Brent estável apesar de risco geopolítico elevado
Os preços do petróleo Brent estão a negociar de forma estável no início da sessão europeia, mantendo-se ligeiramente acima dos 98 dólares por barril. O mercado tem oscilado em torno deste nível desde o início da semana. A situação no Golfo Pérsico não sofreu alterações materiais desde o início do conflito, com a redução da produção e as severas restrições ao transporte através do Estreito de Ormuz a manter aproximadamente um quinto da oferta global de petróleo e gás fora do mercado. Ainda assim, os preços estão agora cerca de 20 dólares abaixo dos níveis registados no início de março, refletindo as expectativas de que novas negociações entre os EUA e o Irão possam conduzir a uma trégua duradoura e à reabertura do Estreito. Caso surja uma perspetiva credível de normalização, na sequência das conversações deste fim de semana, os preços poderão cair ainda mais, aproximando-se dos níveis pré-conflito. Por outro lado, a continuação do conflito sem um entendimento entre as partes deverá manter os investidores apreensivos quanto à oferta futura, podendo desencadear novos picos nos preços.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Israel
Petróleo Estabiliza com Retoma de Negociações EUA–Irão
Os preços do petróleo Brent mantiveram-se estáveis no arranque da sessão europeia, a negociar em torno dos 95 dólares por barril. Este preço reflecte algum optimismo de que a situação no Golfo Pérsico está a caminhar para a normalização, na sequência de notícias de que as negociações entre os Estados Unidos e o Irão deverão ser retomadas. O actual nível de preços reflecte a esperança de que o Estreito de Ormuz venha a reabrir em breve e de que as infra-estruturas da região sejam protegidas contra ataques ao abrigo de um eventual acordo. Este optimismo reflecte-se não só na descida dos preços do petróleo, mas também num maior apetite pelo risco nos mercados accionistas, com os futuros do S&P e do Nasdaq a atingirem máximos históricos. Neste contexto, é provável que o preço do barril se mantenha próximo dos níveis actuais à medida que nos aproximamos do fim-de-semana e de uma nova ronda de negociações.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Ouro oscila entre dólar fraco e alívio na inflação
Os preços do ouro atingiram um máximo de quatro semanas no início da sessão de quarta-feira, antes de devolverem esses ganhos e recuarem para um nível ligeiramente acima dos 4.800 dólares. O metal precioso iniciou a semana em terreno positivo, registando uma subida superior a 4,5% nas duas sessões anteriores, impulsionada sobretudo pelo enfraquecimento do dólar. A moeda norte-americana perdeu terreno face às restantes principais divisas, à medida que as expectativas de uma subida das taxas de juro por parte da Reserva Federal começaram a diminuir, depois de os dados da inflação nos Estados Unidos relativos a março, apesar de uma ligeira subida face à leitura anterior, terem ficado abaixo do que era receado. Isto sugere que o impacto dos preços mais elevados da energia, provocado pela guerra no Irão, teve um efeito menor sobre a inflação do que anteriormente se esperava. Neste contexto, e com o aumento das esperanças de que uma resolução diplomática possa criar perspetivas realistas para um cessar-fogo duradouro e permitir a normalização do tráfego no Estreito de Ormuz, poderá haver margem para novas quedas do dólar norte-americano, o que, por sua vez, poderá abrir espaço para ganhos adicionais nos preços do ouro. Ainda assim, a situação permanece volátil, e qualquer escalada no Golfo Pérsico poderá voltar a centrar a atenção dos investidores na inflação e no fraco crescimento económico, uma dinâmica que suporta o dólar e que continua a travar o entusiasmo dos investidores otimistas em relação ao ouro.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Tensão com o Irão Reacende Risco Inflacionista
As negociações entre os EUA e o Irão chegaram a um impasse, com Teerão a recusar abandonar o seu programa nuclear. Os futuros de ações recuaram ligeiramente na abertura de domingo e o S&P 500 negoceia nos 6.784 pontos esta manhã, ao mesmo tempo que o petróleo voltou a superar os $100. Apesar da fragilidade das negociações, os preços sugerem que os investidores permanecem moderadamente otimistas quanto a uma resolução diplomática no curto prazo. Ainda assim, a subida do petróleo reintroduz pressão sobre as expectativas de inflação, podendo limitar a margem para cortes de taxas por parte da Reserva Federal. Neste contexto, os mercados deverão permanecer sensíveis a novos desenvolvimentos nas negociações nos próximos dias.
