Morning Call - 11/06/2026 - BCE deverá aumentar os Juros Hoje!

Agenda de Indicadores:
9:00 – BRA – Crescimento do Setor de Serviços
9:15 – UE – Decisão de Taxa de Juros do BCE
9:30 – USA – Índice de Preços ao Produtor (IPP)
9:30 – USA – Pedidos por Seguro-Desemprego
14:00 – USA – Relatório WASDE
Agenda de Autoridades:
USA – Período de Silêncio dos membros do Fed. Término: 19/06
9:45 – UE – Coletiva de Imprensa com a presidente do BCE, Christine Lagarde
11:15 – UE – Christine Lagarde, presidente do BCE, apresentará as últimas decisões de política monetária no podcast do BCE.
Brasil

Acompanhe o Pré-Market de NY:
EWZ
VALE
PBR
ITUB
BBD
BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades
BRA50 $ACTIVTRADES:MINDOLM2026
Estados Unidos

Os futuros dos principais índices de Nova York —
USA500,
USAIND,
USATEC e
USARUS — operam em alta nesta quinta-feira, impulsionados pelo avanço das negociações diplomáticas entre Estados Unidos e Irã, alimentando a expectativa de uma possível redução das tensões no Oriente Médio e melhorando o apetite por risco dos traders.
Segundo três fontes iranianas e uma autoridade europeia, os contatos entre Washington e Teerã se intensificaram nos últimos dias após ambas as partes terem alcançado um entendimento político preliminar. As discussões agora estariam concentradas nos detalhes técnicos de um memorando de entendimento que poderá servir como base para um acordo mais amplo.
Entre os pontos ainda em negociação estão mecanismos para a liberação de bilhões de dólares em ativos iranianos congelados no exterior, além de garantias relacionadas à navegação no Estreito de Ormuz e questões ligadas ao programa nuclear iraniano.
"Do ponto de vista militar, esta guerra é um beco sem saída. Os americanos não conseguiram atingir seus objetivos atacando o Irã. Houve progresso nas negociações", afirmou uma das fontes iranianas ouvidas pela imprensa internacional.
O mercado interpreta o avanço das conversas como um fator potencialmente positivo para os ativos de risco, especialmente diante da possibilidade de redução das tensões geopolíticas e de alívio sobre os preços da energia.
Apesar do progresso diplomático, o cenário permanece delicado. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a afirmar que um acordo está próximo, mas reiterou que novas ações militares continuam sobre a mesa caso as negociações não avancem conforme esperado.
Até o momento, autoridades americanas não comentaram oficialmente o estágio atual das conversas, mantendo cautela sobre qualquer perspectiva de conclusão iminente.
Resultado da Oracle

A Oracle anunciou uma forte aceleração de seus investimentos para o ano fiscal de 2027, reforçando sua aposta na expansão da infraestrutura de inteligência artificial e computação em nuvem. Apesar das perspectivas robustas de crescimento, as ações da companhia recuam cerca de 8% no pré-mercado, refletindo preocupações dos investidores com o forte aumento dos gastos e da alavancagem financeira.
A empresa informou que pretende captar aproximadamente US$ 40 bilhões ao longo de 2027 por meio de uma combinação de dívida e emissão de ações. O plano inclui um programa de venda de ações de até US$ 20 bilhões, já anunciado anteriormente.
O movimento evidencia a intensidade dos investimentos necessários para sustentar a corrida global por capacidade computacional voltada à inteligência artificial. Assim como Amazon, Microsoft e Alphabet, a Oracle vem ampliando agressivamente seus gastos para atender à crescente demanda por data centers e serviços de IA.
A companhia tem buscado consolidar sua posição como uma das principais concorrentes no mercado de computação em nuvem, disputando espaço com líderes tradicionais do setor. Entre seus principais clientes estão empresas como Meta e OpenAI, que exigem cada vez mais capacidade de processamento para treinamento e operação de modelos avançados de inteligência artificial.
