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Ativos brasileiros negociados na ActivTrades
BRA50 $ACTIVTRADES:MINDOLQ2026
Estados Unidos

Os futuros dos principais índices de Nova York —
USA500,
USAIND,
USATEC e
USARUS — operam em alta nesta sexta-feira, com os resultados robustos da Amazon e da Microsoft tranquilizando os traders.
Balanço da Amazon

As ações da Amazon avançam quase 13% no pré-mercado de Nova York, após a companhia divulgar o maior crescimento da Amazon Web Services (AWS) em mais de quatro anos. A reação positiva deve adicionar cerca de US$ 300 bilhões ao valor de mercado da empresa.
Os traders deixaram em segundo plano o aumento de 10% nos investimentos previstos para infraestrutura, para US$ 220 bilhões, concentrando suas atenções na forte expansão da AWS, principal geradora de lucros da companhia.
A receita da divisão de computação em nuvem cresceu 37% no segundo trimestre, encerrado em 30 de junho, para US$ 42,2 bilhões, superando com folga a expectativa dos analistas, que projetavam avanço de 31,2%.
Segundo o CEO Andy Jassy, a demanda por serviços de inteligência artificial continua superior à capacidade disponível da empresa, mesmo com a expansão acelerada da infraestrutura computacional.
O resultado levou pelo menos cinco instituições financeiras a elevarem suas projeções para as ações da Amazon. Em relatório, o JPMorgan afirmou permanecer otimista com a AWS, destacando que a divisão possui elevada correlação com a receita proveniente de inteligência artificial e que essa relação deverá se fortalecer à medida que mais aplicações de IA forem colocadas em produção.
Para Jake Behan, chefe de mercados de capitais da Direxion, o mercado passou a diferenciar claramente as empresas capazes de transformar investimentos em IA em crescimento de receita. "Os investidores estão recompensando as companhias que conseguem monetizar seus investimentos em inteligência artificial e penalizando aquelas cujo retorno permanece mais distante."
Apesar da forte reação das ações, a Amazon também registrou deterioração no fluxo de caixa livre. Nos últimos 12 meses, a companhia consumiu US$ 7,6 bilhões, revertendo o fluxo positivo de US$ 18,2 bilhões registrado no mesmo período do ano anterior, refletindo a aceleração dos investimentos em infraestrutura.
O movimento acompanha uma tendência observada entre as grandes empresas de tecnologia. Microsoft, Alphabet e Meta também reportaram queda no fluxo de caixa livre em seus resultados mais recentes, à medida que ampliam os investimentos para sustentar a expansão da inteligência artificial.
Após a alta das ações, a Amazon negocia a uma relação preço/lucro (P/L) de 24,67, acima dos múltiplos da Microsoft (22,94) e da Alphabet (19,35), refletindo a expectativa do mercado de um crescimento mais acelerado nos próximos anos.
Balanço da Apple

A Apple decepcionou Wall Street ao projetar um crescimento de receita para o trimestre atual abaixo das expectativas dos analistas, sinalizando que as restrições na cadeia de suprimentos continuam limitando sua capacidade de atender à demanda por iPhones e Macs. As ações da companhia caem cerca de 7,2% no pré-mercado de Nova York.
Apesar do balanço acima das estimativas, os traders concentraram suas atenções nas projeções para o trimestre encerrado em setembro. A Apple espera crescimento de receita entre 9% e 11%, abaixo da previsão média de Wall Street, de 12%. Para o iPhone, a companhia estima expansão próxima de 15%, também inferior aos 17,6% esperados pelo mercado. A margem bruta deverá ficar entre 47% e 48%.
Segundo o CEO Tim Cook, o principal desafio continua sendo a escassez de componentes avançados utilizados na fabricação dos chips proprietários da empresa. Durante a teleconferência de resultados, o executivo afirmou que as restrições de oferta permanecem significativas e que a companhia avalia fornecedores alternativos de memória para reduzir a pressão sobre a produção.
Em entrevista, Cook destacou que a limitação foi especialmente relevante para a linha Mac, embora o segmento tenha apresentado crescimento de 29% nas vendas, impulsionado pelo MacBook Neo de entrada e pela nova geração do MacBook Pro.
No terceiro trimestre fiscal, encerrado em 27 de junho, a Apple registrou receita de US$ 109,42 bilhões, alta de 16,4% em relação ao mesmo período do ano anterior e acima da expectativa do mercado, que apontava crescimento de 15,5%. A demanda por iPhones e MacBooks permaneceu forte, mesmo em um ambiente de preços mais elevados para produtos eletrônicos.
O lucro por ação foi de US$ 2,02, incluindo US$ 0,11 referentes a reembolsos de tarifas concedidos pelo governo dos Estados Unidos. Mesmo desconsiderando esse efeito extraordinário, o resultado permaneceu acima da estimativa média dos analistas, de US$ 1,89 por ação.
