poderão procurar reengajar a um melhor valor.
Lana prefere esperar por reações em zonas chave, e não perseguir o preço quando já está estendido.
🌍 Contexto Geopolítico (Por que a Volatilidade Importa Agora)
Relatórios recentes indicam que o grupo de ataque do porta-aviões USS Abraham Lincoln entrou no Oceano Índico, com expectativas de mover-se em direção ao Mar Arábtico nos próximos dias. A presença militar dos EUA no Oriente Médio, em meio a preocupações de potenciais escaladas envolvendo o Irã, adiciona uma camada de incerteza geopolítica.
Historicamente, tais desenvolvimentos tendem a:
Aumentar a volatilidade de curto prazo no ouro
Suportar o ouro como um hedge, enquanto também desencadeia movimentos bruscos de realização de lucros
Esse cenário reforça a importância da gestão de risco e da paciência, especialmente quando o preço está sendo negociado próximo das zonas premium.
🧠 Perspectiva de Lana
O ouro permanece bullish, mas nem toda fase bullish é um bom lugar para comprar.
À medida que o preço sobe para zonas premium e de extensão, Lana se concentra na estrutura, valor e reação, não no impulso emocional.
✨ Respeite a tendência, gerencie o risco de extensão e deixe o preço vir até seus níveis.
XAUUSD (H3) – Plano LiamXAUUSD (H3) – Plano do Liam
Expansão em estágio avançado | Procure distribuições e reações de venda
Resumo rápido
O ouro subiu agressivamente e agora está sendo negociado em expansão de alta em estágio avançado, situado próximo a preços premium após múltiplas pernas impulsivas.
Do lado macro, os comentários políticos da Europa destacam uma mudança estrutural no poder global:
A influência da Europa está enfraquecendo à medida que as discussões entre EUA e Rússia contornam Bruxelas.
BRICS e SCO agora representam mais da metade da população mundial.
Chamadas para uma nova cooperação energética entre a UE e a Rússia sublinham a incerteza de longo prazo na posicionamento geopolítico da Europa.
Esse pano de fundo mantém o ouro estruturalmente apoiado, mas em níveis atuais, o risco se desloca para a distribuição em vez de uma continuidade limpa.
Contexto macro (apoiador, mas risco assimétrico)
O equilíbrio global de poder continua a mudar do Ocidente para o Oriente, reforçando a demanda de longo prazo por ativos reais.
No entanto, grande parte do prêmio geopolítico de curto prazo já está precificado após o recente movimento vertical.
Resultado: a continuidade para cima é possível, mas o risco/recompensa agora favorece vendas reativas em vez de novas compras.
➡️ Conclusão: não lute contra a tendência macro, mas também não persiga o preço.
Visão técnica (H3 – com base no gráfico)
O ouro continua em uma tendência de alta mais ampla, mas a ação do preço mostra sinais de desaceleração e potencial distribuição perto das máximas.
Níveis chave do gráfico:
✅ Zona de venda premium: 5000 – 5050 (faixa superior / área de distribuição)
✅ Zona de reação de venda: 4920 – 4950 (máximas locais / área de rejeição)
✅ Suporte de retração de alta: 4700 – 4750 (fib + estrutura)
✅ Liquidez principal / suporte profundo: 4350 – 4450
O preço está negociando muito acima do equilíbrio, aumentando a probabilidade de rotação de volta para o valor ou liquidez do lado da venda.
Cenários de negociação (estilo Liam: negocie o nível)
1️⃣ Cenários de VENDA (prioridade – reação em estágio avançado)
A. VENDER na zona de prêmio / distribuição
✅ Venda: 5000 – 5050
Condição: rejeição clara / perda de momentum no M15–H1
SL: acima da máxima
TP1: 4920
TP2: 4750
TP3: 4450 (se a distribuição se expandir)
Lógica: Ralis em estágio avançado frequentemente formam topos arredondados ou padrões de distribuição antes de girar para baixo. Essa zona favorece vendas curtas definidas por risco, não compras de rompimento.
