Comentário Técnico Semanal 04/04/2026Todo final de semana observo o fechamento de alguns ativos: Nasdaq, S&P , US10y , DX , IBOV, USDBRL e Commodities, para verificar que fato técnicos ocorreram e também para saber o que preciso observar na próxima semana.
Grande Abraço
Leo
*Não é recomendação de investimento.
US 100
Sem negociações
Ideias de negociação aprofundadas
Morning Call - 30/03/2026 - Powell No Radar!Agenda de Indicadores:
8:25 – BRA – Boletim Focus
9:30 – BRA – Resultado Primário do Governo
11:30 – USA – Índice de Atividade das Empresas Fed Dallas
Agenda de Autoridades:
9:00 – BRA – Gabriel Galípolo, presidente do Bacen, profere palestra no evento J. Safra Macro Day 2026, com transmissão online pelo Youtube.
11:30 – USA – Jerome Powell, presidente do Fed (Vota), participa de um debate moderado na aula de Princípios de Economia da Universidade de Harvard.
17:00 – USA – John Williams, do Fed de Nova York (Vota), participa de uma conversa em um evento organizado pela Corporação de Desenvolvimento Econômico de Staten Island.
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 $ACTIVTRADES:MINDOLH2026
Estados Unidos
Os futuros dos principais índices de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USAIND , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — iniciaram a semana em alta, ensaiando uma recuperação após as fortes perdas registradas na sessão anterior. O movimento ocorre em meio à reavaliação dos riscos associados à escalada do conflito no Oriente Médio e seus potenciais impactos sobre a inflação e o crescimento global.
No campo geopolítico, o fim de semana foi marcado por novos desdobramentos relevantes. A milícia Houthi, do Iêmen e apoiada pelo Irã, ampliou sua participação no conflito, enquanto os Estados Unidos reforçaram sua presença militar na região. Em paralelo, o presidente Donald Trump elevou o tom ao afirmar que pretende “tomar o petróleo do Irã”, aumentando a incerteza quanto à evolução do cenário.
Apesar disso, parte do mercado encontrou algum alívio nas declarações de Trump indicando que Washington e Teerã estariam engajados em contatos “diretos e indiretos”. Segundo o presidente, o Paquistão atuaria como intermediário nas negociações, com a possibilidade de “conversas significativas” nos próximos dias.
Para Stefan Koopman, estrategista macro sênior do Rabobank, o ambiente segue dominado por incertezas críticas. “O mercado está lidando com duas grandes incógnitas que se retroalimentam: quando o fluxo de petróleo será normalizado em volumes relevantes e em que nível de preços o petróleo deixa de ser um vetor inflacionário para se tornar um gatilho de recessão”, afirmou. O estrategista acrescenta que eventuais ações sobre a ilha iraniana de Kharg — principal hub de exportação do país — tenderiam a restringir ainda mais a oferta global, pressionando os preços da commodity.
Nesse contexto, o índice de volatilidade VIX ($ACTIVTRADES:USAVIXH2026) avança para a região dos 28 pontos, refletindo a continuidade da demanda por proteção e a elevada sensibilidade dos mercados ao noticiário geopolítico.
Os preços do petróleo voltam a subir nesta segunda-feira, sustentando ganhos moderados nas ações do setor de energia no pré-mercado. Papéis de grandes companhias como Exxon Mobil e Chevron avançam cerca de 1,6%.
O pano de fundo permanece desafiador. Os principais índices de Wall Street encerraram na sexta-feira a quinta semana consecutiva de perdas, com o Dow Jones entrando oficialmente em território de correção — ao recuar mais de 10% em relação à sua máxima histórica. O Nasdaq e o Russell 2000 também já operam em correção desde o início da escalada do conflito, enquanto o S&P 500 se aproxima desse patamar.
Refletindo a deterioração do cenário, o Morgan Stanley revisou sua recomendação para ações globais de “overweight” para “neutral”. Ainda assim, a instituição destaca que os fluxos de capital têm favorecido ativos americanos desde o início da crise, reforçando a percepção dos Estados Unidos como possível porto seguro em momentos de maior aversão ao risco.
A disparada dos preços do petróleo reacende preocupações inflacionárias e complica o cenário para os bancos centrais. De acordo com a ferramenta FedWatch, do CME Group, o mercado já não precifica cortes de juros pelo Federal Reserve neste ano — uma mudança significativa em relação às expectativas anteriores ao agravamento do conflito.
