Prata subiu 25% em menos de 10 pregõesEm apenas 15 dias de 2026 já podemos ver a prata superando a marca de valorização de 25% no ano. Sendo que, olhando a janela do último mês, o metal precioso valorizou mais de 40% frente aos 6% de valorização do ouro. O que está acontecendo?
Elenco 3 motivos pelos quais a cotação do ouro e da prata será protagonista em 2026, e esses motivos passam por diversos setores e corroboram de forma conjunta uma demanda avassaladora.
O primeiro e mais simples são os níveis de estoque. Os metais são ativos físicos; eles existem no mundo real e estão estocados em algum lugar do mundo, sejam portos, bolsas de metais ou estoque da indústria. Diferente do ouro, a prata não é só reserva de valor. Ela é insumo crítico para eletrônicos, chips, energia solar, infraestrutura elétrica etc.
Os indicadores divulgados pelas casas que estocam dizem que as reservas de prata nas principais câmaras de Londres (LME) têm caído fortemente, pressionando o mercado físico. Houve retirada persistente de prata livre para negociações ou entrega, reduzindo o estoque disponível em Londres ao redor de níveis apertados. Na China (SHFE), os estoques de prata caíram para mínimos de uma década, outro sinal de que o metal “visível” está sendo drenado rapidamente. Pela lei da oferta e da demanda, quando maior a demanda por um produto escasso, mais o preço dele.
Segundo ponto é o chamado debasement , que de maneira simples significa a perda da confiança dos investidores em moedas fiduciárias, ou mais importante, nos títulos de dívida pública. Essa é uma crise crescente no mundo, e cada vez mais os investidores buscam reduzir sua posição em títulos públicos ou reduzir exposição grande a apenas uma moeda em específico, diversificando o risco.
O resultado direto do debasement é a fuga para chamados ativos reais. Ouro, prata, ímóveis, dentre outros e até mesmo Bitcoin, pela sua estrutura off the grid , sem controle governamental. A demanda pelos ativos financeiros pressiona ainda mais os preços para cima.
O terceiro ponto é a revolução por que estamos passando na indústria de tecnologia e elétrica. A IA é o assunto mais falado nos últimos 4 anos. Para sustentar um mundo em que a inteligência artificial domina, as empresas precisarão de chips mais capazes, mais centros de processamento de dados e mais energia elétrica. Isso traz uma demanda sem precedentes para metais básicos como cobre, prata, estanho, sucata, ferro, aço, dentre outros minerais básicos. As mineradoras não têm a capacidade de entregar tudo o que se estima necessário, o que aumenta a escassez percebida nos metais básicos, e assim consequentemente aumenta o preço dos metais.
Quando colocamos essas três forças lado a lado, estoques fisicamente apertados, perda estrutural de confiança no sistema monetário e uma demanda industrial que cresce mais rápido do que a capacidade de oferta, fica claro que o movimento da prata não é ruído, nem exagero especulativo de curto prazo. Ele é coerente.
Já vimos essa história antes, analisando isoladamente a razão Ouro x Prata, segue ganhando corpo para a prata exatamente como ocorreu em 2010. Naquela época a dívida pública explodia, os juros ficaram negativos e o remédio foi imprimir dinheiro. No gráfico, vemos a linha vermelha fortemente reduzindo a razão Ouro x Prata como ativo de hedge financeiro, por isso o preço sobe mais rápido do que o metal pode ser entregue.
Apesar de soar alarmante, as narrativas justificam uma sociedade moderna; podemos estar vendo uma crise de confiança em breve, mas o sistema deve se reajustar e retomar o crescimento independentemente do que venha a acontecer com os produtos financeiros.
Análise Fundamentalista
"Banco do Brasil-BBAS3- atento a perda de suporte e ajustes""Banco do Brasil-BBAS3- atento a perda de suporte e ajustes"
Sim, hoje toca um suporte importante em um dia em que todo o setor caiu e o Banco do Brasil caiu mais que todos os grandes bancos.
A perda da base do suporte se seguida 100%, algo que as vezes não atinge sua totalidade pode buscar a região de 19,00 reais, os 50% daria em torno de 20,10. Algo mais plausível.
🔎 Análise
Valuation atrativo: O P/L baixo e o P/VP inferior a 1 sugerem que o mercado precifica o Banco do Brasil com desconto, apesar de sua lucratividade.
Rentabilidade sólida: ROE acima de 10% mostra eficiência na geração de retorno para acionistas.
Dividendos consistentes: Dividend Yield acima de 5% reforça o perfil de empresa que distribui resultados regularmente.
Risco: Apesar dos fundamentos positivos, a ação sofreu queda de quase 6% nos últimos 12 meses, refletindo fatores macroeconômicos e percepção de risco político/regulatório.
⚖️ Pontos de atenção
Concorrência bancária: Itaú e Bradesco têm múltiplos mais altos, mas também maior previsibilidade.
Influência estatal: Como banco público, decisões estratégicas podem ser impactadas por políticas governamentais.
Cenário macroeconômico: Taxa de juros e inadimplência influenciam diretamente o desempenho do setor bancário.
Hoje
momento fundamentalista do banco do brasil
Resumo rápido: O Banco do Brasil (BBAS3) apresenta atualmente um P/L de 5,8, P/VP de 0,70, ROE de 12,1% e Dividend Yield de 5,4%, indicando uma ação barata em relação ao lucro e patrimônio, com retorno consistente e bom pagamento de dividendos.
Banco do Brasil S.A.(BBAS3)
13 de jan., 07:45 PM BRT·Mercado fechado
Seguindo
21,20BRL
-0,67 (-3,06%)
Hoje
1D5D1M1A5AMáximo
11:00
13:00
15:00
21,20
21,40
21,60
21,80
21,87
Alto21,82
Baixo21,05
Abrir21,78
Capitalização de Mercado121,49 bi
Vol39,31 mi
Volume Médio17,56 mi
P/L (TTM)—
Máximo de 52 semanas29,34
Mínimo de 52 semanas18,02
Ver mais
📊 Indicadores Fundamentalistas BBAS3
Aqui estão os principais números que ajudam a entender o momento fundamentalista do Banco do Brasil:
Indicador Valor Interpretação
Cotação atual R$ 21,20 Preço de mercado
P/L (Preço/Lucro) 5,8 Ação barata em relação ao lucro
P/VP (Preço/Valor Patrimonial) 0,70 Negociada abaixo do valor patrimonial
ROE (Retorno sobre Patrimônio) 12,1% Boa rentabilidade sobre o patrimônio
Dividend Yield 5,4% Atrativo para investidores de renda
Valor de mercado R$ 125,3 bi Grande porte, alta liquidez
Oscilação 12 meses -5,93% Desvalorização recente
Sources:
🔎 Análise
Valuation atrativo: O P/L baixo e o P/VP inferior a 1 sugerem que o mercado precifica o Banco do Brasil com desconto, apesar de sua lucratividade.
Rentabilidade sólida: ROE acima de 10% mostra eficiência na geração de retorno para acionistas.
Dividendos consistentes: Dividend Yield acima de 5% reforça o perfil de empresa que distribui resultados regularmente.
Risco: Apesar dos fundamentos positivos, a ação sofreu queda de quase 6% nos últimos 12 meses, refletindo fatores macroeconômicos e percepção de risco político/regulatório.
⚖️ Pontos de atenção
Concorrência bancária: Itaú e Bradesco têm múltiplos mais altos, mas também maior previsibilidade.
Influência estatal: Como banco público, decisões estratégicas podem ser impactadas por políticas governamentais.
Cenário macroeconômico: Taxa de juros e inadimplência influenciam diretamente o desempenho do setor bancário.
👉 Se quiser, posso comparar o Banco do Brasil com outros bancos listados na B3 (como Itaú e Bradesco) para mostrar qual está mais descontado ou com melhor potencial. Deseja que eu faça essa comparação?
faça as tabelas em forma de lista com emojis
Claro! Vamos transformar os indicadores fundamentalistas do Banco do Brasil (BBAS3) em listas com emojis para ficar mais visual e fácil de acompanhar:
📊 Indicadores de Valuation
💰 Cotação atual: R$ 21,20
📉 P/L (Preço/Lucro): 5,8 → ação barata em relação ao lucro
📊 P/VP (Preço/Valor Patrimonial): 0,70 → negociada abaixo do valor patrimonial
📈 Rentabilidade
🔄 ROE (Retorno sobre Patrimônio): 12,1% → boa eficiência
💵 Dividend Yield: 5,4% → atrativo para quem busca renda
🏦 Estrutura e Mercado
🌍 Valor de mercado: R$ 125,3 bilhões → grande porte e alta liquidez
📉 Oscilação 12 meses: -5,93% → queda recente
⚖️ Pontos de Atenção
🏦 Concorrência com outros grandes bancos (Itaú, Bradesco)
🏛️ Influência estatal nas decisões estratégicas
📉 Impacto do cenário macroeconômico (juros, inadimplência)
BTC Diante de um Evento Estrutural RaroBTC tenta romper a barreira imposta pela EMA 100 (D1), mas falha devido à compressão estrutural gerada pelas EMAs 200 no D1 e 20/50 no W1. Essa compressão reduz o espaço de expansão do preço e costuma limitar movimentos de continuidade no curto prazo.
O cenário mais provável é uma nova tentativa de rompimento dessa resistência (EMA 100 – D1). Caso haja nova rejeição, tudo indica que o preço deverá recuar para testar os suportes das EMAs 50/20 (D1), região que vem sustentando o preço nos últimos dias e atua como suporte dinâmico relevante.
Analisando a estrutura macro (W1), observa-se que as EMAs 20/50 estão extremamente próximas, caracterizando um ponto sensível de definição estrutural. De acordo com os cálculos, um fechamento semanal abaixo de US$ 89.300,00, a partir de hoje, confirmará um evento que ocorreu apenas duas vezes desde que o BTC começou a ser operado em contratos futuros (10 de dezembro de 2017).
Historicamente, essa mudança estrutural no gráfico semanal precede correções significativas, uma vez que indica perda de sustentação da tendência dominante.
Portanto, o momento exige atenção redobrada à estrutura e aos fechamentos, especialmente no W1.
