Agenda de Indicadores:
Feriado: China, Japão e Reino Unido
8:25 – BRA – Boletim Focus
Agenda de Autoridades:
13:50 – USA – John Williams, do Fed de Nova York (Vota), faz um discurso de abertura no Simpósio de Primavera do Grupo Cynosure.
Agenda de Balanços:
17:05 – USA – Palantir Technologies
Brasil

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Ativos brasileiros negociados na ActivTrades
BRA50 
MINDOLM2026
Estados Unidos

Os futuros dos principais índices de Nova York —
USA500,
USAIND,
USATEC e
USARUS — inverteram para o campo negativo por volta das 7h (horário de Brasília), após relatos de que um navio de guerra dos Estados Unidos foi atingido por dois mísseis ao ignorar um aviso da marinha iraniana para não ingressar no Estreito de Ormuz. Embora os fatos ainda estejam sendo apurados, o episódio desencadeou uma imediata busca por proteção nos mercados.
Durante o fim de semana, o presidente Donald Trump afirmou que os EUA iniciariam, na manhã de segunda-feira, uma operação para liberar os navios retidos na região, sem detalhar o plano. Segundo o Comando Central dos EUA, a operação poderia envolver destróieres com mísseis guiados, mais de 100 aeronaves e cerca de 15 mil militares. No entanto, uma reportagem posterior indicou que a Marinha americana não necessariamente realizaria escolta direta aos navios comerciais.
No campo diplomático, o Irã informou que os EUA responderam à sua proposta de 14 pontos por meio do Paquistão e que a resposta estava sob análise. Ainda assim, Trump declarou que dificilmente consideraria o acordo aceitável.
Relatos de operadores marítimos indicaram que um navio graneleiro foi atacado por pequenas embarcações nas proximidades de Sirik, no Irã, no domingo. O episódio aumenta as dúvidas sobre quantos navios estarão dispostos a atravessar o Estreito de Ormuz, mesmo sob eventual proteção militar.
No front corporativo, empresas como Advanced Micro Devices (AMD), Super Micro Computer, Palantir, Walt Disney e McDonald’s divulgaram seus resultados. Segundo analistas do Goldman Sachs, a taxa de crescimento do lucro por ação (EPS) do S&P 500 está em torno de 25%.
Apesar do cenário desafiador, os analistas destacam que as projeções corporativas e as revisões de lucros permanecem resilientes. No entanto, a reação do mercado às surpresas positivas tem sido limitada, indicando menor prêmio por resultados acima das expectativas.
No setor de tecnologia, persistem preocupações com o volume de investimentos em inteligência artificial, projetados em US$ 751 bilhões até 2026 — cerca de US$ 80 bilhões acima das estimativas iniciais desta temporada e 83% superiores aos níveis de 2025.
O aumento dos preços do petróleo também reacende temores inflacionários, pressionando os rendimentos dos títulos e desafiando as avaliações das ações, especialmente em um ambiente em que grandes bancos centrais vêm adotando uma postura mais restritiva.
Os mercados passaram a precificar apenas 2 pontos-base de afrouxamento monetário por parte do Federal Reserve até o final do ano, ante 11 pontos-base na semana anterior. Já para o Banco Central Europeu e o Banco da Inglaterra, as expectativas apontam para altas acumuladas de 76 e 63 pontos-base, respectivamente.
Na agenda econômica, os traders monitoram uma série de indicadores ao longo da semana, com destaque para o relatório de emprego dos EUA (payroll), previsto para sexta-feira. A mediana das projeções indica a criação de 60 mil vagas em abril, após os robustos 178 mil postos registrados em março, embora fatores sazonais aumentem o grau de incerteza.
Europa

Os principais índices acionários da Europa —
EURO50,
GER40,
GERMID50,
ESP35,
UK100,
FRA40,
ITA40 e
SWI20 — intensificaram as perdas após as 7h (horário de Brasília), quando surgiram relatos de que um navio de guerra dos Estados Unidos foi atingido por dois mísseis iranianos no Estreito de Ormuz. O episódio elevou os preços do petróleo e desencadeou uma nova onda de aversão ao risco nos mercados.
O índice Euro Stoxx 50
EURO50 recua cerca de 4,5%, enquanto o DAX
GER40, da Alemanha, perde 0,5%. Já o FTSE 100
UK100, do Reino Unido, registra queda mais moderada, de 0,1%, com a liquidez reduzida devido a um feriado local em Londres.