Henrique Valente – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Petróleo sobe com risco persistente no Estreito de Ormuz
Os preços do petróleo Brent registaram uma ligeira subida no início da sessão de quinta-feira, aproximando-se dos 100 dólares, à medida que os investidores reagem à renovada incerteza quanto às condições exatas e ao calendário do cessar-fogo acordado entre os Estados Unidos e o Irão. Continua por esclarecer quando o Irão irá reabrir o Estreito de Ormuz e quais serão os termos precisos dessa reabertura. O próprio cessar-fogo parece frágil, numa altura em que Teerão manifesta descontentamento com a continuação dos ataques de Israel no Líbano. Neste contexto, e apesar do sentimento geral de alívio sentido na sessão anterior, que levou os preços do Brent a cair até aos 90 dólares, os operadores do mercado petrolífero continuam a ter dificuldade em retirar o prémio de risco gerado pela incerteza em curso. Até que exista maior clareza sobre os termos exatos do acordo entre o Irão e os Estados Unidos, em particular no que diz respeito aos fluxos energéticos através do Estreito, é pouco provável que o preço do barril recue muito mais abaixo dos níveis atuais.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Petróleo recua com cessar-fogo EUA-Irão
Os preços do petróleo Brent caíram abaixo dos 100 dólares depois de os Estados Unidos e o Irão terem anunciado um cessar-fogo de duas semanas. O anúncio levou o preço do barril a cair até aos 92 dólares, o nível mais baixo desde meados de março. O impacto estendeu-se para além dos mercados energéticos, desencadeando também subidas nos futuros dos principais mercados bolsistas globais, uma forte desvalorização do dólar norte-americano e uma subida do preço do ouro, que atingiu máximos de três semanas. Na sequência do agravamento das tensões provocado pela guerra em curso e pelo consequente encerramento do Estreito de Ormuz pelo Irão, o acordo de última hora, cujos termos não são ainda totalmente claros, foi recebido com alívio pelos mercados financeiros. Este desenvolvimento levou os negociadores a incorporar nos preços, talvez com algum otimismo, uma perspetiva realista de um fim do conflito e de um regresso a alguma normalidade no Golfo Pérsico. No entanto, o cessar-fogo parece frágil, e a mudança de posição de última hora por parte da administração norte-americana ao aceitar discutir os termos propostos pelo Irão não significa ainda que venha a estar em vigor um acordo mais duradouro quando o cessar-fogo de duas semanas chegar ao fim. Neste contexto, o preço do barril caiu consideravelmente face aos máximos recentes, mas mantém-se ainda 22% acima do nível registado no início da guerra, sendo necessária maior clareza antes de assistirmos a novas quedas substanciais dos preços.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Ouro sobe ligeiramente no arraque da sessão europeia
Os preços do ouro registaram uma ligeira subida no arranque da sessão europeia e encontram-se atualmente pouco abaixo do nível dos 4.700 dólares. Apesar da incerteza geopolítica e económica em curso, com a guerra dos Estados Unidos e de Israel no Irão a ameaçar escalar na sequência das mais recentes ameaças do Presidente norte-americano, o preço do metal precioso tem-se mantido estável desde o início de abril, depois de ter perdido mais de 13% durante o mês anterior. O conflito provocou picos nos preços do petróleo e do gás, alimentando receios inflacionistas e aumentando a perspetiva de uma política monetária restritiva por parte dos bancos centrais. Esta dinâmica resultou em yields obrigacionistas mais elevadas e, em particular, reforçou o dólar norte-americano devido ao seu estatuto de ativo de refúgio. Como resultado, é provável que o metal precioso continue a negociar dentro de um intervalo de preços relativamente estreito, apanhado entre o suporte proporcionado pela incerteza persistente e a pressão criada pela força do dólar e pelas yields mais elevadas.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Escalada no Irão volta a impulsionar o petróleo
