Agenda de Indicadores:
11:30 – USA – Estoques de Petróleo Bruto Semanal da EIA
14:00 – USA – Leilão de T-Note de 10 anos
14:30 – BRA – Fluxo Cambial Estrangeiros
15:00 – USA – Ata do FOMC
Agenda de Autoridades:
14:05 – USA – Mary Daly, do Fed de São Francisco (Não Vota), profere o discurso de abertura e participa de um debate moderado sobre economia e política monetária em evento organizado pela Câmara de Comércio da Área de St. George
14:35 – USA – Christopher Waller, governador do Conselho do Fed (Vota), discursa sobre "Reflexões sobre o Tempo na Universidade Estadual de Bemidji e Início de Carreira" na 27ª Conferência Anual de Conquistas Estudantis da Universidade Estadual de Bemidji, em Minnesota
Brasil

Acompanhe o Pré-Market de NY:
EWZ
VALE
PBR
ITUB
BBD
BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades
BRA50 $ACTIVTRADES:MINDOLH2026
Estados Unidos

Os futuros dos principais índices de Nova York —
USA500,
USAIND,
USATEC e
USARUS — avançam com força nesta terça-feira, refletindo um alívio significativo no sentimento dos traders após o anúncio de um cessar-fogo de duas semanas entre Estados Unidos e Irã.
O acordo reduziu temporariamente os riscos de interrupção no fornecimento de energia no Oriente Médio, levando a uma queda expressiva nos preços do petróleo e impulsionando uma recomposição de posições em ativos de risco.
Em linha com a melhora do apetite por risco, o índice de volatilidade VIX $ACTIVTRADES:USAVIXH2026 recua para abaixo dos 22 pontos, atingindo níveis mais baixos e sinalizando uma redução relevante na demanda por proteção no curto prazo.
O movimento reforça uma rápida reprecificação dos mercados, com traders ajustando expectativas para inflação e política monetária diante da diminuição, ao menos temporária, das tensões geopolíticas.
O Cessar-Fogo
Estados Unidos e Irã anunciaram um acordo de cessar-fogo de duas semanas, conforme comunicado pelo presidente Donald Trump na noite de terça-feira, após esforços de mediação conduzidos por autoridades do Paquistão.
O Irã se comprometeu a interromper os contra-ataques e garantir a segurança da navegação no Estreito de Ormuz, desde que as ofensivas contra seu território sejam suspensas. A entrada em vigor do cessar-fogo está condicionada justamente à reabertura segura da rota marítima, essencial para o fluxo global de energia.
Em publicação na plataforma Truth Social, Trump classificou o acordo como um avanço significativo rumo à estabilidade regional. “Este será um cessar-fogo bilateral. Já cumprimos e superamos todos os objetivos militares e estamos muito próximos de um acordo definitivo de paz no Oriente Médio”, afirmou. Em outra mensagem, destacou: “Um grande dia para a paz mundial. O Irã quer que isso aconteça — eles já não aguentam mais”.
O presidente americano também indicou que os Estados Unidos apoiarão a normalização do tráfego no Estreito de Ormuz e contribuirão para a reconstrução após o conflito.
Ambos os lados reivindicaram vitória. Enquanto Teerã sustenta que suas condições foram aceitas, Trump descreveu o desfecho como uma “vitória total e completa”.
Apesar do anúncio, fontes próximas às negociações adotam tom cauteloso, apontando que autoridades americanas avaliam a possibilidade de o Irã estar utilizando o cessar-fogo como estratégia para ganhar tempo.
A fragilidade do acordo ficou evidente logo após sua divulgação. Mais de uma hora depois do anúncio, as Forças de Defesa de Israel informaram ter identificado lançamentos de mísseis a partir do território iraniano, com interceptações registradas sobre Tel Aviv. Paralelamente, países do Golfo — incluindo Kuwait, Bahrein, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos — emitiram alertas e ativaram seus sistemas de defesa aérea.
Europa

Os principais índices acionários da Europa —
EURO50,
GER40,
GERMID50,
ESP35,
UK100,
FRA40,
ITA40 e
SWI20 — avançam com força nesta quarta-feira, registrando ganhos de até 4,5% e caminhando para o melhor desempenho diário em cerca de um ano. O movimento reflete uma recuperação global dos ativos de risco após o anúncio de um cessar-fogo de duas semanas no Oriente Médio.
O acordo, firmado entre Estados Unidos e Irã, foi anunciado pelo presidente Donald Trump poucas horas antes do prazo final estabelecido para a reabertura do Estreito de Ormuz. A perspectiva de normalização do fluxo de petróleo e gás pela rota desencadeou uma reprecificação significativa nos mercados.
Em linha com a melhora do sentimento, o índice de volatilidade europeu recua abaixo dos 25 pontos pela primeira vez em três semanas, sinalizando redução relevante na percepção de risco.
Para Kiran Ganesh, estrategista de multiativos da UBS, o movimento deve ser interpretado com cautela. “Os mercados podem ainda enfrentar episódios de escalada retórica ou frustrações quanto à normalização do fluxo energético. Ainda assim, o anúncio representa um desenvolvimento positivo no cenário atual”, avaliou.
