Agenda de Indicadores:
8:25 – BRA – Boletim Focus
10:00 – BRA – PMI Industrial
10:45 – USA – PMI Industrial S&P Global
11:00 – USA – PMI Industrial ISM
12:30 – USA – PIB Agora do Fed de Atlanta
Brasil

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Ativos brasileiros negociados na ActivTrades
BRA50 $ACTIVTRADES:MINDOLM2026
Estados Unidos

Os futuros dos principais índices de Nova York —
USA500,
USAIND,
USATEC e
USARUS — iniciam o mês de junho em alta moderada nesta segunda-feira, sustentados pelo forte impulso do setor de inteligência artificial, após novos anúncios da Nvidia e da Microsoft. O apetite por risco, no entanto, continua parcialmente limitado pelas incertezas envolvendo o conflito no Oriente Médio.
A Nvidia avança 1,6% no pré-mercado depois de apresentar uma nova geração de chips voltada para computadores pessoais equipados com inteligência artificial. O lançamento, previsto para o segundo semestre, é fruto de uma parceria estratégica de três anos com a Microsoft, descrita pelo CEO Jensen Huang como uma iniciativa para "reinventar o PC para a era da IA".
As ações da Microsoft sobem 2,8%, enquanto o mercado segue apostando que a próxima onda de crescimento da computação será impulsionada pela integração cada vez maior de inteligência artificial em dispositivos corporativos e domésticos.
Nem todas as empresas do setor acompanham o movimento. AMD e Intel recuam 3,4% e 2,9%, respectivamente, refletindo preocupações sobre o aumento da concorrência no segmento de computadores pessoais com IA.
No cenário geopolítico, o ambiente segue delicado. Os preços do petróleo voltam a subir após uma nova troca de ataques entre Estados Unidos e Irã, aumentando os receios de que as negociações para encerrar a guerra, que já se aproxima do quarto mês, possam enfrentar novos obstáculos.
Ainda assim, Wall Street encerrou maio em níveis recordes, impulsionada por resultados corporativos robustos e pela expectativa de que um eventual acordo no Oriente Médio possa aliviar parte das pressões inflacionárias associadas à energia.
Ao longo da semana, o foco estará voltado para o relatório oficial de emprego dos Estados Unidos (Payroll), que será divulgado na sexta-feira. O indicador poderá influenciar diretamente as expectativas para a primeira reunião de política monetária sob a liderança de Kevin Warsh no Federal Reserve.
Atualmente, os mercados atribuem aproximadamente 70% de probabilidade a uma alta de 25 pontos-base na taxa de juros até o final deste ano, refletindo a preocupação crescente com os impactos inflacionários decorrentes da alta dos preços da energia.
Após a Dell surpreender positivamente o mercado na semana passada com projeções fortes para seus servidores voltados à inteligência artificial, as atenções agora se voltam para os resultados da Broadcom, que serão divulgados na quarta-feira. A companhia é atualmente a segunda maior fabricante de semicondutores dos Estados Unidos em valor de mercado, atrás apenas da Nvidia.
Além disso, investidores acompanharão uma série de discursos de dirigentes do Federal Reserve e a divulgação do Livro Bege, que poderá oferecer sinais adicionais sobre o ritmo da atividade econômica e das pressões inflacionárias antes do início do período de silêncio do banco central no próximo sábado.
Entre os destaques corporativos, as ações da Micron avançam 5,3% no pré-mercado e ultrapassam pela primeira vez a marca de US$ 1.000 por ação. A fabricante de chips acumula valorização próxima de 90% desde o início de maio, refletindo a forte demanda global por semicondutores ligados à inteligência artificial.
Europa

Os principais índices acionários da Europa —
EURO50,
GER40,
GERMID50,
ESP35,
UK100,
FRA40,
ITA40 e
SWI20 — iniciam a semana com ganhos modestos, demonstrando resiliência mesmo diante da nova escalada das tensões no Oriente Médio, que voltou a pressionar os preços da energia e aumentou a cautela dos traders.