Os preços do petróleo Brent subiram no início da sessão de quinta-feira, atingindo os 108 dólares e aproximando-se dos níveis observados no início da semana, antes de a administração norte-americana ter sinalizado a intenção de pôr fim à guerra com o Irão. O Presidente dos Estados Unidos voltou a mudar de tom durante o seu discurso televisivo de quarta-feira à noite, ameaçando intensificar os ataques ao Irão. Estes últimos desenvolvimentos reforçam a ideia de que o conflito deverá prolongar-se para além de abril e, talvez de forma mais preocupante para os operadores do setor energético, sem qualquer perspetiva realista de normalização do tráfego marítimo através do Estreito de Ormuz. Esta mais recente mudança provocou uma reversão generalizada nos mercados, com os preços do petróleo e do gás a subirem de novo, o dólar a fortalecer-se e as yields das obrigações a aumentarem, enquanto os mercados acionistas devolveram parte do terreno recuperado nas sessões anteriores. Neste contexto, podemos esperar a continuação da volatilidade nos mercados, com os preços a flutuarem à medida que a narrativa da administração norte-americana sobre a guerra vai alternando entre uma postura agressiva e uma abordagem mais construtiva. Ainda assim, a trajetória de menor resistência para os preços do petróleo continua inclinada para novas subidas, porque, apesar do ruído político, a realidade subjacente é que, quanto mais tempo o Estreito permanecer efetivamente fechado a cerca de 25% dos fluxos mundiais de petróleo e gás, maior será o impacto do choque da oferta no mercado global e maior a probabilidade de novos picos de preços.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Brent recua com esperança de desescalada com o Irão
Os preços do petróleo Brent recuaram no início da sessão de quarta-feira e negociavam-se ligeiramente acima dos 100 dólares à medida que a sessão europeia arrancava. Verificou-se uma inversão nos mercados financeiros. O dólar norte-americano e os preços da energia, que subiram e se mantiveram em níveis elevados ao longo de março, devolveram parte desses ganhos depois de a administração norte-americana ter sinalizado, na terça-feira, que poderá estar a considerar afastar-se do conflito com o Irão. Essa perspetiva deu aos investidores motivos para algum otimismo, aumentando o apetite pelo risco e impulsionando ganhos generalizados nos principais índices bolsistas e em todas as principais moedas face ao dólar norte-americano. No entanto, as condições subjacentes não se alteraram, pelo menos por agora. O Estreito de Ormuz permanece praticamente fechado e não é claro de que forma, mesmo num cenário em que os Estados Unidos recuem da região, o transporte marítimo poderá regressar à normalidade no Golfo Pérsico. Outro aspeto importante a ter em conta é que mesmo o cenário mais otimista implica uma disrupção prolongada no fornecimento de petróleo e gás provenientes do Médio Oriente, devido a estrangulamentos logísticos e à redução da capacidade de produção. Neste contexto, é possível que o otimismo observado na terça-feira dê lugar a uma avaliação mais realista, o que poderá ainda trazer novas subidas no preço do barril.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Petróleo Acima de 110 com Tensões no Médio Oriente
Os preços do petróleo Brent subiram no início da sessão de sexta-feira, ultrapassando os 110 dólares por barril. A mais recente extensão, por 10 dias, do prazo dado pela administração norte-americana para que o Irão reabra o Estreito de Ormuz não conseguiu acalmar os mercados. A incerteza económica desencadeada pelo conflito entre os Estados Unidos, Israel e o Irão está a inquietar os investidores. Se a atual situação se prolongar, com entre um quinto e um quarto do petróleo e gás mundiais impossibilitados de sair da região, o impacto na economia global poderá ser sísmico. Muitos receiam que isto possa, simultaneamente, impulsionar a inflação e travar o crescimento. Estas expectativas começam a ser incorporadas nos mercados financeiros, com as ações sob pressão e os futuros do Nasdaq a atingirem mínimos de seis meses no arranque da sessão europeia. Neste contexto, é provável que os mercados permaneçam voláteis, com margem para novas subidas dos preços do petróleo, uma vez que os níveis atuais ainda refletem um cenário relativamente benigno, que pressupõe uma normalização da situação em semanas, e não em meses.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