Ao longo da semana, a atenção dos traders também se volta para a agenda macroeconômica, com destaque para os dados do mercado de trabalho dos Estados Unidos, incluindo o relatório de emprego (payroll) de março, que pode oferecer sinais mais claros sobre a resiliência da economia.
Além disso, os discursos do presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, e do presidente do Fed de Nova York, John Williams, previstos para esta segunda-feira, serão acompanhados de perto em busca de indicações sobre os próximos passos da política monetária americana.
Europa
Os principais índices acionários da Europa — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — operam majoritariamente em alta nesta segunda-feira, em um movimento de recuperação após as perdas recentes, enquanto os traders avaliam os impactos da escalada da guerra no Oriente Médio sobre a dinâmica inflacionária e o crescimento econômico na região.
No campo macroeconômico, a prévia do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) da Alemanha apontou uma aceleração expressiva da inflação na maior economia da Europa, impulsionada principalmente pelo avanço dos preços de energia. Os combustíveis registraram alta média de 20,6% no período em março, com destaque para o óleo de aquecimento, que subiu 27,2%, e os combustíveis automotivos, com avanço de 15,9%. Dentro desse grupo, o diesel teve alta de 23,5%, enquanto a gasolina subiu 13,6%.
O movimento reflete diretamente o impacto da valorização do petróleo no mercado internacional, em meio ao agravamento das tensões geopolíticas no Oriente Médio. A pressão sobre os preços de energia tem reforçado os temores inflacionários e contribuiu para que o índice pan-europeu STOXX 600 registrasse sua maior queda mensal desde março de 2020.
Diante desse cenário, autoridades monetárias voltam a adotar um tom cauteloso. O presidente do Banco Central francês, François Villeroy de Galhau, afirmou que o Banco Central Europeu permanece comprometido em evitar que o choque inflacionário oriundo do setor energético se dissemine pela economia. No entanto, ressaltou que ainda é prematuro discutir o timing de eventuais ajustes nas taxas de juros.
Ásia/Pacífico
Os mercados da Ásia-Pacífico iniciaram a semana em queda, refletindo um movimento amplo de aversão ao risco diante da escalada das tensões no Oriente Médio e da alta expressiva dos rendimentos dos títulos soberanos, que voltaram a atingir níveis historicamente elevados. O ambiente reforça os temores de estagflação, combinando pressões inflacionárias persistentes com sinais de desaceleração econômica.
Entre os destaques negativos, o índice Kospi TVC:KOSPI , da Coreia do Sul, recuou cerca de 3%, pressionado por perdas relevantes em papéis de tecnologia e indústria. As ações da SK Hynix caíram 5,3%, enquanto Hyundai recuou 5,1% e Samsung registrou baixa de 1,9%.
No Japão, o Nikkei TVC:NI225 cedeu 2,8%, em uma sessão amplamente negativa — apenas 4 das 225 empresas do índice fecharam no campo positivo. O movimento foi intensificado por preocupações com a inflação, após comentários de um membro do Banco do Japão (BoJ) indicando que a valorização do petróleo e a desvalorização do iene podem acelerar a alta de preços no país, reacendendo o risco de estagflação.
Nesse contexto, o rendimento dos títulos públicos japoneses de 10 anos (JGBs) chegou brevemente a atingir 2,390%, o maior nível desde fevereiro de 1999, evidenciando a pressão sobre a curva de juros global.
“O mercado agora parece cauteloso não apenas com inflação e desaceleração, mas já começa a precificar um cenário mais adverso, que pode incluir recessão”, avaliou Shingo Ide, estrategista-chefe de ações do NLI Research Institute.
Na China continental e em Hong Kong, os principais índices — Shenzhen SZSE:399001 , China A50 FTSE:XIN9 , Shanghai SSE:000001 e Hang Seng HSI:HSI — registraram perdas mais contidas, variando entre estabilidade e queda de até 0,8%, refletindo uma postura mais defensiva dos traders.