No mercado de commodities, a reação foi imediata: os contratos futuros do petróleo Brent recuam cerca de 12%, voltando a ser negociados abaixo de US$ 100 por barril, após semanas de forte pressão altista. A queda traz alívio para economias dependentes de energia e reduz, ao menos no curto prazo, os riscos inflacionários.
As bolsas europeias vinham sendo fortemente pressionadas desde o início da campanha militar conjunta de Estados Unidos e Israel contra o Irã, em 28 de fevereiro, sobretudo devido à dependência da região das importações de petróleo que transitam pelo Estreito de Ormuz.
Os ganhos desta sessão são amplos e disseminados entre os setores. Empresas ligadas a viagens, indústria e setor bancário lideram a alta, com avanços entre 6% e 7%, beneficiadas pela perspectiva de redução dos custos energéticos e queda nos rendimentos dos títulos.
O setor de tecnologia também apresenta desempenho expressivo, com alta de cerca de 6,2%, impulsionado por fabricantes de semicondutores. Ações como Infineon, Soitec, ASML e SUSS Microtec registram valorizações entre 6,5% e 11,3%.
Na contramão, o setor de energia é o único a operar em baixa, recuando cerca de 4%, pressionado pela queda acentuada do petróleo. Grandes petrolíferas como Shell, BP, TotalEnergies e Equinor registram perdas entre 6% e 12%.
Ásia/Pacífico

Os mercados da Ásia-Pacífico registraram forte alta nesta quarta-feira, impulsionados pelo anúncio de um cessar-fogo de duas semanas entre Estados Unidos e Irã, que desencadeou uma queda relevante nos preços do petróleo, com o barril recuando para abaixo de US$ 100. O movimento favoreceu ativos que vinham sendo pressionados pelo choque energético nas últimas semanas.
O rali foi liderado pelo índice Kospi
KOSPI, da Coreia do Sul, que avançou quase 7%, refletindo a melhora do apetite por risco e o alívio sobre economias fortemente dependentes de importações de energia. No Japão, o índice Nikkei
NI225 subiu 5,4%, desempenho semelhante ao observado no TWSE 50
TW50, de Taiwan, que registrou ganho de 5,2%.
Na China continental e em Hong Kong, os principais índices — Shenzhen
399001, China A50
XIN9, Shanghai
000001 e Hang Seng
HSI — acompanharam o movimento positivo, com altas que variaram entre 2,7% e 4,8%, sustentadas pela melhora nas expectativas para o crescimento e pela redução dos riscos inflacionários ligados à energia.
Na Austrália, o índice ASX 200
XJO avançou 2,6%, com o setor de energia sendo o único a operar no campo negativo, refletindo o recuo nos preços do petróleo.
11:30 – USA – Estoques de Petróleo Bruto Semanal da EIA
14:00 – USA – Leilão de T-Note de 10 anos
14:30 – BRA – Fluxo Cambial Estrangeiros
15:00 – USA – Ata do FOMC
Agenda de Autoridades:
14:05 – USA – Mary Daly, do Fed de São Francisco (Não Vota), profere o discurso de abertura e participa de um debate moderado sobre economia e política monetária em evento organizado pela Câmara de Comércio da Área de St. George
14:35 – USA – Christopher Waller, governador do Conselho do Fed (Vota), discursa sobre "Reflexões sobre o Tempo na Universidade Estadual de Bemidji e Início de Carreira" na 27ª Conferência Anual de Conquistas Estudantis da Universidade Estadual de Bemidji, em Minnesota
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY:
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades
Estados Unidos
Os futuros dos principais índices de Nova York —
O acordo reduziu temporariamente os riscos de interrupção no fornecimento de energia no Oriente Médio, levando a uma queda expressiva nos preços do petróleo e impulsionando uma recomposição de posições em ativos de risco.
Em linha com a melhora do apetite por risco, o índice de volatilidade VIX $ACTIVTRADES:USAVIXH2026 recua para abaixo dos 22 pontos, atingindo níveis mais baixos e sinalizando uma redução relevante na demanda por proteção no curto prazo.
O movimento reforça uma rápida reprecificação dos mercados, com traders ajustando expectativas para inflação e política monetária diante da diminuição, ao menos temporária, das tensões geopolíticas.
O Cessar-Fogo
Estados Unidos e Irã anunciaram um acordo de cessar-fogo de duas semanas, conforme comunicado pelo presidente Donald Trump na noite de terça-feira, após esforços de mediação conduzidos por autoridades do Paquistão.
O Irã se comprometeu a interromper os contra-ataques e garantir a segurança da navegação no Estreito de Ormuz, desde que as ofensivas contra seu território sejam suspensas. A entrada em vigor do cessar-fogo está condicionada justamente à reabertura segura da rota marítima, essencial para o fluxo global de energia.
