Agenda de Indicadores:
8:25 – BRA – Boletim Focus
12:00 – USA – Índice de Tendência de Emprego do Conference Board
Agenda de Autoridades:
9:30 – BRA – Gabriel Galípolo, presidente do BCB, palestra no evento Estabilidade Financeira e Perspectivas para 2026 e 2027, promovido pela Associação Brasileira de Bancos (ABBC), em São Paulo.
17:15 – USA – Raphael Bostic, do Fed de Atlanta (Não Vota), participa de uma conversa moderada sobre política monetária e perspectivas econômicas na Cúpula dos Principais Produtores, em Nashville, Tennessee.
Brasil

Acompanhe o Pré-Market de NY:
EWZ
VALE
PBR
ITUB
BBD
BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades
BRA50 $ACTIVTRADES:MINDOLH2026
Temporada de Balanços:
A agenda corporativa da semana ganha tração já nesta segunda-feira. O BTG Pactual divulga seus resultados antes da abertura do mercado, enquanto BB Seguridade, Motiva e São Martinho apresentam números após o fechamento.
Na terça-feira, os holofotes se voltam para Banco Inter, Suzano e TIM Brasil.
A quarta-feira concentra um dos dias mais relevantes da semana, com o balanço do Banco do Brasil, além dos resultados de Klabin, Assaí, Banrisul, Guararapes e Totvs, trazendo leituras importantes sobre consumo, crédito e atividade doméstica.
Na quinta-feira, após o fechamento, entram no radar Ambev, Jalles Machado, Neoenergia, Raízen, Copasa e Vale, com atenção especial aos dados de commodities, energia e saneamento.
Encerrando a semana, a Usiminas divulga seus números na sexta-feira, fechando a agenda de balanços com foco no setor siderúrgico.
Estados Unidos

Os índices futuros de Nova York —
USA500,
USATEC e
USARUS — operam próximos da estabilidade nesta segunda-feira, em um movimento de consolidação após o rali da última sexta-feira, que levou o Dow Jones
USAIND a uma nova máxima histórica. O clima de espera domina os terminais, com o índice de volatilidade VIX $ACTIVTRADES:USAVIX sustentado próximo aos 19 pontos, refletindo uma postura cautelosa antes de indicadores macroeconômicos decisivos.
A agenda da semana é carregada, com as atenções voltadas para os relatórios de emprego (Payroll) e de inflação ao consumidor (IPC). Atualmente, o mercado precifica ao menos dois cortes de 25 pontos-base na taxa de juros para 2026, situando a primeira queda apenas para o mês de junho.
Nesse cenário, as commodities metálicas, como ouro e prata, ganham relevância. Ativos que não geram rendimentos tendem a performar melhor em ambientes de juros em queda e dólar enfraquecido, o que torna os metais mais acessíveis para compradores estrangeiros. Analistas apontam que qualquer sinal de fragilidade nos dados de emprego pode atuar como gatilho para uma nova recuperação do ouro.

A retórica do Federal Reserve corrobora a dependência dos dados. Mary Daly, presidente do Fed de São Francisco, sinalizou que novos cortes podem ser necessários para mitigar a fragilidade do mercado de trabalho. No entanto, o consenso de Wall Street é que o Fed manterá as taxas inalteradas até meados do ano, a menos que os números de emprego apresentem uma deterioração mais acentuada do que o previsto.
Europa

As ações europeias —
EURO50,
GER40,
GERMID50,
ESP35,
UK100,
FRA40,
ITA40 e
SWI20 — operam com viés de alta nesta segunda-feira, acompanhando o otimismo nos mercados globais. Os traders reagem a um fluxo intenso de balanços corporativos e movimentações estratégicas de fusões e aquisições (M&A) que ditam o ritmo dos negócios no continente.
No setor de tecnologia, a STMicroelectronics salta quase 5%, impulsionada pelo anúncio da expansão de sua parceria com a Amazon Web Services (AWS) em infraestrutura de computação.
O setor farmacêutico também respira com alívio, especialmente a Novo Nordisk, cujas ações dispararam 8,3%. O movimento ocorreu após a americana Hims & Hers retirar do mercado seu comprimido de GLP-1 de baixo custo, cedendo à pressão regulatória da FDA. O recuo da concorrente reduziu os temores sobre a guerra de preços no lucrativo mercado de emagrecimento, beneficiando também a Zealand Pharma, que avançou 3,5%.
O cenário de M&A agitou os terminais de negociação com a venda da polonesa InPost. Um consórcio liderado pela Advent e pela FedEx selou a compra da empresa por US$ 9,2 bilhões, fazendo os papéis da InPost saltarem 14%.
Em contrapartida, o setor bancário apresentou desempenhos mistos. O NatWest recuou 5,6% em meio a rumores de que está prestes a finalizar a aquisição da Evelyn Partners por 2,5 bilhões de libras, operação que o mercado ainda digere em termos de custo e sinergia.
Já o italiano UniCredit subiu 5,3% após elevar sua projeção de lucro para 11 bilhões de euros este ano. O guidance agressivo do banco reforçou o sentimento positivo sobre a rentabilidade das instituições financeiras na zona do euro.
Ásia/Pacífico