O índice Euro Stoxx 50
EURO50 avança cerca de 0,2%, permanecendo próximo de suas máximas históricas. O DAX
GER40, da Alemanha, sobe 0,3%, enquanto o FTSE 100
UK100, do Reino Unido, opera levemente no campo negativo, com recuo de 0,1%.
O petróleo voltou a ser o principal foco dos mercados. Os preços da commodity dispararam mais de 3% após Estados Unidos e Irã relatarem novos confrontos durante o fim de semana, mesmo com as negociações diplomáticas ainda em andamento. Paralelamente, o aumento das tensões entre Israel e o Hezbollah também contribuiu para elevar os prêmios de risco geopolítico.
O impacto foi imediato em setores mais sensíveis aos custos de energia. As ações de companhias aéreas como Lufthansa e Air France recuam cerca de 1%, enquanto o setor europeu de energia lidera os ganhos, avançando aproximadamente 1,3%.
Apesar do cenário geopolítico mais delicado, os traders continuam encontrando suporte nos sólidos resultados corporativos divulgados ao longo da temporada de balanços. O Goldman Sachs revisou para cima sua projeção para o índice STOXX Europe 600, elevando sua meta de 12 meses para 660 pontos.
Segundo Michael Field, estrategista da Morningstar: “Os resultados do primeiro trimestre surpreenderam positivamente em vendas, margens e comportamento do consumidor. No entanto, praticamente todas as empresas destacaram um aumento da incerteza. Isso sugere que os resultados do segundo trimestre podem mostrar estagnação ou até alguma deterioração, especialmente nos setores mais dependentes do consumo.”
O segmento de luxo continua entre os mais pressionados do continente, acumulando queda superior a 17% em 2026, refletindo preocupações com desaceleração da demanda global e custos financeiros mais elevados.
No noticiário corporativo, a easyJet disparou quase 10% após confirmar que não recebeu proposta formal da gestora americana Castlelake, mas que estaria aberta a avaliar uma eventual oferta. A notícia alimentou especulações sobre uma possível consolidação no setor aéreo europeu.
Na direção oposta, as ações da Wise desabaram 15% depois que autoridades belgas abriram investigações relacionadas a transações suspeitas que somariam cerca de € 500 milhões.
As empresas ligadas à inteligência artificial e infraestrutura tecnológica continuam entre os destaques positivos do mercado europeu. Na Alemanha, Infineon e Siemens Energy avançam cerca de 3%, enquanto a SAP sobe aproximadamente 2%, acompanhando o forte momento global do setor.
No campo macroeconômico, os PMIs industriais da zona do euro vieram acima das expectativas do mercado, embora vários países ainda tenham registrado desaceleração em relação ao mês anterior, indicando que a recuperação econômica segue gradual e desigual.
Enquanto isso, os traders já voltam suas atenções para a próxima reunião do Banco Central Europeu. Os mercados atribuem mais de 96% de probabilidade a uma elevação de 25 pontos-base nos juros na próxima semana e continuam precificando ao menos mais uma alta adicional até o final do ano.
Ásia/Pacífico

Ativos asiáticos negociados na ActivTrades:
HKIND
JP225
CHINAA50
Os mercados asiáticos voltaram a ser impulsionados pelo entusiasmo em torno da inteligência artificial nesta madrugada, levando os principais índices com forte exposição ao setor de tecnologia a renovarem máximas históricas, enquanto bolsas mais ligadas à economia tradicional apresentaram desempenho mais contido.
O grande destaque da sessão foi o Kospi
KOSPI, da Coreia do Sul, que saltou 3,7% e encerrou o pregão em novo recorde histórico. O movimento foi liderado por gigantes da tecnologia como Samsung Electronics e LG Electronics, impulsionadas pela expectativa de reuniões entre executivos da Nvidia e empresas sul-coreanas, alimentando especulações sobre novas parcerias nas áreas de inteligência artificial, semicondutores e robótica.
