Agenda de Indicadores:
8:00 – BRA – Ata do Copom
9:15 – USA – Variação Semanal de Empregos Privados ADP
9:30 – USA – Produtividade e Custo Unitário da Mão de Obra (4ºTri)
10:45 – USA – PMIs da S&P Global (Prévia)
11:00 – USA – Índice de Manufatura do Fed de Richmond (Março)
11:00 – BRA – Arrecadação Federal
14:00 – USA – Leilão de T-Note de 2 anos
17:30 – USA – Estoques de Petróleo Bruto Semanal API
Brasil

Acompanhe o Pré-Market de NY:
EWZ
VALE
PBR
ITUB
BBD
BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades
BRA50 $ACTIVTRADES:MINDOLH2026
Estados Unidos

Os futuros dos principais índices de Nova York —
USA500,
USAIND,
USATEC e
USARUS — operam próximos da estabilidade nesta terça-feira, em meio à renovada cautela dos traders diante das incertezas geopolíticas no Oriente Médio. O alívio inicial provocado pela sinalização de distensão perdeu força, à medida que surgem dúvidas sobre a existência e a efetividade de possíveis negociações entre Estados Unidos e Irã.
Na véspera, o presidente Donald Trump afirmou ter adiado um eventual ataque à rede elétrica iraniana após o que descreveu como “conversas produtivas” com autoridades de Teerã. A narrativa, contudo, foi prontamente contestada pelo presidente do parlamento iraniano, Mohammad Baqer Qalibaf, que negou qualquer diálogo com os EUA.
Autoridades israelenses indicaram nesta terça-feira que, embora Trump demonstre interesse em um acordo, as chances de avanço concreto nas negociações permanecem limitadas — fator que mantém o prêmio de risco elevado nos mercados globais.
Na segunda-feira, os principais índices de Wall Street registraram altas superiores a 1%, no melhor desempenho diário desde 6 de fevereiro. No entanto, o movimento perdeu tração ao longo do pregão e durante a madrugada, com a deterioração do sentimento diante da falta de confirmações sobre o progresso diplomático.
“Autoridades iranianas têm negado reiteradamente a existência de negociações com os Estados Unidos, o que levou à reversão parcial do apetite por risco observado inicialmente. A partir daqui, os mercados passam a depender menos da retórica e mais de evidências concretas de avanço nas tratativas”, destacaram analistas do Deutsche Bank.
Nesse contexto, o índice de volatilidade VIX $ACTIVTRADES:USAVIXH2026 permanece próximo aos níveis do fechamento anterior, ao redor de 24 pontos, sinalizando um ambiente ainda marcado por cautela e sensibilidade a novos desdobramentos geopolíticos.
Insider Trading de Trump
O Financial Times reportou que um trader teria montado uma posição superior a US$ 500 milhões em petróleo apenas 15 minutos antes de Donald Trump divulgar, na Truth Social, comentários sobre supostas conversas “produtivas” com o Irã — evento que acabou provocando uma forte queda no preço do barril.
A Casa Branca reagiu rapidamente, afirmando que não tolera qualquer forma de lucro ilegal com informação privilegiada e classificou as insinuações, sem provas concretas, como “infundadas e irresponsáveis”.
No mercado, é extremamente difícil provar a prática de Insider Trading, mas o timing da operação, o volume negociado e a amplitude do movimento de queda dos preços de petróleo, deixaram alguém muito mais rico.
Europa

Os principais índices acionários da Europa —
EURO50,
GER40,
GERMID50,
ESP35,
UK100,
FRA40,
ITA40 e
SWI20 — operam em queda moderada nesta sessão, refletindo a combinação de dados macroeconômicos mais fracos e a persistente incerteza em torno dos desdobramentos da guerra no Oriente Médio.
No campo econômico, novos indicadores reforçam o enfraquecimento da atividade na região. O Índice de Gerentes de Compras (PMI) composto da zona do euro, divulgado pela S&P Global, recuou para 50,5 em março — o menor nível em dez meses — ante 51,9 em fevereiro, aproximando-se perigosamente da linha que separa expansão de contração. O resultado reflete o impacto direto do aumento dos custos de insumos, que atingiram o patamar mais elevado em mais de três anos, além das novas disrupções nas cadeias globais de suprimento, as mais intensas desde meados de 2022.