Em Taiwan, o TWSE 50 ( FTSE:TW50 ) recuou 1,9%, pressionado pela queda de 2,2% nas ações da TSMC. Já na Austrália, o ASX 200 ASX:XJO caiu 0,7%, apesar do desempenho positivo do setor de mineração. As ações da Rio Tinto avançaram quase 5%, após a companhia informar a retomada das operações em três de seus quatro terminais portuários de minério de ferro em Pilbara, que haviam sido afetados pela passagem de um ciclone tropical na região.
Análise NAS100 Pessoal, hoje é segunda, 30/03, day‑after de semana pesada e não temos dado A+ na agenda, então classifico o dia como B: dá para operar, mas sem agressividade máxima.
Ao longo da semana o foco vai ser Powell, dados de atividade e principalmente payroll na sexta, então o mercado está em modo preparação, ajustando expectativa de juros. O NAS100 vem corrigindo cerca de 5–6% dos topos, está em torno da 200‑EMA diária e defendendo a zona 23.800–24.200 como grande suporte de estrutura.
Curto prazo ainda é bearish médias rápidas apontando para baixo, mas o contexto maior segue bullish enquanto estivermos acima desse bloco de suporte.
Para hoje, sem catalisador forte, o cenário mais provável é dia de range, com amplitude de 1–2%, reagindo a comentários do Fed e confiança do consumidor. Eu vou priorizar venda em repiques abaixo de 25.000 e compras apenas em zonas claras de desconto próximas a 23.800–24.000, sempre com gestão curta.
O grande jogo da semana é, se dados vierem fortes, a gente pode ver rompimento do suporte e uma perna extra de baixa; se vierem fracos, esse suporte deve segurar e o índice tenta voltar para a faixa de 25k.
Hoje foco em leitura de range e comportamento institucional, sem forçar tendência; a agressividade maior fica reservada para os dias dos dados grandes, especialmente payroll.
ANÁLISE NAS100 E S&P500 O ativo segue respeitando uma estrutura macro de baixa, evidenciada pela formação de topos e fundos descendentes, além de uma linha de tendência descendente que vem atuando como guia do movimento vendedor.
Após múltiplas rejeições nessa LTB, o preço continua demonstrando fraqueza estrutural, com incapacidade de gerar quebras significativas de estrutura para o lado comprador (BOS bullish).
🔍 Contexto atual:
O preço realizou uma perna impulsiva de baixa, rompendo regiões intermediárias de suporte.
Atualmente, está testando uma zona de demanda relevante (RBD) — destacada como uma região onde houve absorção compradora anteriormente (sexta-feira).
Essa região funciona como um possível ponto de reação institucional, podendo gerar um pullback ou consolidação.
⚠️ Pontos de atenção:
Caso essa zona de demanda seja rompida com deslocamento, aumenta a probabilidade de continuidade da queda em busca de liquidez inferior.
Existe uma região mais abaixo marcada como OB + BPR em H4, que pode atuar como próximo alvo do preço — área de maior interesse institucional.
📊 Leitura de fluxo (SMC):
O mercado segue em busca de liquidez vendedora abaixo dos fundos recentes.
A tendência predominante ainda favorece operações de continuação de venda, especialmente em retrações para zonas premium.
Qualquer reação compradora nesta demanda deve ser tratada como corretiva, a menos que haja quebra clara de estrutura (BOS).
🎯 Cenários possíveis:
Rejeição na demanda atual → Pullback até regiões de oferta / LTB → Continuidade da queda.
Perda da demanda → Expansão bearish em direção ao OB + BPR inferior.
Acumulação local → Consolidação antes da próxima expansão direcional.
Morning Call - 18/03/2026 - Mercados Otimistas antes do FOMCAgenda de Indicadores:
9:30 – USA – Índice de Preços ao Produtor (IPP)
10:45 – CAD – Decisão de Taxa de Juros BoC
11:00 – USA – Pedidos de Bens Duráveis
11:00 – USA – Encomendas à Indústria
11:30 – USA – Estoques de Petróleo Bruto
14:30 – BRA – Fluxo Cambial Estrangeiros
15:00 – USA – Decisão de Taxa de Juros do Fed
15:00 – USA – Projeções do Fed
18:30 – BRA – Decisão de Taxa de Juros
Agenda de Autoridades:
11:30 – CAD – Coletiva de Imprensa com o presidente do BoC, Tiff Macklem
15:30 – USA – Coletiva de Imprensa com o presidente do Fed, Jerome Powell
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 $ACTIVTRADES:MINDOLH2026
Ameaça de Greve
A possibilidade de uma paralisação nacional de caminhoneiros voltou ao radar do mercado e do governo. Lideranças da categoria indicaram que uma greve pode ser deflagrada até o fim de semana, em resposta ao aumento do diesel e à insatisfação com os valores do frete, após uma reunião que fortaleceu a articulação do movimento em escala nacional.