B. VENDER máxima mais baixa / reação
✅ Venda: 4920 – 4950
Condição: falha em manter as máximas + mudança bearish em TFs menores
TP: 4750 → 4450
Lógica: Esta área atua como uma zona de reação dentro da faixa de distribuição — ideal para vendas táticas.
2️⃣ Cenário de COMPRA (secundário – apenas valor)
COMPRAR apenas em retração profunda
✅ Zona de compra: 4350 – 4450
Condição: varredura de liquidez + forte reação bullish
TP: 4700 → 4920
Lógica: Esta é a primeira área onde compradores de longo prazo recuperam uma clara vantagem de R:R. Sem interesse em comprar acima do valor.
Notas chave
Tendências em estágio avançado punem a impaciência.
Evite entradas na média.
Espere rompimentos falsos perto das máximas.
Confirmação > convicção.
Qual é o seu viés aqui: vender distribuições perto das máximas ou esperar pacientemente por uma correção mais profunda entre 4700–4450 valor?
— Liam
Morning Call - 23/01/2026 - Intel desaba mais de 13%Agenda de Indicadores:
11:45 – USA – PMIs da S&P Global (Prévia)
12:00 – USA – Uni. Michigan: Expectativa de Inflação de 1 e 5 anos
12:00 – USA – Uni. Michigan: Confiança do Consumidor
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLG2026
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, reforçou ontem que sua única intenção é disputar a reeleição ao Palácio dos Bandeirantes em 2026, descartando qualquer possibilidade de concorrer à Presidência da República.
Estados Unidos
Os índices futuros de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USATEC , ACTIVTRADES:USARUS e ACTIVTRADES:USAIND — operam em leve baixa nesta sexta-feira, após o balanço da Intel ser mal recebido pelo mercado e contaminar o sentimento em outras ações do setor de tecnologia. O índice de volatilidade VIX $ACTIVTRADES:USAVIX, conhecido como o “termômetro do medo” de Wall Street, apresenta variação contida, sugerindo cautela, mas sem sinais de estresse mais agudo.
Enquanto isso, os mercados de metais preciosos renovaram máximas históricas, em um ambiente de dólar enfraquecido. O ouro avançou pelo quinto dia consecutivo, a prata saltou 2,8% e a platina também atingiu novos recordes, refletindo a busca por ativos de proteção em meio à deterioração da confiança nos Estados Unidos.
“A fraqueza do dólar reflete uma perda de credibilidade e prestígio dos EUA”, afirmou Kyle Rodda, analista sênior de mercado da Capital.com, em Melbourne. “A alta do ouro é o espelho dessa perda de credibilidade. Existem vários fatores impulsionando o metal, mas, nesta semana, o principal é a erosão da confiança nos Estados Unidos”, acrescentou.
Resultado da Intel
A Intel informou nesta quinta-feira que enfrentou dificuldades para atender à forte demanda por chips de servidores utilizados em data centers voltados à inteligência artificial e apresentou projeções de receita e lucro para o próximo trimestre abaixo das estimativas do mercado. A combinação desses fatores fez com que as ações da companhia despencassem cerca de 13% no pregão estendido.
As projeções reforçam os desafios estruturais enfrentados pela Intel em um setor altamente cíclico, no qual os produtos atuais refletem decisões estratégicas tomadas anos atrás. Embora as ações da empresa acumulem alta de cerca de 40% no último mês, o momento operacional segue pressionado. Recentemente, a companhia lançou um novo chip para laptops — visto como peça-chave na tentativa de recuperar a liderança no mercado de computadores pessoais — justamente em um contexto em que a escassez de chips de memória ameaça limitar as vendas de todo o setor.