B
Ouro recua com cenário de taxas elevadas por mais tempo
Os preços do ouro caíram no início da sessão de quinta-feira, à medida que os investidores continuam a encerrar posições ganhadoras no metal precioso. O conflito envolvendo os Estados Unidos, Israel e o Irão está a aumentar as preocupações quanto ao fornecimento futuro de petróleo e gás, com os investidores a anteciparem custos energéticos mais elevados e uma subida da inflação. Este cenário está a levar os mercados a antecipar uma orientação mais restritiva da política monetária por parte dos bancos centrais, incluindo a Reserva Federal. Espera-se agora que o banco central norte-americano mantenha as taxas de juro inalteradas ao longo de 2026, com a possibilidade de uma subida no final do ano a ganhar força entre os investidores. Neste contexto, o dólar norte-americano tem vindo a valorizar-se e as yields dos Treasuries estão a subir, uma dinâmica que penaliza o ouro, que não oferece rendimento. Além disso, surgiram relatos de que alguns bancos centrais de economias emergentes estão a vender ouro para adquirir moeda forte, necessária para fazer face ao aumento dos custos energéticos.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Desescalada no conflito entre EUA e Irão
Os EUA enviaram um plano de 15 pontos ao Irão, através do Paquistão, com vista a pôr termo ao conflito. Teerão ainda não respondeu, mas os mercados já começaram a precificar a possibilidade de uma desescalada. O Brent recuou para abaixo dos 100 dólares por barril, enquanto os índices registam uma recuperação moderada esta manhã. As negociações ainda estão numa fase inicial, mas os sinais de abertura foram suficientes para trazer de volta algum apetite pelo risco. Ainda assim, a situação permanece frágil. Os EUA continuam a reforçar a presença militar no Médio Oriente e os investidores deverão manter-se atentos a qualquer contratempo nas negociações.
Henrique Valente – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Petróleo sustenta-se acima dos $100
Os preços do petróleo Brent registaram uma ligeira subida no início da sessão de terça-feira, voltando a ultrapassar os $100. A mudança repentina de posição da administração norte-americana relativamente ao ultimato dirigido ao Irão trouxe algum alívio aos mercados, com os preços do petróleo a caírem mais de 10%, enquanto os mercados acionistas recuperaram parte das perdas recentes. No entanto, apesar de o risco imediato de uma escalada acentuada nos preços da energia ter, para já, sido evitado, o potencial para nova volatilidade mantém-se. As notícias de que ambas as partes estão envolvidas em negociações foram bem recebidas pelos mercados, mas, até ao momento, não há sinais claros de progressos significativos no sentido de uma resolução do conflito. Além disso, as condições subjacentes permanecem inalteradas. O Estreito de Ormuz continua, na prática, fechado pelo Irão, parte das infraestruturas energéticas da região foi danificada e a ameaça de retaliação por parte do Irão persiste. Neste contexto, é pouco provável que os preços do Brent desçam de forma sustentada abaixo dos $100 até que haja progressos concretos nas negociações. Qualquer nova escalada do conflito deverá, muito provavelmente, voltar a impulsionar os preços em alta.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Brent mantém-se elevado com risco de nova escalada
Os preços do petróleo Brent registaram uma ligeira subida no início da sessão de sexta-feira. Após a forte volatilidade da sessão anterior, durante a qual o preço de um barril teve uma variação de $16, o mercado aparenta maior estabilidade no arranque da última sessão de negociação da semana. Ainda assim, os preços mantêm-se próximos dos $110, cerca de 50% acima dos níveis registados antes do início da guerra no Irão, quando um barril de Brent era negociado em torno dos $73. Perante a incerteza quanto ao desfecho e à duração do conflito, que está a perturbar o fornecimento proveniente da principal região produtora de petróleo a nível mundial, a volatilidade poderá regressar rapidamente caso surjam novos desenvolvimentos, em particular na eventualidade de novos ataques a infraestruturas