Um dos principais projetos da Oracle é o megacomplexo de data centers "Stargate", no Texas, desenvolvido em parceria com a OpenAI e outras empresas do setor. Segundo a companhia, o projeto estará mais de 75% concluído nos próximos 90 dias. A OpenAI já confirmou que seus clientes podem acessar alguns dos modelos mais avançados da empresa por meio da infraestrutura da Oracle Cloud.
Segundo Clay Magouyrk, CEO da Oracle Cloud Infrastructure: "Nosso ritmo de entrega continua acelerando. No primeiro trimestre fiscal de 2027, estaremos próximos de entregar um gigawatt de capacidade, praticamente o mesmo volume que entregamos ao longo dos quatro trimestres anteriores somados."
A Oracle também revisou para cima suas projeções de investimento. A companhia espera realizar despesas de capital de até US$ 95 bilhões no ano fiscal de 2027, valor muito acima dos padrões históricos da empresa. Parte desse montante deverá ser compensada por aproximadamente US$ 25 bilhões em reembolsos e contribuições de clientes vinculados aos projetos de infraestrutura.
Europa

Os principais índices acionários da Europa —
EURO50,
GER40,
GERMID50,
ESP35,
UK100,
FRA40,
ITA40 e
SWI20 — operam em alta nesta quinta-feira, impulsionados pela queda dos preços do petróleo e pelo aumento das expectativas de um avanço diplomático nas negociações entre Estados Unidos e Irã. Os traders também aguardam a decisão de política monetária do Banco Central Europeu, que deverá promover seu primeiro aumento de juros em quase três anos.
O índice Euro Stoxx 50
EURO50 avança cerca de 1%, enquanto o DAX
GER40, da Alemanha, sobe 0,2%. Já o FTSE 100
UK100, do Reino Unido, registra ganhos próximos de 0,9%.
O movimento positivo ocorre em meio à queda dos preços da energia. O petróleo Brent recua para a região de US$ 92 por barril, refletindo o otimismo crescente em relação à possibilidade de um acordo preliminar entre Washington e Teerã. Como a Europa é altamente dependente de importações de energia, a redução dos preços do petróleo tende a aliviar preocupações inflacionárias e favorecer os ativos de risco da região.
As tensões no Oriente Médio voltaram a se intensificar no início da semana após a derrubada de um helicóptero Apache americano nas proximidades do Estreito de Ormuz. O episódio desencadeou uma série de ataques de retaliação dos Estados Unidos contra alvos iranianos e elevou temporariamente os receios sobre uma interrupção prolongada no fluxo global de petróleo.
No entanto, o sentimento dos mercados melhorou após informações indicarem que os canais diplomáticos entre os dois países continuam ativos. Segundo três fontes iranianas e uma autoridade europeia, as negociações para um entendimento preliminar ganharam força nos últimos dias, com a troca de mensagens envolvendo um possível "memorando de entendimento" que poderia servir de base para um acordo mais amplo.
Decisão de Juros do BCE

O Banco Central Europeu deverá elevar suas taxas de juros em 25 pontos-base nesta quinta-feira, em uma tentativa de conter as pressões inflacionárias que ganharam força nos últimos meses, impulsionadas principalmente pelo aumento dos custos de energia decorrente da guerra no Oriente Médio.
A decisão já está amplamente precificada pelos mercados e ocorre em um momento desafiador para a economia da zona do euro. Enquanto a inflação ao consumidor permanece acima de 3% ao ano — bem acima da meta de 2% estabelecida pelo BCE —, o crescimento econômico segue fraco, com diversos países do bloco apresentando sinais de desaceleração ou estagnação.
Segundo Annalisa Piazza, da MFS Investment Management: "O BCE precisa aumentar os juros para preservar sua credibilidade e evitar que as expectativas de inflação se deteriorem. No entanto, a política monetária ainda estaria migrando para um patamar neutro, e não necessariamente para uma postura claramente restritiva."
Já para Julien Lafargue, estrategista-chefe de mercado do Barclays Private Bank: "A questão fundamental não é a alta desta semana, mas a forma como ela será comunicada: se será apresentada como uma medida isolada ou como o início de um novo ciclo de aperto monetário."