Morning Call - 14/01/2026 - Novas Máximas para Ouro e PrataAgenda de Indicadores:
USA – Decisão da Suprema Corte sobre a validade das Tarifas de Importação impostas por Trump
10:00 – BRA – Pesquisa Eleitoral Genial/Quaest
10:30 – USA – Índice de Preços ao Produtor (IPP)
10:30 – USA – Vendas no Varejo
12:00 – USA – Vendas de Casas Usadas
12:30 – USA – Estoques de Petróleo Bruto do EIA
14:00 – USA – PIB do Fed de Atlanta
14:30 – BRA – Fluxo Cambial Estrangeiros
15:00 – USA – Livro Bege
Agenda de Autoridades:
11:50 – USA – Anna Paulson, do Fed da Filadélfia (Vota), discursa sobre as perspectivas econômicas no evento "Estado da Economia" da Câmara de Comércio da Grande Filadélfia.
12:00 – USA – Stephen Miran, governador do Fed (Vota), discursa sobre "Regulamentos, a Oferta e a Política Monetária" no evento "Palestras do Fórum Econômico de Delphi".
14:00 – USA – Neel Kashkari, do Fed de Minneapolis (Vota), participa de uma conversa virtual organizada pela Associação de Banqueiros de Wisconsin.
14:00 – USA – Raphael Bostic, do Fed de Atlanta (Não Vota), participa de um debate moderado sobre a economia como parte do evento Perspectivas Econômicas de 2026 do Atlanta Business Chronicle.
16:10 – USA – John Williams, do Fed de Nova York (Vota), faz o discurso de abertura do evento "Uma Economia que Funciona para Todos: Inclusão Financeira", organizado pelo Banco da Reserva Federal de Nova York.
Resultados Corporativos:
8:45 - Bank Of America
8:45 - Wells Fargo
10:00 - Citigroup
4:00 - TSMC (Próxima Madrugada)
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLG2026
Eleições 2026: O principal destaque da sessão no Brasil será a divulgação da pesquisa eleitoral Genial/Quaest, considerada a referência pelo mercado financeiro e a primeira sondagem de 2026. Atenção ao horário: os números serão publicados às 10h, com potencial de impacto imediato sobre juros, câmbio e Ibovespa.
Estados Unidos
Os futuros das ações de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USATEC , ACTIVTRADES:USAIND e ACTIVTRADES:USARUS — migraram para o campo negativo nesta quarta-feira, após novas tensões geopolíticas elevarem o nível de incerteza e levarem os traders a reduzir exposição a ativos de risco.
Por volta das 7h20 (horário de Brasília), o comandante da Guarda Revolucionária do Irã afirmou que Teerã está em estado de prontidão máxima para responder a qualquer ataque, acrescentando que os estoques de mísseis atingiram o maior nível desde junho de 2025. A declaração marcou o início de um movimento mais amplo de realização nos mercados acionários globais.
O aumento das tensões internacionais impulsionou o ouro a novas máximas históricas e elevou os preços do petróleo, enquanto o presidente dos EUA, Donald Trump, voltou a incentivar protestos no Irã, afirmando que “a ajuda está a caminho”. Em resposta, o governo iraniano acusou Trump de fomentar a desestabilização política e incitar a violência no país.
Apesar do aumento da aversão ao risco, os mercados globais de ações ainda orbitam próximos de máximas históricas, refletindo a busca dos investidores por justificativas para sustentar a tese de que a crescente complexidade geopolítica e econômica não comprometerá, ao menos no curto prazo, o desempenho das bolsas. A instabilidade, no entanto, torna-se mais evidente nos mercados de metais preciosos e energia.
No curto prazo, os investidores tentam equilibrar esses riscos com uma agenda carregada, que inclui a intensificação da temporada de balanços nos Estados Unidos, discursos de membros do Federal Reserve e a possibilidade de uma decisão da Suprema Corte dos EUA sobre a legalidade das tarifas de importação impostas pela administração Trump.
No front macroeconômico, o IPC divulgado ontem apontou pressões inflacionárias subjacentes moderadas nos Estados Unidos. Economistas avaliam que o repasse das tarifas para os preços ao consumidor começa a perder força, mantendo os cortes de juros em discussão ao longo do ano, embora a expectativa predominante seja de manutenção das taxas na próxima reunião do Fed.
Atualmente, o mercado precifica ao menos dois cortes de juros em 2026, com pouca probabilidade de qualquer movimento antes do término do mandato do presidente do Fed, Jerome Powell, em maio.
Para Matt Simpson, da StoneX, a inflação ainda não desacelera no ritmo necessário para justificar cortes iminentes. “Com a falta de entusiasmo por cortes do ponto de vista econômico, o dólar americano pode se valorizar um pouco mais antes que a tendência se inverta”, afirmou.
No noticiário corporativo, as ações da Netflix sobem cerca de 1,4% no pré-market de Nova York, após a Bloomberg noticiar que a empresa avalia uma oferta integral em dinheiro pelos estúdios e ativos de streaming da Warner Bros., movimento que pode redefinir o setor de mídia e entretenimento.
Europa
Os principais índices de ações europeus — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — operam em alta nesta quarta-feira, com alguns mercados renovando máximas históricas.
Apesar de um noticiário corporativo intenso, o foco dos traders na região migra para o campo geopolítico, diante da reunião entre o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, e autoridades da Groenlândia e da Dinamarca, cujo tema central é o futuro da Groenlândia.
A Groenlândia e o governo dinamarquês reiteraram que o território não está à venda, mas o presidente Donald Trump voltou a elevar o tom ao mencionar, recentemente, a possibilidade de uso de força militar para assumir o controle da região — considerada estratégica e rica em recursos minerais.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: ACTIVTRADES:HKIND ACTIVTRADES:JP225 ACTIVTRADES:CHINAA50
Os mercados da Ásia-Pacífico avançaram novamente nesta madrugada, com destaque para novas máximas históricas dos índices Nikkei TVC:NI225 do Japão, Kospi TVC:KOSPI da Coreia do Sul e TWSE 50 FTSE:TW50 de Taiwan, em um ambiente ainda marcado por apetite por risco.
No Japão, os ativos reagiram às crescentes especulações de que a primeira-ministra Sanae Takaichi pode convocar eleições antecipadas para a Câmara Baixa, possivelmente já em 8 de fevereiro. O cenário político elevou as expectativas de estímulos fiscais adicionais, impulsionando as ações a novas máximas, enquanto os rendimentos dos títulos públicos avançaram para níveis inéditos e o iene acelerou sua depreciação frente às principais moedas.
Apesar do otimismo inicial dos mercados, traders alertam que, mesmo em caso de vitória mais ampla na Câmara Baixa, Takaichi ainda precisará formar uma coalizão com partidos da oposição na Câmara Alta para viabilizar qualquer mudança legislativa relevante, o que limita a previsibilidade do cenário político no médio prazo.
Segundo Masahiko Loo, da State Street Investment Management: "Qualquer rompimento acentuado e decisivo abaixo do nível de 161 (para o iene) poderia desencadear uma nova intervenção para conter a volatilidade excessiva… Nesse cenário, as expectativas de um aumento da taxa de juros pelo Banco do Japão podem ser antecipadas para abril, potencialmente servindo como um ponto de inflexão para a dinâmica cambial."
Na China, os mercados acionários tiveram desempenho misto. O China A50 FTSE:XIN9 e o Shanghai SSE:000001 encerraram em baixa, enquanto Shenzhen SZSE:399001 e Hang Seng HSI:HSI avançaram moderadamente. Dados divulgados na madrugada mostraram que o país fechou 2025 com superávit comercial recorde de quase US$ 1,2 trilhão, impulsionado principalmente pela expansão das exportações para mercados fora dos Estados Unidos, em meio à intensificação das pressões comerciais do governo Trump.
Olhando para 2026, cresce a preocupação das autoridades chinesas sobre até quando o setor externo será capaz de compensar a prolongada crise do mercado imobiliário e a fraqueza da demanda doméstica, em um modelo cada vez mais dependente da exportação de produtos a preços competitivos.
No Pacífico, o índice australiano ASX ASX:XJO subiu 0,1%, sustentado pelo bom desempenho das mineradoras, enquanto o setor financeiro operou no campo negativo, limitando ganhos mais expressivos do mercado local.
Análise de mercado XAUUSD H1 - viés de alta, aguardando rompimenXAUUSD H1 – Tendência de Alta, Aguardando Quebra do Canal
O Ouro continua a ser negociado dentro de um canal ascendente no H1, e a estrutura geral ainda favorece a continuidade da alta. Neste estágio, a prioridade não é perseguir o preço, mas aguardar uma quebra limpa do canal ou um reteste controlado da demanda antes do próximo movimento impulsivo.
ESTRUTURA TÉCNICA
O preço está se consolidando dentro de um canal ascendente após um forte rali impulsivo.
Os fundos mais altos ainda estão sendo respeitados, mostrando que os compradores permanecem no controle.
A faixa atual parece ser uma re-acumulação, preparando-se para o próximo movimento de expansão.
NÍVEIS CHAVES A SEREM OBSERVADOS
Zona de Compra no Reteste:
4612 – 4615
Este é o nível mais importante no curto prazo. Um reteste bem-sucedido e a manutenção aqui mantém a estrutura de alta intacta e abre a porta para continuação.
Resistência superior / zona de reação:
4688 – 4690
Esta área pode causar reações de curto prazo ou consolidação, mas uma forte quebra e aceitação acima dela confirmariam o momento altista.
Objetivo de alta:
4745
Este é o próximo objetivo principal uma vez que o preço quebre o canal e absorva a liquidez do lado vendedor acima.
Liquidez do lado vendedor abaixo:
A borda inferior do canal atua como suporte de liquidez. Desde que o preço permaneça acima dele, as correções são consideradas corretivas.
CENÁRIO DE PRIORIDADE – CONTINUAÇÃO BULLISH
O preço retesta 4612–4615, mantém-se acima da zona e forma confirmação de alta.
Uma quebra acima de 4688–4690 confirma força.
O momento acelera em direção a 4745 à medida que a liquidez do lado comprador é acionada.
CENÁRIO ALTERNATIVO – EXTENSÃO DA FAIXA
Se o preço falhar em quebrar imediatamente, uma maior consolidação dentro do canal é possível.
Nesse caso, a paciência é fundamental até que uma quebra clara ou um reteste limpo da demanda apareça.
