Agenda de Indicadores:
9:30 – USA – Índice de Preços ao Produtor (IPP)
10:45 – CAD – Decisão de Taxa de Juros BoC
11:00 – USA – Pedidos de Bens Duráveis
11:00 – USA – Encomendas à Indústria
11:30 – USA – Estoques de Petróleo Bruto
14:30 – BRA – Fluxo Cambial Estrangeiros
15:00 – USA – Decisão de Taxa de Juros do Fed
15:00 – USA – Projeções do Fed
18:30 – BRA – Decisão de Taxa de Juros
Agenda de Autoridades:
11:30 – CAD – Coletiva de Imprensa com o presidente do BoC, Tiff Macklem
15:30 – USA – Coletiva de Imprensa com o presidente do Fed, Jerome Powell
Brasil

Acompanhe o Pré-Market de NY:
EWZ
VALE
PBR
ITUB
BBD
BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades
BRA50 $ACTIVTRADES:MINDOLH2026
Ameaça de Greve
A possibilidade de uma paralisação nacional de caminhoneiros voltou ao radar do mercado e do governo. Lideranças da categoria indicaram que uma greve pode ser deflagrada até o fim de semana, em resposta ao aumento do diesel e à insatisfação com os valores do frete, após uma reunião que fortaleceu a articulação do movimento em escala nacional.
Apesar de ainda não confirmada, a mobilização segue em fase de negociação com sindicatos, associações e cooperativas do setor de transporte, com o objetivo de coordenar ações simultâneas, incluindo possíveis paralisações em portos estratégicos do país. O cenário já acende um alerta no governo federal, diante da possibilidade de os caminhoneiros levarem suas reivindicações diretamente a Brasília e buscarem uma reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva nos próximos dias.
A ameaça remete à memória da greve de 2018 e surge em um momento sensível, às vésperas da decisão de juros do Comitê de Política Monetária, adicionando um novo fator de risco ao cenário inflacionário. Uma eventual paralisação poderia gerar impactos relevantes na cadeia de abastecimento, pressionando ainda mais os preços.
Segundo José Roberto Stringasci, presidente da Associação Nacional do Transporte no Brasil, bloqueios em rodovias podem se tornar inevitáveis caso a paralisação avance. O pano de fundo do movimento é a recente escalada do diesel, que tem elevado significativamente os custos do transporte rodoviário.
Medidas adotadas pelo governo, como a redução de tributos federais sobre o combustível, não foram suficientes para conter a insatisfação. Isso porque, logo após o anúncio, a Petrobras promoveu um reajuste de 11,6% no diesel nas refinarias, com expectativa de novos aumentos para reduzir a defasagem em relação aos preços internacionais.
A Petrobras reafirmou sua política de preços, destacando que não realiza o repasse automático da volatilidade externa, e que o ajuste recente está alinhado a essa estratégia. Ainda assim, o movimento reforça a percepção de pressão adicional sobre os combustíveis.
O vice-presidente Geraldo Alckmin minimizou o risco de paralisação, afirmando que a greve “não tem sentido” diante das medidas já adotadas para conter os preços e garantir o abastecimento. Questionado sobre novas iniciativas, indicou que não há decisões concretas no momento.
Nos bastidores, o Ministério da Fazenda articula a possibilidade de uma redução temporária do ICMS sobre o diesel, tema que deve ser discutido no âmbito do Confaz. Ao mesmo tempo, a Agência Nacional do Petróleo e a Petrobras negaram relatos de desabastecimento, embora distribuidoras demonstrem preocupação com possíveis gargalos na oferta, especialmente após o cancelamento de leilões recentes de combustíveis.
O cenário segue em evolução e adiciona mais um vetor de incerteza ao ambiente macroeconômico brasileiro, com potenciais impactos sobre inflação, atividade e decisões de política monetária no curto prazo.