Executivos da Intel admitiram que a empresa foi surpreendida pela aceleração da demanda por processadores centrais (CPUs) para servidores, que operam em conjunto com os chips de IA. Mesmo com suas fábricas operando próximas do limite, a companhia não consegue ampliar a oferta desses componentes, deixando de capturar receitas relevantes no segmento de data centers. Ao mesmo tempo, o foco no lançamento do novo chip para PCs tem pressionado as margens de lucro.
Para o trimestre atual, a Intel projeta receita entre US$ 11,7 bilhões e US$ 12,7 bilhões, abaixo da estimativa média dos analistas, de US$ 12,51 bilhões, reforçando a percepção de um curto prazo desafiador para a empresa em meio à corrida global por capacidade em inteligência artificial.
Europa
As ações europeias — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — recuam nesta sexta-feira, interrompendo a mais longa sequência de ganhos semanais desde maio, à medida que os traders reavaliam os riscos após o recente agravamento das tensões comerciais envolvendo a Groenlândia.
“Temos observado um aumento generalizado da incerteza neste ano. Mesmo que a questão da Groenlândia pareça temporariamente resolvida, os itraders permanecem cautelosos porque temem que o tema volte ao radar”, afirmou Michael Field, estrategista-chefe de ações europeias da Morningstar.
Os mercados foram sacudidos ao longo da semana depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou impor tarifas a oito países europeus até que Washington fosse autorizado a adquirir a Groenlândia. Embora o presidente tenha recuado posteriormente, citando um entendimento com a OTAN, o episódio reforçou a percepção de que as tarifas seguem sendo utilizadas como instrumento de pressão política.
“Poucos traders comemoraram a desescalada. A forma como o episódio se desenrolou foi vista como um teste desnecessário e imprudente à credibilidade e à coesão da OTAN. A leitura predominante é que se trata apenas de um alívio temporário, e dificilmente será a última crise transatlântica desta administração”, avaliaram estrategistas do Atlantic Council.
No campo macroeconômico, os dados de PMIs indicaram aceleração da atividade nos setores de serviços e indústria da Alemanha e do Reino Unido, enquanto a França registrou desaceleração no setor de serviços, reforçando o quadro de crescimento desigual entre as principais economias da região.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: ACTIVTRADES:HKIND ACTIVTRADES:JP225 ACTIVTRADES:CHINAA50
Os mercados da Ásia-Pacífico avançaram nesta sexta-feira, após o Banco do Japão manter as taxas de juros inalteradas, enquanto o ouro e a prata renovaram máximas históricas em meio à retomada da pressão sobre o dólar americano.
Na Coreia do Sul, o índice Kospi TVC:KOSPI atingiu uma nova máxima histórica e superou a marca simbólica dos 5.000 pontos, consolidando um marco que o presidente Lee Jae-myeung havia prometido alcançar por meio de reformas estruturais no mercado financeiro e mudanças na política tributária.
Em Taiwan, o índice TWSE 50 FTSE:TW50 liderou os ganhos na região, com alta de 1%, impulsionado principalmente pelas ações da TSMC, que avançaram 0,6%.
Na China, os principais índices — Shenzhen SZSE:399001 , Hang Seng HSI:HSI , China A50 FTSE:XIN9 e Shanghai SSE:000001 — registraram altas moderadas, movimento que também foi acompanhado pelo índice australiano ASX $ASX:XJO.
No Japão, o Nikkei TVC:NI225 subiu 0,8%, apoiado por comentários do presidente do BC, Ueda, e por dados de inflação em linha com as expectativas. Os preços ao consumidor avançaram 2,4% em dezembro na comparação anual, reforçando a percepção de continuidade do crescimento da economia japonesa.
Especial BoJ
O Banco do Japão manteve a taxa básica de juros em 0,75%, decisão amplamente esperada pelo mercado após a elevação de 0,5% realizada em dezembro. O banco reiterou projeções de inflação mais elevadas e reforçou que seguirá atento aos riscos associados à fraqueza do iene e alta dos rendimentos da dívida.