VISÃO RESUMIDA
A tendência permanece bullish
Foco em comprar correções, não em perseguir topos
Uma quebra confirmada do canal é o sinal para a próxima expansão
4612–4615 define se os compradores permanecem no controle
O mercado mostrará direção uma vez que a liquidez seja acionada — aguarde confirmação.
Morning Call - 13/01/2026 - Especial Japão: Iene nas MínimasAgenda de Indicadores:
9:00 – BRA – Crescimento do Setor de Serviços
10:15 – USA – Variação Semanal de Empregos Privados ADP
10:30 – USA – Índice de Preços ao Consumidor (IPC)
12:00 – USA – Vendas de Casas Novas
15:00 – USA – Leilão de Treasury de 30 anos
Agenda de Autoridades:
12:00 – USA – Alberto Musalem, do Fed Bank of St. Louis (Não Vota), participa de um debate moderado sobre a economia dos EUA e a política monetária em um webinar.
18:00 – USA – Thomas Barkin, do Fed de Richmond (Não Vota), fará uma apresentação na CFO Society em Washington, D.C.
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLG2026
Fiscal: O Tesouro Nacional revisou de forma relevante para pior a trajetória da dívida pública, devendo alcançar 86,1% do PIB em 2027 e atingir um pico de 88,6% em 2032. A deterioração do cenário reflete uma combinação de juros estruturalmente mais elevados, menor crescimento nominal do PIB e, principalmente, um resultado fiscal menos superavitário ao longo do horizonte de projeção.
O quadro foi agravado pelos efeitos da PEC 136, que retirou os precatórios do limite de gastos e instituiu uma regra de reincorporação gradual dessas despesas às metas fiscais, reduzindo o esforço fiscal no curto e médio prazos.
De acordo com o Tesouro, as despesas com sentenças judiciais fora da meta fiscal devem atingir R$ 98,7 bilhões em 2028, mantendo pressão relevante sobre as contas públicas nos próximos anos, apesar da promessa de maior previsibilidade fiscal a partir de 2027.
Estados Unidos
Os futuros das ações de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USATEC , ACTIVTRADES:USAIND e ACTIVTRADES:USARUS — operam com leve viés negativo nesta sessão, após os índices registrarem novas máximas históricas ontem, em um movimento de realização pontual de lucros.
O dia marca o início da temporada de balanços das grandes empresas do S&P 500, com destaque para o resultado do JPMorgan Chase, que será divulgado às 8h32 (Brasília), seguido de coletiva de imprensa às 10h30, evento visto como termômetro para o setor financeiro e para a atividade econômica nos EUA.
No campo institucional, os mercados acompanham com atenção a decisão da Suprema Corte dos EUA, que deve se pronunciar amanhã sobre a legalidade das tarifas globais impostas por Donald Trump. O veredito tem potencial de impacto relevante sobre o cenário fiscal, inflacionário e o apetite por risco.
Na política monetária, os contratos futuros negociados na CME Group indicam 95% de probabilidade de manutenção da taxa de juros na reunião de janeiro do Federal Reserve, reforçando a expectativa de pausa no curto prazo.
No noticiário geopolítico, Trump utilizou sua rede social, a Truth Social, para anunciar que qualquer país que mantenha negócios com o Irã será alvo de uma tarifa de 25% sobre todas as transações comerciais com os Estados Unidos, com efeito imediato e sem possibilidade de recurso. A sinalização elevou as preocupações no mercado de energia, impulsionando os preços do petróleo pelo quarto dia consecutivo.
Europa
Os principais índices de ações europeus — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — operam levemente em baixa nesta sessão, após vários deles terem registrado máximas históricas no pregão anterior.
Os traders adotam uma postura mais cautelosa enquanto analisam uma série de notícias corporativas, antes da divulgação dos dados de inflação ao consumidor (IPC) dos Estados Unidos, prevista para 10h30 (horário de Brasília).
Entre os destaques negativos, a Sika, fabricante suíça de produtos químicos para a construção, anunciou uma queda de 4,8% nas vendas do ano fiscal de 2026, o que provocou uma desvalorização de 6,7% de suas ações, levando os papéis ao menor nível desde novembro.
No Reino Unido, a construtora Persimmon divulgou um guidance cauteloso para 2026, mesmo após relatar que vendeu mais casas do que o esperado em 2025.
Na ponta positiva, as ações da desenvolvedora dinamarquesa de energia eólica offshore Orsted avançaram 5,5%, atingindo a maior cotação em um mês, depois que um juiz federal nos Estados Unidos autorizou a retomada das obras de um projeto em Rhode Island, anteriormente paralisado pelo governo do presidente Trump junto a outros quatro empreendimentos.
Os papéis do UBS Group subiram 0,7%, após o Financial Times noticiar que o CEO Sergio Ermotti, que liderou o banco durante a integração do antigo rival Credit Suisse, planeja deixar o cargo em abril de 2027.
As ações da Diageo avançaram 1%, caminhando para o quarto pregão consecutivo de alta, após a Bloomberg News informar que a empresa avalia opções estratégicas para seus ativos na China, incluindo uma possível venda.
Já a Airbus registrou leve valorização, depois que a maior fabricante de aviões do mundo informou que suas entregas cresceram 4% em 2025, reforçando a resiliência da demanda no setor aeroespacial.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: ACTIVTRADES:HKIND ACTIVTRADES:JP225 ACTIVTRADES:CHINAA50
Os mercados da Ásia-Pacífico encerraram a sessão da madrugada em alta, com nova máximas para os índices Nikkei TVC:NI225 do Japão, Kospi TVC:KOSPI da Coreia do Sul e TWSE 50 FTSE:TW50 de Taiwan.
A exceção na região, foram os índices da China Continental — Shenzhen SZSE:399001 , China A50 FTSE:XIN9 e Shanghai SSE:000001 — que registraram baixa após atingir os níveis mais altos em uma década, e diante da expectativa de que o ritmo de exportações da China tenha desacelerado no último mês de 2025, após níveis recordes.
Em Hong Kong, no entanto, o Hang Seng HSI:HSI subiu 0,9%, em nova máxima de 2 meses, impulsionado por empresas do setor de tecnologia, como Alibaba, e do setor financeiro, como HSBC.
No Pacífico, o ASX ASX:XJO da Austrália subiu 0,5%, com destaque para as ações das mineradoras Rio Tinto e BHP, que avançaram mais de 2% na sessão.
Especial Japão
O índice Nikkei TVC:NI225 disparou para uma nova máxima histórica nesta terça-feira, em um pregão marcado por forte apetite por risco, enquanto o iene se desvalorizou para níveis recordes frente ao euro e ao franco suíço. Ao mesmo tempo, os rendimentos dos títulos públicos japoneses de longo prazo avançaram para patamares inéditos, refletindo apostas crescentes em mais estímulos fiscais diante de relatos de eleições antecipadas no país.
Segundo a mídia local, a primeira-ministra Sanae Takaichi planeja dissolver o parlamento assim que os trabalhos legislativos forem retomados em 23 de janeiro, abrindo caminho para eleições gerais já em 8 de fevereiro.
“Há uma crença generalizada nos mercados de que, se Takaichi dissolver o parlamento, o resultado será um iene mais fraco, ações em alta e preços de títulos em queda”, afirmou Maki Sawada, estrategista da Nomura Securities. Segundo ela, o movimento está ancorado na percepção de que eleições antecipadas tendem a resultar em políticas fiscais mais expansionistas.
O Nikkei TVC:NI225 avançou 3,6%, renovando recordes, com 180 ações em alta, 43 em queda e duas estáveis. Entre os destaques corporativos, as ações da Toyota saltaram 7,5%, enquanto a fabricante de equipamentos para testes de chips Advantest avançou 8,5%. Já a Tokyo Electron teve alta de 8,2%, acompanhando o forte movimento do setor de semicondutores.
No mercado de crédito, os preços dos títulos do governo japonês recuaram de forma acentuada, empurrando os rendimentos para máximas históricas em diversos vencimentos, incluindo 10, 20 e 40 anos. Os papéis de prazo mais longo são os mais sensíveis às expectativas fiscais, e a alta dos rendimentos reflete a percepção de maior emissão de dívida à frente.
No câmbio, o iene atingiu níveis sem precedentes, recuando para 185,38 por euro e 199,29 por franco suíço, além de tocar uma mínima de um ano e meio frente ao dólar, a 158,98 por dólar americano.
XAUUSD – Correção intradayXAUUSD – Correção Intradiária & Configuração de Continuação | Lana ✨
O ouro está entrando em uma fase de correção técnica após testar a zona de ATH, enquanto a estrutura bullish de médio prazo permanece intacta. O movimento de hoje parece mais uma correção controlada para reequilibrar a liquidez, não uma reversão de tendência.
📉 Comportamento Atual do Preço
O preço reagiu da zona de oferta de ATH, formando uma alta mais baixa de curto prazo.
O mercado está atualmente testando a linha de tendência ascendente, que é um suporte dinâmico chave neste ciclo bullish.
Enquanto o preço se mantiver acima do suporte estrutural, a tendência geral permanece bullish.
Esta correção é tecnicamente saudável após um forte movimento impulsivo.
🔑 Zonas Técnicas Chaves para Observar
Zona de teste/rejeição para venda: área de ATH
Vendedores de curto prazo estão ativos aqui, causando a correção atual.
Zona de compra 1: 4495 – 4498
Um nível de valor anterior e zona de confluência da linha de tendência, adequada para compras reativas.
Zona de compra 2: 4442 – 4446
Suporte mais forte e área de liquidez mais profunda se a correção se estender.
Estas zonas são onde se espera que os compradores voltem a entrar.
📈 Cenários de Negociação
Cenário Primário:
Aguarde o preço completar a correção em 4495–4498, então procure confirmação bullish para reentrar na tendência.
Cenário Alternativo:
Se a pressão de venda aumentar, a zona de 4442–4446 se torna o nível chave para observar reações de compra mais fortes.
Uma manutenção limpa acima da linha de tendência mantém a estrutura de alta válida, com o reteste de ATH como o próximo objetivo.
🌍 Contexto Fundamental
De acordo com o CME FedWatch, o mercado está precificando uma probabilidade de 95% de que o Fed mantenha as taxas de juros inalteradas em janeiro.