Apesar de ainda não confirmada, a mobilização segue em fase de negociação com sindicatos, associações e cooperativas do setor de transporte, com o objetivo de coordenar ações simultâneas, incluindo possíveis paralisações em portos estratégicos do país. O cenário já acende um alerta no governo federal, diante da possibilidade de os caminhoneiros levarem suas reivindicações diretamente a Brasília e buscarem uma reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva nos próximos dias.
A ameaça remete à memória da greve de 2018 e surge em um momento sensível, às vésperas da decisão de juros do Comitê de Política Monetária, adicionando um novo fator de risco ao cenário inflacionário. Uma eventual paralisação poderia gerar impactos relevantes na cadeia de abastecimento, pressionando ainda mais os preços.
Segundo José Roberto Stringasci, presidente da Associação Nacional do Transporte no Brasil, bloqueios em rodovias podem se tornar inevitáveis caso a paralisação avance. O pano de fundo do movimento é a recente escalada do diesel, que tem elevado significativamente os custos do transporte rodoviário.
Medidas adotadas pelo governo, como a redução de tributos federais sobre o combustível, não foram suficientes para conter a insatisfação. Isso porque, logo após o anúncio, a Petrobras promoveu um reajuste de 11,6% no diesel nas refinarias, com expectativa de novos aumentos para reduzir a defasagem em relação aos preços internacionais.
A Petrobras reafirmou sua política de preços, destacando que não realiza o repasse automático da volatilidade externa, e que o ajuste recente está alinhado a essa estratégia. Ainda assim, o movimento reforça a percepção de pressão adicional sobre os combustíveis.
O vice-presidente Geraldo Alckmin minimizou o risco de paralisação, afirmando que a greve “não tem sentido” diante das medidas já adotadas para conter os preços e garantir o abastecimento. Questionado sobre novas iniciativas, indicou que não há decisões concretas no momento.
Nos bastidores, o Ministério da Fazenda articula a possibilidade de uma redução temporária do ICMS sobre o diesel, tema que deve ser discutido no âmbito do Confaz. Ao mesmo tempo, a Agência Nacional do Petróleo e a Petrobras negaram relatos de desabastecimento, embora distribuidoras demonstrem preocupação com possíveis gargalos na oferta, especialmente após o cancelamento de leilões recentes de combustíveis.
O cenário segue em evolução e adiciona mais um vetor de incerteza ao ambiente macroeconômico brasileiro, com potenciais impactos sobre inflação, atividade e decisões de política monetária no curto prazo.
Estados Unidos
Os futuros dos índices de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USAIND , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — operam em alta consistente nesta quarta-feira, impulsionados pelo alívio nos preços do petróleo e pela expectativa em torno da decisão de juros do Federal Reserve, em um ambiente ainda marcado por incertezas sobre inflação e crescimento global.
O movimento é liderado pelos contratos do Russell 2000 ACTIVTRADES:USARUS , mais sensível à trajetória dos juros, que avançam cerca de 1%, enquanto o índice de volatilidade VIX ACTIVTRADES:USAVIXH2026 recua levemente para 22,3 pontos, ainda indicando uma demanda moderada por proteção.
O alívio recente vem da estabilização dos preços do petróleo, após dias de forte alta. Mesmo com a intensificação do conflito no Oriente Médio — incluindo novos ataques entre Israel e Irã e a sinalização de que não há uma solução diplomática no curto prazo — os mercados reagiram positivamente à retomada parcial das exportações iraquianas pelo porto de Ceyhan, na Turquia.
Apesar disso, os riscos seguem elevados. O Estreito de Ormuz permanece amplamente comprometido, mantendo a ameaça de um choque mais severo na oferta global de energia. Segundo Natasha Kaneva, do JPMorgan Chase, a atual estabilidade do petróleo reflete fatores temporários, como estoques elevados e intervenções políticas. Caso o estreito permaneça fechado, os preços tendem a subir novamente à medida que os estoques globais forem sendo consumidos.