Em coletiva de imprensa, o presidente do banco central, Kazuo Ueda, afirmou que os aumentos salariais recorrentes vêm estimulando as empresas a repassar custos trabalhistas aos preços, fortalecendo o argumento de uma inflação resiliente.
“Com o avanço gradual dos preços e dos salários, entramos em uma fase em que precisamos avaliar se essa dinâmica será mantida e em que ritmo, analisando diversos indicadores antes de decidir sobre a trajetória dos juros”, disse Ueda.
No colegiado, o conselheiro Hajime Takata chegou a propor um novo aumento de juros pela segunda reunião consecutiva. A iniciativa não encontrou apoio entre os demais membros, mas evidenciou um viés mais conservador emergente dentro do Conselho.
Nas projeções econômicas, o Banco do Japão adotou um tom mais construtivo, afirmando que o ciclo positivo entre renda e consumo “deve se fortalecer gradualmente”. A autoridade monetária revisou para cima suas estimativas de crescimento e inflação para os anos fiscais de 2025 e 2026 e manteve a avaliação de que a economia segue em trajetória de recuperação moderada.
Apesar do discurso mais firme, o mercado cambial reagiu de forma volátil. O iene inicialmente se desvalorizou, mas posteriormente registrou um movimento abrupto de valorização, acendendo o alerta entre investidores para uma possível intervenção das autoridades monetárias.
A ministra das Finanças, Satsuki Katayama, evitou comentar se o ministério realizou verificações no mercado de câmbio após a oscilação da moeda.
No mercado de renda fixa, Ueda adotou um tom mais direto ao abordar a alta dos rendimentos dos títulos públicos japoneses. Segundo ele, o aumento acelerado das taxas de longo prazo está sendo monitorado de perto.
“Os juros de longo prazo estão subindo em um ritmo bastante rápido. Estamos preparados para agir prontamente diante de movimentos excepcionais ou desordenados, em coordenação com o governo”, afirmou, sem detalhar quais instrumentos poderiam ser utilizados.
Desde 2024, o Banco do Japão vem reduzindo gradualmente suas compras de títulos, dentro de um cronograma previamente definido. A instituição reiterou, no entanto, que poderá interromper esse processo ou realizar operações emergenciais de compra caso surjam episódios de estresse extremo nos mercados financeiros.
Ouro renova máximos apesar de alívio geopolítico
Os preços do ouro atingiram um novo máximo histórico nas primeiras horas de negociação de sexta-feira, antes de recuarem para níveis ligeiramente acima dos 4.900 dólares. Apesar de algum alívio de curto prazo nas tensões geopolíticas, após o recuo do presidente dos EUA da iminência de uma guerra comercial com a Europa em torno da Gronelândia e de ter afastado a possibilidade de recorrer à força, o enquadramento geopolítico global continua turbulento e imprevisível. A guerra na Ucrânia, o risco de um ataque norte-americano de grande escala ao Irão e as fissuras cada vez mais visíveis na tradicional aliança ocidental continuam a reforçar o apelo do ouro como ativo de refúgio. Ao mesmo tempo, o dólar norte-americano mantém uma trajetória descendente face às restantes principais moedas, numa dinâmica que oferece apoio adicional ao metal precioso. As expectativas do mercado em relação à política monetária da Reserva Federal estão a tornar-se cada vez mais dovish, com a pressão política da Casa Branca a aparentar sobrepor-se aos dados económicos. Os números divulgados ontem mostraram que o crescimento do PIB no terceiro trimestre foi de 4,4%, acima das expectativas, enquanto a leitura mais recente da inflação subiu para 2,8%. Ainda assim, as expectativas de uma Fed mais dovish continuam a pesar sobre o dólar, dando novo impulso ao ouro e criando margem para novas subidas dos preços.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
XAUUSD (H4) – Plano de Continuação LiamXAUUSD (H4) – Plano de Continuação do Liam
A tendência permanece forte, mas o preço está estendido | Compre recuos, não máximas
Resumo rápido
O ouro continua a negociar firmemente dentro de uma estrutura bullish forte. A pressão macro sobre a demanda por ativos de refúgio diminuiu ligeiramente, à medida que as tensões geopolíticas e comerciais entre os EUA e a UE esfriam, enquanto a alta nos preços do petróleo (apoiada pela perspectiva de demanda da Saudi Aramco) mantém as expectativas de inflação vivas.
