Agenda de Indicadores:
Feriado: Japão
9:15 – USA – Variação de Empregos Privados ADP
10:00 – BRA – PMI de Serviços S&P Global
11:30 – USA – Estoques de Petróleo Bruto da EIA
14:30 – BRA – Fluxo Cambial Estrangeiros
Agenda de Autoridades:
10:30 – USA – Alberto Musalem, do Fed Bank of St. Louis (Não Vota), participa de um debate moderado sobre a economia dos EUA e a política monetária na Convenção Anual da Associação de Banqueiros do Mississippi de 2026
13:30 – USA – Michael Barr, Governador do Fed (Vota), participa de uma conversa sobre "Regulamentação Bancária" no Magdalen College
14:00 – USA – Austan Goolsbee, do Fed de Chicago (Não Vota), participa de um painel na Conferência Global do Instituto Milken de 2026, em Los Angeles, Califórnia
Agenda de Balanços:
17:02 – USA – ARM
Pós-Mercado – BRA – Bradesco
Pós-Mercado – BRA – Axia
Brasil

Acompanhe o Pré-Market de NY:
EWZ
VALE
PBR
ITUB
BBD
BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades
BRA50 $ACTIVTRADES:MINDOLM2026
Estados Unidos

Os futuros dos principais índices de Nova York —
USA500,
USAIND,
USATEC e
USARUS — avançam novamente nesta quarta-feira, impulsionando os índices a novas máximas históricas, em meio às crescentes esperanças de um acordo de paz entre Estados Unidos e Irã e ao contínuo otimismo em torno da inteligência artificial.
No front corporativo, as ações da AMD dispararam quase 18% no pré-market de Nova York, enquanto a Super Micro Computer avançou 17%, após ambas elevarem suas projeções de receita e lucro para o segundo trimestre, impulsionadas pela forte demanda por chips voltados a data centers e aplicações de IA.

A combinação entre resultados sólidos e expansão contínua dos investimentos em inteligência artificial segue sustentando o apetite por risco em Wall Street, especialmente no setor de tecnologia, que permanece como principal motor da alta dos índices americanos.
Dividindo a atenção dos traders, o conflito no Oriente Médio também apresentou sinais de possível desescalada. Rumores de que um acordo de paz pode ser firmado em breve ganharam força após o presidente Donald Trump afirmar que “grandes progressos” foram feitos nas negociações com o Irã. Já Teerã declarou que aceitará apenas “um acordo justo e abrangente”.
Segundo Kyle Rodda, analista da Capital.com, “os sinais enviados pelos Estados Unidos sugerem que não há interesse em retomar as hostilidades. Wall Street continua apostando fortemente na ideia de que a guerra no Oriente Médio não voltará a se intensificar a ponto de interromper a recuperação impulsionada pelos resultados corporativos”.
No mercado de commodities, os preços do petróleo registram forte queda, refletindo a melhora do sentimento em relação ao conflito. O Brent recua cerca de 7%, sendo negociado próximo de US$ 106 por barril, enquanto o WTI retorna para a região de US$ 92.