No campo comercial, o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou na sexta-feira que pretende elevar as tarifas sobre carros e caminhões da União Europeia de 15% para 25% ainda nesta semana, alegando descumprimento de acordos por parte do bloco.
“As montadoras europeias estão no fogo cruzado das tensões comerciais. O setor já enfrenta pressão tecnológica e concorrência crescente — especialmente no segmento de veículos elétricos, com o avanço das fabricantes chinesas. Nesse contexto, torna-se ainda mais relevante para as montadoras europeias obterem melhor desempenho no mercado americano”, afirmou Ipek Ozkardeskaya, analista sênior do Swissquote Bank.
As montadoras alemãs lideram as perdas, com BMW, Volkswagen e Mercedes-Benz recuando mais de 3% cada, enquanto a Porsche registra queda próxima de 2%.
Ásia/Pacífico

Ativos asiáticos negociados na ActivTrades:
HKIND
JP225
CHINAA50
As ações da Ásia-Pacífico registraram leve alta nesta segunda-feira, com os preços do petróleo se mantendo estáveis em meio a sinais ainda inconsistentes de progresso nas negociações envolvendo o conflito no Oriente Médio. O mercado também se posiciona para uma semana carregada de balanços corporativos e dados econômicos relevantes. A sessão foi marcada por liquidez reduzida, devido aos feriados que mantiveram as bolsas do Japão e da China fechadas.
Os índices Kospi
KOSPI, da Coreia do Sul, e TWSE 50
TW50, de Taiwan, atingiram novas máximas históricas, com ganhos expressivos de 5,1% e 4,7%, respectivamente. O movimento foi liderado pelo setor de tecnologia, com destaque para Samsung Electronics, SK Hynix e TSMC, que avançaram 5,4%, 12,5% e 6,6%, respectivamente, impulsionadas pelo forte desempenho recente das big techs nos Estados Unidos.
Em Hong Kong, o índice Hang Seng
HSI encerrou com alta de 1,2%, puxado principalmente pelas ações da Alibaba, que subiram 4,5%.
Na contramão da região, o índice ASX 200
XJO, da Austrália, recuou 0,4%, com os traders se preparando para um possível terceiro aumento consecutivo da taxa de juros pelo banco central nesta terça-feira, em resposta às persistentes pressões inflacionárias.
No mercado de câmbio, o dólar avançou levemente frente ao iene japonês, com alta de 0,2%, após ter recuado para 155,7 ienes mais cedo. O movimento ocorre na esteira da recente intervenção do Japão no mercado cambial, que, segundo estimativas, pode ter alcançado cerca de US$ 35 bilhões.
Segundo Carol Kong, estrategista de câmbio do Commonwealth Bank of Australia, “os fundamentos continuam favorecendo o USD/JPY, o que sugere que o par pode voltar a subir, potencialmente exigindo novas intervenções por parte das autoridades japonesas.”
Na semana passada, Carl Ang, analista de renda fixa da MFS Investment Management, destacou a possibilidade de uma intervenção cambial iminente. Segundo ele, “a menor liquidez do mercado durante a Semana Dourada, que ocorre logo após a reunião do Banco do Japão, pode abrir espaço para uma intervenção no câmbio e provocar uma valorização rápida do iene, possivelmente levando a moeda para a faixa entre 150 e 160 por dólar”. (Contribuição: Maury Santos)
Feriado: China, Japão e Reino Unido
8:25 – BRA – Boletim Focus
Agenda de Autoridades:
13:50 – USA – John Williams, do Fed de Nova York (Vota), faz um discurso de abertura no Simpósio de Primavera do Grupo Cynosure.
Agenda de Balanços:
17:05 – USA – Palantir Technologies
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY:
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades
Estados Unidos
Os futuros dos principais índices de Nova York —
Durante o fim de semana, o presidente Donald Trump afirmou que os EUA iniciariam, na manhã de segunda-feira, uma operação para liberar os navios retidos na região, sem detalhar o plano. Segundo o Comando Central dos EUA, a operação poderia envolver destróieres com mísseis guiados, mais de 100 aeronaves e cerca de 15 mil militares. No entanto, uma reportagem posterior indicou que a Marinha americana não necessariamente realizaria escolta direta aos navios comerciais.