A Samsung também recebeu suporte adicional após dados mostrarem que as exportações de semicondutores da Coreia do Sul atingiram um novo recorde em maio. O forte crescimento das vendas de chips ligados à IA ajudou as exportações totais do país a registrarem a maior expansão em mais de quarenta anos.
Outros polos tecnológicos da região também renovaram máximas históricas. O TWSE 50
TW50, de Taiwan, avançou 1,9%, enquanto o Nikkei
NI225, do Japão, ganhou 0,9%.
No mercado japonês, o destaque absoluto foi o SoftBank Group. As ações da companhia dispararam 14%, respondendo sozinhas por mais pontos do que a valorização líquida total do Nikkei. Com o movimento, a capitalização de mercado da empresa atingiu aproximadamente US$ 306 bilhões, ultrapassando a Toyota e consolidando o SoftBank como a companhia mais valiosa do Japão.
Na direção oposta, os índices da China continental ficaram para trás. O Shanghai
000001, o Shenzhen
399001 e o China A50
XIN9 encerraram o dia em queda, com perdas entre 0,3% e 1,5%, refletindo a menor participação de empresas diretamente beneficiadas pelo atual ciclo de investimentos em inteligência artificial.
Já em Hong Kong, o Hang Seng
HSI conseguiu acompanhar parcialmente o movimento positivo global e avançou 0,9%, beneficiado pela forte presença de empresas de tecnologia e internet em sua composição.
Na Austrália, o ASX 200
XJO encerrou próximo da estabilidade. O setor financeiro foi o principal fator de pressão sobre o índice, compensando parte dos ganhos observados em mineração e tecnologia.
8:25 – BRA – Boletim Focus
10:00 – BRA – PMI Industrial
10:45 – USA – PMI Industrial S&P Global
11:00 – USA – PMI Industrial ISM
12:30 – USA – PIB Agora do Fed de Atlanta
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY:
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades
Estados Unidos
Os futuros dos principais índices de Nova York —
A Nvidia avança 1,6% no pré-mercado depois de apresentar uma nova geração de chips voltada para computadores pessoais equipados com inteligência artificial. O lançamento, previsto para o segundo semestre, é fruto de uma parceria estratégica de três anos com a Microsoft, descrita pelo CEO Jensen Huang como uma iniciativa para "reinventar o PC para a era da IA".
As ações da Microsoft sobem 2,8%, enquanto o mercado segue apostando que a próxima onda de crescimento da computação será impulsionada pela integração cada vez maior de inteligência artificial em dispositivos corporativos e domésticos.
Nem todas as empresas do setor acompanham o movimento. AMD e Intel recuam 3,4% e 2,9%, respectivamente, refletindo preocupações sobre o aumento da concorrência no segmento de computadores pessoais com IA.
No cenário geopolítico, o ambiente segue delicado. Os preços do petróleo voltam a subir após uma nova troca de ataques entre Estados Unidos e Irã, aumentando os receios de que as negociações para encerrar a guerra, que já se aproxima do quarto mês, possam enfrentar novos obstáculos.
Ainda assim, Wall Street encerrou maio em níveis recordes, impulsionada por resultados corporativos robustos e pela expectativa de que um eventual acordo no Oriente Médio possa aliviar parte das pressões inflacionárias associadas à energia.
Ao longo da semana, o foco estará voltado para o relatório oficial de emprego dos Estados Unidos (Payroll), que será divulgado na sexta-feira. O indicador poderá influenciar diretamente as expectativas para a primeira reunião de política monetária sob a liderança de Kevin Warsh no Federal Reserve.
Atualmente, os mercados atribuem aproximadamente 70% de probabilidade a uma alta de 25 pontos-base na taxa de juros até o final deste ano, refletindo a preocupação crescente com os impactos inflacionários decorrentes da alta dos preços da energia.