A probabilidade de um corte de taxa em janeiro permanece muito baixa, em 5%.
As expectativas para março também tendem a não haver mudança, com cortes de taxa ainda incertos.
Isso reforça um panorama macro estável para o ouro, onde as correções são mais provavelmente impulsionadas pela realização de lucros e posicionamento, em vez de uma mudança na política monetária.
🧠 Notas
Esta é uma correção dentro de uma tendência de alta, não uma reversão bearish.
Concentre-se em comprar valor, não em perseguir altas.
Deixe o preço confirmar em zonas chave antes de entrar.
✨ Mantenha-se paciente, respeite a estrutura e deixe o mercado vir até seus níveis.
Do Espaço ao Oceano: A Aposta Estratégica da KarmanPode uma única empresa dominar realmente tanto o espaço profundo quanto as profundezas do oceano?
A Karman Space & Defense (NYSE: KRMN) anunciou a aquisição da Seemann Composites e da Materials Sciences LLC por US$ 220 milhões, marcando um pivô estratégico do foco puramente aeroespacial para o domínio da defesa marítima. O acordo, estruturado com US$ 210 milhões em dinheiro e US$ 10 milhões em ações, posiciona a Karman como um fornecedor verticalmente integrado capaz de entregar soluções de sobrevivência desde cascos de submarinos até mísseis hipersônicos. Esta transação aborda diretamente a prioridade mais crítica do Departamento de Defesa dos EUA: fortalecer a base industrial de submarinos em meio à escalada das tensões na região do Indo-Pacífico com a China.
O valor estratégico da aquisição reside em suas tecnologias proprietárias, que abordam desafios militares agudos. O processo de fabricação SCRIMP da Seemann permite a produção de estruturas compostas massivas e acusticamente invisíveis, essenciais para penetrar nas zonas de Anti-Acesso/Negação de Área da China. Os metamateriais acústicos da empresa absorvem frequências de sonar em vez de refleti-las, fornecendo capacidades furtivas críticas para operações de submarinos e veículos subaquáticos não tripulados. Com exposição a programas de várias décadas, incluindo o submarino de mísseis balísticos da classe Columbia e os barcos de ataque da classe Virginia, a Karman garante fluxos de receita previsíveis e isolados da volatilidade típica do orçamento de defesa.
Financeiramente, projeta-se que a aquisição seja imediatamente acrescida à receita, EBITDA e EPS, com fechamento no primeiro trimestre do ano fiscal de 2026. A Karman reportou US$ 345,3 milhões em receita no ano fiscal de 2024 (aumento de 23% em relação ao ano anterior) com um robusto backlog financiado de US$ 758,2 milhões. No entanto, analistas sinalizaram preocupações sobre a receita não faturada excedendo 43% da receita reportada e uma relação dívida/capital próprio de 1,31 após a recente expansão do Term Loan B para US$ 505 milhões. A estratégia de integração vertical controlando matérias-primas (MG Resins), engenharia (MSC) e manufatura (Seemann) cria captura de margem em três níveis distintos, eliminando dependências da cadeia de suprimentos que afetam os contratantes de defesa.
A convergência de proteção térmica de grau espacial e compósitos estruturais de grau marinho cria um fosso tecnológico único. Os materiais ablativos de alta temperatura existentes da Karman para aplicações hipersônicas compartilham a química fundamental com compósitos resistentes à pressão de águas profundas. As capacidades de sensores de fibra óptica embutidos transformam estruturas passivas em "peles inteligentes" ativas que alimentam diagnósticos em tempo real nos sistemas de comando naval, alinhando-se perfeitamente com a iniciativa de guerra digital Project Overmatch da Marinha.
Ouro sobe com inflação abaixo do esperado, incerteza geopolítica
Os preços do ouro atingiram um novo máximo histórico nas primeiras negociações de quarta-feira, aproximando-se do nível dos 4.650 dólares. Desde o início do ano, o metal precioso acumula ganhos superiores a 7%, sustentados por expectativas dovish em relação à política monetária da Reserva Federal e pelo aumento das tensões geopolíticas. As preocupações com uma eventual interferência política que possa comprometer a independência da Fed têm também contribuído para a tendência de subida. Os ganhos mais recentes surgem na sequência da divulgação, na terça-feira, dos dados de inflação dos EUA, que ficaram abaixo das expectativas e reforçaram as perspetivas de cortes das taxas de juro, com um número crescente de negociadores a esperar três cortes em 2026. Este cenário cria pressão sobre o dólar norte-americano, apoiando o ouro devido à correlação inversa entre os dois ativos. Entretanto, os riscos geopolíticos mantêm-se elevados, com o mais recente agravamento da situação no Irão a gerar novas preocupações e a reforçar ainda mais o apelo do metal precioso enquanto ativo de refúgio. Esta procura é igualmente sustentada pelos riscos para a independência da Reserva Federal, à medida que a pressão política por parte da Casa Branca continua a intensificar-se. Neste contexto, a perspetiva para os preços do ouro mantém-se inclinada para novas subidas.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
XAUUSD – Perspectiva Técnica H2 | LanaXAUUSD – Perspectiva Técnica H2 | Lana ✨
Ouro continua a negociar dentro de uma forte estrutura de alta, e a ação do preço está confirmando que o mercado ainda está respeitando o canal de tendência ascendente no período H2.
📈 Estrutura do Mercado & Contexto de Tendência
A tendência geral permanece em alta, com máximas mais altas e mínimas mais altas claramente intactas.
O preço conseguiu inverter a zona 4445–4450 de resistência em suporte, confirmando um forte compromisso dos compradores.
A perna impulsiva em direção às máximas atuais sugere que ainda estamos em uma fase de continuação, não em uma fase de distribuição.
🔍 Zonas Técnicas Chave & Liquidez
Inversão de resistência para compra: 4445–4450
Esta zona já mostrou reações limpas e atua como uma base estrutural para uma nova alta.
Zona de compra POC: 4595–4600
Este é um nó de alto volume onde o preço provavelmente irá reequilibrar a liquidez antes da próxima expansão.
A liquidez do lado de venda está logo abaixo do preço atual, tornando uma leve correção para o valor muito possível antes da continuação.
🎯 Cenários Altistas
Plano principal: Procure por configurações de COMPRA em correções para 4595–4600 (POC) com confirmação de alta.
Meta de continuação: Se o preço se estabilizar acima das máximas atuais, o próximo objetivo de alta está em torno de 4747, onde a liquidez de prazos maiores está resting.
Uma manutenção limpa acima da linha de tendência mantém a tese altista válida.
🧠 Notas
Evite perseguir o preço nas máximas; espere por correções para regiões de valor e liquidez.
Negocie em alinhamento com a tendência + estrutura, não com barulho de curto prazo.
A paciência é a chave enquanto o mercado constrói liquidez antes da próxima expansão.
✨ Mantenha a disciplina, negocie a estrutura e deixe o preço vir até sua zona.
Estudos: Vale, união de técnica e fundamentalista, sugere um up?
Fiz um estudo sobre a Vale com os resultados do 3T25 e dados técnicos e quero compartilhar com vocês os principais pontos.
O que os fundamentos mostram:
A Vale entregou um trimestre sólido. EBITDA de US$ 4,4 bilhões (+17% vs ano passado), margem de 42% e o mais importante: geração de caixa livre de US$ 1,6 bilhão, um salto de 205%. A produção de minério atingiu 94 milhões de toneladas, maior nível desde 2018. A alavancagem está em apenas 0,8x EBITDA, o que dá muita tranquilidade pro balanço.
O modelo de valuation que rodei aponta preço justo na casa dos R$ 86,00 e taxa de crescimento descontado de 05% ( Conservador), a empresa estima 3%, mas teve média de -2% nos últimos 5 anos. Se alcançar o projetado, representa um upside interessante considerando os patamares atuais.
O que o gráfico está dizendo:
Aqui mora o ponto que mais me chamou atenção. Depois de 3 anos de correção (desde o topo de 2021), o papel parece estar virando a página. O rompimento da LTB de longo prazo, aliado ao suporte que segurou na região entre R$50,00 e sugere que estamos no início de um novo ciclo.
Minha leitura:
Não é todo dia que fundamento e técnico conversam tão bem. A empresa está gerando caixa, desalavancando, e o gráfico está confirmando reversão de tendência. Os riscos existem (principalmente os passivos de Brumadinho e Samarco, que somam US$ 4,4 bi em provisões), mas estão endereçados e sendo executados.
Disclaimer: Esta análise reflete minha opinião pessoal e não constitui recomendação de investimento. Faça sempre sua própria análise antes de tomar qualquer decisão.
A prata continua sendo um mercado de compra em baixas? A prata está subindo novamente após o IPC básico dos EUA surpreender negativamente. Isso puxou os rendimentos dos EUA e o dólar para baixo, e essa combinação está apoiando os metais preciosos.
Outros fatores fundamentais favoráveis também continuam em vigor. As tensões geopolíticas na Venezuela e no Irã continuam, e a pressão do Departamento de Justiça sobre Jerome Powell, do Fed, está ajudando a manter um preço mínimo.
O próximo risco no curto prazo é a decisão de amanhã da Suprema Corte dos EUA sobre as tarifas do presidente Trump. Se as tarifas forem derrubadas, isso poderá desencadear uma realização de lucros na prata e no ouro após uma forte alta. Dito isso, os funcionários de Trump já sinalizaram rotas alternativas para reintroduzir as tarifas, então qualquer movimento inicial pode ser uma oportunidade de compra em quedas.
A primeira área a ser observada nas quedas é a zona anterior de rompimento e consolidação em torno de 86,00 a 86,50. Se os compradores defenderem essa região, isso manterá a estrutura de curto prazo intacta e deixará espaço para outra tentativa em 89,11, com uma quebra clara abrindo as portas para um teste psicológico de 90,00.
Se a retração se aprofundar, a próxima faixa de suporte fica em torno de 84,00 a 85,00, onde o preço havia parado anteriormente antes de acelerar para cima.