No campo diplomático, o Irã informou que os EUA responderam à sua proposta de 14 pontos por meio do Paquistão e que a resposta estava sob análise. Ainda assim, Trump declarou que dificilmente consideraria o acordo aceitável.
Relatos de operadores marítimos indicaram que um navio graneleiro foi atacado por pequenas embarcações nas proximidades de Sirik, no Irã, no domingo. O episódio aumenta as dúvidas sobre quantos navios estarão dispostos a atravessar o Estreito de Ormuz, mesmo sob eventual proteção militar.
No front corporativo, empresas como Advanced Micro Devices (AMD), Super Micro Computer, Palantir, Walt Disney e McDonald’s divulgaram seus resultados. Segundo analistas do Goldman Sachs, a taxa de crescimento do lucro por ação (EPS) do S&P 500 está em torno de 25%.
Apesar do cenário desafiador, os analistas destacam que as projeções corporativas e as revisões de lucros permanecem resilientes. No entanto, a reação do mercado às surpresas positivas tem sido limitada, indicando menor prêmio por resultados acima das expectativas.
No setor de tecnologia, persistem preocupações com o volume de investimentos em inteligência artificial, projetados em US$ 751 bilhões até 2026 — cerca de US$ 80 bilhões acima das estimativas iniciais desta temporada e 83% superiores aos níveis de 2025.
O aumento dos preços do petróleo também reacende temores inflacionários, pressionando os rendimentos dos títulos e desafiando as avaliações das ações, especialmente em um ambiente em que grandes bancos centrais vêm adotando uma postura mais restritiva.
Os mercados passaram a precificar apenas 2 pontos-base de afrouxamento monetário por parte do Federal Reserve até o final do ano, ante 11 pontos-base na semana anterior. Já para o Banco Central Europeu e o Banco da Inglaterra, as expectativas apontam para altas acumuladas de 76 e 63 pontos-base, respectivamente.
Na agenda econômica, os traders monitoram uma série de indicadores ao longo da semana, com destaque para o relatório de emprego dos EUA (payroll), previsto para sexta-feira. A mediana das projeções indica a criação de 60 mil vagas em abril, após os robustos 178 mil postos registrados em março, embora fatores sazonais aumentem o grau de incerteza.
Europa
Os principais índices acionários da Europa —
O índice Euro Stoxx 50
No campo comercial, o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou na sexta-feira que pretende elevar as tarifas sobre carros e caminhões da União Europeia de 15% para 25% ainda nesta semana, alegando descumprimento de acordos por parte do bloco.
“As montadoras europeias estão no fogo cruzado das tensões comerciais. O setor já enfrenta pressão tecnológica e concorrência crescente — especialmente no segmento de veículos elétricos, com o avanço das fabricantes chinesas. Nesse contexto, torna-se ainda mais relevante para as montadoras europeias obterem melhor desempenho no mercado americano”, afirmou Ipek Ozkardeskaya, analista sênior do Swissquote Bank.
As montadoras alemãs lideram as perdas, com BMW, Volkswagen e Mercedes-Benz recuando mais de 3% cada, enquanto a Porsche registra queda próxima de 2%.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades:
As ações da Ásia-Pacífico registraram leve alta nesta segunda-feira, com os preços do petróleo se mantendo estáveis em meio a sinais ainda inconsistentes de progresso nas negociações envolvendo o conflito no Oriente Médio. O mercado também se posiciona para uma semana carregada de balanços corporativos e dados econômicos relevantes. A sessão foi marcada por liquidez reduzida, devido aos feriados que mantiveram as bolsas do Japão e da China fechadas.
Os índices Kospi
Em Hong Kong, o índice Hang Seng
Na contramão da região, o índice ASX 200
No mercado de câmbio, o dólar avançou levemente frente ao iene japonês, com alta de 0,2%, após ter recuado para 155,7 ienes mais cedo. O movimento ocorre na esteira da recente intervenção do Japão no mercado cambial, que, segundo estimativas, pode ter alcançado cerca de US$ 35 bilhões.
Segundo Carol Kong, estrategista de câmbio do Commonwealth Bank of Australia, “os fundamentos continuam favorecendo o USD/JPY, o que sugere que o par pode voltar a subir, potencialmente exigindo novas intervenções por parte das autoridades japonesas.”
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