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Preços deslizam com receios procura China, UE pesa proibição petróleo russo

O petróleo escorregou cerca de 1%, esta terça-feira, devido às preocupações sobre as perspectivas de procura por causa dos confinamentos COVID prolongados na China, compensando o apoio de um possível embargo petrolífero europeu à Rússia devido às suas acções na Ucrânia.

Pequim, que está a dar conta diariamente de dezenas de novos casos, está a testar em massa os residentes para evitar um confinamento semelhante ao de Xangai no mês passado. Os restaurantes da capital foram fechados para refeições no interior e alguns blocos de apartamentos foram selados.

O Brent BRN1! desceu 1,30 dólares, ou 1,2%, para os 106,28 dólares por barril às 0942 TMG. O U.S. West Texas Intermediate (WTI) CL1! caiu 0,90 dólares, ou 0,9%, para 104,27 dólares.

"O factor positivo foi o embargo da UE e se isso será anunciado", disse Vivek Dhar, analista de mercadorias do Commonwealth Bank.

"O seu factor negativo são os confinamentos COVID chineses. São ambos temas muito importantes".

O petróleo atingiu, este ano, máximos de vários anos com o Brent a chegar aos 139 dólares em Março, o valor mais alto desde 2008, após a invasão de Moscovo à Ucrânia ter exacerbado as preocupações de abastecimento que já estavam a alimentar um 'rally'.

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