Pressões sobre a Fed Reforçam o Apelo do Ouro
Os preços do ouro mantêm-se próximos dos máximos históricos alcançados na sessão anterior, sustentados por uma combinação de fatores. Entre estes destacam-se as preocupações de que a independência da Reserva Federal possa vir a ser comprometida, na sequência do que é amplamente interpretado como uma pressão de cariz político sobre o seu presidente, no contexto de ameaças pouco claras de uma acusação criminal relacionada com alegadas irregularidades. Estes desenvolvimentos podem acabar por minar a confiança dos investidores nos ativos norte-americanos. Um apoio adicional ao metal precioso resulta das expectativas cada vez mais dovish em relação ao percurso das taxas de juro da Reserva Federal, impulsionadas por sinais de abrandamento da economia, pela pressão política para a redução das taxas e pela perspetiva de ser nomeado, em maio, um Chairman mais alinhado com a Casa Branca. Por fim, com as tensões geopolíticas a permanecerem elevadas e o mais recente agravamento da situação envolvendo o Irão a gerar novas preocupações, o apelo do ouro enquanto ativo de refúgio continua a reforçar-se. Neste enquadramento, subsiste margem para novos ganhos nos preços do ouro, embora no curto prazo esses ganhos possam ser condicionados pela prudência dos investidores antes da divulgação de dados económicos relevantes dos EUA, incluindo a inflação e as vendas a retalho, bem como por recentes declarações de teor mais restritivo por parte de responsáveis de topo da Reserva Federal.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
A transformação do ouro justifica um alvo de $7.000?O mercado global de ouro está a passar por uma mudança fundamental de paradigma, com o metal a transitar de uma cobertura passiva para uma necessidade estratégica. Com a dívida dos EUA acima de $38 biliões e um rácio dívida/PIB superior a 124%, o relatório argumenta que a desvalorização da dívida soberana tornou-se matematicamente inevitável. Simultaneamente, fraturas geopolíticas, como a captura do Presidente Maduro em janeiro de 2026, impulsionam as nações a diversificarem-se para longe das reservas de dólar. O lançamento da moeda "Unit" pelos BRICS em outubro de 2025, com 40% de lastro em ouro, sinaliza um esforço global para remonetizar o ouro como o ativo de reserva neutro supremo.
A convergência destas forças estruturais cria um "aperto na oferta". Com a dívida global a aproximar-se dos $346 biliões e os riscos de ciber-guerra a sublinharem o estatuto do ouro como uma "cobertura analógica" imune à manipulação digital, o relatório projeta $7.000 por onça como uma reprecificação racional de um ativo estratégico. A tese defende que o ouro evoluiu de um diversificador "interessante" para um material estratégico "obrigatório" para bancos centrais, empresas tecnológicas e investidores que procuram proteção contra o colapso sistémico.
Além da dinâmica monetária, o ouro está a tornar-se indispensável para a infraestrutura tecnológica. A revolução da IA cria uma procura industrial inelástica, com o ouro sendo essencial para a gestão térmica em chips de alto desempenho, como os GPUs B200 da NVIDIA. Este "imposto de IA" sobre a oferta de ouro remove permanentemente o metal de circulação. As reformas regulatórias de Basileia III catalisaram ainda mais a procura ao elevar o ouro físico a ativo de Nível 1. Além disso, aplicações em computação quântica e redes 6G criam fontes de consumo inteiramente novas.
XAUUSD (H1) – Choque da Subpoena de PowellXAUUSD (H1) – Choque da Subpoena de Powell: Ouro entra em uma semana de alta volatilidade, negocie zonas de liquidez
A notícia de que o Departamento de Justiça dos EUA emitiu uma intimação criminal envolvendo o Presidente do Fed, Jerome Powell, é um tipo de manchete extremamente rara. Quando a confiança do mercado no Fed e na estabilidade da política dos EUA é questionada, o ouro e a prata podem subir rapidamente — mas a ação do preço geralmente vem acompanhada de oscilações violentas em ambas as direções: um empurrão agudo para capturar liquidez, uma forte retração, então a verdadeira direção aparece.
É por isso que esta semana não estou atrás de velas. A melhor abordagem é negociar reações em zonas chave de liquidez / suporte-resistência e deixar o mercado vir até seus níveis.
Contexto macro: por que o ouro está se movendo de forma diferente agora
A pressão sobre o Fed (e sua independência) pode reprecificar as expectativas para as taxas, o que atinge diretamente o USD e os yields dos EUA.
Se o mercado começar a precificar cortes agressivos, o ouro tende a permanecer apoiado. Mas se os yields oscilaram, o ouro pode oscilar também — rapidamente.
Portanto, em vez de prever o resultado da manchete, a prioridade é simples: aguardar o preço atingir zonas técnicas limpas.
Visão técnica (H1): estrutura de alta se mantém, mas o preço está negociando em “premium”
A estrutura ainda está dentro de um canal ascendente. Após uma forte perna impulsiva para cima, o preço está consolidando perto do topo — uma configuração comum antes de outra expansão, mas também uma zona onde as captações de liquidez são frequentes.
Zonas chave para focar
Zona de venda (premium): 4655 – 4660
Zona de compra (valor): 4413 – 4417
Resistência de meio alcance (zona de chop): em torno da área 45xx
Cenários de negociação (estilo Liam: negocie o nível)
1) Plano primário: COMPRAR a retração para o valor
Se o preço recuar para o suporte de valor principal:
Comprar: 4413 – 4417
SL: 4403
TP1: 4500 – 4520
TP2: 4655 – 4660
Esta é a configuração da “estrutura limpa”: um reset para o valor, então continuação com o canal.
2) Scalpe de curto prazo: VENDER a reação premium
Se o preço empurrar para a zona principal de oferta/liquidez:
Vender (scalp): 4655 – 4660 (apenas com rejeição clara no H1/M15)
SL: 4670
TP: 4580 → 4520
Esta é uma venda de reação — uma área comum de “realização de lucros” após bombardeios impulsionados por manchetes.
3) Configuração de continuação: COMPRAR após uma confirmação de sustentação acima da resistência média
Se o preço quebrar e manter acima da resistência média (área 45xx):
Busque uma retração após a quebra para comprar
Os alvos permanecem em direção a 4655–4660, então mais alto ao longo do canal.
Conclusão
Esta é uma semana de risco de manchete, então o importante é não ter FOMO e não entrar no meio da faixa. As duas zonas que mais importam:
Valor de compra: 4413 – 4417
Premium de venda (curto prazo): 4655 – 4660
Para qual lado você está inclinando — esperando pela queda até 4415 para comprar, ou caçando uma rejeição perto de 4660 para vender?
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XAUUSD – Perspectiva Técnica H2XAUUSD – Perspectiva Técnica H2 | Lana ✨
O ouro ainda mantém uma estrutura bullish forte, e o que estamos vendo agora é um saudável recuo técnico após a quebra do ATH — não um sinal de reversão.
📈 Estrutura de Mercado & Linha de Tendência
O preço rompeu o ATH anterior e se manteve acima, reforçando a tendência de alta de médio prazo.
A perna atual parece uma sequência clássica de impulso → correção → continuação.
A linha de tendência ascendente continua sendo respeitada, então a principal inclinação permanece bullish (BUY na queda).
🔢 Confluência de Fibonacci & Zonas Chaves
Aplicando Fibonacci ao movimento impulsivo mais recente:
✅ Áreas de alta probabilidade para COMPRA
GAP de Compra: 4515 – 4518
Esta é uma zona de desequilíbrio onde o preço frequentemente retorna para se reequilibrar antes de continuar subindo.
Fibo 0.618: em torno de 4545
Um forte nível de retração alinhado com a liquidez e suporte da estrutura bullish.
Essas duas zonas são as melhores "áreas de valor" para se concentrar em entradas de compra.
🟢 Cenários de COMPRA Preferenciais
Plano A: Comprar de 4515–4518 após confirmação bullish no H1–H2
Plano B: Se o preço atingir ~4545 (0.618), aguarde confirmação e procure por longos de continuação
➡️ Alvos de alta: retestar o ATH primeiro, depois a continuação pode se estender em direção à área de 46xx–47xx se a resistência for rompida e o preço se aceitar acima.
🔴 Resistência & Confirmação de Rompimento
A zona em torno de 4597 – 4630 é a área de resistência de curto prazo.
Um rompimento limpo e aceitação acima dessa zona seria uma forte confirmação para um impulso em direção a 47xx.
🧠 Notas
Evite FOMO e perseguir o preço quando o mercado estiver operando em níveis elevados.
Tenha paciência e aguarde o preço recuar para áreas de valor.
Priorize setups de COMPRA alinhados com a tendência principal e a estrutura do mercado, não operações emocionais.
XAUUSD H4 – Correção Primeiro, Depois ExpansãoXAUUSD H4 – Retração e Então Continuação Usando Fibonacci e Níveis Chave
O ouro permanece em uma forte tendência de alta no H4, mas a estrutura atual sugere que o mercado precisa de uma retração para liquidez antes da próxima perna de expansão.
Visão do Mercado
A recente alta levou o preço para um território premium, o que muitas vezes desencadeia a realização de lucros de curto prazo.
As extensões de Fibonacci estão atuando como ímãs de liquidez: 2.618 é uma zona de reação chave, enquanto 3.618 é o próximo alvo de expansão.
Abordagem principal: esperar pela retração em zonas de suporte/compras e então seguir a tendência.
Níveis Chave a Observar
Próxima resistência: 4546–4550 (zona de reação / resistência chave)
Zona de reação para venda: 4632–4637 (Fibonacci 2.618, provável de causar volatilidade)
Alvo de expansão: 4707 (Fibonacci 3.618)
Zona de liquidez para compra: 4445–4449 (melhor área de compra nesta estrutura)
Suporte forte: 4408 (suporte defensivo crítico)
Cenário 1 – Retração Rasa, Então Movimento Para Cima
Ideia: o preço se retrai ligeiramente, mantém a estrutura e retoma a tendência de alta rapidamente.
Zona de retração preferida: 4546–4550
Expectativa: movimento de volta para 4632–4637, e se absorvido, extensão em direção a 4707
Confirmação a observar: velas H4 se mantendo acima de 4546–4550 com clara resposta de compra (pavios de rejeição, fechamentos fortes, retorno de momentum)
Cenário 2 – Retração Mais Profunda para Captar Liquidez, Então Forte Alta
Ideia: o preço se aprofunda na melhor zona de demanda antes da próxima perna maior.