No campo acionário, o sentimento positivo também é sustentado pelo setor de tecnologia. Os futuros do S&P 500 sobem cerca de 0,4%, enquanto o Nasdaq avança 0,5%, apoiados pelas expectativas de resultados sólidos da Micron Technology, que divulga seus números ainda hoje. Investidores buscam sinais sobre oferta de chips e dinâmica de preços no setor.
Além disso, o otimismo ganhou força com a notícia de que a Nvidia recebeu aprovação na China para comercializar uma nova geração de chips de inteligência artificial, reforçando a tese de crescimento estrutural da demanda por IA.
Com esse pano de fundo, o mercado entra na decisão do Fed equilibrando dois vetores: de um lado, o alívio temporário no petróleo e o suporte da tecnologia; de outro, a incerteza persistente sobre a inflação e os impactos econômicos de um conflito geopolítico ainda longe de uma resolução.
Europa
Os principais índices acionários da Europa — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — operam em alta média de cerca de 1% nesta quarta-feira, impulsionados pela estabilização dos preços do petróleo e pela expectativa em torno da decisão de juros do Federal Reserve.
O índice Euro Stoxx 50 ACTIVTRADES:EURO50 avança cerca 1%, registrando a terceira sessão consecutiva de ganhos, na sua sequência mais longa em cerca de um mês.
Mesmo com a intensificação das tensões entre Israel e Irã — incluindo o assassinato de um alto chefe de segurança em Teerã — os mercados reagiram de forma construtiva, focando no alívio momentâneo dos preços da energia.
No campo setorial, o segmento de energia recua cerca de 0,3%, caminhando para encerrar uma sequência de oito sessões consecutivas de alta, pressionado pela leve correção do petróleo. Em contrapartida, o setor financeiro lidera os ganhos, impulsionando os índices de referência.
Entre os destaques corporativos, a Diploma PLC dispara 14,5% após elevar sua projeção para o ano fiscal de 2026, enquanto a Bolloré avança 15,7% com o anúncio de um dividendo extraordinário de 1,5 euro por ação, animando os investidores.
No campo macroeconômico, os dados finais de inflação da Zona do Euro vieram ligeiramente abaixo das expectativas na leitura mensal de fevereiro, enquanto, na base anual, os números confirmaram as projeções do mercado.
Ásia/Pacífico
As bolsas da Ásia-Pacífico encerraram em forte alta nesta quarta-feira, impulsionadas por uma trégua nos preços do petróleo, com o Brent se estabilizando próximo de US$ 100 por barril, em meio à liberação de estoques globais e ações coordenadas de autoridades políticas.
A commodity encontrou algum alívio após um acordo entre o governo do Iraque e autoridades curdas para retomar as exportações pelo porto de Ceyhan, na Turquia — embora o Estreito de Ormuz permaneça amplamente comprometido, mantendo os riscos elevados para a oferta global de energia.
Segundo Natasha Kaneva, chefe global de commodities do JPMorgan Chase, a estabilidade recente dos preços reflete fatores temporários, como estoques elevados e intervenções políticas. Ainda assim, ela alerta que, caso Ormuz continue fechado, o mercado deverá enfrentar um novo ajuste altista à medida que os estoques globais forem sendo consumidos.
Na região, o destaque ficou com a Coreia do Sul. O índice Kospi TVC:KOSPI saltou 5%, atingindo o maior nível em quase três semanas, após o governo anunciar novas medidas para fortalecer o mercado acionário local. A Financial Services Commission afirmou que pretende restringir práticas como a dupla listagem entre empresas controladoras e subsidiárias, além de ampliar programas de estabilização, se necessário.
As ações de tecnologia lideraram os ganhos: a Samsung Electronics avançou 7,5%, após sinalizações de que o setor de semicondutores pode entrar em um “superciclo sem precedentes”. A concorrente SK Hynix disparou 8,9%, refletindo o otimismo com a demanda por chips ligados à inteligência artificial.
No Japão, o índice Nikkei TVC:NI225 subiu 2,9%, puxado por empresas de tecnologia. A Advantest avançou mais de 6%, enquanto a SoftBank Group subiu cerca de 5,8%.