Ativos asiáticos negociados na ActivTrades:
HKIND
JP225
CHINAA50
As bolsas da Ásia e Pacífico abriram a semana em forte alta, impulsionadas pelo fechamento recorde em Wall Street na última sexta-feira e pelo otimismo com o resultado das eleições para a Câmara Baixa no Japão.
Na liderança dos ganhos, o índice Kospi
KOSPI, da Coreia do Sul, saltou mais de 4%. O desempenho foi sustentado pelo rali das gigantes de semicondutores Samsung (+4,9%) e SK Hynix (+5,7%), que pegaram carona no renovado entusiasmo pelo setor de tecnologia global.
No mercado chinês, os principais índices — Shenzhen
399001, China A50
XIN9, Hang Seng
HSI e Shanghai
000001 — registraram o melhor desempenho em um mês. A alta foi impulsionada por relatórios de corretoras recomendando que investidores mantenham posições antes do festival do Ano Novo Lunar, marcado para a próxima semana. Analistas avaliam que a correção que derrubou o mercado chinês em mais de 4% desde o pico de janeiro provavelmente se exauriu, abrindo espaço para recompras.
Em Taiwan, o índice TWSE 50
TW50 avançou 2,3%, com a fabricante de chips TSMC registrando alta de 2%. Já na Austrália, o ASX 200
XJO subiu 1,9%, impulsionado pela recuperação nos preços das commodities metálicas, que injetou fôlego no setor de mineração.
Especial Japão:
A vitória esmagadora do Partido Liberal Democrático (PLD) garantiu a Sanae Takaichi o controle de 316 das 465 cadeiras na câmara baixa. O resultado confere à nova premiê um mandato robusto para implementar sua agenda de expansão de gastos e alívio tributário, pilares centrais de sua campanha.
Apesar das promessas de estímulo, Takaichi tem enfatizado que os planos não comprometerão as contas públicas. A sinalização é vital para acalmar os mercados, dado que o Japão carrega a maior dívida pública entre as economias desenvolvidas.
Segundo Masahiko Loo, da State Street. "O resultado reduz a incerteza política e fortalece a narrativa mais ampla de que 'o Japão está de volta'. O foco dos traders está se ampliando para além dos vencedores iniciais do 'comércio Takaichi', como exportadores, empresas cíclicas, setor financeiro e defesa."
O índice Nikkei encerrou o pregão com alta de 3,9%, estabelecendo uma nova máxima histórica. O movimento foi impulsionado por saltos expressivos em papéis de peso, como Advantest (+11,5%), Hitachi (+8,4%) e SoftBank (+6,3%).
No entanto, Shingo Ide, estrategista-chefe de ações do NLI Research Institute, pondera que o Nikkei deve agora buscar uma zona de estabilização em torno dos 56.000 pontos. O mercado aguarda os primeiros passos efetivos do novo governo antes de projetar um fôlego adicional rumo ao patamar dos 60.000 pontos.

No mercado de renda fixa, as taxas dos títulos públicos de longo prazo chegaram a testar níveis mais elevados na abertura, refletindo uma pressão vendedora momentânea. Contudo, o movimento perdeu fôlego rapidamente, com os rendimentos revertendo a tendência e voltando a operar em patamares de estabilidade.
Para Zuhair Khan, gestor sênior de portfólio da UBP, "a reação dos títulos indica que Takaichi conseguiu convencer o mercado de que será uma líder forte, mas não fiscalmente irresponsável".

No câmbio, o iene renovou mínimas históricas contra o franco suíço e perdeu terreno frente ao dólar e ao euro. A tendência de queda só foi interrompida após um alerta direto de Tóquio sobre uma possível intervenção cambial.
O diplomata Atsushi Mimura reiterou que o governo monitora os movimentos com "senso de urgência". A fala serviu como um aviso claro aos especuladores de que o Japão está pronto para intervir na compra de ienes caso a desvalorização se acentue.

