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Crescimento PIB alemão cria esperanças de recessão menos severa

A economia alemã cresceu um pouco mais no terceiro trimestre do que o sugerido pelos números preliminares, por causa dos gastos dos consumidores, mais um acrescento aos sinais de que uma próxima recessão não terá efeito tão duros como inicialmente se temia, segundo dados divulgados esta sexta-feira.

A maior economia da Europa expandiu-se em 0,4% em cadeia e em 1,3% num ano, ajustados pelos efeitos de preço e calendário, disse o gabinete federal de estatísticas.

Os analistas inquiridos pela Reuters esperavam que a economia crescesse 0,3% nos três meses anteriores e 1,2% anualmente.

As despesas das famílias foram a principal razão para o aumento, uma vez que os consumidores viajaram e saíram mais depois de quase todas as restrições pandémicas terem sido levantadas.

"Não é, de modo algum, um dado adquirido que o crescimento do PIB do terceiro trimestre marca o fim das taxas de crescimento positivas por enquanto", disse o economista-chefe do VP Bank, Thomas Gitzel, que acrescentou que o quarto trimestre também poderia ser positivo.

Entre os retalhistas houve uma notável diminuição do pessimismo relativamente aos próximos meses, indicou o instituto económico Ifo, e os retalhistas alemães disseram que os problemas de abastecimento tinham diminuído ligeiramente em Novembro em relação ao mês anterior.

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