No campo político, a primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, deve se reunir com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, amanhã.
Na China continental e em Hong Kong, os ganhos foram mais modestos. Os índices Shenzhen SZSE:399001 , China A50 FTSE:XIN9 e Shanghai SSE:000001 avançaram entre 0,2% e 1%, refletindo um ambiente ainda cauteloso.
Em Taiwan, o TWSE 50 FTSE:TW50 subiu 1,1%, com destaque para a TSMC, que avançou 1,9%. Já na Austrália, o índice ASX 200 ASX:XJO registrou alta de 0,3%, em meio a um desempenho misto entre os setores financeiro e de mineração.
O pano de fundo segue sendo a geopolítica e a energia: a estabilização momentânea do petróleo trouxe alívio, mas o mercado permanece sensível a qualquer mudança no fluxo global de oferta — especialmente enquanto o Estreito de Ormuz continuar sob tensão.
NAS100 - DO MACRO AO MICRO01 — Seleção de Ambiente (LRLR x HRLR)
Hoje tem ADP e pacote completo de PMIs/ISM de serviços na NY AM, além de estoques de petróleo; é dia quente de dado, mas sem CPI/PCE/NFP/FOMC.
SP500/US30 e NAS100 estão todos em modo range/realocação, sem nenhum rompimento maluco divergente; classifico o dia como LRLR operável com alta volatilidade em news, não HRLR de evitar o índice.
02 — Contexto HTF (D1/H4)
No diário, o NAS100 segue num rangezão:
Topo relevante em 25.44 (Máx. Sem. Ant. / Liquidity pool).
Fundo importante em 24.31 (Min. Dia Ant. com RB Diário logo abaixo).
O preço hoje está bem no meio desse corredor, trabalhando entre a Máx. Dia Ant. 24.94 e a Min. Sem. Ant. 24.61, sem romper nem extremos.
No H4:
Temos um grande RB H4 / RB Diário em 24.30–24.40, que segurou o fundo recente.
Em cima, um bloco de Liquidity Pool + RB Diário acima de 25.50 que segue como draw maior, mas ainda distante.
Entre esses extremos, o preço está fazendo zigue‑zague entre a Min. Dia Ant. 24.32 e a Máx. Dia Ant. 24.94.
Draw on liquidity HTF para hoje: nenhum extremo claro; estamos no meio do range diário, com micro‑draws intradiários (OB M15, Máx./Min. Dia Ant.), mas sem objetivo óbvio de swing.
Zonas de prêmio/desconto HTF:
Prêmio de swing: acima de 24.94–25.00 até 25.44.
Desconto de swing: abaixo de 24.32 até 24.30–24.00 (RB Diário).
Hoje, o preço está exatamente entre esses níveis, não em extremo.
03 — Contexto Intradiário (H1/M15)
No H1:
Vemos o fundo recente batendo no RB H4 / RB Diário em 24.30–24.35.
De lá, Londres/NY de ontem levaram o preço para cima até perto de 24.90–24.94, mas não conseguiram romper a Máx. Dia Ant. de fevereiro.
Agora, o preço está no meio desse swing, oscilando entre 24.61 (Min. Sem. Ant.) e 24.94 (Máx. Dia Ant.).
No M15/M5 de hoje (prints):
Ásia fez uma pernada de alta desde a região de 24.45 até perto de 24.80, depois devolveu um pedaço.
Londres continuou a puxar, limpando parte da liquidez acima de 24.80 e deixando um OB M15 logo ali.
NY AM, até o horário do print (antes das 11h45), fez um spike inicial para cima, encostando no OB M15 em 24.80–24.82 e reagindo para baixo, mas ainda dentro do miolo do range intradiário.
PO3 de hoje:
Ontem NY já tinha entregue expansão a partir do fundo;
Ásia/Londres hoje parecem mais perfil de realocação interna, sem varrer topo ou fundo macro;
O comportamento mais provável para NY, com ADP + ISM, é de varrer uma das pontas do range intradiário (topos em 24.90 ou fundos em 24.45) e só depois definir. Neste momento, ainda não temos claro se será continuação de alta ou NY Reversal.
PD Arrays intradiários relevantes:
Em prêmio:
OB M15 que você marcou em 24.80–24.82.
