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Peso argentino recua após troca no Ministério da Economia; moeda chilena tem recuperação

O peso argentino caía nesta segunda-feira após a renúncia abrupta do ministro da Economia do país, Martin Guzmán, elevar as incertezas para os investidores, enquanto a maioria das outras moedas regionais tinha oscilações tímidas contra um dólar ligeiramente mais fraco.

O presidente de centro-esquerda da Argentina, Alberto Fernández, nomeou Silvina Batakis como a nova ministra da Economia na noite de domingo. Batakis é vista como próxima da vice-presidente do país, Cristina Fernández de Kirchner.

Guzmán, moderado e arquiteto de um acordo de reestruturação de dívida no valor de 44 bilhões de dólares da Argentina com o Fundo Monetário Internacional (FMI), renunciou em meio a crescentes tensões dentro da coalizão peronista no poder sobre como enfrentar crises econômicas.

O peso argentino USDARS, fortemente controlado, recuava 0,5%, para 126,11 por dólar, no mercado oficial.

Com inflação acima de 60%, déficit fiscal alto, crescentes temores sobre inadimplência e perda de fé no peso, a moeda da Argentina está sendo negociada quase 50% mais fraca no mercado informal quando comparada à taxa de câmbio oficial.

Entre as outras moedas latino-americanas, o peso chileno USDCLP avançava 0,5%, a 927,60 por dólar, recuperando-se de uma mínima histórica de 939,60 atingida na sexta-feira.

O real (BRBY) e o peso mexicano USDMXN tinham pouca alteração em relação a um dólar globalmente mais fraco, com um feriado nos Estados Unidos esvaziando as negociações no dia.

Os mercados colombianos estavam fechados devido a um feriado local.

((Tradução Redação São Paulo, 55 11 56447723))

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