Europa

Os principais índices acionários da Europa —
EURO50,
GER40,
GERMID50,
ESP35,
UK100,
FRA40,
ITA40 e
SWI20 — disparam mais de 2% nesta quarta-feira e atingem o maior nível em duas semanas, impulsionados pelo crescente otimismo em torno de uma possível resolução da guerra no Oriente Médio e pela forte queda dos preços do petróleo.
O movimento positivo foi disseminado entre os setores, refletindo uma recuperação mais ampla do apetite por risco nos mercados europeus, especialmente após a recente melhora do sentimento global.
O setor de saúde sobe 1,8%, liderado pela alta de 7,5% das ações da Novo Nordisk, após a fabricante do Wegovy elevar sua projeção de resultados para o ano todo.
As ações da Demant avançam 16% e caminham para registrar seu maior ganho diário desde outubro de 2008, depois que a fabricante dinamarquesa de aparelhos auditivos superou as estimativas de crescimento de vendas trimestrais.
Os setores bancário e industrial também apresentam forte desempenho, com altas de 2,7% e 1,7%, respectivamente.
As ações ligadas ao setor de defesa avançam 2,4%. A italiana Leonardo sobe 2,8% após divulgar resultados trimestrais acima do esperado, enquanto a norueguesa Kongsberg dispara 6,3%, impulsionada pela forte expansão de sua carteira de pedidos, que mais do que dobrou no trimestre.
Entre os bancos britânicos, NatWest, Barclays, Standard Chartered e Lloyds registram ganhos entre 3,1% e 4,6%.
O setor automotivo sobe 3,1%, com destaque para a BMW, cujas ações saltam 5,6% após a montadora alemã manter sua projeção para o ano, apesar da forte queda no lucro antes de impostos no primeiro trimestre.
No campo macroeconômico, os dados de PMI mostraram que a atividade do setor de serviços da zona do euro contraiu pela primeira vez em quase um ano durante abril, refletindo o impacto da guerra no Oriente Médio sobre a demanda e os setores ligados ao consumo.
Entre outros destaques corporativos, as ações da Diageo avançam 4,8% depois que a maior fabricante de bebidas destiladas do mundo reportou um crescimento inesperadamente forte nas vendas orgânicas trimestrais.
Na contramão do mercado, a Equinor recua 5,4%, mesmo após divulgar um lucro trimestral acima do esperado. As ações da companhia acumulam valorização de cerca de 62% no ano, impulsionadas pela disparada dos preços da energia ao longo do conflito.
Ásia/Pacífico