Para Chris Williamson, economista-chefe da S&P Global Market Intelligence, o cenário já acende sinais de alerta. “O PMI preliminar da zona do euro aponta para um ambiente de estagflação, com a guerra no Oriente Médio pressionando os preços ao mesmo tempo em que compromete o ritmo de crescimento”, afirmou.
A deterioração do indicador ocorre de forma heterogênea entre as principais economias do bloco. Enquanto a Alemanha apresenta relativa resiliência, outras regiões mostram sinais mais claros de enfraquecimento, com destaque para a França, onde a confiança empresarial sofreu forte queda.
No mercado acionário, empresas ligadas ao setor de energia, como Shell e BP, avançam, sustentadas pela valorização moderada do petróleo em meio ao risco geopolítico. Em contrapartida, papéis de tecnologia enfrentam pressão: a SAP recua cerca de 3,4% após o JP Morgan rebaixar sua recomendação de “overweight” para “neutral”, citando incertezas no serviço de software.
Ásia/Pacífico

Os mercados da Ásia-Pacífico iniciaram a terça-feira em alta, acompanhando o movimento positivo visto nos Estados Unidos e na Europa na sessão anterior. O gatilho veio após declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmando que houve “conversas muito boas e produtivas” sobre uma possível resolução do conflito com o Irã.
Apesar das contradições — com o Irã negando qualquer negociação —, o mercado reagiu rapidamente, promovendo um desmonte de posições defensivas e retomando parcialmente o apetite por risco.
Na Coreia do Sul, o índice Kospi
KOSPI liderou os ganhos com alta de 2,7%, impulsionado principalmente pela SK Hynix (+5,7%) e a Samsung Electronics (+1,8%).
No Japão, o Nikkei
NI225 avançou 1,4%, também beneficiado por um dado macro relevante: a inflação ao consumidor recuou para 1,3% na comparação anual, abaixo da meta do banco central e no menor nível desde março de 2022 — fator que reduz a pressão por alta de juros no país.
Na China continental, os índices Shenzhen
399001, China A50
XIN9 e Shanghai
000001 registraram ganhos entre 0,9% e 1,8%. Já em Hong Kong, o Hang Seng
HSI se destacou com forte alta de 2,8%, puxado principalmente pelos setores financeiro e de tecnologia.
Em Taiwan, o TWSE 50
TW50 teve alta marginal de 0,2%, enquanto na Austrália o ASX 200
XJO subiu 0,1%, com desempenho limitado pelo setor financeiro, apesar da força das mineradoras.
8:00 – BRA – Ata do Copom
9:15 – USA – Variação Semanal de Empregos Privados ADP
9:30 – USA – Produtividade e Custo Unitário da Mão de Obra (4ºTri)
10:45 – USA – PMIs da S&P Global (Prévia)
11:00 – USA – Índice de Manufatura do Fed de Richmond (Março)
11:00 – BRA – Arrecadação Federal
14:00 – USA – Leilão de T-Note de 2 anos
17:30 – USA – Estoques de Petróleo Bruto Semanal API
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY:
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades
Estados Unidos
Os futuros dos principais índices de Nova York —
Na véspera, o presidente Donald Trump afirmou ter adiado um eventual ataque à rede elétrica iraniana após o que descreveu como “conversas produtivas” com autoridades de Teerã. A narrativa, contudo, foi prontamente contestada pelo presidente do parlamento iraniano, Mohammad Baqer Qalibaf, que negou qualquer diálogo com os EUA.
Autoridades israelenses indicaram nesta terça-feira que, embora Trump demonstre interesse em um acordo, as chances de avanço concreto nas negociações permanecem limitadas — fator que mantém o prêmio de risco elevado nos mercados globais.
Na segunda-feira, os principais índices de Wall Street registraram altas superiores a 1%, no melhor desempenho diário desde 6 de fevereiro. No entanto, o movimento perdeu tração ao longo do pregão e durante a madrugada, com a deterioração do sentimento diante da falta de confirmações sobre o progresso diplomático.
“Autoridades iranianas têm negado reiteradamente a existência de negociações com os Estados Unidos, o que levou à reversão parcial do apetite por risco observado inicialmente. A partir daqui, os mercados passam a depender menos da retórica e mais de evidências concretas de avanço nas tratativas”, destacaram analistas do Deutsche Bank.