Lafargue acrescenta que a presidente do BCE, Christine Lagarde, provavelmente evitará fornecer orientações muito específicas sobre os próximos passos, preservando flexibilidade diante das incertezas geradas pelo conflito entre Irã e Estados Unidos e seus impactos sobre os preços da energia.
Caso a decisão seja confirmada, será a primeira elevação de juros do BCE em quase três anos, levando a taxa de depósito de 2,00% para 2,25%, a taxa principal de refinanciamento de 2,15% para 2,40% e a taxa de empréstimo overnight de 2,40% para 2,65%.
Embora a alta esteja amplamente antecipada, o principal foco dos traders estará na coletiva de Christine Lagarde e nas novas projeções econômicas divulgadas pela instituição. O mercado buscará sinais sobre a trajetória futura da política monetária e sobre o grau de preocupação do BCE com a persistência da inflação.
Atualmente, os contratos futuros apontam para a possibilidade de pelo menos mais duas elevações de juros nos próximos meses, com setembro sendo apontado como o momento mais provável para a próxima alta.
Ásia/Pacífico

Ativos asiáticos negociados na ActivTrades:
HKIND
JP225
CHINAA50
Os mercados da Ásia-Pacífico encerraram a sessão desta quinta-feira sem uma direção única, à medida que os traders avaliaram os desdobramentos no Oriente Médio e reagiram à confirmação de que os Estados Unidos encerraram sua mais recente rodada de ataques aéreos contra o Irã.
Após um início de sessão mais pressionado, os mercados recuperaram parte das perdas ao longo do pregão, refletindo a percepção de que o risco de uma escalada imediata do conflito diminuiu temporariamente.
Entre os destaques positivos da região, o Kospi
KOSPI, da Coreia do Sul, avançou 0,4%, enquanto o Nikkei
NI225, do Japão, encerrou com alta mais modesta de 0,1%. O desempenho foi relativamente equilibrado, sem liderança clara de setores específicos, com os traders alternando entre realizações de lucro e compras seletivas.
Na ponta negativa, os mercados da China, Hong Kong e Taiwan apresentaram desempenho mais fraco. Os índices Shanghai
000001, Shenzhen
399001, China A50
XIN9, Hang Seng
HSI e TWSE 50
TW50 registraram perdas entre 0,2% e 0,7%, refletindo a cautela diante das incertezas geopolíticas e na condução das taxas de juros.
Na Austrália, o ASX 200
XJO recuou 0,2%, acompanhando o tom mais defensivo observado em parte dos mercados asiáticos.
9:00 – BRA – Crescimento do Setor de Serviços
9:15 – UE – Decisão de Taxa de Juros do BCE
9:30 – USA – Índice de Preços ao Produtor (IPP)
9:30 – USA – Pedidos por Seguro-Desemprego
14:00 – USA – Relatório WASDE
Agenda de Autoridades:
USA – Período de Silêncio dos membros do Fed. Término: 19/06
9:45 – UE – Coletiva de Imprensa com a presidente do BCE, Christine Lagarde
11:15 – UE – Christine Lagarde, presidente do BCE, apresentará as últimas decisões de política monetária no podcast do BCE.
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY:
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades
Estados Unidos
Os futuros dos principais índices de Nova York —
Segundo três fontes iranianas e uma autoridade europeia, os contatos entre Washington e Teerã se intensificaram nos últimos dias após ambas as partes terem alcançado um entendimento político preliminar. As discussões agora estariam concentradas nos detalhes técnicos de um memorando de entendimento que poderá servir como base para um acordo mais amplo.
Entre os pontos ainda em negociação estão mecanismos para a liberação de bilhões de dólares em ativos iranianos congelados no exterior, além de garantias relacionadas à navegação no Estreito de Ormuz e questões ligadas ao programa nuclear iraniano.
"Do ponto de vista militar, esta guerra é um beco sem saída. Os americanos não conseguiram atingir seus objetivos atacando o Irã. Houve progresso nas negociações", afirmou uma das fontes iranianas ouvidas pela imprensa internacional.