A reação negativa do mercado reflete o elevado nível de expectativa em torno da companhia, que recentemente retomou o posto de empresa mais valiosa do mundo, superando a Nvidia. Antes da divulgação do balanço, as ações da Apple acumulavam valorização superior a 22% no ano.
Europa

Os principais índices acionários da Europa —
EURO50,
GER40,
GERMID50,
ESP35,
UK100,
FRA40,
ITA40 e
SWI20 — operam em alta nesta sexta-feira, com parte das bolsas renovando máximas históricas, impulsionadas pelo fortalecimento do setor de tecnologia e por uma nova rodada de resultados corporativos acima das expectativas.
O índice Euro Stoxx 50
EURO50 avança 1,1%, caminhando para o quarto mês consecutivo de valorização e permanecendo próximo de sua máxima histórica.
As ações de tecnologia lideram os ganhos do pregão, acompanhando o desempenho positivo observado nas bolsas asiáticas e em Wall Street. A Aixtron dispara 9%, enquanto Soitec, Infineon Technologies e ASML avançam 7%, 5,8% e 2,7%, respectivamente.
O setor continua repercutindo os balanços das gigantes americanas de tecnologia. Enquanto a Microsoft reforçou a confiança dos investidores ao mostrar que seus investimentos em inteligência artificial começam a impulsionar os resultados, a Meta decepcionou o mercado após a forte queda do fluxo de caixa livre reacender dúvidas sobre o elevado ritmo de investimentos na tecnologia.
Em relatório, analistas do UBS afirmaram que permanecem otimistas com as perspectivas para a inteligência artificial, mas recomendaram ampliar a exposição a empresas de tecnologia com perfil mais defensivo como forma de reduzir o risco de concentração no setor.
Entre os demais segmentos, as mineradoras registram alta de 1,9%, acompanhando a valorização dos preços do cobre, enquanto o setor de bens e serviços industriais sobe 1,6%, impulsionado pelo avanço de 7,4% da Teleperformance após a companhia confirmar suas projeções para 2026.
Nos destaques corporativos, o Credit Agricole avança 3,4% depois de divulgar resultados trimestrais acima das expectativas. Na ponta oposta, a Puma recua cerca de 6%, pressionada pela frustração dos traders com a decisão da companhia de manter inalteradas suas projeções para o ano, apesar de reportar um prejuízo operacional menor do que o esperado no segundo trimestre.
Ásia/Pacífico

Ativos asiáticos negociados na ActivTrades:
HKIND
JP225
CHINAA50
Os mercados da Ásia-Pacífico encerraram o pregão desta sexta-feira em forte alta, impulsionados por uma recuperação das ações de tecnologia após os resultados da Microsoft reacenderem o otimismo em torno dos investimentos em inteligência artificial. Os maiores ganhos ficaram com o índice Kospi
KOSPI, da Coreia do Sul, que saltou quase 18%, e o TWSE 50
TW50, de Taiwan, que avançou 8,6%.
Na Coreia do Sul, o rali marcou a maior alta diária da história do Kospi. Ainda assim, o índice permanece cerca de 28% abaixo da máxima registrada no fim de junho, acumula queda de 1,4% na semana e encerra julho com recuo de 22,2%, o pior desempenho mensal desde outubro de 2008.
As ações da Samsung Electronics dispararam 26,8%, registrando o maior ganho diário de sua história, enquanto a SK Hynix avançou 30%, encerrando o pregão no limite máximo de alta. Juntas, as duas fabricantes de semicondutores representam mais da metade da capitalização do Kospi.
O movimento foi impulsionado pela forte recuperação do setor nos Estados Unidos. Na véspera, o ETF de semicondutores SOXX.US avançou 8%, com a Micron Technology disparando 18%, enquanto a Microsoft saltou 15%, registrando seu maior ganho em 18 anos após divulgar resultados que reforçaram a confiança do mercado na rentabilidade dos investimentos em inteligência artificial.
Para Lee Kyoung-min, analista da Daishin Securities, a liquidação das ações de IA e semicondutores parece estar chegando ao fim. Segundo ele, a percepção de que as vendas forçadas provocadas pela desalavancagem estão praticamente encerradas contribuiu para fortalecer o sentimento dos traders.
No Japão, o índice Nikkei 225
NI225 avançou 4%, acompanhando a recuperação das empresas de tecnologia. Entre os destaques, a Advantest disparou mais de 16%, enquanto o SoftBank Group avançou quase 14%.
Além dos balanços corporativos, os mercados repercutiram a decisão do Banco do Japão, que manteve a taxa básica de juros em 1%, conforme esperado. Pela primeira vez, porém, a autoridade monetária alertou que a inflação subjacente poderá superar a meta de 2% e sinalizou que a reunião de setembro deverá concentrar as discussões sobre uma eventual alta dos juros.