Em publicação na plataforma Truth Social, Trump classificou o acordo como um avanço significativo rumo à estabilidade regional. “Este será um cessar-fogo bilateral. Já cumprimos e superamos todos os objetivos militares e estamos muito próximos de um acordo definitivo de paz no Oriente Médio”, afirmou. Em outra mensagem, destacou: “Um grande dia para a paz mundial. O Irã quer que isso aconteça — eles já não aguentam mais”.
O presidente americano também indicou que os Estados Unidos apoiarão a normalização do tráfego no Estreito de Ormuz e contribuirão para a reconstrução após o conflito.
Ambos os lados reivindicaram vitória. Enquanto Teerã sustenta que suas condições foram aceitas, Trump descreveu o desfecho como uma “vitória total e completa”.
Apesar do anúncio, fontes próximas às negociações adotam tom cauteloso, apontando que autoridades americanas avaliam a possibilidade de o Irã estar utilizando o cessar-fogo como estratégia para ganhar tempo.
A fragilidade do acordo ficou evidente logo após sua divulgação. Mais de uma hora depois do anúncio, as Forças de Defesa de Israel informaram ter identificado lançamentos de mísseis a partir do território iraniano, com interceptações registradas sobre Tel Aviv. Paralelamente, países do Golfo — incluindo Kuwait, Bahrein, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos — emitiram alertas e ativaram seus sistemas de defesa aérea.
Europa
Os principais índices acionários da Europa —
O acordo, firmado entre Estados Unidos e Irã, foi anunciado pelo presidente Donald Trump poucas horas antes do prazo final estabelecido para a reabertura do Estreito de Ormuz. A perspectiva de normalização do fluxo de petróleo e gás pela rota desencadeou uma reprecificação significativa nos mercados.
Em linha com a melhora do sentimento, o índice de volatilidade europeu recua abaixo dos 25 pontos pela primeira vez em três semanas, sinalizando redução relevante na percepção de risco.
Para Kiran Ganesh, estrategista de multiativos da UBS, o movimento deve ser interpretado com cautela. “Os mercados podem ainda enfrentar episódios de escalada retórica ou frustrações quanto à normalização do fluxo energético. Ainda assim, o anúncio representa um desenvolvimento positivo no cenário atual”, avaliou.
No mercado de commodities, a reação foi imediata: os contratos futuros do petróleo Brent recuam cerca de 12%, voltando a ser negociados abaixo de US$ 100 por barril, após semanas de forte pressão altista. A queda traz alívio para economias dependentes de energia e reduz, ao menos no curto prazo, os riscos inflacionários.
As bolsas europeias vinham sendo fortemente pressionadas desde o início da campanha militar conjunta de Estados Unidos e Israel contra o Irã, em 28 de fevereiro, sobretudo devido à dependência da região das importações de petróleo que transitam pelo Estreito de Ormuz.
Os ganhos desta sessão são amplos e disseminados entre os setores. Empresas ligadas a viagens, indústria e setor bancário lideram a alta, com avanços entre 6% e 7%, beneficiadas pela perspectiva de redução dos custos energéticos e queda nos rendimentos dos títulos.
O setor de tecnologia também apresenta desempenho expressivo, com alta de cerca de 6,2%, impulsionado por fabricantes de semicondutores. Ações como Infineon, Soitec, ASML e SUSS Microtec registram valorizações entre 6,5% e 11,3%.
Na contramão, o setor de energia é o único a operar em baixa, recuando cerca de 4%, pressionado pela queda acentuada do petróleo. Grandes petrolíferas como Shell, BP, TotalEnergies e Equinor registram perdas entre 6% e 12%.
Ásia/Pacífico
Os mercados da Ásia-Pacífico registraram forte alta nesta quarta-feira, impulsionados pelo anúncio de um cessar-fogo de duas semanas entre Estados Unidos e Irã, que desencadeou uma queda relevante nos preços do petróleo, com o barril recuando para abaixo de US$ 100. O movimento favoreceu ativos que vinham sendo pressionados pelo choque energético nas últimas semanas.
O rali foi liderado pelo índice Kospi
Na China continental e em Hong Kong, os principais índices — Shenzhen
Na Austrália, o índice ASX 200
Opere comigo ao Vivo os principais ativos globais: Ouro, Petróleo, Nasdaq, Ibovespa, Dólar e muito mais. Me chame no WhatsApp: wa.me/qr/2JZ2YOJM7DSYF1 - 49 99188 6710
Aviso legal
As informações e publicações não se destinam a ser, e não constituem, conselhos ou recomendações financeiras, de investimento, comerciais ou de outro tipo fornecidos ou endossados pela TradingView. Leia mais nos Termos de Uso.
Opere comigo ao Vivo os principais ativos globais: Ouro, Petróleo, Nasdaq, Ibovespa, Dólar e muito mais. Me chame no WhatsApp: wa.me/qr/2JZ2YOJM7DSYF1 - 49 99188 6710
Aviso legal
As informações e publicações não se destinam a ser, e não constituem, conselhos ou recomendações financeiras, de investimento, comerciais ou de outro tipo fornecidos ou endossados pela TradingView. Leia mais nos Termos de Uso.