O mercado interpreta o avanço das conversas como um fator potencialmente positivo para os ativos de risco, especialmente diante da possibilidade de redução das tensões geopolíticas e de alívio sobre os preços da energia.
Apesar do progresso diplomático, o cenário permanece delicado. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a afirmar que um acordo está próximo, mas reiterou que novas ações militares continuam sobre a mesa caso as negociações não avancem conforme esperado.
Até o momento, autoridades americanas não comentaram oficialmente o estágio atual das conversas, mantendo cautela sobre qualquer perspectiva de conclusão iminente.
Resultado da Oracle
A Oracle anunciou uma forte aceleração de seus investimentos para o ano fiscal de 2027, reforçando sua aposta na expansão da infraestrutura de inteligência artificial e computação em nuvem. Apesar das perspectivas robustas de crescimento, as ações da companhia recuam cerca de 8% no pré-mercado, refletindo preocupações dos investidores com o forte aumento dos gastos e da alavancagem financeira.
A empresa informou que pretende captar aproximadamente US$ 40 bilhões ao longo de 2027 por meio de uma combinação de dívida e emissão de ações. O plano inclui um programa de venda de ações de até US$ 20 bilhões, já anunciado anteriormente.
O movimento evidencia a intensidade dos investimentos necessários para sustentar a corrida global por capacidade computacional voltada à inteligência artificial. Assim como Amazon, Microsoft e Alphabet, a Oracle vem ampliando agressivamente seus gastos para atender à crescente demanda por data centers e serviços de IA.
A companhia tem buscado consolidar sua posição como uma das principais concorrentes no mercado de computação em nuvem, disputando espaço com líderes tradicionais do setor. Entre seus principais clientes estão empresas como Meta e OpenAI, que exigem cada vez mais capacidade de processamento para treinamento e operação de modelos avançados de inteligência artificial.
Um dos principais projetos da Oracle é o megacomplexo de data centers "Stargate", no Texas, desenvolvido em parceria com a OpenAI e outras empresas do setor. Segundo a companhia, o projeto estará mais de 75% concluído nos próximos 90 dias. A OpenAI já confirmou que seus clientes podem acessar alguns dos modelos mais avançados da empresa por meio da infraestrutura da Oracle Cloud.
Segundo Clay Magouyrk, CEO da Oracle Cloud Infrastructure: "Nosso ritmo de entrega continua acelerando. No primeiro trimestre fiscal de 2027, estaremos próximos de entregar um gigawatt de capacidade, praticamente o mesmo volume que entregamos ao longo dos quatro trimestres anteriores somados."
A Oracle também revisou para cima suas projeções de investimento. A companhia espera realizar despesas de capital de até US$ 95 bilhões no ano fiscal de 2027, valor muito acima dos padrões históricos da empresa. Parte desse montante deverá ser compensada por aproximadamente US$ 25 bilhões em reembolsos e contribuições de clientes vinculados aos projetos de infraestrutura.
Europa
Os principais índices acionários da Europa —
O índice Euro Stoxx 50
O movimento positivo ocorre em meio à queda dos preços da energia. O petróleo Brent recua para a região de US$ 92 por barril, refletindo o otimismo crescente em relação à possibilidade de um acordo preliminar entre Washington e Teerã. Como a Europa é altamente dependente de importações de energia, a redução dos preços do petróleo tende a aliviar preocupações inflacionárias e favorecer os ativos de risco da região.
As tensões no Oriente Médio voltaram a se intensificar no início da semana após a derrubada de um helicóptero Apache americano nas proximidades do Estreito de Ormuz. O episódio desencadeou uma série de ataques de retaliação dos Estados Unidos contra alvos iranianos e elevou temporariamente os receios sobre uma interrupção prolongada no fluxo global de petróleo.
No entanto, o sentimento dos mercados melhorou após informações indicarem que os canais diplomáticos entre os dois países continuam ativos. Segundo três fontes iranianas e uma autoridade europeia, as negociações para um entendimento preliminar ganharam força nos últimos dias, com a troca de mensagens envolvendo um possível "memorando de entendimento" que poderia servir de base para um acordo mais amplo.