Apesar da tendência bullish, o preço está atualmente estendido perto da faixa superior, então a execução hoje deve se concentrar em comprar recuos na estrutura, não em perseguir rompimentos.
Contexto macro (apoiador, mas menos explosivo)
A diminuição da fricção geopolítica entre os EUA e a Europa suavizou os fluxos impulsionados pelo pânico.
Os preços do petróleo em alta mantêm as expectativas de inflação elevadas, limitando a pressão de baixa sobre o ouro.
O USD permanece relativamente estável (USD/CAD se mantendo firme), sugerindo que a força do ouro é impulsionada pela estrutura em vez de ser uma negociação puramente motivada pelo medo.
➡️ Conclusão: ambiente favorável à tendência, mas a volatilidade agora é mais técnica do que impulsionada por manchetes.
Visão técnica (H4 – com base no gráfico)
O ouro está respeitando uma linha de tendência ascendente limpa, com pernas impulsivas seguidas por recuos rasos.
Níveis-chave do gráfico:
✅ Extensão superior / alvo de continuação: zona de 5000+
✅ Zona de compra de continuação bullish: 4580 – 4620 (rompimento anterior + suporte fib)
✅ Suporte da linha de tendência: dinâmico (ascendente)
✅ Suporte de correção mais profunda: 4400 – 4450
O preço está atualmente negociando acima da expansão fib de 1.618, o que aumenta a probabilidade de consolidação ou recuo de curto prazo antes da continuação.
Cenários de negociação (estilo Liam: negociar o nível)
1️⃣ Cenários de COMPRA (prioridade – continuação da tendência)
A. COMPRA recuo na estrutura (configuração preferida)
✅ Zona de compra: 4580 – 4620
Condição: manter acima da linha de tendência + reação bullish no M15–H1
SL: abaixo da estrutura / linha de tendência
TP1: máxima recente
TP2: 4900
TP3: extensão em direção a 5000+
Lógica: Esta zona se alinha com a resistência anterior que se tornou suporte e retração fib — uma entrada de continuidade com maior probabilidade do que comprar máximas.
B. COMPRA de queda mais profunda (apenas se a volatilidade aumentar)
✅ Zona de compra: 4400 – 4450
Condição: forte rejeição / sweep de liquidez
TP: 4580 → 4800+
Lógica: Este é o último suporte estrutural limpo dentro da tendência atual. Uma queda aqui provavelmente seria corretiva, não final da tendência.
2️⃣ Cenário de VENDA (contratendência, tático apenas)
❌ Sem viés de VENDA swing enquanto o preço se mantiver acima da linha de tendência ascendente. Vendas curtas fazem sentido apenas como scalp de muito curto prazo nos altos com clara rejeição em TFs menores.
Anotações chave
Tendências fortes punem a impaciência – aguarde recuos.
Evite entradas no meio do movimento após velas impulsivas.
Se o preço acelerar verticalmente sem retração, mantenha-se fora.
Qual é a sua abordagem: esperar pelo recuo de 4580–4620 para entrar na tendência, ou permanecer sem posição até uma correção mais profunda em direção a 4450?
— Liam
XAUUSD – Perspectiva Técnica H2XAUUSD – Perspectiva Técnica H2: Retração de Liquidez Dentro de uma Estrutura Bullish Forte | Lana ✨
O ouro continua a negociar dentro de uma estrutura bullish bem definida na faixa de tempo H2. O recente aumento foi impulsivo, seguido por uma retração saudável que parece estar reequilibrando a liquidez em vez de sinalizar uma reversão de tendência.