Zona de retração profunda: 4445–4449
Expectativa: retorno para 4546–4550 → então movimento para 4632–4637 → e potencialmente extensão para 4707
Confirmação a observar: forte reação em 4445–4449 (compradores absorvem, estrutura se mantém, sem quebra clara)
Notas Importantes
4632–4637 é uma zona sensível onde realização de lucros e oscilações abruptas podem aparecer antes da continuação.
Se o preço quebrar e se manter abaixo de 4445–4449, mude o foco para 4408 para julgar se a estrutura de alta ainda está sendo defendida.
Conclusão
A tendência principal ainda é de alta, mas a melhor vantagem vem de esperar por uma retração e comprar em níveis chave.
Zonas de foco: 4546–4550 (retração rasa) e 4445–4449 (retração profunda com melhor R:R).
Se a expansão de Fibonacci continuar, o próximo alvo para cima é 4707.
Se você compartilhar a mesma visão, me siga para receber as próximas atualizações mais cedo.
"SANTANDER-SANB11- AGUARDA 4ºTRI 2025,hoje tem preço justo"Resumo executivo
Documento analisa os resultados do Santander Brasil até o 3T25, mostra recuperação de rentabilidade em 2024–2025 e projeta estabilidade para o 4T25, destacando impactos regulatórios e riscos macroeconômicos.
Resumo por trimestre (ambos: milhões de R$ + por Unit)
🟢 4T24
Lucro gerencial (R$ mi): 3.855
LPA por Unit (R$): não informado no resumo
ROAE: não informado no resumo
NPL: não informado no resumo
🔵 1T25
Lucro gerencial (R$ mi): 3.861
LPA por Unit (R$): 0,51
ROAE: não informado por trimestre (há indicador anualizado)
NPL: não informado por trimestre
🟣 2T25
Lucro gerencial (R$ mi): 3.659
LPA por Unit (R$): 0,49
ROAE: não informado por trimestre
NPL: não informado por trimestre
🔴 3T25
Lucro gerencial (R$ mi): 4.009
LPA por Unit (R$): 0,53
ROAE gerencial: 17,5%
NPL > 90 dias: 3,4%
NPL 15–90 dias: 3,9%
📊 Acumulados / LTM
Lucro 9M25 (R$ mi): 11.529
Lucro LTM (R$ mi): 15.384
ROAE anualizado (9M25): 17,1%
LPA Unit anualizado (LTM): ~4,29 R$
Índice de eficiência (9M25): 37,2%
Desempenho financeiro recente
Lucro líquido gerencial trimestral: 3T25 R$ 4.009 mi; 2T25 R$ 3.659 mi; 1T25 R$ 3.861 mi; 4T24 R$ 3.855 mi. Acumulado 9M25: lucro gerencial R$ 11.529 mi, alta de 15,1% vs 9M24. LTM (últimos 12 meses até 3T25): R$ 15.384 mi.
Rentabilidade e eficiência
ROAE gerencial: recuperação para níveis em torno de 17%–17,5% (3T25 = 17,5%; 9M25 anualizado = 17,1%). Índice de eficiência: 37,2% no acumulado do ano e 37,5% no 3T25, refletindo controle de custos e uso de tecnologia.
Qualidade de crédito e provisões
NPL: 3T25 — NPL acima de 90 dias 3,4%; NPL 15–90 dias 3,9% (melhora no curto prazo, leve pressão no longo prazo). PDD: 3T25 resultado de PDD R$ 6.524 mi; carteira de crédito ampliada R$ 688.801 mi; PDD acumulado 9M25 cresceu 11% vs 9M24, influenciado pela Resolução CMN nº 4.966/21 e juros elevados.
Capital, LPA e proventos
Base acionária: total de 7.498.531.000 ações; em circulação ~7.471.061.000; Units (SANB11) equivalem a ~3,75 bi de Units. LPA trimestral: 3T25 R$ 0,53; 2T25 R$ 0,49; 1T25 R$ 0,51; LPA Unit anualizado ~R$ 4,29 (LTM). Proventos: R$ 2,0 bi aprovados em julho de 2025; total de JCP/distribuições no 9M25 e 2025 acumulado citado no relatório.
Valuation e mercado
Com cotação de R$ 34,22 (09/01/2026), P/L calculado entre ~8,08x e 8,34x dependendo do método (LTM ou projeção 4T25), indicando que o mercado já precificou melhora, mas ainda há espaço caso múltiplos se expandam com queda de juros.
Impactos regulatórios e perspectivas
Resolução CMN nº 4.966/21 (vigente a partir de 01/01/2025) alterou provisões e contabilização de custos de originação, reduzindo comparabilidade com 2024 e elevando PDD em 2025. Riscos: Selic elevada (15%) pressiona margem de mercado e inadimplência; catalisadores para valorização incluem queda da Selic, manutenção da eficiência e expansão de margem financeira. Data-chave: divulgação do resultado do 4T25 prevista para 04/02/2026
"BPAC11-tem preço lucro esticado, mas o ROE e IEO justifica?"Relatório técnico para nos preparar para o resultado do 4º trimestre de 2025.
# 📊 Desempenho Financeiro do BTG Pactual (1T 2024 – 3T 2025)
## Evolução do Lucro Líquido
- **1T 2024**
- Lucro Líquido Contábil: R$ 2.774 mi
- Lucro Líquido Ajustado: R$ 2.889 mi
- **2T 2024**
- Contábil: R$ 2.823 mi
- Ajustado: R$ 2.949 mi
- **3T 2024**
- Contábil: R$ 3.068 mi
- Ajustado: R$ 3.207 mi
- **4T 2024**
- Contábil: R$ 3.124 mi
- Ajustado: R$ 3.276 mi
- **1T 2025**
- Contábil: R$ 3.210 mi
- Ajustado: R$ 3.367 mi
- **2T 2025**
- Contábil: R$ 4.009 mi
- Ajustado: R$ 4.182 mi
- **3T 2025**
- Contábil: R$ 4.337 mi
- Ajustado: R$ 4.539 mi
### Insights
- Crescimento contínuo culminando em recorde histórico no 3T 2025.
- Lucro ajustado exclui itens não recorrentes e amortização de ágio de aquisições.
- Escalabilidade comprovada com receitas crescendo mais rápido que custos.
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## Rentabilidade (ROAE Ajustado)
- **1T 2024:** 22,8%
- **2T 2024:** 22,5%
- **3T 2024:** 23,5%
- **4T 2024:** 23,0%
- **1T 2025:** 23,2%
- **2T 2025:** 27,1%
- **3T 2025:** 28,1%
### Destaques
- Trajetória ascendente, com salto de 22,8% para 28,1% em menos de dois anos.
- Índice de Basileia: 15,5% no 3T 2025, mesmo após distribuição de R$ 2,3 bi em JCP.
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## Eficiência Operacional (Índice de Eficiência Ajustado)
- **1T 2024:** 37,5%
- **2T 2024:** 37,3%
- **3T 2024:** 36,4%
- **4T 2024:** 38,5%
- **1T 2025:** 37,0%
- **2T 2025:** 35,6%
- **3T 2025:** 34,1% (menor da história)
### Destaques
- O banco gasta apenas R$ 0,34 para gerar R$ 1,00 de receita.
- Escalabilidade do modelo de negócios comprovada.
- Gestão disciplinada de custos mesmo com aquisições recentes.
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## Qualidade de Crédito (NPL)
- **NPL > 90 dias:**
- Variou entre 0,8% e 1,6% em 2024; encerrou 3T 2025 em 1,3%.
- **NPL 15 a 90 dias:**
- Oscilou entre 2,0% e 3,3%; encerrou 3T 2025 em 2,2%.
### Destaques
- Mais de 95% da carteira em Estágio 1 (baixo risco).
- Carteira de crédito total atingiu R$ 246,9 bi no 3T 2025.
- Segmento PME alcançou R$ 29 bi no 3T 2025.
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## 📈 Carteira de Crédito (Corporate & PME)
- **1T 2024:** R$ 181,6 bi
- **2T 2024:** R$ 194,8 bi
- **3T 2024:** R$ 210,4 bi
- **4T 2024:** R$ 221,6 bi
- **1T 2025:** R$ 230,6 bi
- **2T 2025:** R$ 237,9 bi
- **3T 2025:** R$ 246,9 bi
### Insights
- Crescimento de ~36% entre 1T 2024 e 3T 2025.
- Spreads saudáveis e inadimplência controlada.
- Expansão acompanhada de forte disciplina de risco.
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## 📊 Lucro por Ação (LPA) e Preço/Lucro (P/L)
### Histórico de LPA
- **1T 2024:** R$ 0,76
- **2T 2024:** R$ 0,77
- **3T 2024:** R$ 0,84
- **4T 2024:** R$ 0,86
- **Ano 2024 (Total):** R$ 3,24
- **1T 2025:** R$ 0,88
- **2T 2025:** R$ 1,10
- **3T 2025:** R$ 1,19
- **Últimos 12 Meses (LTM):** R$ 4,03
### Indicadores P/L
- **Ano 2024:**
- Cotação: R$ 52,40
- P/L: 16,17x
- **LTM (4T24 – 3T25):**
- Cotação: R$ 54,18
- P/L: 13,44x
### Análise
- Apesar da cotação subir, o múltiplo P/L caiu, pois o lucro por ação cresceu mais rápido.
- A ação ficou “mais barata” em termos relativos ao lucro.
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## 🔎 Por que o mercado paga 13x pelo BPAC11?
1. **ROE elevado:** 28,1% no 3T 2025, acima dos pares.
2. **Crescimento acelerado:** Lucro líquido ajustado cresceu 42% em relação ao ano anterior.
3. **Eficiência recorde:** Índice de eficiência em 34,1%.
4. **Diversificação:** Receitas robustas em Corporate Lending, Asset Management e Wealth Management.
5. **Aquisições estratégicas:** Julius Baer Brasil, Órama, Sertrading e JGP WM.
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## 📌 Conceitos Importantes
- **Índice de Eficiência:** Despesas operacionais ÷ Receitas totais ajustadas. Quanto menor, melhor.
- **Impacto da Amortização de Ágio:** Eleva despesas contábeis, mas não reflete a lucratividade recorrente.
- **P/L Negativo:** Indica que a empresa está com prejuízo, ou seja, não gera lucro suficiente para justificar o preço da ação.