Decisão de Juros do BCE
O Banco Central Europeu deverá elevar suas taxas de juros em 25 pontos-base nesta quinta-feira, em uma tentativa de conter as pressões inflacionárias que ganharam força nos últimos meses, impulsionadas principalmente pelo aumento dos custos de energia decorrente da guerra no Oriente Médio.
A decisão já está amplamente precificada pelos mercados e ocorre em um momento desafiador para a economia da zona do euro. Enquanto a inflação ao consumidor permanece acima de 3% ao ano — bem acima da meta de 2% estabelecida pelo BCE —, o crescimento econômico segue fraco, com diversos países do bloco apresentando sinais de desaceleração ou estagnação.
Segundo Annalisa Piazza, da MFS Investment Management: "O BCE precisa aumentar os juros para preservar sua credibilidade e evitar que as expectativas de inflação se deteriorem. No entanto, a política monetária ainda estaria migrando para um patamar neutro, e não necessariamente para uma postura claramente restritiva."
Já para Julien Lafargue, estrategista-chefe de mercado do Barclays Private Bank: "A questão fundamental não é a alta desta semana, mas a forma como ela será comunicada: se será apresentada como uma medida isolada ou como o início de um novo ciclo de aperto monetário."
Lafargue acrescenta que a presidente do BCE, Christine Lagarde, provavelmente evitará fornecer orientações muito específicas sobre os próximos passos, preservando flexibilidade diante das incertezas geradas pelo conflito entre Irã e Estados Unidos e seus impactos sobre os preços da energia.
Caso a decisão seja confirmada, será a primeira elevação de juros do BCE em quase três anos, levando a taxa de depósito de 2,00% para 2,25%, a taxa principal de refinanciamento de 2,15% para 2,40% e a taxa de empréstimo overnight de 2,40% para 2,65%.
Embora a alta esteja amplamente antecipada, o principal foco dos traders estará na coletiva de Christine Lagarde e nas novas projeções econômicas divulgadas pela instituição. O mercado buscará sinais sobre a trajetória futura da política monetária e sobre o grau de preocupação do BCE com a persistência da inflação.
Atualmente, os contratos futuros apontam para a possibilidade de pelo menos mais duas elevações de juros nos próximos meses, com setembro sendo apontado como o momento mais provável para a próxima alta.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades:
Os mercados da Ásia-Pacífico encerraram a sessão desta quinta-feira sem uma direção única, à medida que os traders avaliaram os desdobramentos no Oriente Médio e reagiram à confirmação de que os Estados Unidos encerraram sua mais recente rodada de ataques aéreos contra o Irã.
Após um início de sessão mais pressionado, os mercados recuperaram parte das perdas ao longo do pregão, refletindo a percepção de que o risco de uma escalada imediata do conflito diminuiu temporariamente.
Entre os destaques positivos da região, o Kospi
Na ponta negativa, os mercados da China, Hong Kong e Taiwan apresentaram desempenho mais fraco. Os índices Shanghai
Na Austrália, o ASX 200
Opere comigo ao Vivo os principais ativos globais: Ouro, Petróleo, Nasdaq, Ibovespa, Dólar e muito mais. Me chame no WhatsApp: wa.me/qr/2JZ2YOJM7DSYF1 - 49 99188 6710
Aviso legal
As informações e publicações não se destinam a ser, e não constituem, conselhos ou recomendações financeiras, de investimento, comerciais ou de outro tipo fornecidos ou endossados pela TradingView. Leia mais nos Termos de Uso.
Opere comigo ao Vivo os principais ativos globais: Ouro, Petróleo, Nasdaq, Ibovespa, Dólar e muito mais. Me chame no WhatsApp: wa.me/qr/2JZ2YOJM7DSYF1 - 49 99188 6710
Aviso legal
As informações e publicações não se destinam a ser, e não constituem, conselhos ou recomendações financeiras, de investimento, comerciais ou de outro tipo fornecidos ou endossados pela TradingView. Leia mais nos Termos de Uso.