A ação do preço permanece construtiva enquanto o mercado respeitar níveis estruturais chave e a linha de tendência ascendente.
📈 Estrutura do Mercado & Contexto da Tendência
A tendência geral permanece bullish, com máximas mais altas e mínimas mais altas ainda intactas.
O preço continua a respeitar a linha de tendência ascendente, que tem atuado como suporte dinâmico confiável ao longo da tendência de alta.
A retração recente ocorreu após uma expansão agressiva para cima, adequando-se à sequência clássica:
Impulso → Retração → Continuação
Nenhum padrão claro de distribuição é visível neste estágio. Enquanto o suporte estrutural se mantiver, a tendência permanece COMPRA nas retrações, não vendendo força.
🔍 Zonas Técnicas Chave & Áreas de Valor
Zona Primária de POC para Compra: 4764 – 4770
Esta área representa um nó de alto volume (POC) e se alinha de perto com a linha de tendência ascendente. É uma zona natural onde o preço pode reequilibrar antes de retomar a tendência bullish.
Área de Valor Secundária (VAL–VAH): 4714 – 4718
Uma zona de liquidez mais profunda que pode atuar como suporte se a pressão de venda aumentar temporariamente.
Resistência de curto prazo: 4843
Aceitação acima deste nível fortalece o cenário de continuação.
Zona de reação psicológica: 4900
Provavelmente gerará hesitação de curto prazo ou realização de lucros.
Metas de expansão em prazos mais longos:
5000 (nível psicológico)
Extensão de Fibonacci 2.618, onde uma liquidez significativa pode estar repousando.
🎯 Plano de Negociação – Baseado na Estrutura H2
✅ Cenário Primário: COMPRAR na Retração
Entrada de Compra:
👉 4766 – 4770
Lana prefere se envolver apenas se o preço recuar para a zona de POC e mostrar confirmação bullish no H1–H2 (manutenção da linha de tendência, forte rejeição de preços mais baixos ou continuidade bullish).
Stop Loss:
👉 4756 – 4758
(Colocado cerca de 8–10 pontos abaixo da entrada, abaixo da zona de POC e da linha de tendência ascendente)
🎯 Metas de Take Profit (Saídas Escalonadas)
TP1: 4843
Primeira zona de resistência — realização de lucros parcial recomendada.
TP2: 4900
Nível psicológico com reações potenciais de curto prazo.
TP3: 5000
Marco psicológico importante e meta de expansão para cima.
TP4 (extensão): 5050 – 5080
Área alinhada com a extensão de Fibonacci 2.618 e liquidez em prazos mais altos.
A abordagem preferida é escalar a saída gradualmente e proteger a posição, ajustando o risco à medida que o preço confirma a continuação.
🌍 Contexto Macro (Breve)
De acordo com o Goldman Sachs, espera-se que os bancos centrais em mercados emergentes continuem diversificando reservas de ativos tradicionais para o ouro. As compras anuais médias de ouro pelos bancos centrais devem chegar a cerca de 60 toneladas até 2026, reforçando a demanda estrutural por ouro.
Essa acumulação contínua suporta a ideia de que as retrações são mais provavelmente impulsionadas por posicionamento e realização de lucros, em vez de uma mudança nos fundamentos de longo prazo.
🧠 Opinião de Lana
Isso permanece uma retração dentro de uma tendência bullish, não uma reversão bearish. O foco continua em comprar valor em zonas de liquidez chave, não em perseguir preço nos altos. Paciência, estrutura e execução disciplinada permanecem a vantagem.
✨ Respeite a tendência, negocie a estrutura e deixe o preço vir até a sua zona.






