Máx. Dia Ant. / Liquidity interna em 24.94–24.95.
Em desconto:
OB M15 em 24.61 (Min. Sem. Ant.) e, mais embaixo, Min. Dia Ant. 24.32 junto ao RB H4.
04 — Gatilhos de Entrada (M15/M5)
Agora é onde o amador costuma querer “forçar” trade, e é necessário ser frio.
a) Venda institucional
Para uma venda limpa, eu precisaria de:
Preço em prêmio claro, ou seja, tocando o OB M15 em 24.80–24.82 ou, melhor ainda, varrendo a Máx. Dia Ant. 24.94.
Lá em cima, sweep de topo (limpar highs de Londres/NY AM).
MSS baixista em M15/M5, rompendo o último HL da subida do dia.
Formação de OB/FVG de venda em M5 dentro desse prêmio, para entrada no reteste.
O preço:
Já tocou o OB M15 e reagiu um pouco, mas não varreu topo de sessão,
Não quebrou ainda a estrutura de alta do dia (HLs seguem preservados).
Logo, o gatilho de venda está incompleto: temos POI, mas não temos sweep + MSS + OB/FVG claros.
b) Compra institucional
Para compra, o script seria:
Descida até desconto intradiário: região de 24.61 (Min. Sem. Ant. + OB M15) ou, mais agressivo, até 24.32–24.35 (Min. Dia Ant. + RB H4).
Nessa região, sweep de fundos (varrer low da Ásia/Londres/NY).
MSS altista em M15/M5 e criação de OB/FVG de compra para entrada.
Ainda não vimos esse retorno a desconto hoje; o preço está no meio da pernada recente, entre 24.70 e 24.80.
Conclusão dos gatilhos:
Venda: só POI tocado, sem estrutura confirmada.
Compra: nem POI visitado.
Mercado está em pleno mid‑range intradiário, com news forte chegando (ADP + ISM).
05 — Gestão de Risco e Veredito
Pelo Protocolo:
Risco máximo 1–2% por trade; num dia com pacote de dados importantes, manter 1% por operação no NAS100 é o mais prudente.
R:R mínimo 2:1:
Se vendermos agora no meio do caminho, o stop teria de ficar acima do topo de NY AM/Londres e o alvo até o OB inferior não daria boa assimetria.
Se comprarmos antes de o preço chegar em desconto (24.61/24.32), o stop teria de ir abaixo de um fundo que ainda não foi varrido hoje.
Máximo de 4 trades/dia, travando o ativo após 2 wins ou 2 losses.
Hoje o NAS100 está “jogando dentro das quatro linhas” entre a Máx. Dia Ant. e a Min. Sem. Ant., sem tocar nem prêmio de verdade (romper 24.94) nem desconto forte (24.32).
O protocolo ICT + HSM manda a gente esperar o preço ir no extremo, pegar liquidez (sweep) e dar MSS + OB/FVG em M15/M5; enquanto ele está dançando no meio do range, qualquer entrada é trade de baixa probabilidade.
Então, aplicando o passo‑a‑passo de forma mecânica:
Não há trade de alta probabilidade neste cenário em NAS100.
Trade inválido, porque o NAS100 está em mid‑range entre Máx. Dia Ant. 24.94 e Min. Dia Ant. 24.32, encostando apenas de leve em um OB M15 sem sweep de topo/fundo nem MSS confirmado; entrar agora significaria operar em área neutra, sem alinhamento claro ao draw on liquidity nem setup completo (sweep + MSS + OB/FVG), o que viola o Protocolo institucional.
Estreito de Ormuz no centro das preocupações dos mercados
Os índices globais têm sido abalados esta semana pela escalada da guerra no Médio Oriente. Apesar disso, e em contraste com a maioria das bolsas, os índices americanos S&P 500 e Nasdaq negociam acima dos mínimos registados na semana passada, antes do começo do conflito. Ao mesmo tempo, o dólar valorizou cerca de 1,5% face a um cabaz das principais moedas, numa demonstração da resiliência da economia americana em tempos de crise. A principal preocupação para os investidores continua a ser o petróleo, pelos efeitos que um barril mais caro pode ter na inflação e no crescimento. Neste contexto, os desenvolvimentos no Estreito de Ormuz serão determinantes para a direção das bolsas no curto e médio prazo.