"O risco de a inflação subjacente superar nossas projeções exige atenção redobrada. Adiar as medidas necessárias pode permitir que esse risco se materialize e prejudique a economia", afirmou o presidente do Banco do Japão, Kazuo Ueda, durante a coletiva de imprensa.
A mudança de tom impulsionou os rendimentos dos títulos públicos japoneses de dois anos. O iene chegou a oscilar pouco após a decisão, mas ganhou força durante as negociações europeias, em meio às especulações de que o governo possa voltar a intervir no mercado cambial para conter a desvalorização da moeda.
Na ponta negativa, as montadoras ficaram para trás. As ações da Toyota recuaram 1,9% e as da Honda perderam 2,7%, pressionadas pela valorização do iene, que reduz o valor das receitas obtidas no exterior quando convertidas para a moeda japonesa.
Nas demais bolsas da região, o desempenho foi mais moderado. Os índices Shanghai
000001, Shenzhen
399001, China A50
XIN9, Hang Seng
HSI e ASX 200
XJO encerraram o pregão em alta entre 0,1% e 2,2%.
Acompanhe o Pré-Market de NY:
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades
Estados Unidos
Os futuros dos principais índices de Nova York —
Balanço da Amazon
As ações da Amazon avançam quase 13% no pré-mercado de Nova York, após a companhia divulgar o maior crescimento da Amazon Web Services (AWS) em mais de quatro anos. A reação positiva deve adicionar cerca de US$ 300 bilhões ao valor de mercado da empresa.
Os traders deixaram em segundo plano o aumento de 10% nos investimentos previstos para infraestrutura, para US$ 220 bilhões, concentrando suas atenções na forte expansão da AWS, principal geradora de lucros da companhia.
A receita da divisão de computação em nuvem cresceu 37% no segundo trimestre, encerrado em 30 de junho, para US$ 42,2 bilhões, superando com folga a expectativa dos analistas, que projetavam avanço de 31,2%.
Segundo o CEO Andy Jassy, a demanda por serviços de inteligência artificial continua superior à capacidade disponível da empresa, mesmo com a expansão acelerada da infraestrutura computacional.
O resultado levou pelo menos cinco instituições financeiras a elevarem suas projeções para as ações da Amazon. Em relatório, o JPMorgan afirmou permanecer otimista com a AWS, destacando que a divisão possui elevada correlação com a receita proveniente de inteligência artificial e que essa relação deverá se fortalecer à medida que mais aplicações de IA forem colocadas em produção.
Para Jake Behan, chefe de mercados de capitais da Direxion, o mercado passou a diferenciar claramente as empresas capazes de transformar investimentos em IA em crescimento de receita. "Os investidores estão recompensando as companhias que conseguem monetizar seus investimentos em inteligência artificial e penalizando aquelas cujo retorno permanece mais distante."
Apesar da forte reação das ações, a Amazon também registrou deterioração no fluxo de caixa livre. Nos últimos 12 meses, a companhia consumiu US$ 7,6 bilhões, revertendo o fluxo positivo de US$ 18,2 bilhões registrado no mesmo período do ano anterior, refletindo a aceleração dos investimentos em infraestrutura.
O movimento acompanha uma tendência observada entre as grandes empresas de tecnologia. Microsoft, Alphabet e Meta também reportaram queda no fluxo de caixa livre em seus resultados mais recentes, à medida que ampliam os investimentos para sustentar a expansão da inteligência artificial.
Após a alta das ações, a Amazon negocia a uma relação preço/lucro (P/L) de 24,67, acima dos múltiplos da Microsoft (22,94) e da Alphabet (19,35), refletindo a expectativa do mercado de um crescimento mais acelerado nos próximos anos.
Balanço da Apple
A Apple decepcionou Wall Street ao projetar um crescimento de receita para o trimestre atual abaixo das expectativas dos analistas, sinalizando que as restrições na cadeia de suprimentos continuam limitando sua capacidade de atender à demanda por iPhones e Macs. As ações da companhia caem cerca de 7,2% no pré-mercado de Nova York.
Apesar do balanço acima das estimativas, os traders concentraram suas atenções nas projeções para o trimestre encerrado em setembro. A Apple espera crescimento de receita entre 9% e 11%, abaixo da previsão média de Wall Street, de 12%. Para o iPhone, a companhia estima expansão próxima de 15%, também inferior aos 17,6% esperados pelo mercado. A margem bruta deverá ficar entre 47% e 48%.
Segundo o CEO Tim Cook, o principal desafio continua sendo a escassez de componentes avançados utilizados na fabricação dos chips proprietários da empresa. Durante a teleconferência de resultados, o executivo afirmou que as restrições de oferta permanecem significativas e que a companhia avalia fornecedores alternativos de memória para reduzir a pressão sobre a produção.