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✨ Agora o 4º trimestre se coloca na mesa em 09 de fevereiro de 2026 o que nos deixa atentos aos motivos que levam o mercado a aceitar um preço lucro em 13,44x. Penso que o mercado vai cobrar caro caso não entregue bons números de eficiência e ROE.
"Bradesco-BBDC4 a inadimplência (NPL + PDD) é o direcional""Bradesco-BBDC4 a inadimplência (NPL + PDD) é o direcional"
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Bradesco 1T24/3T2025 PESPECTIVAS PARA O 4T2025 E FECHAMENTO ANUAL
24 fontes
O relatório de análise econômica e financeira do Bradesco detalha o desempenho operacional e contábil da instituição referente ao terceiro trimestre de 2025. O documento destaca a transição para novas normas contábeis (Resolução CMN n° 4.966) e apresenta resultados sólidos nos setores de seguros, previdência e capitalização, que registraram crescimento expressivo. São fornecidos dados minuciosos sobre a carteira de crédito expandida, a gestão de despesas administrativas e a evolução das receitas de prestação de serviços. Além disso, o texto aborda o compromisso do banco com a sustentabilidade (ASG), inovação tecnológica via inteligência artificial e a expansão de parcerias estratégicas na área da saúde. Por fim, as demonstrações financeiras consolidadas oferecem uma visão técnica sobre o patrimônio líquido, fluxos de caixa e a robustez do capital da organização perante o mercado.
1. Comparação de Resultados: 9M24 vs. 9M25
Lucro Líquido Recorrente (9M24): R$ 14,152 bilhões
Lucro Líquido Recorrente (9M25): R$ 18,136 bilhões
Variação: +28,2% no período
2. Lucro Líquido: 2024 (Total) vs. 2025 (Acumulado)
Lucro Líquido Recorrente Total de 2024: R$ 19,554 bilhões (fechamento após 4T24)
Somatória do Lucro Líquido de 2025 (até 3T25): R$ 18,136 bilhões
Observação: O lucro acumulado em apenas três trimestres de 2025 já representa 92,7% de todo o lucro de 2024
3. Índice Preço/Lucro (P/L)
Ano de 2024 (Cotação base: R$ 18,37)
LPA Recorrente Acumulado (12M24): R$ 1,85
Cálculo: 18,37 ÷ 1,85 = 9,93x
Situação Atual (Cotação base: R$ 18,43)
LPA Recorrente Acumulado (TTM até 3T25): R$ 2,23
Cálculo: 18,43 ÷ 2,23 = 8,26x
Análise: O papel está sendo negociado a múltiplo mais barato hoje do que em 2024, apesar da cotação similar, devido ao crescimento do LPA.
4. Indicadores de Inadimplência (NPL) – 1T24 a 3T25
1T24: NPL > 90 dias = 4,8% | NPL 15–90 dias = 4,1%
2T24: NPL > 90 dias = 4,3% | NPL 15–90 dias = 3,7%
3T24: NPL > 90 dias = 4,2% | NPL 15–90 dias = 3,4%
4T24: NPL > 90 dias = 4,0% | NPL 15–90 dias = 3,4%
1T25: NPL > 90 dias = 4,1% | NPL 15–90 dias = 3,4%
2T25: NPL > 90 dias = 4,1% | NPL 15–90 dias = 3,5%
3T25: NPL > 90 dias = 4,1% | NPL 15–90 dias = Estável*
\* O banco reportou estabilidade e controle dos indicadores antecedentes no 3T25, priorizando retorno ajustado ao risco.
5. Guidance para o 4T25 (Fechamento do Ano)
Carteira de Crédito Expandida: 4% a 8% (atualmente em 9,6%)
Margem Financeira Líquida: R$ 37 bi ~ R$ 41 bi (acumulado 9M25: R$ 29,6 bi)
Receitas de Prestação de Serviços: 5% a 9%
Despesas Operacionais: 5% a 9%
Resultado de Seguros, Previdência e Capitalização: 9% a 13% (atualmente em 21,7% no 9M25)
Analogia: Investir no Bradesco neste momento é como observar a reforma de um grande transatlântico em alto-mar: a estrutura está sendo reforçada e os motores (receitas) ganham potência, permitindo maior velocidade (lucro) mesmo em mar agitado (cenário macroeconômico).
1. Comparação de Resultados: 9M24 vs. 9M25
Lucro Líquido Recorrente (9M24): R$ 14,152 bilhões
Lucro Líquido Recorrente (9M25): R$ 18,135 bilhões
Variação: Crescimento expressivo de 28,2% na rentabilidade
2. Lucro Líquido: 2024 (Total) vs. 2025 (Acumulado até 3T25)
Lucro Líquido Recorrente Total de 2024: R$ 19,554 bilhões
Lucro Líquido Recorrente de 2025 (até 3T25): R$ 18,135 bilhões
Análise: Em apenas três trimestres, o banco já alcançou 92,7% do lucro de todo o ano de 2024, evidenciando aceleração na geração de resultados.
3. Índice Preço/Lucro (P/L)
Ano de 2024 (Cotação base: R$ 18,37)
LPA Recorrente (12M24): R$ 1,85
P/L: 18,37 ÷ 1,85 = 9,93x
Situação Atual (Cotação base: R$ 18,43 em 30/09/25)
LPA Recorrente (TTM até 3T25): R$ 2,23
P/L: 18,43 ÷ 2,23 = 8,26x
Insight: O múltiplo atual é 16,8% mais barato que o de 2024, mostrando que o lucro por ação cresce mais rápido que a cotação.
4. Indicadores de Inadimplência (NPL) – 1T24 a 3T25
1T24: NPL > 90 dias = 4,8% | NPL 15–90 dias = 4,1%
2T24: NPL > 90 dias = 4,3% | NPL 15–90 dias = 3,7%
3T24: NPL > 90 dias = 4,2% | NPL 15–90 dias = 3,4%
4T24: NPL > 90 dias = 4,0% | NPL 15–90 dias = 3,4%
1T25: NPL > 90 dias = 4,1% | NPL 15–90 dias = 3,4%
2T25: NPL > 90 dias = 4,1% | NPL 15–90 dias = 3,5%
3T25: NPL > 90 dias = 4,1% | NPL 15–90 dias = Estável
Análise: A inadimplência mostra trajetória de estabilização, refletindo maior seletividade de risco e foco em linhas colateralizadas.
5. Guidance para o Fechamento de 2025 (4T25)
Carteira de Crédito Expandida: 7%–8% (topo da faixa projetada de 4%–8%)
Margem Financeira Líquida: R$ 37–41 bi (já R$ 29,6 bi em 9M25)
Receitas de Serviços: No topo da faixa de 5%–9%
Despesas Operacionais: Crescimento no topo da faixa de 5%–9%, refletindo investimentos em transformação
Resultado de Seguros: No intervalo superior de 9%–13% (já em 21,7% no 9M25)
Analogia: O Bradesco hoje é como um motor recém-retificado: peças ajustadas (alta renda e digitalização) permitem maior potência (lucro) com menor consumo de combustível (risco de crédito).
6. Eficiência Operacional e PDD (1T24 – 3T25)
Tabela Histórica
1T24: IEO = 51,1% | PDD = R$ 7.811 mi
2T24: IEO = 52,3% | PDD = R$ 7.290 mi
3T24: IEO = 52,0% | PDD = R$ 7.127 mi
4T24: IEO = 53,2% | PDD = R$ 7.460 mi
1T25: IEO = 49,7% | PDD = R$ 7.642 mi
2T25: IEO = 49,9% | PDD = R$ 8.142 mi
3T25: IEO = 50,1% | PDD = R$ 8.560 mi
Análise dos Indicadores
Eficiência Operacional: Mantida em torno de 50% em 2025, refletindo controle de despesas e ganhos de produtividade da transformação digital.
Custo de Crédito (PDD): Alta sequencial em 2025, ligada a casos específicos no atacado e à consolidação do Banco John Deere. No varejo, há melhora na qualidade das novas safras e maior eficiência de cobrança.
Transformação: Redução da carteira reestruturada em R$ 8,2 bi em 12 meses até 3T25 confirma assertividade das estratégias de recuperação.
Analogia: A eficiência e a PDD funcionam como a telemetria de um carro de corrida: a eficiência mostra como o motor converte combustível (receitas) em velocidade, enquanto a PDD é a suspensão que absorve os impactos da pista (risco de crédito) sem comprometer o equilíbrio.
1. ROAE (Retorno sobre o Patrimônio Líquido Médio)
Indicador-chave de rentabilidade, mostra a eficiência da gestão em gerar lucro sobre o capital próprio.
1T24: 10,2% (início do plano de transformação)
2T24: 11,4%
3T24: 12,4%
4T24: 12,7%
1T25: 14,4%
2T25: 14,6%
3T25: 14,7% (sétimo trimestre consecutivo de crescimento)
Guidance 4T25: Projeção entre 15% e 15,5%, aproximando-se do custo de capital
2. Índices de Capital (Basileia Nível I e Capital Principal)
Indicadores de solvência que refletem a robustez do balanço para sustentar expansão da carteira de crédito.
Basileia Nível I:
1T24: 12,7%
4T24: 12,4%
3T25: 13,4% (+40 bps no trimestre)
Capital Principal:
1T24: 11,2% (proforma)
Dez24: 10,5%
Set25: 11,4%
Destaque: Índices estáveis e acima dos limites regulatórios, mesmo com dividendos e crescimento dos ativos ponderados pelo risco (RWA).
3. VPA (Valor Patrimonial por Ação) e Múltiplo P/VP
Mostra se a ação é negociada com desconto ou ágio em relação ao patrimônio líquido contábil.
VPA Set24: R$ 15,40
VPA Jun25: R$ 15,82
VPA Set25: R$ 16,03
P/VP (cotação R$ 18,43): 1,15x
Análise: O mercado já precifica recuperação da rentabilidade, mas ainda há espaço frente a pares com ROE superior.
4. LPA (Lucro por Ação) – Recorrente
Base para cálculo do P/L, reflete o lucro líquido por ação ordinária e preferencial.
Acumulado 12M24: R$ 1,85
Acumulado 9M25:
ON: R$ 1,62
PN: R$ 1,79
Guidance 4T25: Com lucro trimestral acima de R$ 6,2 bi, o LPA de 2025 deve superar significativamente o de 2024.