energéticas. É também de salientar que o diferencial entre o petróleo WTI, referência para o crude produzido nos Estados Unidos, e o Brent, padrão global, aumentou de cerca de $4 por barril para os atuais $13. Esta divergência é motivo de preocupação, uma vez que alguns analistas admitem a possibilidade de as autoridades norte-americanas restringirem as exportações de energia, de forma a proteger os consumidores domésticos da escassez de oferta e da volatilidade de preços desencadeadas pelas suas ações no Irão. Embora seja duvidoso que tal medida tenha um efeito positivo no longo prazo sobre o setor energético dos Estados Unidos ou sobre a economia em geral, um agravamento da situação no Golfo Pérsico poderá criar as condições para que a administração Trump adote medidas mais drásticas. Tal cenário agravaria a atual crise energética e poderá levar os preços para níveis não observados há mais de uma década.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Brent sobe após ataques a infraestruturas energéticas
Os preços do petróleo Brent subiram no início da sessão de quinta-feira, prolongando o impulso da sessão anterior. A guerra no Irão entrou, do ponto de vista dos mercados financeiros, numa nova fase, na sequência do ataque deliberado a campos de gás iranianos por parte de Israel e dos Estados Unidos, ao qual Teerão respondeu prometendo destruir infraestruturas de produção energética da região. Estes desenvolvimentos provocaram uma reação dos mercados, com a incorporação de riscos mais elevados de uma disrupção prolongada no fornecimento de petróleo proveniente do Golfo Pérsico. A situação é agora mais preocupante para os operadores do mercado petrolífero, uma vez que a disrupção nos mercados energéticos globais poderá ir além da restrição do tráfego de petroleiros através do Estreito de Ormuz, afetando a capacidade de produção de um dos mais importantes polos mundiais de produção de petróleo e gás. Neste contexto, os investidores continuarão a acompanhar de perto a evolução dos acontecimentos, com potencial para maior volatilidade nos preços do petróleo à medida que novas informações vão surgindo da região. Quaisquer relatos de ataques por parte do Irão a infraestruturas de países vizinhos poderão desencadear novos picos de preços, reforçando a atual tendência de subida nos mercados petrolíferos.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Dólar abranda antes da FOMC
O dólar norte-americano registou uma ligeira subida no arranque da sessão europeia, mas mantém-se próximo dos mínimos da sessão anterior. Após uma forte recuperação iniciada no final de janeiro, impulsionada sobretudo pelo desvanecimento das expectativas dovish em relação à Reserva Federal, na sequência do início da guerra no Irão e das pressões inflacionistas desencadeadas pelo choque energético causado pelo encerramento do Estreito de Ormuz, o dólar tem perdido algum gás desde segunda-feira. Os traders estão agora focados na reunião do FOMC, que termina hoje. Em particular, as projeções económicas e das taxas de juro, bem como o comunicado de política monetária e a conferência de imprensa de Jerome Powell, serão analisados de perto pelos investidores, que procuram compreender de que forma o conflito no Irão afetou o sentimento dos decisores da Reserva Federal. Os ganhos do dólar nas últimas semanas resultaram de uma alteração das expectativas do mercado quanto a cortes nas taxas de juro em 2026, que passaram de três no início do ano para apenas um, potencialmente apenas em dezembro. Neste contexto, os investidores procurarão avaliar em que medida os riscos inflacionistas atualmente refletidos no valor do dólar estão alinhados com as perspetivas que serão hoje divulgadas após a reunião do FOMC da Reserva Federal.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Ouro Recua com Receios de Inflação e Juros mais Altos