Estados Unidos

Os futuros dos índices de Nova York —
USA500,
USAIND,
USATEC e
USARUS — operam em alta consistente nesta quarta-feira, impulsionados pelo alívio nos preços do petróleo e pela expectativa em torno da decisão de juros do Federal Reserve, em um ambiente ainda marcado por incertezas sobre inflação e crescimento global.
O movimento é liderado pelos contratos do Russell 2000
USARUS, mais sensível à trajetória dos juros, que avançam cerca de 1%, enquanto o índice de volatilidade VIX $ACTIVTRADES:USAVIXH2026 recua levemente para 22,3 pontos, ainda indicando uma demanda moderada por proteção.
O alívio recente vem da estabilização dos preços do petróleo, após dias de forte alta. Mesmo com a intensificação do conflito no Oriente Médio — incluindo novos ataques entre Israel e Irã e a sinalização de que não há uma solução diplomática no curto prazo — os mercados reagiram positivamente à retomada parcial das exportações iraquianas pelo porto de Ceyhan, na Turquia.
Apesar disso, os riscos seguem elevados. O Estreito de Ormuz permanece amplamente comprometido, mantendo a ameaça de um choque mais severo na oferta global de energia. Segundo Natasha Kaneva, do JPMorgan Chase, a atual estabilidade do petróleo reflete fatores temporários, como estoques elevados e intervenções políticas. Caso o estreito permaneça fechado, os preços tendem a subir novamente à medida que os estoques globais forem sendo consumidos.
No campo acionário, o sentimento positivo também é sustentado pelo setor de tecnologia. Os futuros do S&P 500 sobem cerca de 0,4%, enquanto o Nasdaq avança 0,5%, apoiados pelas expectativas de resultados sólidos da Micron Technology, que divulga seus números ainda hoje. Investidores buscam sinais sobre oferta de chips e dinâmica de preços no setor.
Além disso, o otimismo ganhou força com a notícia de que a Nvidia recebeu aprovação na China para comercializar uma nova geração de chips de inteligência artificial, reforçando a tese de crescimento estrutural da demanda por IA.
Com esse pano de fundo, o mercado entra na decisão do Fed equilibrando dois vetores: de um lado, o alívio temporário no petróleo e o suporte da tecnologia; de outro, a incerteza persistente sobre a inflação e os impactos econômicos de um conflito geopolítico ainda longe de uma resolução.
Europa

Os principais índices acionários da Europa —
EURO50,
GER40,
GERMID50,
ESP35,
UK100,
FRA40,
ITA40 e
SWI20 — operam em alta média de cerca de 1% nesta quarta-feira, impulsionados pela estabilização dos preços do petróleo e pela expectativa em torno da decisão de juros do Federal Reserve.
O índice Euro Stoxx 50
EURO50 avança cerca 1%, registrando a terceira sessão consecutiva de ganhos, na sua sequência mais longa em cerca de um mês.
Mesmo com a intensificação das tensões entre Israel e Irã — incluindo o assassinato de um alto chefe de segurança em Teerã — os mercados reagiram de forma construtiva, focando no alívio momentâneo dos preços da energia.
No campo setorial, o segmento de energia recua cerca de 0,3%, caminhando para encerrar uma sequência de oito sessões consecutivas de alta, pressionado pela leve correção do petróleo. Em contrapartida, o setor financeiro lidera os ganhos, impulsionando os índices de referência.
Entre os destaques corporativos, a Diploma PLC dispara 14,5% após elevar sua projeção para o ano fiscal de 2026, enquanto a Bolloré avança 15,7% com o anúncio de um dividendo extraordinário de 1,5 euro por ação, animando os investidores.
No campo macroeconômico, os dados finais de inflação da Zona do Euro vieram ligeiramente abaixo das expectativas na leitura mensal de fevereiro, enquanto, na base anual, os números confirmaram as projeções do mercado.
Ásia/Pacífico

As bolsas da Ásia-Pacífico encerraram em forte alta nesta quarta-feira, impulsionadas por uma trégua nos preços do petróleo, com o Brent se estabilizando próximo de US$ 100 por barril, em meio à liberação de estoques globais e ações coordenadas de autoridades políticas.