8:25 – BRA – Boletim Focus
12:00 – USA – Índice de Tendência de Emprego do Conference Board
Agenda de Autoridades:
9:30 – BRA – Gabriel Galípolo, presidente do BCB, palestra no evento Estabilidade Financeira e Perspectivas para 2026 e 2027, promovido pela Associação Brasileira de Bancos (ABBC), em São Paulo.
17:15 – USA – Raphael Bostic, do Fed de Atlanta (Não Vota), participa de uma conversa moderada sobre política monetária e perspectivas econômicas na Cúpula dos Principais Produtores, em Nashville, Tennessee.
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY:
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades
Temporada de Balanços:
A agenda corporativa da semana ganha tração já nesta segunda-feira. O BTG Pactual divulga seus resultados antes da abertura do mercado, enquanto BB Seguridade, Motiva e São Martinho apresentam números após o fechamento.
Na terça-feira, os holofotes se voltam para Banco Inter, Suzano e TIM Brasil.
A quarta-feira concentra um dos dias mais relevantes da semana, com o balanço do Banco do Brasil, além dos resultados de Klabin, Assaí, Banrisul, Guararapes e Totvs, trazendo leituras importantes sobre consumo, crédito e atividade doméstica.
Na quinta-feira, após o fechamento, entram no radar Ambev, Jalles Machado, Neoenergia, Raízen, Copasa e Vale, com atenção especial aos dados de commodities, energia e saneamento.
Encerrando a semana, a Usiminas divulga seus números na sexta-feira, fechando a agenda de balanços com foco no setor siderúrgico.
Estados Unidos
Os índices futuros de Nova York —
A agenda da semana é carregada, com as atenções voltadas para os relatórios de emprego (Payroll) e de inflação ao consumidor (IPC). Atualmente, o mercado precifica ao menos dois cortes de 25 pontos-base na taxa de juros para 2026, situando a primeira queda apenas para o mês de junho.
Nesse cenário, as commodities metálicas, como ouro e prata, ganham relevância. Ativos que não geram rendimentos tendem a performar melhor em ambientes de juros em queda e dólar enfraquecido, o que torna os metais mais acessíveis para compradores estrangeiros. Analistas apontam que qualquer sinal de fragilidade nos dados de emprego pode atuar como gatilho para uma nova recuperação do ouro.
A retórica do Federal Reserve corrobora a dependência dos dados. Mary Daly, presidente do Fed de São Francisco, sinalizou que novos cortes podem ser necessários para mitigar a fragilidade do mercado de trabalho. No entanto, o consenso de Wall Street é que o Fed manterá as taxas inalteradas até meados do ano, a menos que os números de emprego apresentem uma deterioração mais acentuada do que o previsto.
Europa
As ações europeias —
No setor de tecnologia, a STMicroelectronics salta quase 5%, impulsionada pelo anúncio da expansão de sua parceria com a Amazon Web Services (AWS) em infraestrutura de computação.
O setor farmacêutico também respira com alívio, especialmente a Novo Nordisk, cujas ações dispararam 8,3%. O movimento ocorreu após a americana Hims & Hers retirar do mercado seu comprimido de GLP-1 de baixo custo, cedendo à pressão regulatória da FDA. O recuo da concorrente reduziu os temores sobre a guerra de preços no lucrativo mercado de emagrecimento, beneficiando também a Zealand Pharma, que avançou 3,5%.
O cenário de M&A agitou os terminais de negociação com a venda da polonesa InPost. Um consórcio liderado pela Advent e pela FedEx selou a compra da empresa por US$ 9,2 bilhões, fazendo os papéis da InPost saltarem 14%.
Em contrapartida, o setor bancário apresentou desempenhos mistos. O NatWest recuou 5,6% em meio a rumores de que está prestes a finalizar a aquisição da Evelyn Partners por 2,5 bilhões de libras, operação que o mercado ainda digere em termos de custo e sinergia.
Já o italiano UniCredit subiu 5,3% após elevar sua projeção de lucro para 11 bilhões de euros este ano. O guidance agressivo do banco reforçou o sentimento positivo sobre a rentabilidade das instituições financeiras na zona do euro.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades:
As bolsas da Ásia e Pacífico abriram a semana em forte alta, impulsionadas pelo fechamento recorde em Wall Street na última sexta-feira e pelo otimismo com o resultado das eleições para a Câmara Baixa no Japão.
Na liderança dos ganhos, o índice Kospi
No mercado chinês, os principais índices — Shenzhen
Em Taiwan, o índice TWSE 50
Especial Japão:
A vitória esmagadora do Partido Liberal Democrático (PLD) garantiu a Sanae Takaichi o controle de 316 das 465 cadeiras na câmara baixa. O resultado confere à nova premiê um mandato robusto para implementar sua agenda de expansão de gastos e alívio tributário, pilares centrais de sua campanha.
Apesar das promessas de estímulo, Takaichi tem enfatizado que os planos não comprometerão as contas públicas. A sinalização é vital para acalmar os mercados, dado que o Japão carrega a maior dívida pública entre as economias desenvolvidas.
Segundo Masahiko Loo, da State Street. "O resultado reduz a incerteza política e fortalece a narrativa mais ampla de que 'o Japão está de volta'. O foco dos traders está se ampliando para além dos vencedores iniciais do 'comércio Takaichi', como exportadores, empresas cíclicas, setor financeiro e defesa."
O índice Nikkei encerrou o pregão com alta de 3,9%, estabelecendo uma nova máxima histórica. O movimento foi impulsionado por saltos expressivos em papéis de peso, como Advantest (+11,5%), Hitachi (+8,4%) e SoftBank (+6,3%).
No entanto, Shingo Ide, estrategista-chefe de ações do NLI Research Institute, pondera que o Nikkei deve agora buscar uma zona de estabilização em torno dos 56.000 pontos. O mercado aguarda os primeiros passos efetivos do novo governo antes de projetar um fôlego adicional rumo ao patamar dos 60.000 pontos.
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