Os preços do ouro recuaram ligeiramente no início da sessão de segunda-feira, descendo para pouco abaixo do nível dos 5.000 dólares. O metal precioso tem estado sob pressão desde pouco depois do início da guerra no Irão. Inicialmente registou-se um aumento moderado da procura por ativos de refúgio, que levou os preços do ouro a um máximo de várias semanas, mas esses ganhos revelaram-se de curta duração. O principal foco dos mercados financeiros neste momento é a iminente crise energética provocada pela disrupção crescente no Estreito de Ormuz, que retirou cerca de 20% da oferta mundial de petróleo e gás do mercado, impulsionando os preços e reavivando o espectro da inflação. Neste contexto, os mercados reduziram as suas expectativas quanto a cortes das taxas de juro por parte da Reserva Federal em 2026. Esta mudança reflete-se também, a nível global, numa perspetiva mais “hawkish” por parte de outros bancos centrais, diminuindo a atratividade de ativos que não geram rendimento, como o ouro. Quanto mais tempo a guerra no Irão se prolongar com o Estreito de Ormuz efetivamente fechado, maior será o peso dos receios inflacionistas no sentimento dos investidores. Apesar do papel tradicional do ouro como ativo de refúgio e da sua maior atratividade em períodos de conflito, os investidores poderão concentrar-se cada vez mais nos riscos de inflação, numa dinâmica que reduz a probabilidade de cortes das taxas de juro por parte dos bancos centrais e exerce pressão sobre os preços do ouro, devido à natureza não remunerada do metal.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Petróleo Próximo dos $100 com Guerra no Golfo
Os preços do petróleo Brent subiram no início da sessão, chegando brevemente a tocar nos 100 dólares antes de recuarem para ligeiramente abaixo desse nível importante. Apesar do anúncio da libertação de 400 milhões de barris das reservas estratégicas por parte da Agência Internacional de Energia (IEA), os mercados mantiveram o foco nos acontecimentos no Golfo, onde a guerra continua a bloquear, na prática, o Estreito de Ormuz, impossibilitando o escoamento de petróleo da principal região produtora do mundo. O facto de os traders de petróleo terem desvalorizado a notícia da decisão da IEA, concentrando-se antes em relatos de ataques a petroleiros, ilustra bem o atual estado de espírito do mercado. Com a guerra agora no seu 13.º dia e sem uma perspetiva realista de desescalada, cresce a preocupação de que o conflito possa prolongar-se para além do curto prazo, não só restringindo a exportação de petróleo do Golfo, mas também podendo vir a obrigar os produtores locais a suspender a produção devido à falta de capacidade de armazenamento. Neste contexto, quanto mais tempo o conflito se prolongar, maiores serão os níveis de ansiedade entre os traders de petróleo, numa dinâmica que poderá abrir espaço para novas subidas dos preços.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Petróleo estabiliza perto dos 90 dólares
Os preços do ouro registaram uma ligeira subida no início da sessão de terça-feira, mas permanecem abaixo dos 5.200 dólares. Apesar da guerra em curso no Irão, que aumentou o risco geopolítico e desencadeou uma subida acentuada dos preços da energia, trazendo a inflação novamente para o centro das atenções, o metal de refúgio tem tido dificuldade em consolidar ganhos desde o início do conflito. O aumento dos preços da energia e o seu impacto inflacionista reduziram as expectativas de cortes nas taxas de juro por parte da Reserva Federal, fortalecendo o dólar norte-americano e pressionando em alta as yields das obrigações do Tesouro dos EUA, o que, por sua vez, tem penalizado o ouro. Ao mesmo tempo, as fortes perdas nos mercados acionistas também exerceram pressão sobre o metal precioso, já que muitos investidores foram obrigados a vender ouro para satisfazer requisitos de margem noutras posições. Esta semana, o apetite pelo risco regressou após declarações do Presidente dos Estados Unidos que apontam para a possibilidade de o conflito começar a diminuir de intensidade no curto prazo. Os fluxos de investimento para as ações, numa altura em que muitos investidores veem uma oportunidade para “comprar na queda”, têm limitado o potencial de valorização do metal precioso, que ainda assim beneficiou da perda de fôlego do dólar. Neste contexto, os traders de ouro estão a evitar assumir posições de grande dimensão, aguardando maior clareza tanto sobre os desenvolvimentos relacionados com a guerra no Irão como sobre importantes dados de inflação nos Estados Unidos, cuja divulgação está prevista para esta semana.