A commodity encontrou algum alívio após um acordo entre o governo do Iraque e autoridades curdas para retomar as exportações pelo porto de Ceyhan, na Turquia — embora o Estreito de Ormuz permaneça amplamente comprometido, mantendo os riscos elevados para a oferta global de energia.
Segundo Natasha Kaneva, chefe global de commodities do JPMorgan Chase, a estabilidade recente dos preços reflete fatores temporários, como estoques elevados e intervenções políticas. Ainda assim, ela alerta que, caso Ormuz continue fechado, o mercado deverá enfrentar um novo ajuste altista à medida que os estoques globais forem sendo consumidos.
Na região, o destaque ficou com a Coreia do Sul. O índice Kospi
KOSPI saltou 5%, atingindo o maior nível em quase três semanas, após o governo anunciar novas medidas para fortalecer o mercado acionário local. A Financial Services Commission afirmou que pretende restringir práticas como a dupla listagem entre empresas controladoras e subsidiárias, além de ampliar programas de estabilização, se necessário.
As ações de tecnologia lideraram os ganhos: a Samsung Electronics avançou 7,5%, após sinalizações de que o setor de semicondutores pode entrar em um “superciclo sem precedentes”. A concorrente SK Hynix disparou 8,9%, refletindo o otimismo com a demanda por chips ligados à inteligência artificial.
No Japão, o índice Nikkei
NI225 subiu 2,9%, puxado por empresas de tecnologia. A Advantest avançou mais de 6%, enquanto a SoftBank Group subiu cerca de 5,8%.
No campo político, a primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, deve se reunir com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, amanhã.
Na China continental e em Hong Kong, os ganhos foram mais modestos. Os índices Shenzhen
399001, China A50
XIN9 e Shanghai
000001 avançaram entre 0,2% e 1%, refletindo um ambiente ainda cauteloso.
Em Taiwan, o TWSE 50
TW50 subiu 1,1%, com destaque para a TSMC, que avançou 1,9%. Já na Austrália, o índice ASX 200
XJO registrou alta de 0,3%, em meio a um desempenho misto entre os setores financeiro e de mineração.
O pano de fundo segue sendo a geopolítica e a energia: a estabilização momentânea do petróleo trouxe alívio, mas o mercado permanece sensível a qualquer mudança no fluxo global de oferta — especialmente enquanto o Estreito de Ormuz continuar sob tensão.
9:30 – USA – Índice de Preços ao Produtor (IPP)
10:45 – CAD – Decisão de Taxa de Juros BoC
11:00 – USA – Pedidos de Bens Duráveis
11:00 – USA – Encomendas à Indústria
11:30 – USA – Estoques de Petróleo Bruto
14:30 – BRA – Fluxo Cambial Estrangeiros
15:00 – USA – Decisão de Taxa de Juros do Fed
15:00 – USA – Projeções do Fed
18:30 – BRA – Decisão de Taxa de Juros
Agenda de Autoridades:
11:30 – CAD – Coletiva de Imprensa com o presidente do BoC, Tiff Macklem
15:30 – USA – Coletiva de Imprensa com o presidente do Fed, Jerome Powell
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY:
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades
Ameaça de Greve
A possibilidade de uma paralisação nacional de caminhoneiros voltou ao radar do mercado e do governo. Lideranças da categoria indicaram que uma greve pode ser deflagrada até o fim de semana, em resposta ao aumento do diesel e à insatisfação com os valores do frete, após uma reunião que fortaleceu a articulação do movimento em escala nacional.
Apesar de ainda não confirmada, a mobilização segue em fase de negociação com sindicatos, associações e cooperativas do setor de transporte, com o objetivo de coordenar ações simultâneas, incluindo possíveis paralisações em portos estratégicos do país. O cenário já acende um alerta no governo federal, diante da possibilidade de os caminhoneiros levarem suas reivindicações diretamente a Brasília e buscarem uma reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva nos próximos dias.