Nesse contexto, o índice de volatilidade VIX $ACTIVTRADES:USAVIXH2026 permanece próximo aos níveis do fechamento anterior, ao redor de 24 pontos, sinalizando um ambiente ainda marcado por cautela e sensibilidade a novos desdobramentos geopolíticos.
Insider Trading de Trump
O Financial Times reportou que um trader teria montado uma posição superior a US$ 500 milhões em petróleo apenas 15 minutos antes de Donald Trump divulgar, na Truth Social, comentários sobre supostas conversas “produtivas” com o Irã — evento que acabou provocando uma forte queda no preço do barril.
A Casa Branca reagiu rapidamente, afirmando que não tolera qualquer forma de lucro ilegal com informação privilegiada e classificou as insinuações, sem provas concretas, como “infundadas e irresponsáveis”.
No mercado, é extremamente difícil provar a prática de Insider Trading, mas o timing da operação, o volume negociado e a amplitude do movimento de queda dos preços de petróleo, deixaram alguém muito mais rico.
Europa
Os principais índices acionários da Europa —
No campo econômico, novos indicadores reforçam o enfraquecimento da atividade na região. O Índice de Gerentes de Compras (PMI) composto da zona do euro, divulgado pela S&P Global, recuou para 50,5 em março — o menor nível em dez meses — ante 51,9 em fevereiro, aproximando-se perigosamente da linha que separa expansão de contração. O resultado reflete o impacto direto do aumento dos custos de insumos, que atingiram o patamar mais elevado em mais de três anos, além das novas disrupções nas cadeias globais de suprimento, as mais intensas desde meados de 2022.
Para Chris Williamson, economista-chefe da S&P Global Market Intelligence, o cenário já acende sinais de alerta. “O PMI preliminar da zona do euro aponta para um ambiente de estagflação, com a guerra no Oriente Médio pressionando os preços ao mesmo tempo em que compromete o ritmo de crescimento”, afirmou.
A deterioração do indicador ocorre de forma heterogênea entre as principais economias do bloco. Enquanto a Alemanha apresenta relativa resiliência, outras regiões mostram sinais mais claros de enfraquecimento, com destaque para a França, onde a confiança empresarial sofreu forte queda.
No mercado acionário, empresas ligadas ao setor de energia, como Shell e BP, avançam, sustentadas pela valorização moderada do petróleo em meio ao risco geopolítico. Em contrapartida, papéis de tecnologia enfrentam pressão: a SAP recua cerca de 3,4% após o JP Morgan rebaixar sua recomendação de “overweight” para “neutral”, citando incertezas no serviço de software.
Ásia/Pacífico
Os mercados da Ásia-Pacífico iniciaram a terça-feira em alta, acompanhando o movimento positivo visto nos Estados Unidos e na Europa na sessão anterior. O gatilho veio após declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmando que houve “conversas muito boas e produtivas” sobre uma possível resolução do conflito com o Irã.
Apesar das contradições — com o Irã negando qualquer negociação —, o mercado reagiu rapidamente, promovendo um desmonte de posições defensivas e retomando parcialmente o apetite por risco.
Na Coreia do Sul, o índice Kospi
No Japão, o Nikkei
Na China continental, os índices Shenzhen
Em Taiwan, o TWSE 50
Opere comigo ao Vivo os principais ativos globais: Ouro, Petróleo, Nasdaq, Ibovespa, Dólar e muito mais. Me chame no WhatsApp: wa.me/qr/2JZ2YOJM7DSYF1 - 49 99188 6710
Aviso legal
As informações e publicações não se destinam a ser, e não constituem, conselhos ou recomendações financeiras, de investimento, comerciais ou de outro tipo fornecidos ou endossados pela TradingView. Leia mais nos Termos de Uso.
Opere comigo ao Vivo os principais ativos globais: Ouro, Petróleo, Nasdaq, Ibovespa, Dólar e muito mais. Me chame no WhatsApp: wa.me/qr/2JZ2YOJM7DSYF1 - 49 99188 6710
Aviso legal
As informações e publicações não se destinam a ser, e não constituem, conselhos ou recomendações financeiras, de investimento, comerciais ou de outro tipo fornecidos ou endossados pela TradingView. Leia mais nos Termos de Uso.