Henrique Valente – ActivTrades
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Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
US100 (Nasdaq) – Atualização EstruturalPerfeito. Vou deixar mais enxuto, objetivo e com um disclaimer técnico institucional ao final.
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US100 (Nasdaq) – Atualização Estrutural
O ativo atingiu a região projetada próxima aos 25.300 pontos, onde houve reação relevante. No entanto, o movimento não foi suficiente para romper a estrutura principal do gráfico de 4 horas.
A estrutura secundária de alta foi invalidada, e o preço voltou a operar dentro da estrutura maior com viés vendedor.
Estrutura Atual
* Região anterior atuou como defesa vendedora.
* Houve captura de liquidez no topo.
* Rompimento de fundo confirmou pivô de baixa.
* Formação de topos descendentes no curto prazo.
Enquanto o topo da abertura semanal não for rompido com consistência, o cenário técnico permanece favorecendo movimentos vendedores.
Em caso de rompimento do fundo atual, o mercado passa a mirar regiões inferiores previamente estruturadas.
Médias curtas inclinadas para baixo reforçam o momentum vendedor, enquanto a média de 200 períodos segue sem definição clara de tendência estrutural de longo prazo.
Conclusão
A estrutura principal permanece intacta no viés de baixa.
Reversão técnica dependerá de rompimento consistente do topo recente.
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Disclaimer:
Este material possui caráter exclusivamente educacional e informativo, baseado em análise técnica gráfica. Não constitui recomendação de investimento, oferta ou solicitação de compra ou venda de ativos financeiros. Operações em mercado envolvem risco e podem resultar em perdas significativas de capital. Cada investidor deve avaliar seu perfil de risco e tomar decisões de forma independente.
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Assiste até o fim e, se fizer sentido, curte, comenta e compartilha.
CONTEXTO NASDAQ para primeira semana de MARÇO/2026Análise de contexto TICKMILL:USTEC , possibilidade de uma correção lateral antecedendo um novo movimento de alta, ou possível distribuição antes de uma correção maior, veja as principais travas e regiões de entrada, alvos primários para cada operação e o que esperar para a primeira semana de MARÇO/ 2026
Comentário Técnico Semanal 27/02/26Todo final de semana observo o fechamento de alguns ativos: Nasdaq, S&P , US10y , DX , IBOV, USDBRL e Commodities, para verificar que fato técnicos ocorreram e também para saber o que preciso observar na próxima semana.
Grande Abraço
Leo
*Não é recomendação de investimento.
Nasdaq cai apesar de resultados fortes da Nvidia
O Nasdaq está a negociar abaixo dos 25,000 pontos esta manhã, continuando a tendência em baixa da sessão anterior. Na quinta-feira os índices americanos caíram acentuadamente, apesar de a Nvidia ter apresentado resultados acima do esperado por Wall Street. A justificação recorrente é que os investidores estão nervosos com as avaliações elevadas das tecnológicas ligadas à inteligência artificial. Os investidores questionam se os gastos capex trarão o crescimento necessário para sustentar as avaliações atuais. Esta reação sugere que o mercado começa a exigir provas mais concretas de retorno sobre o investimento em IA, num contexto de taxas reais elevadas, o que limita a tolerância a avaliações exigentes.
Henrique Valente – ActivTrades
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Comentário Técnico Semanal 13/02/26DESCULPEM VOLUME FICOU UM POUCO BAIXO
Todo final de semana observo o fechamento de alguns ativos: Nasdaq, S&P , US10y , DX , IBOV, USDBRL e Commodities, para verificar que fato técnicos ocorreram e também para saber o que preciso observar na próxima semana.
Grande Abraço
Leo
*Não é recomendação de investimento.
NAS100 MMBM O preço está subindo em direção ao BB + OB H4, mas ainda no meio do caminho, sem ter encostado na caixa de prêmio e sem sweep de topo.
Também está bem longe do OB H1 de desconto; não houve retorno ao fundo para compras.
Em M15/M5, a estrutura é uma tendência de alta limpa, sem MSS, sem OB/FVG de reversão ainda; é pura continuação de Londres.
Ou seja: não há, por enquanto, nenhum dos gatilhos institucionais completos (nem para venda em prêmio, nem para compra em desconto).






