A ameaça remete à memória da greve de 2018 e surge em um momento sensível, às vésperas da decisão de juros do Comitê de Política Monetária, adicionando um novo fator de risco ao cenário inflacionário. Uma eventual paralisação poderia gerar impactos relevantes na cadeia de abastecimento, pressionando ainda mais os preços.
Segundo José Roberto Stringasci, presidente da Associação Nacional do Transporte no Brasil, bloqueios em rodovias podem se tornar inevitáveis caso a paralisação avance. O pano de fundo do movimento é a recente escalada do diesel, que tem elevado significativamente os custos do transporte rodoviário.
Medidas adotadas pelo governo, como a redução de tributos federais sobre o combustível, não foram suficientes para conter a insatisfação. Isso porque, logo após o anúncio, a Petrobras promoveu um reajuste de 11,6% no diesel nas refinarias, com expectativa de novos aumentos para reduzir a defasagem em relação aos preços internacionais.
A Petrobras reafirmou sua política de preços, destacando que não realiza o repasse automático da volatilidade externa, e que o ajuste recente está alinhado a essa estratégia. Ainda assim, o movimento reforça a percepção de pressão adicional sobre os combustíveis.
O vice-presidente Geraldo Alckmin minimizou o risco de paralisação, afirmando que a greve “não tem sentido” diante das medidas já adotadas para conter os preços e garantir o abastecimento. Questionado sobre novas iniciativas, indicou que não há decisões concretas no momento.
Nos bastidores, o Ministério da Fazenda articula a possibilidade de uma redução temporária do ICMS sobre o diesel, tema que deve ser discutido no âmbito do Confaz. Ao mesmo tempo, a Agência Nacional do Petróleo e a Petrobras negaram relatos de desabastecimento, embora distribuidoras demonstrem preocupação com possíveis gargalos na oferta, especialmente após o cancelamento de leilões recentes de combustíveis.
O cenário segue em evolução e adiciona mais um vetor de incerteza ao ambiente macroeconômico brasileiro, com potenciais impactos sobre inflação, atividade e decisões de política monetária no curto prazo.
Estados Unidos
Os futuros dos índices de Nova York —
O movimento é liderado pelos contratos do Russell 2000
O alívio recente vem da estabilização dos preços do petróleo, após dias de forte alta. Mesmo com a intensificação do conflito no Oriente Médio — incluindo novos ataques entre Israel e Irã e a sinalização de que não há uma solução diplomática no curto prazo — os mercados reagiram positivamente à retomada parcial das exportações iraquianas pelo porto de Ceyhan, na Turquia.
Apesar disso, os riscos seguem elevados. O Estreito de Ormuz permanece amplamente comprometido, mantendo a ameaça de um choque mais severo na oferta global de energia. Segundo Natasha Kaneva, do JPMorgan Chase, a atual estabilidade do petróleo reflete fatores temporários, como estoques elevados e intervenções políticas. Caso o estreito permaneça fechado, os preços tendem a subir novamente à medida que os estoques globais forem sendo consumidos.
No campo acionário, o sentimento positivo também é sustentado pelo setor de tecnologia. Os futuros do S&P 500 sobem cerca de 0,4%, enquanto o Nasdaq avança 0,5%, apoiados pelas expectativas de resultados sólidos da Micron Technology, que divulga seus números ainda hoje. Investidores buscam sinais sobre oferta de chips e dinâmica de preços no setor.
Além disso, o otimismo ganhou força com a notícia de que a Nvidia recebeu aprovação na China para comercializar uma nova geração de chips de inteligência artificial, reforçando a tese de crescimento estrutural da demanda por IA.
Com esse pano de fundo, o mercado entra na decisão do Fed equilibrando dois vetores: de um lado, o alívio temporário no petróleo e o suporte da tecnologia; de outro, a incerteza persistente sobre a inflação e os impactos econômicos de um conflito geopolítico ainda longe de uma resolução.