Ativos asiáticos negociados na ActivTrades:
HKIND
JP225
CHINAA50
As ações da Ásia-Pacífico dispararam nesta madrugada, acompanhando o forte desempenho de Wall Street, depois que a queda dos preços do petróleo e uma nova rodada de resultados corporativos robustos reforçaram o apetite global por risco.
Liderando os ganhos na região, o índice Kospi
KOSPI, da Coreia do Sul, renovou sua máxima histórica ao avançar 6,5%, acumulando valorização de aproximadamente 70% no ano em dólar.
O movimento foi impulsionado principalmente pelo setor de tecnologia. As ações da Samsung Electronics dispararam 14,4%, levando a companhia a ultrapassar a marca de US$ 1 trilhão em valor de mercado nesta quarta-feira, tornando-se apenas a segunda empresa asiática — depois da TSMC — a atingir esse patamar.
Em Taiwan, o índice TWSE 50
TW50 avançou 2%, sustentado pela continuidade do otimismo com inteligência artificial e semicondutores, enquanto o Nikkei
NI225, do Japão, permaneceu fechado devido a feriado local.
No mercado cambial, o iene japonês registrou forte valorização, reacendendo especulações sobre uma possível nova intervenção das autoridades japonesas no mercado de câmbio.
Embora Tóquio não tenha confirmado oficialmente compras de iene, autoridades vêm sinalizando há meses disposição para atuar contra a desvalorização excessiva da moeda. Segundo fontes ouvidas pela Reuters, o Japão teria intervindo na semana passada, em uma operação que pode ter alcançado cerca de US$ 35 bilhões, de acordo com estimativas do mercado monetário.
Na China continental e em Hong Kong, os principais índices — Shanghai
000001, Shenzhen
399001, China A50
XIN9 e Hang Seng
HSI — registraram ganhos entre 1,1% e 2,3%, acompanhando o sentimento positivo global.
Na Austrália, o índice ASX 200
XJO avançou 1,3%, apoiado principalmente pelos setores financeiro e de mineração.
Feriado: Japão
9:15 – USA – Variação de Empregos Privados ADP
10:00 – BRA – PMI de Serviços S&P Global
11:30 – USA – Estoques de Petróleo Bruto da EIA
14:30 – BRA – Fluxo Cambial Estrangeiros
Agenda de Autoridades:
10:30 – USA – Alberto Musalem, do Fed Bank of St. Louis (Não Vota), participa de um debate moderado sobre a economia dos EUA e a política monetária na Convenção Anual da Associação de Banqueiros do Mississippi de 2026
13:30 – USA – Michael Barr, Governador do Fed (Vota), participa de uma conversa sobre "Regulamentação Bancária" no Magdalen College
14:00 – USA – Austan Goolsbee, do Fed de Chicago (Não Vota), participa de um painel na Conferência Global do Instituto Milken de 2026, em Los Angeles, Califórnia
Agenda de Balanços:
17:02 – USA – ARM
Pós-Mercado – BRA – Bradesco
Pós-Mercado – BRA – Axia
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY:
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades
Estados Unidos
Os futuros dos principais índices de Nova York —
No front corporativo, as ações da AMD dispararam quase 18% no pré-market de Nova York, enquanto a Super Micro Computer avançou 17%, após ambas elevarem suas projeções de receita e lucro para o segundo trimestre, impulsionadas pela forte demanda por chips voltados a data centers e aplicações de IA.
A combinação entre resultados sólidos e expansão contínua dos investimentos em inteligência artificial segue sustentando o apetite por risco em Wall Street, especialmente no setor de tecnologia, que permanece como principal motor da alta dos índices americanos.
Dividindo a atenção dos traders, o conflito no Oriente Médio também apresentou sinais de possível desescalada. Rumores de que um acordo de paz pode ser firmado em breve ganharam força após o presidente Donald Trump afirmar que “grandes progressos” foram feitos nas negociações com o Irã. Já Teerã declarou que aceitará apenas “um acordo justo e abrangente”.
Segundo Kyle Rodda, analista da Capital.com, “os sinais enviados pelos Estados Unidos sugerem que não há interesse em retomar as hostilidades. Wall Street continua apostando fortemente na ideia de que a guerra no Oriente Médio não voltará a se intensificar a ponto de interromper a recuperação impulsionada pelos resultados corporativos”.
No mercado de commodities, os preços do petróleo registram forte queda, refletindo a melhora do sentimento em relação ao conflito. O Brent recua cerca de 7%, sendo negociado próximo de US$ 106 por barril, enquanto o WTI retorna para a região de US$ 92.
Europa
Os principais índices acionários da Europa —
O movimento positivo foi disseminado entre os setores, refletindo uma recuperação mais ampla do apetite por risco nos mercados europeus, especialmente após a recente melhora do sentimento global.
O setor de saúde sobe 1,8%, liderado pela alta de 7,5% das ações da Novo Nordisk, após a fabricante do Wegovy elevar sua projeção de resultados para o ano todo.
As ações da Demant avançam 16% e caminham para registrar seu maior ganho diário desde outubro de 2008, depois que a fabricante dinamarquesa de aparelhos auditivos superou as estimativas de crescimento de vendas trimestrais.
Os setores bancário e industrial também apresentam forte desempenho, com altas de 2,7% e 1,7%, respectivamente.
As ações ligadas ao setor de defesa avançam 2,4%. A italiana Leonardo sobe 2,8% após divulgar resultados trimestrais acima do esperado, enquanto a norueguesa Kongsberg dispara 6,3%, impulsionada pela forte expansão de sua carteira de pedidos, que mais do que dobrou no trimestre.
Entre os bancos britânicos, NatWest, Barclays, Standard Chartered e Lloyds registram ganhos entre 3,1% e 4,6%.
O setor automotivo sobe 3,1%, com destaque para a BMW, cujas ações saltam 5,6% após a montadora alemã manter sua projeção para o ano, apesar da forte queda no lucro antes de impostos no primeiro trimestre.
No campo macroeconômico, os dados de PMI mostraram que a atividade do setor de serviços da zona do euro contraiu pela primeira vez em quase um ano durante abril, refletindo o impacto da guerra no Oriente Médio sobre a demanda e os setores ligados ao consumo.
Entre outros destaques corporativos, as ações da Diageo avançam 4,8% depois que a maior fabricante de bebidas destiladas do mundo reportou um crescimento inesperadamente forte nas vendas orgânicas trimestrais.
Na contramão do mercado, a Equinor recua 5,4%, mesmo após divulgar um lucro trimestral acima do esperado. As ações da companhia acumulam valorização de cerca de 62% no ano, impulsionadas pela disparada dos preços da energia ao longo do conflito.
Ásia/Pacífico
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Liderando os ganhos na região, o índice Kospi
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Na Austrália, o índice ASX 200
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