Após a Dell surpreender positivamente o mercado na semana passada com projeções fortes para seus servidores voltados à inteligência artificial, as atenções agora se voltam para os resultados da Broadcom, que serão divulgados na quarta-feira. A companhia é atualmente a segunda maior fabricante de semicondutores dos Estados Unidos em valor de mercado, atrás apenas da Nvidia.
Além disso, investidores acompanharão uma série de discursos de dirigentes do Federal Reserve e a divulgação do Livro Bege, que poderá oferecer sinais adicionais sobre o ritmo da atividade econômica e das pressões inflacionárias antes do início do período de silêncio do banco central no próximo sábado.
Entre os destaques corporativos, as ações da Micron avançam 5,3% no pré-mercado e ultrapassam pela primeira vez a marca de US$ 1.000 por ação. A fabricante de chips acumula valorização próxima de 90% desde o início de maio, refletindo a forte demanda global por semicondutores ligados à inteligência artificial.
Europa
Os principais índices acionários da Europa —
O índice Euro Stoxx 50
O petróleo voltou a ser o principal foco dos mercados. Os preços da commodity dispararam mais de 3% após Estados Unidos e Irã relatarem novos confrontos durante o fim de semana, mesmo com as negociações diplomáticas ainda em andamento. Paralelamente, o aumento das tensões entre Israel e o Hezbollah também contribuiu para elevar os prêmios de risco geopolítico.
O impacto foi imediato em setores mais sensíveis aos custos de energia. As ações de companhias aéreas como Lufthansa e Air France recuam cerca de 1%, enquanto o setor europeu de energia lidera os ganhos, avançando aproximadamente 1,3%.
Apesar do cenário geopolítico mais delicado, os traders continuam encontrando suporte nos sólidos resultados corporativos divulgados ao longo da temporada de balanços. O Goldman Sachs revisou para cima sua projeção para o índice STOXX Europe 600, elevando sua meta de 12 meses para 660 pontos.
Segundo Michael Field, estrategista da Morningstar: “Os resultados do primeiro trimestre surpreenderam positivamente em vendas, margens e comportamento do consumidor. No entanto, praticamente todas as empresas destacaram um aumento da incerteza. Isso sugere que os resultados do segundo trimestre podem mostrar estagnação ou até alguma deterioração, especialmente nos setores mais dependentes do consumo.”
O segmento de luxo continua entre os mais pressionados do continente, acumulando queda superior a 17% em 2026, refletindo preocupações com desaceleração da demanda global e custos financeiros mais elevados.
No noticiário corporativo, a easyJet disparou quase 10% após confirmar que não recebeu proposta formal da gestora americana Castlelake, mas que estaria aberta a avaliar uma eventual oferta. A notícia alimentou especulações sobre uma possível consolidação no setor aéreo europeu.
Na direção oposta, as ações da Wise desabaram 15% depois que autoridades belgas abriram investigações relacionadas a transações suspeitas que somariam cerca de € 500 milhões.
As empresas ligadas à inteligência artificial e infraestrutura tecnológica continuam entre os destaques positivos do mercado europeu. Na Alemanha, Infineon e Siemens Energy avançam cerca de 3%, enquanto a SAP sobe aproximadamente 2%, acompanhando o forte momento global do setor.
No campo macroeconômico, os PMIs industriais da zona do euro vieram acima das expectativas do mercado, embora vários países ainda tenham registrado desaceleração em relação ao mês anterior, indicando que a recuperação econômica segue gradual e desigual.
Enquanto isso, os traders já voltam suas atenções para a próxima reunião do Banco Central Europeu. Os mercados atribuem mais de 96% de probabilidade a uma elevação de 25 pontos-base nos juros na próxima semana e continuam precificando ao menos mais uma alta adicional até o final do ano.
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