Europa
Os principais índices acionários da Europa —
O índice Euro Stoxx 50
Mesmo com a intensificação das tensões entre Israel e Irã — incluindo o assassinato de um alto chefe de segurança em Teerã — os mercados reagiram de forma construtiva, focando no alívio momentâneo dos preços da energia.
No campo setorial, o segmento de energia recua cerca de 0,3%, caminhando para encerrar uma sequência de oito sessões consecutivas de alta, pressionado pela leve correção do petróleo. Em contrapartida, o setor financeiro lidera os ganhos, impulsionando os índices de referência.
Entre os destaques corporativos, a Diploma PLC dispara 14,5% após elevar sua projeção para o ano fiscal de 2026, enquanto a Bolloré avança 15,7% com o anúncio de um dividendo extraordinário de 1,5 euro por ação, animando os investidores.
No campo macroeconômico, os dados finais de inflação da Zona do Euro vieram ligeiramente abaixo das expectativas na leitura mensal de fevereiro, enquanto, na base anual, os números confirmaram as projeções do mercado.
Ásia/Pacífico
As bolsas da Ásia-Pacífico encerraram em forte alta nesta quarta-feira, impulsionadas por uma trégua nos preços do petróleo, com o Brent se estabilizando próximo de US$ 100 por barril, em meio à liberação de estoques globais e ações coordenadas de autoridades políticas.
A commodity encontrou algum alívio após um acordo entre o governo do Iraque e autoridades curdas para retomar as exportações pelo porto de Ceyhan, na Turquia — embora o Estreito de Ormuz permaneça amplamente comprometido, mantendo os riscos elevados para a oferta global de energia.
Segundo Natasha Kaneva, chefe global de commodities do JPMorgan Chase, a estabilidade recente dos preços reflete fatores temporários, como estoques elevados e intervenções políticas. Ainda assim, ela alerta que, caso Ormuz continue fechado, o mercado deverá enfrentar um novo ajuste altista à medida que os estoques globais forem sendo consumidos.
Na região, o destaque ficou com a Coreia do Sul. O índice Kospi
As ações de tecnologia lideraram os ganhos: a Samsung Electronics avançou 7,5%, após sinalizações de que o setor de semicondutores pode entrar em um “superciclo sem precedentes”. A concorrente SK Hynix disparou 8,9%, refletindo o otimismo com a demanda por chips ligados à inteligência artificial.
No Japão, o índice Nikkei
No campo político, a primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, deve se reunir com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, amanhã.
Na China continental e em Hong Kong, os ganhos foram mais modestos. Os índices Shenzhen
Em Taiwan, o TWSE 50
O pano de fundo segue sendo a geopolítica e a energia: a estabilização momentânea do petróleo trouxe alívio, mas o mercado permanece sensível a qualquer mudança no fluxo global de oferta — especialmente enquanto o Estreito de Ormuz continuar sob tensão.
Opere comigo ao Vivo os principais ativos globais: Ouro, Petróleo, Nasdaq, Ibovespa, Dólar e muito mais. Me chame no WhatsApp: wa.me/qr/2JZ2YOJM7DSYF1 - 49 99188 6710
Aviso legal
As informações e publicações não se destinam a ser, e não constituem, conselhos ou recomendações financeiras, de investimento, comerciais ou de outro tipo fornecidos ou endossados pela TradingView. Leia mais nos Termos de Uso.
Opere comigo ao Vivo os principais ativos globais: Ouro, Petróleo, Nasdaq, Ibovespa, Dólar e muito mais. Me chame no WhatsApp: wa.me/qr/2JZ2YOJM7DSYF1 - 49 99188 6710
Aviso legal
As informações e publicações não se destinam a ser, e não constituem, conselhos ou recomendações financeiras, de investimento, comerciais ou de outro tipo fornecidos ou endossados pela TradingView. Leia mais nos Termos de Uso.
