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Índice de moedas latino-americanas vai a máxima em quase um mês após Fed

As moedas latino-americanas alcançaram uma máxima em quase um mês nesta quarta-feira, com o dólar em queda após um amplamente esperado aumento da taxa de juros pelo Federal Reserve, enquanto as ações fecharam em alta com uma série de ganhos das duas maiores economias da região.

O banco central dos EUA elevou sua taxa de juros de um dia em 75 pontos-base, num esforço para domar a inflação crescente. [nL1N2Z82UP

O chair do Fed, Jerome Powell, disse que outro aumento "excepcionalmente grande" nas taxas pode ser apropriado na reunião de setembro, mas que a decisão será determinada pelos dados econômicos recebidos até lá.

O índice do dólar contra uma cesta de moedas de países ricos DXY caía 0,6%.

"Foi uma decisão muito 'hawkish', mas o fato de que eles (o Fed) elevarem em 75 pontos-base e não em 100 pontos-base foi visto como uma espécie de alívio para os mercados emergentes e diminui um pouco a pressão por aumentos mais duros (nos juros) dos mercados emergentes que vinham se acumulando nas últimas duas semanas", disse o economista da TS Lombard, Wilson Ferrarezi.

O real (BRBY) saltou quase 2%, o peso mexicano USDMXN apreciou 0,2%, o peso chileno USDCLP ganhou 1,9% e a moeda colombiana USDCOP valorizou-se 0,4%. O sol peruano USDPEN ficou quase estável.

No mercado de ações, o índice MSCI para a região (.MILA00000PUS) firmou-se 1,4%, na esteira de balanços como os da unidade mexicana do Walmart WALMEX e, no Brasil, de Klabin SA KLBN3 e Carrefour Brasil CRFB3.

((Tradução Redação São Paulo, 55 11 56447757))

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