Em entrevista, Cook destacou que a limitação foi especialmente relevante para a linha Mac, embora o segmento tenha apresentado crescimento de 29% nas vendas, impulsionado pelo MacBook Neo de entrada e pela nova geração do MacBook Pro.
No terceiro trimestre fiscal, encerrado em 27 de junho, a Apple registrou receita de US$ 109,42 bilhões, alta de 16,4% em relação ao mesmo período do ano anterior e acima da expectativa do mercado, que apontava crescimento de 15,5%. A demanda por iPhones e MacBooks permaneceu forte, mesmo em um ambiente de preços mais elevados para produtos eletrônicos.
O lucro por ação foi de US$ 2,02, incluindo US$ 0,11 referentes a reembolsos de tarifas concedidos pelo governo dos Estados Unidos. Mesmo desconsiderando esse efeito extraordinário, o resultado permaneceu acima da estimativa média dos analistas, de US$ 1,89 por ação.
A reação negativa do mercado reflete o elevado nível de expectativa em torno da companhia, que recentemente retomou o posto de empresa mais valiosa do mundo, superando a Nvidia. Antes da divulgação do balanço, as ações da Apple acumulavam valorização superior a 22% no ano.
Europa
Os principais índices acionários da Europa —
O índice Euro Stoxx 50
As ações de tecnologia lideram os ganhos do pregão, acompanhando o desempenho positivo observado nas bolsas asiáticas e em Wall Street. A Aixtron dispara 9%, enquanto Soitec, Infineon Technologies e ASML avançam 7%, 5,8% e 2,7%, respectivamente.
O setor continua repercutindo os balanços das gigantes americanas de tecnologia. Enquanto a Microsoft reforçou a confiança dos investidores ao mostrar que seus investimentos em inteligência artificial começam a impulsionar os resultados, a Meta decepcionou o mercado após a forte queda do fluxo de caixa livre reacender dúvidas sobre o elevado ritmo de investimentos na tecnologia.
Em relatório, analistas do UBS afirmaram que permanecem otimistas com as perspectivas para a inteligência artificial, mas recomendaram ampliar a exposição a empresas de tecnologia com perfil mais defensivo como forma de reduzir o risco de concentração no setor.
Entre os demais segmentos, as mineradoras registram alta de 1,9%, acompanhando a valorização dos preços do cobre, enquanto o setor de bens e serviços industriais sobe 1,6%, impulsionado pelo avanço de 7,4% da Teleperformance após a companhia confirmar suas projeções para 2026.
Nos destaques corporativos, o Credit Agricole avança 3,4% depois de divulgar resultados trimestrais acima das expectativas. Na ponta oposta, a Puma recua cerca de 6%, pressionada pela frustração dos traders com a decisão da companhia de manter inalteradas suas projeções para o ano, apesar de reportar um prejuízo operacional menor do que o esperado no segundo trimestre.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades:
Os mercados da Ásia-Pacífico encerraram o pregão desta sexta-feira em forte alta, impulsionados por uma recuperação das ações de tecnologia após os resultados da Microsoft reacenderem o otimismo em torno dos investimentos em inteligência artificial. Os maiores ganhos ficaram com o índice Kospi
Na Coreia do Sul, o rali marcou a maior alta diária da história do Kospi. Ainda assim, o índice permanece cerca de 28% abaixo da máxima registrada no fim de junho, acumula queda de 1,4% na semana e encerra julho com recuo de 22,2%, o pior desempenho mensal desde outubro de 2008.
As ações da Samsung Electronics dispararam 26,8%, registrando o maior ganho diário de sua história, enquanto a SK Hynix avançou 30%, encerrando o pregão no limite máximo de alta. Juntas, as duas fabricantes de semicondutores representam mais da metade da capitalização do Kospi.
O movimento foi impulsionado pela forte recuperação do setor nos Estados Unidos. Na véspera, o ETF de semicondutores SOXX.US avançou 8%, com a Micron Technology disparando 18%, enquanto a Microsoft saltou 15%, registrando seu maior ganho em 18 anos após divulgar resultados que reforçaram a confiança do mercado na rentabilidade dos investimentos em inteligência artificial.
Para Lee Kyoung-min, analista da Daishin Securities, a liquidação das ações de IA e semicondutores parece estar chegando ao fim. Segundo ele, a percepção de que as vendas forçadas provocadas pela desalavancagem estão praticamente encerradas contribuiu para fortalecer o sentimento dos traders.
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"O risco de a inflação subjacente superar nossas projeções exige atenção redobrada. Adiar as medidas necessárias pode permitir que esse risco se materialize e prejudique a economia", afirmou o presidente do Banco do Japão, Kazuo Ueda, durante a coletiva de imprensa.
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Nas demais bolsas da região, o desempenho foi mais moderado. Os índices Shanghai
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