Ricardo Evangelista – Analista Sénior, ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Apetite pelo risco limita subida do ouro
Os preços do ouro registaram uma ligeira subida no início da sessão de terça-feira, mas permanecem abaixo dos 5.200 dólares. Apesar da guerra em curso no Irão, que aumentou o risco geopolítico e desencadeou uma subida acentuada dos preços da energia, trazendo a inflação novamente para o centro das atenções, o metal de refúgio tem tido dificuldade em consolidar ganhos desde o início do conflito. O aumento dos preços da energia e o seu impacto inflacionista reduziram as expectativas de cortes nas taxas de juro por parte da Reserva Federal, fortalecendo o dólar norte-americano e pressionando em alta as yields das obrigações do Tesouro dos EUA, o que, por sua vez, tem penalizado o ouro. Ao mesmo tempo, as fortes perdas nos mercados acionistas também exerceram pressão sobre o metal precioso, já que muitos investidores foram obrigados a vender ouro para satisfazer requisitos de margem noutras posições. Esta semana, o apetite pelo risco regressou após declarações do Presidente dos Estados Unidos que apontam para a possibilidade de o conflito começar a diminuir de intensidade no curto prazo. Os fluxos de investimento para as ações, numa altura em que muitos investidores veem uma oportunidade para “comprar na queda”, têm limitado o potencial de valorização do metal precioso, que ainda assim beneficiou da perda de fôlego do dólar. Neste contexto, os traders de ouro estão a evitar assumir posições de grande dimensão, aguardando maior clareza tanto sobre os desenvolvimentos relacionados com a guerra no Irão como sobre importantes dados de inflação nos Estados Unidos, cuja divulgação está prevista para esta semana.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Petróleo acima dos 106 dólares com guerra no Golfo
Os preços do petróleo Brent estão a negociar acima dos 106 dólares no início da sessão europeia. A guerra no Golfo, que já dura há mais de uma semana, está a deixar os traders cada vez mais nervosos quanto ao impacto que um conflito prolongado poderá ter no abastecimento global de energia. A região do Golfo Pérsico é responsável por cerca de um quarto da produção mundial de petróleo, sendo a maior parte transportada em petroleiros através do Estreito de Ormuz. Esta rota marítima encontra-se agora, na prática, encerrada devido à ameaça de ataques, o que significa que o principal polo exportador de petróleo do mundo está, efetivamente, excluído do mercado. Tendo em conta que o conflito entrou na sua segunda semana e não existe um caminho claro nem um calendário previsível para um cessar-fogo, não é surpreendente que os traders de petróleo estejam a incorporar nos preços um cenário futuro de redução da oferta, o que está a resultar em preços mais elevados. Esta dinâmica tenderá a intensificar-se quanto mais tempo o conflito se prolongar sem uma perspetiva realista de resolução, criando margem para novas subidas no preço do barril.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Euro Stoxx 50 regista pior semana desde abril de 2025
O Euro Stoxx 50 caminha para a pior semana desde abril de 2025, quando foram anunciadas as tarifas dos EUA. O índice negoceia nos 5750 pontos, perto dos mínimos mensais, um nível que já testou várias vezes ao longo da semana.A subida dos preços do petróleo está a pressionar os mercados acionistas, alimentando preocupações sobre um possível novo impulso inflacionista. Neste contexto, declarações da Reserva Federal reforçaram a cautela dos investidores. Ontem, o responsável da Fed Thomas Barkin afirmou que os dados recentes da inflação levantam dúvidas sobre se a batalha do banco central contra a subida dos preços já terminou. As declarações sugerem que a política monetária poderá permanecer restritiva por mais tempo, num contexto de tensões crescentes no Médio Oriente. Neste cenário, os investidores mantêm uma postura defensiva e os preços do petróleo continuam a guiar o resto do mercado.
Henrique Valente – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Bitcoin ganha terreno após escalada entre EUA e Irão
A Bitcoin registou na quarta-feira ganhos superiores a 6% e está a negociar em torno dos 72.700 dólares. A criptomoeda, que acumulou uma queda de cerca de 30% este ano, tem demonstrado uma robustez inesperada desde a intensificação do conflito entre os EUA e o Irão no fim de semana passado. Atualmente, é um dos ativos com melhor desempenho, a par do petróleo e das ações dos setores energético e da defesa. Um dos fatores que despertou o interesse dos investidores foi o aumento de fluxos provenientes do Irão, onde indivíduos procuram refúgio face ao colapso da moeda local, enquanto entidades governamentais recorrem a ativos digitais para contornar sanções durante o conflito. Ainda assim, o volume de negociação originado no país continua a ser relativamente reduzido e o principal motor da subida recente da Bitcoin tem sido os fortes influxos nos ETFs americanos, que registaram entradas de aproximadamente 1,5 mil milhões de dólares nas últimas cinco sessões.
Henrique Valente – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.






