5. ROAE do Grupo Segurador
Segmento de seguros é motor de rentabilidade, rodando acima da média do banco.
4T24: 25,1%
1T25: 22,4%
3T25: 22,4%
Guidance 4T25: Projeção revisada para 9%–13%, mas já acumula 21,7% de crescimento no 9M25, indicando fechamento acima do teto original.
6. Resumo do Guidance para o 4T25 (Expectativa de Banda Superior)
Margem Financeira Líquida: Deve encerrar próximo ao topo da faixa de R$ 37–41 bi
Receitas de Serviços: Tendência de alta moderada (5%–9%)
Despesas Operacionais: Crescimento controlado no topo da faixa (5%–9%), refletindo investimentos em transformação digital
Analogia
Analisar esses múltiplos é como acompanhar o painel de voo de um avião saindo da turbulência:
P/L e P/VP: Radar que mostra como o mercado enxerga o futuro da trajetória
ROAE: Indicador de subida, representando a velocidade da recuperação
Basileia: Nível de combustível, garantindo segurança para continuar o voo
Em 2024, o avião estabilizava a altitude; em 2025, já acelera rumo à velocidade de cruzeiro.
Ouro sobe com dúvidas sobre a independência da Fed
Os preços do ouro estão atualmente a negociar ligeiramente abaixo do nível dos 4.600 dólares, depois de terem atingido um máximo histórico no início da sessão. Os recentes ganhos do metal precioso refletem um aumento da procura por ativos de refúgio, impulsionado por tensões geopolíticas elevadas, com focos de instabilidade na Venezuela, na Ucrânia e no Irão, agravadas por uma retórica agressiva por parte dos Estados Unidos relativamente à Gronelândia. Em conjunto, estes fatores aumentaram a incerteza e reforçaram a procura por ouro, amplamente considerado o ativo de refúgio por excelência. No entanto, os ganhos registados hoje refletem mais do que apenas o risco geopolítico. Surgem na sequência de declarações do presidente da Reserva Federal, Jerome Powell, que confirmou que o Departamento de Justiça dos EUA o ameaçou com uma acusação criminal relacionada com a renovação da sede do banco central. Muitos investidores encaram este desenvolvimento como um sério desafio à independência da Reserva Federal e uma nova escalada dos esforços da administração norte-americana para pressionar no sentido de taxas de juro mais baixas. Qualquer perceção de erosão da independência do banco central poderá reduzir a atratividade dos ativos norte-americanos para os investidores globais, criando um ambiente de maior incerteza e potencialmente acelerando os fluxos para ativos de refúgio, como o ouro. Neste contexto, existe margem para novos ganhos nos preços do ouro.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
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Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Morning Call - 12/01/2026 - Trump ataca Powell - Ouro em MáximaAgenda de Indicadores:
8:25 – BRA – Boletim Focus
15:00 – USA – Leilão de Treasury de 3 anos
15:00 – USA – Leilão de Treasury de 10 anos
Agenda de Autoridades:
14:30 – USA – Raphael Bostic, do Fed de Atlanta (Não Vota), moderará um debate em um evento organizado pelo Rotary Club de Atlanta.
14:45 – USA – Thomas Barkin, do Fed de Richmond (Não Vota), falará no Fórum de Previsão Econômica da Associação de Banqueiros da Carolina do Norte.
20:00 – USA – John Williams, do Fed de Nova York (Vota), fará o discurso de abertura no evento da Série C. Peter McColough sobre Economia Internacional, organizado pelo Conselho de Relações Exteriores.
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLG2026
Estados Unidos
Os futuros das ações de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USATEC , ACTIVTRADES:USAIND e ACTIVTRADES:USARUS — operam em forte baixa, pressionados pela escalada do conflito institucional entre o presidente Donald Trump e o presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, aumentando a percepção de risco político sobre a condução da política monetária.
Payroll: O relatório de emprego dos Estados Unidos reforçou a leitura de que o Fed deve manter os juros inalterados no curto prazo. Em dezembro, foram criadas 50 mil vagas, abaixo da expectativa de 70 mil, enquanto a taxa de desemprego recuou para 4,4%, ante 4,6% em novembro. O conjunto dos dados indica desaceleração do mercado de trabalho, mas ainda sem sinais claros de deterioração abrupta.
Tarifas de Importação: A Supreme Court of the United States deverá se pronunciar no dia 14 de janeiro sobre a legalidade das tarifas globais impostas por Trump, um evento com potencial relevante para o cenário fiscal, inflacionário e para os mercados de risco.
Temporada de Balanços: A safra de resultados do quarto trimestre será aberta pelos grandes bancos americanos:
JPMorgan Chase (amanhã);
Bank of America, Citigroup e Wells Fargo (quarta-feira);
Goldman Sachs e Morgan Stanley (quinta-feira).
Na CME, os contratos futuros indicam 95% de probabilidade de manutenção da taxa de juros na reunião de janeiro do Fed.
Atritos entre Powell e Trump
O presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, revelou neste domingo que o Fed recebeu intimações do Departamento de Justiça na semana passada, relacionadas a declarações feitas por ele ao Congresso no verão passado. As intimações dizem respeito aos custos excedentes de um projeto de reforma de US$ 2,5 bilhões no complexo da sede do Fed, em Washington — uma iniciativa que Powell classificou como um “pretexto” para que Donald Trump amplie sua influência sobre a política de juros do banco central.
“Na sexta-feira, o Departamento de Justiça entregou ao Federal Reserve intimações de um grande júri, ameaçando uma acusação criminal relacionada ao meu depoimento perante o Comitê Bancário do Senado em junho passado”, afirmou Powell. “Essa ação sem precedentes deve ser vista à luz das ameaças e da pressão contínua do governo por taxas de juros mais baixas e, de forma mais ampla, por maior influência sobre o Fed.”
Segundo ele, “essa nova ameaça não tem a ver com meu depoimento de junho, nem com a reforma dos prédios do Federal Reserve. Tampouco tem relação com o papel de supervisão do Congresso. Esses são pretextos. A ameaça de acusações criminais é consequência direta do Federal Reserve definir as taxas de juros com base em nossa melhor avaliação do que é melhor para o público, e não de acordo com as preferências do presidente.”
No Senado, o republicano Thom Tillis, responsável pela análise dos indicados presidenciais ao Fed, afirmou que a ameaça de indiciamento coloca em risco a “independência e a credibilidade” do Departamento de Justiça. Tillis declarou ainda que se oporá a quaisquer indicações de Trump para o Fed — incluindo a escolha do sucessor de Powell na presidência da instituição — “até que essa questão legal seja totalmente esclarecida”.
Powell, que foi nomeado presidente do Federal Reserve por Trump em 2018, encerra seu mandato como presidente em maio. No entanto, seu mandato de 14 anos como membro do Conselho de Governadores vai até 2028, o que lhe permite permanecer na instituição e potencialmente dificultar os planos da Casa Branca para remodelar a liderança do banco central.
Reação dos mercados:
O dólar americano recua frente às principais moedas, enquanto ouro e prata avançam para novas máximas históricas. As ações em Nova York operam em queda de até 1% no pré-mercado, e a ponta mais longa da curva de juros apresenta abertura, refletindo aumento do prêmio de risco institucional.
“As revelações desta noite representam uma escalada dramática nos esforços do governo para minar o Fed e podem desencadear uma série de consequências não intencionais que vão diretamente contra os objetivos declarados do presidente Trump”, afirmou Karl Schamotta, estrategista-chefe de mercado da Corpay, em Toronto.
Europa
As ações europeias — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — operam majoritariamente em baixa nesta segunda-feira. A exceção é o mercado alemão, com o DAX 40 ACTIVTRADES:GER40 e o MDAX ACTIVTRADES:GERMID50 sustentados pelo desempenho positivo das ações da Siemens e da Rheinmetall, ligadas aos setores de tecnologia e defesa.
O setor financeiro lidera as perdas, pressionado pelo apelo do presidente Donald Trump por um teto temporário para as taxas de juros de cartões de crédito. As ações do Barclays caem 4,5%, atingindo o menor nível em quase um mês, enquanto o HSBC recua cerca de 1%. Na sexta-feira, Trump defendeu a imposição de um limite de 10% para as taxas de juros dos cartões de crédito por um período de um ano, a partir de 20 de janeiro, sem detalhar os mecanismos de implementação.
O ambiente de aversão ao risco também foi reforçado pela busca por ativos considerados seguros, após assessores de Trump ameaçarem indiciar Jerome Powell por comentários feitos ao Congresso sobre um projeto de reforma de um prédio. Powell afirmou que a iniciativa representa uma tentativa de influenciar a política monetária.
No noticiário corporativo, as ações da AstraZeneca recuam quase 1% após a empresa perder sua posição no Nasdaq-100. Em contraste, a biotecnológica francesa Abivax dispara 22,8%, depois que seu CEO afirmou que grandes farmacêuticas não podem ignorar o potencial de seu medicamento experimental para o tratamento de doenças inflamatórias intestinais.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: ACTIVTRADES:HKIND ACTIVTRADES:JP225 ACTIVTRADES:CHINAA50
Os mercados asiáticos iniciam a semana em alta, com os índices Nikkei TVC:NI225 do Japão e Kospi TVC:KOSPI da Coreia do Sul registrando novas máximas históricas. O movimento acompanha o viés positivo das bolsas americanas na última sexta-feira, em um cenário considerado ideal para os mercados acionários: um mercado de trabalho que mostra sinais de estagnação — reforçando a perspectiva de cortes de juros — combinado a um consumo resiliente, que sustenta a tese de crescimento econômico robusto.
Apesar do tom construtivo, o movimento de rotação de carteiras é nítido, com as ações de semicondutores passando por uma pausa após os fortes ganhos recentes. Os traders buscam agora oportunidades em empresas que ficaram mais para trás em termos de valorização nos últimos meses.
Nas demais praças da região — Shenzhen SZSE:399001 , Hang Seng HSI:HSI , China A50 FTSE:XIN9 , Shanghai SSE:000001 , TWSE 50 FTSE:TW50 e ASX ASX:XJO — os índices também registraram altas consistentes, embora sem renovação de máximas históricas.






















